Óleo De Côco Virgem Biológico E As Suas Propriedades

Publicado em: 18/03/2009 |Comentário: 1 | Acessos: 10,848 |

ÓLEO DE CÔCO VIRGEM BIOLÓGICO

Estudos mostram que o Óleo de Côco é um forte inimigo do HIV. Cientistas filipinos e canadianos em estudos isolados descobriram que princípios químicos encontrados no óleo de coco não só podem destruir o HIV (AIDS), como também inibir o desenvolvimento do vírus e sua carga viral.

Por Frank Cimatu
Inquirer News Service
PDI Northern Luzon Bureau
Cidade de Baguio

A Fundação Filipina para Pesquisa e desenvolvi-mento do Côco juntamente com o Hospital São Lázaro e os Laboratórios United, conduziram em 1999 os primeiros testes de HIV / AIDS efetuados nas Filipinas. Os testes envolveram 15 pacientes do Hospital São Lázaro portadores de HIV, nos primeiros estágios de desenvolvimento do vírus. Os testes basicamente procuravam determinar se a monolaurina, um derivado do ácido laurico seria responsável pelo aumento de células CD4 e a redução da carga viral nos pacientes num estágio ainda não detectável. As células CD4 são a pri-meira linha de defesa do corpo contra doenças e infecções, mas também são as primeiras a serem atacadas pelo HIV. A carga viral é a quantidade de vírus no sangue.
O Dr. Conrado Dayrit, Presidente da Academia Nacional de Ciências e Tecnologia e membro do Conselho do PCRDF, num pronunciamento ante-rior, afirmou que o HIV, o vírus que causa a AIDS, está envolvido por uma membrana gordurosa que a mono-laurina pode penetrar e mutilar rapida-mente após ingerido. A monolaurina destrói a membrana que envolve o vírus por um processo de amaciamento. "Se isso acontece, o vírus morre" disse o Dr Dayrit.

Romulo Conde, Supervisor Técnico do PCRDF, disse que os resultados foram promissores, mas a fim de satisfazer a comunidade cientifica, precisam de conclusões mais concretas. Não é bom tirar conclusões pela metade, acrescentou. Disse ainda que os testes continuarão no próximo ano.
De acordo com a edição de Novembro da "Disco-ver Magazine", um grupo de cientistas canadianos desenvolveram o que eles chamaram "camisinha invisível", que nada mais é do que uma gelatina anti-microbiana actuando na prevenção do HIV. A equipa liderada pelo Dr Michael Bergeron disse que o gel, incolor e inodoro, não é um preventivo para gravidez, mas pode bloquear o vírus da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

"O preparado do Dr Bergeron, que ele chama de "camisinha invisível" consiste de dois componen-tes. O primeiro é um polímero gelatinoso, que é liquido na temperatura ambiente, mas torna-se um gel quando na temperatura do corpo. Quando introduzido, o liquido se dissemina por toda a parede vaginal, tornando-se em seguida uma gelatina e criando uma barreira semi-sólida contra agentes infecciosos", reportou a Discover Maga-zine. O segundo ingrediente é um anti-germe como o lauril sulfato de sódio, uma substância saponácea que dissolve as membranas dos vírus, eliminando-os. O lauril sulfato de sódio é um elemento químico derivado do ácido laurico e do
leite materno, conhecido como um eliminador de micróbios. A gelatina, quando testada em ratos, foi 90 a 100 por cento eficaz na eliminação do vírus da herpes genital. Em outro artigo publicado no "Indian Coconut Journal " em Setembro de 1995, a Dra. Enig afirmou :
"O reconhecimento da actividade anti-microbiana da monolaurina tem sido registrada desde 1966. O trabalho embrionário pode ser creditado a Jon
Kabara. Essa pesquisa anterior foi direccionada para os efeitos virucidais por causa dos possíveis problemas relacionados com a preservação de
alimentos. Alguns dos antigos trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982), que mostravam os efeitos virucidais da monolaurina sobre vírus envol-vidos em RNA e DNA, foram elaborados em con-junto com o Centro de Controle de Doenças do
Serviço Publico de Saúde Americano, com protó-tipos selecionados ou reconhecidos como envol-vidos em membranas de lipídios de grande rigidez. "
A Dra. Enig afirmou em seu artigo, que a monolaurina, cujo precursor é o acido laurico, destrói a membrana de lipídios que envolve o
vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. Ela escreveu: "Dos ácidos graxos satura-dos, o ácido laurico tem uma actividade anti-viral maior do que os ácidos caprilico(C10) e miristico
(C14). A ação atribuída ao monolauril é a de que ele solubiliza os lipídios contidos no envoltório do vírus, causando a destruição desse envoltório."
Na Índia, o óleo de coco é ministrado a bezerros no tratamento de Cryptosporidium conforme reportado por Lark Lands Ph.D no seu livro a ser
lançado, "Positivamente Bem". Apesar de não ter sido mencionado por Enig, o HHV-6A é um vírus
que tem uma capa envolvente cuja expectativa é que se desintegre na presença de ácido Laurico e/ou Manolaurina. Segundo Dra. Enig, HIV, sarampo, Vírus da estomatite vesicular (VSV),
Herpes Simplex Virus (HSV-1), Visna, Cytomega-lovirus (CMV), Influenza vírus, Pneumonovirus, Syncytial vírus e Rubeola, são algumas das doenças que têm suas actividades inibidas pela Monolaurina. Algumas bactérias, que incluem Listeria, Staphylococus aureus, Streptococus agalactiae, Streptococci dos Grupos A, B, F e G, Organismos Gran-positivos e Gran-negativos tornaram-se inativas pelo ação da monolaurina.
textO OLEO DE COCO NATURAL NA AIDS E EM OUTRAS INFECÇÕES VIRAIS

Em 19 de Julho de 1995 a Dra. Enig falava para um artigo
publicado no jornal "THE HINDU", O Jornal Nacional da Índia, quando afirmava
que o óleo de coco é convertido pelo organismo em "monolaurina", um ácido
graxo com propriedades anti-virais, que pode ser útil no tratamento da AIDS.
Um repórter do "THE HINDU" escreveu o seguinte a respeito da apresentação
Dra. Enig durante uma conferência em Kochi :

"Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente
diagnosticada positiva, tornou-se HIV Negativa. Essa criança havia sido
alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi
significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da
redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta
que ajuda na geração de monolaurina no organismo".

O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de
que a monolaurina ajuda também na inibição de outros vírus como o sarampo,
herpes, estomatite vesicular e Citomegalovirus e que pelo avançado das
pesquisas, há também uma indicação de que o óleo de coco oferece certas
medidas de proteção contra substâncias cancerígenas.


Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit, MD em 25 de julho
de 2000 em Chennai na Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um
grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido
láurico, como o babaçu, tucumã e côco da bahia). A experiência da
administração de 50ml de óleo de coco diária em 15 pacientes (10 mulheres e
5 homens) portadores do HIV (o vírus da AIDS) e que nunca haviam recebido
nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas
Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, M.D, mostraram um
aumento do linfócitos de defesa do corpo, CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e 570
para 1671 respectivamente. Um homem que possuía uma carga viral muito baixa
(<0.4X103) e que não sofreu mudanças, não foi incluído no resultado final da
pesquisa. As estatísticas finais incluíram resultados para 4 homens e 10
mulheres e mostram que 7 (2h, 5m) de 14 pacientes tiveram uma redução em 3
meses de uso diário do óleo, enquanto 8 (3h, 5m) sofreram redução em 6
meses. Os níveis de CD4 e CD8 aumentaram em 5 pacientes, mas não mantiveram
relação com a diminuição da contagem viral.

A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores
do HIV pode trazer como benefício a diminuição do nível da carga viral em
indivíduos HIV positivos, diminuição do antígeno P24 e o aumento do CD4 e/ou
CD4/CD8. Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na
alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade
em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose,
pneumonia, herpes, doenças venéreas, auto-imunes como o lúpus e a psoríase,
câncer, Crohn entre outras, seria de extrema valia. Da mesma maneira, o
emprego deste óleos na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos
mesmos problemas, dada sua penetração pela pele ser muito fácil. Óleos
láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo
também os melhores veículos carreadores para óleos essenciais. Na
alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos,
substituindo os óleos de soja, girassol e milho. O refino não interfere nas
suas propriedades terapêuticas, apesar de ser melhor o óleo in natura, porém
a hidrogenação da parte insaturada do óleo pode levar à formação de gordura
trans capaz de causar câncer, aumento do colesterol, entre outros
desequilíbrios. O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte
interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e
inflamações.

A DOSE TERAPEUTICA
Baseada nos seus cálculos, e na quantidade de acido Láurico
encontrado no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos, uma
dieta rica de 24 gramas de acido láurico diariamente. Essa quantidade
corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 10
onças de Puro Leite de Coco. Aproximadamente 7 onças de coco bruto devem
conter 24 gramas de acido láurico. Essa é a dose terapêutica diária sugerida
pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de acido láurico contidos no
leite humano materno.

ÓLEO DE CÔCO E CÂNCER
Em um estudo de Reddy e al (1984) com animais, puro óleo de côco
exerceu efeito inibitório mais forte que o óleo MCT quando empregado em
tumores do cólon induzidos pelo uso de azoximetano. Outras pesquisas de
Cohen e al (1986) mostraram que os efeitos não promotores do cãncer do óleo
de cõco foram também observados no câncer dos seios induzido quimicamente.
Neste modelo, a pequena elevação do colesterol nos animais comendo óleo de
côco funcionou como protetora enquanto os animais comendo mais óleo
poliinsaturado (milho, girassol, etc) tiveram redução do colesterol, mas
contudo mais tumores. Os autores notaram que "...uma tendência inversa geral
tem sido observada entre os tipos de lipídeos no organismo e a incidência de
tumores para os 4 maiores grupos de gorduras."

OS EFEITOS DO OLEO DE COCO NOS NIVEIS DE COLESTEROL E HDL
A Dra. Mary Enig MS (Cientista Nutricional) desenvolveu uma
pesquisa original onde mostra a correlação positiva entre o óleo vegetal e o
câncer e a negativa entre este e a gordura animal. Ela elaborou uma análise
clara dos componentes das gorduras "trans" em 200 alimentos.

As gorduras "trans" são formadas quando os óleos vegetais são hidrogenados
ou aquecidos a altas temperaturas. Com altas temperaturas, fica alterada a
sua forma original "cis" transformando a gordura em gordura "trans".

Ela estudou o efeito dessas gorduras trans, originárias de
alimentos, sobre a função mista do sistema oxidativo do fígado que
metaboliza no organismo drogas e poluentes ambientais. Um importante achado
desses estudos foi que animais de laboratórios submetidos a uma dieta
especial contendo gorduras trans, sofreram alterações nas atividades desse
sistema de enzimas. Esses resultados foram em parte responsáveis pela
revisão no "Health Aspects of Dietary Trans Fatty Acids, mantidas pela
Federação das Sociedades de Biologia Experimental, Life Sciences Research
Office por solicitação do FDA (Food and Drug Administration)

Dra. Mary Enig tem 17 artigos publicados em jornais científicos
desde 1976. Em 1986 foi nomeada pelo Governador de Maryland para o Conselho
Estadual de Aconselhamento Nutricional. Foi editora colaboradora da revista
"Clinical Nutrition" e consultora editorial do jornal do Colégio Americano
de Nutrição. Desde 1979 já proferiu mais de 50 palestras em seminários sobre
alimentos e nutrição.

Num artigo publicado no "Indian Coconut Journal," em 1995, a
Dra. Enig afirmou que Ancel Keys tem uma grande responsabilidade pelo inicio
da campanha contra a gordura saturada nos Estados Unidos. Ela questionou
Keys afirmando que "toda gordura aumenta o colesterol; gorduras saturadas
aumentam e as polinsaturadas reduzem o colesterol ; as gorduras hidrogenadas
são problemas; as gorduras animal são problemas. E a Dra Enig conclui: "Como
pode ser visto, seus achados não têm consistência".

A Dra. Enig também declarou : "Os problemas com o óleo de coco
começaram há quatro décadas quando pesquisadores alimentaram animais com
óleo de coco hidrogenado propositadamente alterado, para torná-lo
completamente destituído de qualquer ácido graxo essencial. Os animais
alimentados com óleo de coco hidrogenado (sendo a única fonte de gordura)
apresentaram naturalmente uma deficiência em ácidos graxos essênciais. Houve
um aumento do colesterol no sangue. Dietas que causam uma deficiência dos
ácidos graxos essenciais provocam um aumento nos níveis de colesterol assim
como nos índices arteroscleróticos. Os mesmos efeitos foram verificados com
outros óleos hidrogenados como e de semente de algodão, soja e milho. Fica
portanto claro que trata-se de uma função dos produtos hidrogenados, tanto
por causa de uma deficiência dos ácidos graxos essenciais, como por causa
das gorduras trans.

Uma questão que se coloca é: O que acontece quando animais
são alimentados com óleo de coco não processado? A Dra. Enig escreveu :
"Hostmark at al..." (1980) comparou os efeitos das dietas contendo 10% de
óleo de coco e 10% de óleo de girassol em proteínas distribuídas em ratos
fêmeas da raça Wistar. Em relação ao óleo de girassol, o óleo de coco
produziu níveis significativamente mais baixos (p=0,05) de beta-pre
lipoproteinas (VLDL) e significativamente mais altos (p=0,01) de
alfa-lipoproteinas (HDL). "(Nota do Editor : HDL é considerado o bom
colesterol prevenindo os depósitos do colesterol LDL nas paredes
arteriais.)". Enig cita também um estudo elaborado por Awad (1981) onde
ratos da raça Wistar foram alimentados com 14% de óleo de coco natural e 14%
de óleo de girassol. Ela afirmou:" O óleo de girassol provocou nos tecidos
dos animais um acúmulo de colesterol seis vezes maior do que os animais
alimentados com óleo de coco (não hidrogenados)". A conclusão que se pode
tirar é que alimentar animais com óleo de coco hidrogenado destrói a
formação de ácidos graxos essenciais potencializando a formação de
arteriosclerose. É importante frisar que animais alimentados com óleo de
coco regular tiveram um índice mais baixo de colesterol no fígado e em
outros órgãos do corpo.

Enig também se referiu a um estudo epidemiológico elaborado por
Kaunitz e Davrit (1992) em sociedades que se utilizavam do coco como
alimento, onde se confirmou por um estudo da população, que uma dieta rica
em óleo de coco não leva a um aumento dos índices de colesterol, nem das
doenças coronarianas. Vale ressaltar que nessa sociedade não houve qualquer
consumo de óleos hidrogenados. Apenas óleo de coco natural.

Em 1989, Kaunitz e Davrit chamaram atenção para um relatório de
Mendis et al onde mostrava que mulheres do Sri Lanka que tiveram suas dietas
alteradas de óleo de coco natural para óleo de milho, apresentaram uma
redução no Colesterol LDL de23.8%, o que é uma boa noticia, porem o
colesterol HDL também apresentou uma redução de 41,4% o que é uma má
noticia. Isso criou uma relação LDL/HDL desfavorável, significando que numa
dieta de óleo de milho haverá um maior depósito de colesterol nas artérias
em relação ao óleo de coco natural. Em suma, a dieta com óleo de milho
líquido acelera o depósito de colesterol, em comparação com aquela de óleo
de coco natural.

O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (bom
colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças do coração.
Enig cita também a pesquisa de Tholstrup et al (1994) com óleo de palmeira
(não hidrogenado) rico em acido láurico contendo também ácido mirístico.
Tholstrup encontrou também um aumento significativo nos níveis de colesterol
HDL
No seu artigo, Enig registrou que os efeitos do óleo de coco em pessoas com
baixo nível de colesterol é justamente o contrário daqueles com um alto
nível. As pessoas com uma baixa contagem de colesterol, deverão apresentar
um aumento de colesterol sanguíneo, do colesterol LDL e especialmente do
colesterol HDL. Já as pessoas com alto nível de colesterol apresentarão uma
redução dos níveis de colesterol total e colesterol LDL.

Os estudos que ela menciona mostra que em ambos os grupos a
relação HDL/LDL se move numa direção favorável. Para pessoas com AIDS ou com
comprometimento da imunidade para outras doenças, as conclusões desse
pesquisa são profundas. Isto significa que tudo que tem sido informado ao
público pela televisão no últimos 15 anos a respeito dos óleos vegetais têm
sido meias-verdades, levando esse público a conclusões errôneas. O público
tem sido levado a acreditar que óleos tropicais provocarão bloqueio nas
artérias levando a doenças cardíacas. O que ocorre na verdade é justamente o
contrário. Óleos tropicais naturais ajudam na preservação das artérias
enquanto que ocorre o oposto com a maioria dos outros óleos vegetais,
principalmente as gorduras hidrogenadas tão utilizadas hoje em pastelarias,
biscoitos, pães, margarinas e produtos industrializados em geral.

Esta política contra o côco, babaçu e o dendê (palma), tem sido mantida por
grandes multinacionais americanas que, sendo os maiores produtores mundiais
de óleos vegetais poliinsaturados (soja, milho, canola e girassol), não
querem sofrer perdas financeiras que estas alternativas trariam a eles, pois
óleos extraídos de plantas tropicais como os cocoqueiros custariam muito
mais baratos e seriam mais acessíveis às populações de baixa renda.

A Dr, Enig também informa que o óleo de canola é o pior para ser
utilizado em qualquer circunstância. Quando utilizado na cozinha ele produz
um elevado nível de gorduras trans

ÓLEO DE CÔCO E MASSAGEM
Óleos láuricos como o de côco da Bahia e babaçu, são
extremamente finos, de baixa viscosidade, sendo por isso excelentes veículos
carreadores para óleos essenciais, dada à sua fácil e rápida penetração
pelos poros da pele. São excelentes fontes alternativas para substituição do
óleo mineral, hoje considerado dentro de alguns estudos científicos como
cancerígeno. A vantagem é que são baratos e competitivos como produtos
naturais.

São emolientes naturais, que podem ser empregados refinados ou
não, possuindo normalmente uma longa durabilidade. Agem na pele hidratando
suavemente, refrescando e devido ao seu teor em ácido láurico, como
moderados anti-sépticos, além de terem efeito imunoestimulantes.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/medicina-alternativa-artigos/oleo-de-coco-virgem-biologico-e-as-suas-propriedades-823015.html

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    Comments on this article

    0
    Cia do Natural 24/05/2010
    Eu vendo oleo de coco o de 500ml ta saindo por 45 reais e o de 200ml por 24, mando para todo o brasil (frete por conta do comprado).

    contato@ciadonatural.com.br
    Rua Emilia Marengo, 145
    Tatuape- Sao Paulo -SP
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