ERGONOMIA COMO MINIMIZADORA ESTE PROBLEMA DENTRO DAS EMPRESAS

Publicado em: 18/01/2011 |Comentário: 1 | Acessos: 4,868 |

abstract

Article that had as objective identifies the importance of the ergonomics inside of a business unit to avoid actions of work accident. The ergonomics is the study of the relationship between the man and the work, and that it tries to solve The problems that happen in that relationship. and one of the main studied aspects is the work accidents, be them physical or psychic and the goal of the implantation of the ergonomics in a company is a better productivity, without accidents, disability or death. Justified the approach on ergonomics because the correspondence between productivity and life quality is biunívoca and directly proportional, that is, quality of high life, productivity values also high, low life quality will provoke low productivity indexes. The accomplished research was bibliographical descriptive and he/she had as source books and sites with the pertinent data. The ergonomics is the scientific prescriptions related to the understanding of the interactions among human beings, you conspire, equipments and services to optimize the human well-being and the general acting of a system.

 

 

Words -key: ergonomics. work accidents. company

 

Introdução

O ambiente de trabalho pode refletir as qualidades de seus funcionários. Por isso é necessário que o ambiente de trabalho seja um local com hábitos sadio e agradável, para que consiga proporcionar aos seus trabalhadores proteção ao executar as tarefas. Desta maneira, o ideal seria que não se ocorresse acidentes, doenças ocupacionais e que existisse um bom relacionamento entre colegas de trabalho e empresa (MONTEIRO, 2009).

Atualmente as empresas almejam a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais em seus ambientes de trabalho, por isso elas devem ter por meta a implantação de novas estratégias com a implantação de normas e equipamentos de segurança de trabalho. Pois, a segurança no trabalho proporciona e mantém um alto padrão de bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores em suas atividades e impedem os danos causados pelas condições de trabalho, pois, protege-os contra malefícios à saúde (VIEIRA et alii, 2009).

Bispo (2009) cita que as empresas deveriam se preocupara com a Qualidade de Vida dos Trabalhadores, pois, ela também acredita que a saúde dos funcionários está diretamente relacionada à saúde da empresa. Mas, apesar desta citação ser de conhecimento de todos os empresários, o percentual de empresas que investem na qualidade de vida de seus funcionários é pouco significantes, daí a incidência de múltiplos acidentes de trabalho devido às más condições de móveis, equipamentos e ambientação.

Tachizawa et alii (2001) descrevem que a segurança do trabalho define segurança do trabalho como um complexo de normas que tem como meta à prevenção de acidentes, sendo oriunda da união de leis e de procedimentos e que têm por fim apoiar a integridade física e mental do trabalhador, procurando defender de possíveis problemas de saúde relacionados ao exercício de suas funções e a seu ambiente de trabalho.

E para que as ações executadas dentro de uma empresa sejam satisfatórias e sem incidentes, tem-se utilizado a ergonomia para atuar na análise de processos de reestruturação produtiva, sobretudo, no que se refere às questões relacionadas à caracterização da atividade e a inadequação dos postos de trabalho (MARTINS, 2005).

Roble (2002) descreve a ergonomia como uma ciência que procura estudar a vivência dos funcionários com os móveis e utensílios que utilizam, sendo que, se observa se existem muito desprendimento de energia para a realização das atividades funcionais ou não.  Os móveis e equipamentos devem ser desenvolvidos por profissionais habilitados para tal função (designers de produto e gráficos, arquitetos, urbanistas, engenheiros, administradores, técnicos de informática, médicos, fisioterapeutas e até o de psicólogos).

Martins (2005) complementa que a ergonomia deve ser definida como um aglomerado de conhecimentos sobre o ser humano ao manipular instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de eficiência, conforto e segurança. Sendo que os móveis e equipamentos devem ter o máximo de conforto e segurança ao serem manipulados. Entretanto, no Brasil, a grande maioria das empresas ao ter como meta a redução de custos em equipamentos, comprometem os aspectos ergonômicos de sua empresa. Colocando em uso apenas o essencial para iniciar as atividades laborais, mas, não cobra a sua utilização por parte dos funcionários.

Ressalta-se que a ergonomia além das exigências físicas de moveis e equipamentos de uma empresa ainda inclui em relação ao funcionário fatores físico, cognitivo e psíquico, onde cada item pode ser determinante para que o profissional tenha uma sobrecarga. Desta maneira cabe as lideranças e principalmente a gerencia dos estudos ergonômicos da empresa ter conhecimento sobre os seus funcionários. Onde o desafio é buscar sinergia entre os sistemas técnico e social, assegurando uma visão antropométrica. Pois, com a implementação da ergonomia os funcionários terão mais motivação para desenvolver as suas atividades e será desenvolvida uma melhor qualidade de vida no trabalho, gerando um bem estar relacionado ao trabalho do indivíduo e à extensão em que sua experiência de trabalho é compensadora, satisfatória e despojada de estresse e outras conseqüências negativas (BISPO, 2009).

Justifica-se esta pesquisa pelo fato das empresas estarem aderindo e implantando muitas tecnologias e novas técnicas de gestão dos negócios, muitas alterações estão ocorrendo, por isso, é necessário a implantação de medidas de segurança para que se evitem doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho devido ao desfavorecimento de materiais e equipamentos que podem ser operacionalizados com segurança e conforto. Daí a necessidade da ergonomia ser implantada nas empresas, para que os funcionários/colaboradores tenham condições adequadas para que estes possam exercer suas tarefas e atividades com conforto e segurança. Desta forma, é necessário projetar o posto de trabalho e, organizar o sistema de produção com concepção ergonômica.

Este artigo tem por objetivo revelar a visão da ergonomia sobre os atos de acidente.

 

ERGONOMIA

 

Com o passar dos anos o ser humano está trabalhando mais, porque, ele não se conforta apenas em manter a sua subsistência, mas também, quer manter o lazer, cultura e ter uma boa moradia e melhores condições de saúde. E para que ele consiga trabalhar mais, este trabalho deve ser sinônimo de prazer, condições financeiras e sucesso profissional, assim, o objetivo do trabalho é a produção; no entanto, produzir com segurança deve ser a meta da ergonomia (Vieira et alii, 2009).

Viana et alii, (2008) ao copilar dados do Instituto Nacional de Seguridade Social, estes, apresentou que no Brasil mais de 400 mil acidentes de trabalho são registrados por ano, e que levam a um número muito grande de casos de invalidez permanente e também um número considerável de óbitos. Daí a necessidade da identificação precoce de possíveis causas que possam desencadear um acidente no trabalho ou uma doença ocupacional, pois, estas determinações podem evitar tais acontecimentos.

O termo ergonomia tem origem em duas palavras gregas: o ergon que significa trabalho, e nomos que significa leis. A ergonomia há séculos já vem sendo utilizada, sendo que, foi na II Guerra Mundial que houve a sua popularização. Sendo que neste momento começou o agravamento do conflito entre o homem e a máquina. Atualmente ela é utilizada para descrever a ciência de conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa. Muitos autores preferem chamar a ergonomia como  Engenharia dos Fatores Humanos, e, a sua maior utilização se refere aom a interface homem/computador (MARTINS, 2005).

Moraes & Mont'alvão (1995) descrevem que oficialmente a ergonomia surgiu em 1949, onde ela procurou a adaptação do homem em seu trabalho, visto que, o trabalho transcende o ambiente físico, abrangendo o aspecto organizacional, tal como as atividades são organizadas e controladas para que se produza a meta estabelecida. Frederick Taylor em 1912 realizou um trabalho a que se deu o no me de Taylorismo, onde, Taylor acreditava que a baixa produtividade se atribuía a tendência de falta de vontade de trabalhar dos funcionários, e também aos acidentes de trabalho devido a falta de interesse dos mesmos. Esta teoria exaltava que o empregado deve receber o seu prólabore de acordo com a sua produção.E atualmente as linhas de montagem do Taylorismo foram substituídas por células de produção onde se existe um controle abrangente da produção e com mais qualidade.

A ergonomia tem como meta otimizar as interações do ser humano com suas atividades de forma integrada, promovendo eficácia, segurança, saúde e bem estar do colaborador e usuário, e para isso desenvolveu-se métodos que deram preferencia para a multicausalidade para que o funcionário tenha bem estar e não sofra com doenças ocupacionais. No Brasil o Laudo Técnico Ergonômico é ofertado por um ergonomista, sendo que este deve estar devidamente habilitado e credenciado. E a ergonomia é amparada na prescrição da  NR 17, portaria 3751 de 23 de Novembro de 1990, do Ministério do Trabalho. E para a sua utilização usam-se conhecimentos ergonômicos e antropométricos onde são realizada uma análise dos postos de trabalhos, do ambiente de trabalho, da população trabalhadora (colaboradores) e das tarefas e organização do trabalho. Devendo-se apurar e relacionar todos os dados obtidos no laudo, identificando os fatores de risco ergonômico e ocupacional, determinantes de desconforto, stress e de patologias para os colaboradores (ABNT, 2001).

Vieira et alii, (2009) descreve a ergonomia como a união de conhecimentos científicos relativo ao ser humano necessários para a concepção de ferramentas, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficácia. E Monteiro (2009) enfatiza que fatores como iluminação, temperatura, umidade, ventilação, coloração das paredes e equipamentos, os ruídos gerados no desenvolvimento das atividades, a postura corporal e a movimentação que os funcionários têm durante a jornada de trabalho podem propiciar um bom desenvolvimento das atividades funcionais.

Santos (2001) retrata que para a ergonomia  é primordial que os aspectos humanísticos do trabalho em qualquer situação sejam mantidos, pois, desta maneira, busca-se o melhoramento e a conservação da saúde dos trabalhadores, e o funcionamento satisfatório do sistema técnico do ponto de vista da produção e segurança. As características de um ambiente de trabalho refletem, de maneira expressiva, as qualidades do trabalhador. Para que as atividades laborais sejam satisfatórias o ambiente de trabalho deve permanecer agradável e sem intercorrências, assim os profissionais se manterão protegidos de acidentes e doenças ocupacionais.

Quando a ergonomia é implantada em indústria podem-se apresentar desafios em três níveis: a) o nível das condições de trabalho, b) o nível dos sistemas técnicos e c) o nível dos sistemas de produção. Sendo que a segurança sempre é o desafio principal, pois o foco da ergonomia é se evitar acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. O autor cita que em seus estudos sobre segurança do trabalho a estimativa é de que no Brasil os acidentes causam como os atos inseguros giram em torno de 90% e os acidentes em condições inseguras geram em torno de 10%. Assim, a ergonomia visa estudar os erros humanos que desencadeiam tantos acidentes (DANIELOU, 2004).

Vieira et al (2009) esclarecem que a ergonomia está sendo bem praticada pelas empresas brasileira e as necessidades que indicam a implantação são a opção de fazer corretamente, quando o custo de não se fazer supera o custo de se fazer, alto custo e dificuldades administrativas com a reintegração de trabalhadores portadores de lesões relacionadas à não ergonomia, exigência da norma ISO de ações em ergonomia para a qualificação de qualidade; e redução de custos e melhoria da produtividade. Entretanto, ainda existem empresas que a implantam apenas para obedecer algumas leis sobre a segurança do trabalhador.

Sendo assim a ergonomia deveria ser implantada tendo a sua base o ser humano, onde se deve respeitar o homem no trabalho, onde se alcancem não apenas a melhora de produção, e sim, uma melhor qualidade de vida para o seu funcionário (MONTEIRO, 2009).

Jorge (2005) complementa que muitas são as definições e metas da ergonomia, entretanto, resume-se que em qualquer atividade que exista o trabalho humano, sempre existirá a possibilidade de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais, pois não existe algo como segurança absoluta em qualquer grupo que seja de seres humanos falíveis trabalhando em condições de risco, isto é, existe um risco de falha ou erro associado a toda e qualquer atividade humana. Deste modo, dever-se-ia sim executar ações para que sejam melhoradas os sistemas de segurança onde eles fossem aptos para resistirem a eventos ocasionais. Daí a necessidade das empresas realizarem a identificação, a análise e o gerenciamento de possíveis riscos que podem acontecer em suas empresas, evitando-se desta maneira os acidentes de trabalho.

 

Acidente de trabalho

O acidente de trabalho é um acontecimento não premeditado e que acontece no desenvolvimento das atividades laborais. Entretanto, esta é uma preocupação constante por parte das empresas, sendo que, atualmente a diminuição de acidentes no desenvolvimento das atividades é uma preocupação (Vieira et alii,, 2009).

Segundo Vilela et alii, (2004) a ABNT divulga que o acidente de trabalho nas normas BS 8800 e na OHSAS 18001 é descrito como um acontecimento não desejável que pode ter como fim a morte do indivíduo ou problemas de saúde, tal como ferimento, danos ou outros prejuízos. E os acidentes de trabalho podem ser ocasionados em duas concepções, sendo o de engenharia e o organizacional. Na concepção do acidente da engenharia destaca a probabilidade de quantidades de ocorrências. Sendo que esta concepção no Brasil é pouco difundida, enquanto que na concepção organizacional erro é conseqüência mais freqüente tendo as suas origens no sistema da empresa.

A incidência de acidentes de trabalho no Brasil é relevante, sendo que, em 90% dos acidentes são relacionados a atos inseguros e 10% a condições inseguras. Pode-se considerar que em 80% dos acidentes relacionados a atos inseguros são devidos a fatores em que a administração da empresa poderia ter exercido o controle. Daí se justifica a afirmação que muitos trabalhadores se acidentam devido a condições deficientes do ambiente de serviços, do modo desorganizado de como são executados os serviços e também do próprio funcionário, que se comporta de maneira inadequado para a realização dos serviços. E outros fatores que levam a acidentes de trabalho são os aspectos referentes às exigências das tarefas, a maneira como são executados os serviços e os processos associados (estresse, incompreensões etc.) e que devem ser considerados nas análises causais dos acidentes (ALMEIDA, 2006).

Miranda et alii, (2008) argumentam que são diversas as causas de acidente de trabalho dentro de uma empresa, e as que estão relacionadas com a ergonomia impróprias são a inadequação das condições de trabalho com as características físicas dos trabalhadores; exigência de esforço físico intenso e ritmo de trabalho excessivo; o levantamento e transporte manual de carga; a adoção de posturas desconfortáveis pelo trabalhador; o controle rígido da produtividade pelo empregador; a Jornada de trabalho prolongada e as tarefas monótonas e movimentos repetitivos. Destacando-se que os incidentes com riscos ergonômicos desencadeiam problemas físicos e psicológicos nos funcionários da empresa e essa problemática pode desencadear prejuízo na produtividade e problema na segurança.

O SEBRAE (2005) cita que além invalidez permanente a pessoa acidentada também pode morrer. E para os funcionários que sobrevivem ao acidente de trabalho podem sofrer fisicamente e mentalmente, sofrer cirurgias e ter que tomar medicamentos, ter que utilizar próteses, passar por serviços de fisioterapia, ter dependência de terceiras pessoas para o seu acompanhamento e locomoção, ter seu poder aquisitivo diminuído, sofrer o desamparo da família, ser estigmatizado por ter sofrido o acidente, perder o emprego e ter depressões e traumas.

Os acidentes desencadeados por causa da produção de uma empresa ou industria constituem um acontecimento de múltiplos aspectos. E a sua ocorrência desenvolve problemas no aspecto existencial, a técnica e a jurídica. E que por sua vez proporcionam drama existencial nas vítimas, familiares e pessoas próximas, os acidentes costumam ser seguidos de iniciativas técnicas e que tem como meta a compreensão de suas causas e podem desejar atos também na esfera judicial (ROBLE, 2000).

Desta maneira a ergonomia segundo Dejours (2003), ao agir para a prevenção de acidentes de trabalho deve ter na figura do trabalhador a valorização do ser humano, a quem o trabalho deve ser adaptado; precisa alcançar a segurança do trabalho e sua defasagem entre a normalização e a realidade e necessita olhar os erros humanos e os atos inseguros.

O SEBRAE (2005) destaca que as empresas têm conseqüências com os acidentes de trabalho e enfatiza que de maneira imediata as principais conseqüências são o pagamento dos quinze primeiros dias após o acidente; transporte e assistência médica de urgência; paralisação de setor, máquinas e equipamentos; comoção coletiva ou do grupo de trabalho; interrupção da produção; prejuízos ao conceito e à imagem da empresa; destruição de máquina, veículo ou equipamento; danificação de produtos, matéria-prima e outros insumos; embargo ou interdição fiscal; investigação de causas e correção da situação; pagamento de horas-extras; atrasos no cronograma de produção e entrega; cobertura de licenças médicas; treinamento de substituto; aumento do prêmio de seguro; multas e encargos contratuais; perícia trabalhista, civil ou criminal; indenizações e honorários legais; e elevação de preços dos produtos e serviços.

 

A visão da ergonomia sobre o trabalhador

 

O funcionário ao desenvolver suas funções fica exposto às condições ambientais, sejam elas ligadas ao aspecto físico, químico, biológico e aos aspectos de higiene e segurança. Os problemas relacionados ao ambiente estão às cargas físicas que desencadeiam os problemas no corpo. E para os problemas mentais, a falta de uma ergonomia adequada pode promover a organização do trabalho, ou seja, assuntos referentes a divisão do trabalho, conteúdo da tarefa, sistema hierárquico, modalidades de comando, relações de poder e responsabilidades. Desta maneira, conclui-se que tanto a saúde mental como a saúde física do trabalhador podem ser prejudicadas se não houver ótimas condições para o desenvolvimento das atividades (SOARES et alii,, 2004).

Rio & Pires CEIGNER (1999) descrevem  que as empresas têm muitas despesas com gastos relacionados com a saúde e a segurança de seus funcionários. E os gastos mais evidentes se referem a afastamentos do trabalhador devido à doenças no seu sistema músculo-esquelético, dentre os quais a DORT que possui caráter epidêmico segundo alguns autores, cuja prevenção e tratamento necessitam da orientação de profissionais capacitados, dentre os quais fisioterapeutas, em condições de exercer uma abordagem específica e diferenciada.

O funcionário ao desenvolver suas atividades quando os equipamentos não estão satisfatórios podem ocasionar acidentes de trabalho. Desta maneira, Viana et al (2008) descrevem que as causas que desencadeiam acidentes de trabalho podem ser classificadas como atos inseguros, condições inseguras, fator pessoal de insegurança.

Couto (2007) complementa que os atos inseguros em acidentes de trabalho são desencadeadas por falhas do ser humano, sendo que, estes acidentes podem ocasionar sérios problemas para os funcionários, tal como afastamento ou morte. E enfatiza-se que a causa principal dos atos inseguros são a organização inadequada do trabalho. O autor ainda sinaliza que a falha do funcionário deve ser denotada como o efeito e não a causa de problemas ocasionado. E concluí que a sua regularidade é favorecida por causa do estresse físico e psíquico relacionados com a carga funcional. Entretanto, se houver boas condições ergonômicas dentro da empresa, este número de acidentes tende a diminuir.

 

O fator ergonômico na prevenção de acidentes do trabalho

 

Conforme ressalta Melo (2001) o conceito de saúde no trabalho evoluiu de uma perspectiva que se limitava ao simples estado de ausência de doenças, para uma perspectiva que enfoca a promoção de um ambiente de bem-estar capaz de motivar os colaboradores das organizações. A segurança no trabalho, para esta autora, aponta para um conjunto de medidas diversificadas voltadas para o reconhecimento e o controle de riscos associados ao local de trabalho aos processos produtivos, adequando-se por conseguinte ao objetivo de prevenir os acidentes de trabalho.

Neste sentido, a prevenção é o conjunto de todas as ações que visam evitar os erros ou a ocorrência de defeitos, englobando a própria organização do trabalho e as relações sociais na empresa As três ações fundamentais que sustentam as práticas de prevenção são o planejamento prévio das operações, a elaboração procedimentos corretos e os programa de formação profissional (BISPO, 2009).

Para diminuir da ocorrência de acidentes de trabalho nas indústrias, a ergonomia deve atuar na adaptação do trabalho ao homem, tentando eliminar as causas dos atos inseguros. A principal finalidade do trabalho é a produção, no entanto, produzir com segurança deve ser o objetivo da ergonomia. A produtividade dos empregados deve ser estimulada em conjunto com os princípios de saúde e segurança, eliminando-se os fatores de risco relacionados aos acidentes de trabalho e prevenindo a ocorrência destes incidentes.

Bispo (2009) ressalta que para se ter a ergonomia implantada dentro da empresa caberá ao setor de Recursos Humanos assegurarem as condições ideais para o desenvolvimento do trabalho às pessoas, para que elas possuam a eficiência  e consiga os resultados pretendidos pela empresa. A responsabilidade da implantação, assessoria e coordenação e manutenção da ergonomia nos postos de trabalho é da direção de Recursos Humanos, porém é importante evocar que este desafio é sempre conduzido transversalmente com as competências dos parceiros internos, em especial a engenharia e a fabricação que é o cliente final das ações. Assim, a ergonomia tem como objetivo a focalização da integridade física e mental dos funcionários para que gozem de uma saúde satisfatória e consigam desenvolver as propostas de serviços da empresa sem sofrimento e acidentes.

Jorge (2009) finaliza que uma intervenção ergonômica em uma empresa ou indústria tem por meta a prevenção dos acidentes de trabalho, e para isso é necessária a execução da análise ergonômica bem detalhada das situações organizacionais específicas que possam causar o erro humano, com o objetivo de gerenciar potenciais situações de risco. A segurança do trabalho depende do reconhecimento dos limites físicos do homem, tomando medidas para adaptar os indivíduos a condições dignas de trabalho e prevenindo graves danos à saúde dos trabalhadores. É necessário que os funcionários recebam treinamento e orientações satisfatórias quanto aos métodos de trabalho seguro que devem ser utilizados para proteger sua saúde e prevenir os acidentes de trabalho.

 

CONCLUSÃO

 

Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, aplicando conhecimentos de outras ciências na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. Um dos problemas graves entre o homem e seu trabalho são os acidentes que lhe causam doenças, lesões, amputações e até a morte de muitos trabalhadores.

Os estudos ergonômicos visam realizar mudanças nas condições e no ambiente de trabalho, aperfeiçoando e adaptando máquinas e equipamentos utilizados na execução das tarefas, de acordo com as características físicas e condições psicológicas do trabalhador, com o objetivo de propiciar-lhe segurança, saúde e conforto e, consequentemente, obter maior eficiência no trabalho executado.

Conforme cita Brito (2009) entre as preocupações das empresas na melhoria da qualidade e competitividade de seus produtos, a saúde ocupacional está ganhando muita importância nas últimas décadas com o aparecimento de índices preocupantes de distúrbios ocupacionais dos mais diferentes tipos. A adoção de práticas ergonômicas implica, entre outros, na melhoria da qualidade de vida no trabalho, o que é condição essencial para o êxito de uma empresa ou de um empreendimento.

Podem ser citadas ainda como referência à qualidade de vida no trabalho as condições físicas do próprio local de trabalho, como, por exemplo, instalação sanitária adequada, água fresca e filtrada, ambiente adequado para a realização de refeições e condições ambientais favoráveis.

Um ambiente de trabalho torna-se mais saudável e agradável tendo como conseqüência o aumento da produtividade, aliando as alterações ergonômicas no local de trabalho com as orientações relativas à prevenção de distúrbios ocupacionais fornecidas pela Fisioterapeuta, que são a adequação postural, o destensionamento das articulações (alongamento), o bombeamento sanguíneo dos braços, retorno venoso das pernas.

A qualidade de vida no trabalho reflete diretamente na vida social e no relacionamento familiar do trabalhador, que pode ser gravemente afetado. A qualidade dos produtos fabricados e/ou dos serviços prestados também é afetada pelas más condições de trabalho, devido ao estresse, ao cansaço e à fadiga.

Deste modo é importante compreender de modo claro a conexão entre a existência de políticas de prevenção de acidentes e o treinamento. As organizações não são dominadas pela racionalidade técnica, como se a simples padronização e sistematização dos processos, associada à prática de controle e de vigilância, fossem suficientes para a obtenção dos resultados desejados.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/medicina-alternativa-artigos/ergonomia-como-minimizadora-este-problema-dentro-das-empresas-4063007.html

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    palavras chave ergonomia

    ,

    acidentes de trabalho

    ,

    empresa

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    Se você estiver com dor de cabeça pode ser por vários motivos, geralmente esta ligada as vias respiratórias, ao sistema gastrointestinal, e a causas psicossomáticas. Se ocorrer  dores de cabeça com muita frequência e se forem muito intensas, vá ao seu medico e peça para que ele verifique o que esta acontecendo; porem nas manifestações mais comuns basta tratar a causa do mal  

    Por: Liéber Zenl Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 17/11/2014

    Com o avanço da ciência, mais e mais mulheres buscam ‘ajuda especializada' para ter um bebê. Nos Estados Unidos, de acordo com a Society for Assisted Reproductive Technology, em 2012 nasceram dois mil bebês a mais do que no ano anterior a partir de técnicas de fertilização assistida – totalizando quase 62 mil. Esse panorama otimista vai de encontro a uma forte tendência naquele país, que é a queda – desde 2007 – na taxa de natalidade.

    Por: Vítor Margatol Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 17/11/2014
    Liéber Zen

    A falta de ar o mesmo que dispneia. Mal caracterizado como dificuldade respiratória.  Possíveis causas -asma, bronquite, edema generalizado, insuficiência cardíaca e tuberculose.

    Por: Liéber Zenl Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 13/11/2014

    Não é fácil tirar aquela barriguinha e perder peso de forma rápida. Para ter o corpo ideal é preciso seguir uma rotina de alimentação e exercícios bem severa, para muitos é um sacrifício, cuja recompensa é o corpo dos sonhos. Já outros preferem as dietas de verão. Conheça algumas.

    Por: Antonio Gonçalves da Silval Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 12/11/2014

    Especialista diz que tratamentos de fertilização assistida socorrem pacientes nessa situação com elevada taxa de sucesso Um em cada cinco casais enfrenta dificuldade para engravidar. Quando a mulher tem mais de 35 anos, essa proporção é alterada para um em cada três. Aos 45 anos, 90% das mulheres não conseguem mais ter filhos naturalmente. Esse tipo de problema vem se tornando cada vez mais comum.

    Por: Vítor Margatol Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 04/11/2014 lAcessos: 34
    Professora Eliete M M Fagundes

    Professora de Homeopatia explica de forma inédita como surgem os miasmas no organismo a partir de uma doença física e como buscar a cura

    Por: Professora Eliete M M Fagundesl Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 30/10/2014 lAcessos: 16

    Uma massagem ayurvédica ajuda a eliminar toxinas através da purificação, fortalece o tónus muscular, relaxa e rejuvenesce o corpo. Também conhecida como massagem de corpo duro, a massagem ayurvédica é realizada com as mãos, pés, cotovelos, antebraços e bolas bem lubrificadas. A massagem ayurvédica inclui movimentos de amasso e também pressões fortes.

    Por: Maria Albertal Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 24/10/2014 lAcessos: 66
    Paula Fernanda

    Um estudo mostra que 87,5% dos casos de câncer de mama tem origem em traumas, ressentimentos guardados por muito tempo e outras emoções que vão minando o bem-estar da mulher. Este artigo traz exercícios práticos para que você possa entrar em contato com suas emoções, como fator de prevenção ao câncer e a outras doenças físicas.

    Por: Paula Fernandal Saúde e Bem Estar> Medicina Alternatival 16/10/2014 lAcessos: 15

    Estudo de caso que tem como objetivo identificar as dificuldades do transporte do leite in natura nas regiões atendidas pelo Laticínio xxxx e apontar estratégias de cunho logístico para o transporte do leite in natura (do produtor a indústria). Buscou-se responder quais estratégias poderiam ser adotadas para reduzir os custos do transporte entre o produtor e o laticínio, mantendo-se a qualidade, prazo estipulado e preço satisfatório. A temática aqui apresentada é de extrema importância.

    Por: Thyago Batistotel Negócios> Gestãol 07/09/2009 lAcessos: 1,876 lComentário: 3

    Este trabalho tem como objetivo relatar a importância de um empreendedor estratégico dentro de uma empresa, visto que, as empresas atualmente estão inseridas em uma realidade completamente competitiva, daí a necessidade de uma pessoa especialista nesta área. Pois, existem constatações que a falta de planejamento estratégico por grande parte das empresas, tanto brasileiros como o de outros países, eleva a taxas de mortalidade destas.

    Por: Thyago Batistotel Negóciosl 08/08/2009 lAcessos: 3,869 lComentário: 3

    O presente trabalho foi idealizado com o objetivo indicar uma logística de operacionalização para a empresa Transmóveis para que possa efetuar suas entregas de encomendas na data prevista. O trabalho mostra a origem e evolução do estudo e aplicação da logística nos processos gerenciais, apresenta também os conceitos básicos de estoques e suas principais classificações, abordando a necessidade de cada um no contexto empresarial. Apresenta também uma estratégia logística para ser aplicada na refer

    Por: Thyago Batistotel Negócios> Gestãol 21/05/2009 lAcessos: 1,253

    O presente artigo tem como objetivo caracterizar a atual conjuntura de alta mundial dos preços do petróleo, no que respeita à identificação das razões que conduziram a esta situação e o impacto resultante ao nível econômico de toda a humanidade. O petróleo sempre mobilizou politicamente a sociedade mundial desde o século XIX e assim continua a fazê-lo nesse começo de século. Trata-se de um combustível fóssil e, portanto, de uma fonte de energia não-renovável, suas reservas estão sendo esgotadas gradativamente. Apesar dos sérios impactos causados ao meio ambiente, sua alta viabilidade econômica faz com que ele continue sendo explorado, por muitas razões, entre elas a de seu alto valor estratégico para a economia dos países e para o desenvolvimento das nações. Passam os anos, mas não se alteram muito as posturas dos grupos que entre si se opõem relativamente às formas de exploração e de produção do petróleo no país.

    Por: Thyago Batistotel Finançasl 17/03/2009 lAcessos: 838 lComentário: 1

    Comments on this article

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    marcia 04/07/2011
    gostaria de saber de como a ergonomia em laser fotos pode me enviar
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