A importância da atuação do enfermeiro na humanização e no ludico em crianças hospitalizadas

Publicado em: 04/04/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 3,640 |

Introdução

A  pratica assistencial não se resume apenas no medicar o paciente com intuito de minimizar sua dor, ou outro qualquer procedimento sem que haja uma relação interpessoal entre paciente e equipe de enfermagem. Na assistência dada a indivíduos que são acometidos por alguma enfermidade os fatores psicológicos aumentam, por vezes, em ordem exponencial a gravidade sintomática bem como levam a uma resistência previa a qualquer tratamento, pois ao entrar em uma unidade hospitalar tem um significado de dor, lugar hostil, profissionais que solicitam e ou executam procedimentos e ações desconfortáveis e que muitas vezes não traz um resultado imediato neste momento que se deve dar ênfase ao calor humano nos cuidados e tratamento a cada paciente contribuindo para eficácia e bons resultados a serem alcançados e minimizar idéias negativas dos profissionais as saúde e ambiente hospitalar. 1

O ambiente hospitalar é um fator de stress, para pacientes e familiares, principalmente em pacientes pediátricos. As crianças têm características diferentes dos adultos, não expressam dor ou desconfortos de forma objetiva e declarada, ela utiliza outros mecanismos para demonstrar suas angústias. Usa como forma de comunicação seu choro, expressão facial ou ficando isoladas. Se sentem deslocadas por estarem longe de seu cotidiano, sentem-se presas e amedrontadas com tantas pessoas estranhas em sua volta. Assim toda forma de propiciar alguma resposta a essas questões configuram como um fator positivo para a melhora dos pacientes pediátricos, assim utilizar alguns mecanismos lúdicos para humanizar e por alguns instantes, desassociar o ambiente do sofrimento e atribuí-lo características acolhedoras e divertidas, se tornam justificadas. 1

Os aspectos clinico e patológicos e as limitações podem e devem ser levados em consideração  no tratamento do paciente pediátrico,  estas considerações levam a uma assistência humanizada no qual pode proporcionar ações educativas a família, a valorização das atividades de brincar e brinquedos que ajudam a criança a expressar os sentimentos vivenciados de forma educativa, formativa e principalmente terapêutica.2

O enfermeiro deve estar inserido nesta assistência humanizada, é ele quem mais conhece o paciente, é o profissional que permanece mais tempo com o paciente dentro da equipe multidisciplinar, desde os procedimentos que o tratamento requeira  até a evolução diária do paciente durante a sua internação.3

Neste trabalho iremos abordar o trabalho do enfermeiro na pediatria que garanta e promova uma assistência humanizada a criança através de recreações e ao mesmo tempo faz parte de seu tratamento, e como conseqüências uma melhor qualidade de vida na hospitalização tratando não tão somente a sua enfermidade, mas também de sua saúde psicológica e estabelecer uma forma de comunicação entre a enfermagem, familiares e pacientes.

Segundo, Maia 4, as crianças são capazes de avaliar a qualidade do cuidado prestado pelas enfermeiras e suas expectativas são que elas sejam humanas, verdadeiras, confiáveis, tenham senso de humor, usem roupas coloridas e desenvolva atividades para a distração, como o brincar. Proporcionar o brincar nas unidades pediátrica é uma tentativa de transformar e minimizar os danos psicológicos e facilitar o acesso dos profissionais para realizações de procedimento ao longo da internação.

Quando a criança brinca, ela expressa os seus sentimentos vivenciados por somente ela através de uma atividade espontânea sem objetivos a serem definidos. Inserir a criança no tratamento terapêutico conduz a diminuição da ansiedade, sofrimento e stress, o lúdico promovido pelo enfermeiro, proporciona uma melhor compreensão das necessidades e sentimentos que não são verbalizados pela criança. 1

Cuidar de forma mais humanizada da criança durante sua hospitalização, geralmente, exige que ocorra uma mudança na abordagem assistencial realizada nas unidades de internação pediátrica. É necessária uma abordagem voltada não apenas para a criança e para sua família, mas sim que exiga conhecimentos de como sua família a cuida, quais são as possibilidades, quais os seus limites de atuação e que forças ela é capaz do mobilizar para resolver problemas de saúde 5.

A enfermagem que convive com a criança faz parte do seu mundo, estando diretamente relacionada á realidade por ela vivenciada. Este contexto precisa ser compreendido pelos seres que participam do seu desenvolvimento. O enfermeiro ao participar do mundo da criança, através do cuidado de enfermagem, precisa interagir com este ser buscando auxiliar no seu processo de crescimento e desenvolvimento. 6

Especificamente na enfermagem, o cuidar do outro é a essência dessa dicotomia entre ciência e arte, que são os nossos pilares profissionais. Cuidar é estar aberto ao outro, utilizar-se do conhecimento técnico cientifico e expressivo, relacionar-se num toque, num olhar, num cantarolar de uma canção, contando uma historia, ou quem sabe brincando. 7

Objetivo Geral

Nosso objetivo foi mostrar a necessidade de humanizar a assistência e de utilizar métodos como o Lúdico no cuidado de crianças hospitalizadas, tentando estabelecer as mais variadas formas de comunicação levando em conta as peculariedades psicológicas dos pacientes pediátricos podendo assim conseguindo um significativo aumento na possibilidade de avaliar os progressos do tratamento estabelecido, propiciando ao paciente pediátrico, e para os familiares, um ambiente menos assustador e stressante, tornando o ambiente hospitalar mais humanizado sem comprometer o foco principal restabelecimento do paciente.

Metodologia:

Este estudo foi uma pesquisa bibliográfica de caráter descritiva, quantitativa, com revisão da literatura, ressaltando a importância da assistência humanizada e a utilização do lúdico focando a atuação do enfermeiro na promoção e elaboração das mais variadas formas de interação intra-hospitalar. Para esta pesquisa foi utilizadas fontes de dados da biblioteca BIREME sites indexados com: SCIELO, LILACS, MEDLINE.

Revisão de Literatura

O conceito de Humanização tem sido utilizado com freqüência no plano assistencial à saúde, a consolidação da humanização é designada para um cuidado mais atento para direitos e deveres do pacientes e familiares juntamente com conceitos éticos, crenças e cultura entre pacientes, família, profissionais de saúde e a filosofia da instituição hospitalar.

Para Cintra8, a prestação da assistência de enfermagem à criança, independente do contexto em que esteja ocorrendo, é algo abrangente, além da execução adequada da técnica ou do domínio dos conhecimentos relacionados à determinada patologia, exige que a criança e a sua família sejam contemplados como um todo: suas necessidades emocionais, estabelecer vínculos com ela e a sua família, saber compreendê-la, conforme a fase de desenvolvimento em que se encontra e, especialmente, quando vivencia um processo de doença.

O elemento essencial para a construção da criança é o Lúdico, pois na infância o brinquedo é um dos elementos fundamental para as crianças no qual elas demonstram suas alegrias, frustrações, e até mesmo a sua agressividade.

Para Frota9 o lúdico contribui para minimizar traumas da doença e hospitalização, permitindo o desenvolvimento e crescimento saudável, como também fornecendo subsídios para profissionais da saúde no atendimento infantil. O objetivo do estudo foi verificar o lúdico como um facilitador na humanização do cuidado da criança hospitalizada.

Partir da interação da criança com o meio no qual está inserida que o processo expressivo começa, no qual ela expressa através de desenhos, das brincadeiras isoladas e ou em grupos, pinturas entre outras.

Para Paula3, o cuidado de enfermagem deve ir além do que os olhos podem ver, é necessário permitir que haja um verdadeiro encontro entre quem cuida e a criança e nas necessidades do ser, de ver, de ouvir, de tocar, de brincar e de sentir, num processo de interação e trocas de vivencias na busca de um cuidado humanizado.

Cintra8 destaca a importância de reconhecimento e a necessidade de brincar logo a importância da brinquedoteca e a inserção do enfermeiro neste processo.

A assistência centrada na criança e na família ainda é algo incipiente e que passa também pelo âmbito da motivação pessoal. A convivência constante dos enfermeiros com a família tem sensibilizado na experiência do cuidado. 10

Brincar é importante á criança e a equipe profissional deve reconhecer essa necessidade, propiciar meios para sua realização e incorporá-la de forma sistemática na assistência diária, Como afirma D´Antonio, ¨a enfermeira é um osquestrador que facilita a brincadeira da criança´´.

 

A relação do cuidado diferenciado e humanizado da enfermagem á criança permite que ao ser cuidado possa entrar no seu mundo.

O cuidado hospitalar humanizado é garantido por lei no qual viabiliza á criança que lhe seja proporcionado desenvolvimento integral conforme dispõe o Estatuto da Criança e Adolescente:

Tabela. 1. Estatuto da Criança e do Adolescente

Art. 3° - A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros, meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade (p.11)

Art. 7° - A criança e o adolescente têm direito à proteção, à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência (p.12)

Art. 12 - Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente (p.13).

Fonte: Lei Nº. 8.069. De 13 de Julho de 1990 11

Baseado nesta lei e no protocolo da instituição o enfermeiro deve orientar a sua equipe a abordar a criança com carinho e mante-la juntos aos seus pais garantindo e conquistando a confiança da criança.

Segundo o Projeto Humaniza SUS estabelece co-responsabilidade, vínculos solidários e participação coletiva o que contribui para a identificação das necessidades coletivas, sociais e subjetivas de saúde, promovendo a troca e construção de saberes entre os sujeitos, estes conceitos e pressupostos de cuidados gerais se aplicam a todos os clientes, sem distinguir marcadores como sexo, idade e condições de vida e saúde, no que se refere a criança deve-se se considerar a sua especificidade. 12

A relação do cuidado diferenciado e humanizado da enfermagem á criança permite que ao ser cuidado possa entrar no seu mundo, cabe ao enfermeiro inserir no plano assistencial e treinamento junto a equipe para obtenção de um cuidado terapêutico com sucesso.

As atividades lúdicas modificam o ambiente hospitalar, podendo ser utilizadas conceitos de ludoterapia no qual através de brincadeiras com as crianças mostra a importância dos curativos e administração de medicamentos para sua total ou parcial recuperação. 12

Para Santin, a enfermagem não pode ser somente ciência, precisa ser arte; que ao mesmo tempo dá prazer e ensina, mas, acima de tudo, nos torna organicamente solidários uns com os outros.13

A criação do ser-criança o elemento essencial é o lúdico SANTIN refere que a infância é cercada pelo mundo do brinquedo, mundo este que ela mesma cria. 14

A ludoterapia é um processo de terapia infantil que seu brinquedo como instrumento e é através da brincadeira, que a criança consegue se expressar permitindo o fortalecimento e a estabilidade emocional, bem como o amadurecimento psicológico. 14

A enfermagem não pode ser somente ciência, precisar ser arte; arte que ao mesmo tempo dá prazer e ensina mais acima de tudo nos torna organicamente solidários uns aos outros.15

 

Segundo Piaget, de 0 a 2 anos é a fase de sensório motor no qual o brincar é funcional a criança começa a desenvolver as suas funções especificas do andar, falar, inteligência e a formação de personalidade.15

De 2 a 7 anos é a fase pré-operatória no qual a criança baseada seus pensamentos e sentimentos através de experiências vividas no qual ela somente vê um lado da questão, seu pensamento não tem caráter lógico e busca explicações iniciando um jogo simbólico o jogo do faz de conta que tem a função de organizar e classificar o ambiente e ser uma forma de expressão e comunicação.15

O cuidado humanizado ainda não este totalmente alcançado, pois é necessário cores na arte do cuidar, e necessários fazer a diferença reforça a idéia de ¨brincar¨ fortalece os laços de confiança entre a criança e o enfermeiro, facilita o cuidado, e vem de encontro da interação entre o cuidado e o ser cuidado¨.16

Estudo demonstrou que intervenções simples em que a equipe de enfermagem exerceu um papel essencial para a compreensão da criança sobre o que irão acontecer durante a hospitalização, demonstrações de procedimentos em brinquedos, ou desenhos auto explicativos de crianças e personagens infantis hospitalizados, ajudaram a diminuir as dúvidas e incertezas tanto dos pais, quanto dos filhos.17

A comunicação verbal e não verbal e umas das formas de interação do cuidar e está ligada intimamente ligada á humanização, pela comunicação estabelecida com o paciente podemos compreendê-lo. 18

No contexto da enfermagem a humanização tornou premissa básica à valorização do homem enquanto pessoa, tanto doente quanto enfermeiro. Faz-se necessário que o enfermeiro afirme seu compromisso com a educação, criatividade e a humanização, dando apoio através de atividades lúdicas. 19

Diversos autores destacam a importância de brincar na infância, Winnicott escreveu sobre brincar enfocando sua contribuição para o desenvolvimento da personalidade. 19

Estudos mostraram que existe uma necessidade de propiciar um ambiente mais agradável em relação a assistência prestada a pacientes e principalmente a criança para que isso ocorra há necessidade de elaboração e preservação nas unidades de internação pediátrica a brinquedoteca e como conseqüência possibilita o Lúdico.20

O enfermeiro através da sua sistematização do atendimento a criança permite que seja compreendidos as necessidades e receios e ansiedade da criança com conseqüência permite a percepção do envolvimento de brincadeiras durante o seu tratamento sendo que pode ser utilizado o lúdico como um dos elementos fundamentais para a assistência prestada a criança no qual proporciona uma comunicação entre enfermeiro e a criança.

Atuação do enfermeiro como cuidador na modalidade ``Contador de Historias´´ instrumento de cuidado tal atividade demonstrou o dinamismo do imaginário, pois, mediante a fantasia das historias, transforma a realidade vivida em sonho e transporta a criança, por momentos para um mundo em que não se convive com a dor e o sofrimento, a atividade estabelece a relação interpessoal entre o enfermeiro e a criança. Esta modalidade lúdica de cuidado auxilia na recuperação da criança doente e na aceitação da condição em que ela se encontra e na sua adaptação ao novo espaço, trazendo benefícios ao seu estado geral e isso permitiu ao enfermeiro desenvolver o cuidado sensível. 21

Considerações Finais:

Neste trabalho observamos a importância do cuidado humanizado utilizando como instrumento o lúdico como facilitador da assistência de enfermagem e a atuação do enfermeiro para que os resultados sejam alcançados positivamente.

Mostrou que a hospitalização é uma situação traumática para a criança mesmo que não haja um comprometimento físico, a participação da enfermagem é de grande valia tem um grande significado, pois contribui para diminuição da ansiedade e do estresse causado pela hospitalização.

O enfermeiro pode tornar a hospitalização mais humanizada e menos traumática com a utilização do lúdico, pois através de brincadeiras e que as crianças podem expressar seus sentimentos além de possibilitar a criação de vínculo de confiança explicando a criança através de brincadeiras sobre o que irá acontecer e por que fazer certos procedimentos.

Referência Bibliográfica

1 - Viegas, Drauzio (Org.). Brinquedoteca hospitalar: isto é humanização. Rio de

Janeiro: Wak, 2007. 168 p. ISBN 9788588081741.

 

2 - Medeiros, Ana Carolina Takenaka; Andreoli, Paola Bruno de Araujo. Brinquedoteca

e humanização da assistência à criança hospitalizada. In: Knobel, Elias. Psicologia e humanização. São Paulo: Atheneu, 2008. p. 299-310.

 

3 - Whaley, Lucille F; Wong, Donna L. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à

intervenção efetiva. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 1118 p. ISBN 8527705060.

 

4 – Maia EBS, Ribeiro CA, Borba RIH, Brinquedo Terapêutico: Benefícios vivenciados por enfermeiras na pratica assistencial á criança e família. Ver Gaúcha Enferm; Porto Alegre (RS) 2008 marc;29 (1): 39-46.

 

5 - Gomes GC, Erdmannn AL. O cuidado compartilhado entre a família e enfermagem á criança no hospital: uma perceptiva para a sua humanização. Ver. Gaúcha Enferm; Porto (RS) 2005 abr;26 (1): 20 – 30.

 

6 - Paula, Cristiane Cardoso de ; Ravelli, Ana PaulaXavier; Zinn,  Título: Cuidado de enfermagem na aventura do desenvolvimento infantil: reflexões... Cogitare Enfermagem, 2002 - calvados.c3sl.ufpr.br

 

7 - Ravelli Ana Paula Xavier, Motta Maria da Graça Corso da. O lúdico e o desenvolvimento infantil: um enfoque na música e no cuidado de enfermagem. Rev. bras. enferm.

 

8 - Cintra, Silva Maira Pereira, Silva, conceição Vieira da and Ribeiro, Circéia Amália O ensino    do brinquedo/ brinquedo terapêutico nos cursos de graduação em enfermagem no Estado de São Paulo. Ver.bras. enferm. , Ago 2006, vol. 59, no. 4, p. 497-501.

 

9 – Mirna Albuquerque Frota, Adryana Aguiar Gurgel, Miriam Calíope Dantas Pinheiro, mariana Cavalcante Martins, Tathiana Alves Numes Rodrigues Tavares, O Lúdico como instrumento facilitador na Humanização do cuidado de crianças Hospitalizadas, Cogitare Enferm 2007 jan/mar: 12(1): 69-75

 

10 – Márcia Carla Morete Pinto, Daniela Gasparelli Camata, Andrea de Campos Oliveira, Denise Pourrat Dalge, Ângela Tavares Paes; Significado do cuidar da criançae a percepção da família para a equipe de enfermagem; Einstein 2009, 7 (1 Pt 1): 18:23.

 

11 - Estatuto da Criança e  do Adolescente : lei nº 8.069, de 13/07/1990: Constituição e legislação relacionada, São Paulo: Editora Cortez, 1991.

 

12 –Mendes LR, Broca PV, Ferreira MA:A Leitura Mediada Como Estratégia de Cuidado Lúdico: Contribuição Ao Campo da Enfemargem Fundamental; Esc Ana Nery. Ver. Enferm.2009, Jul-set:13 (3): 530-36.

 

13 – Santin, S. Educação Física: da alegria do lúdico á opressão do rendimento. Porto Alegre: Edições EST/ESEF – UFRGS, 1994.

 

14 – GASPARI, E. Ludoterapia Resolvendo Problemas Brincando. Artphama, Jundiaí, 1994.

15 – PIAGET, J. A Epistemologia Genética; Sabedoria e Ilusões da Filosofia; Problemas de Psicologia Genética. Tradução de Nathanael C. Caixeiro, Zilda Abujamara Daeir, Célia E. A. Di Piero.

16 – Biz, AS. A interação lúdica entre a criança e a enfermeira :ações e percepções. Porto Alegre: UFRGS, 2001.

17 – Gisele Magnabosco, Ana Lucia Nascimento Fonseca Tonelli, Sarah Nancy Deggau Hegeto de Souza; Abordagem no Cuidado de Enfermagem a Criança  Hospitalizada Submetida a Procedimento: Uma Revisão Literatura; Cogitare Enferm 2008 Jan:Mar; 13 (1):103-8

 

18 – Lucia M. Beccaria; Roberta Ribeiro; Giovana L. Souza; Nathalia Scarpetti; Ligia M. Countrin; Roseli A. M. Pereira; Ana Maria S. Rodrigues; Visita em Unidade de Terapia Intensiva: concepção dos familiares quanto a humanização do atendimento; Arq Ciência Saúde 2008 abr. jun; 15 (2): 65-9.

 

19 - Takatori, Marisa. A história do sujeito à luz de Winnicott: reflexos na construção da assistência em terapia ocupacional. In: ___.O brincar no cotidiano da criança com deficiência física:reflexões sobre a clínica da terapia ocupacional. São Paulo: Atheneu, 2003. p. 71-87. ISBN 8573796138.

 

20 – Vanessa A. Oliver, Fátima C.; A criança com deficiência e as relações interpessoais numa brinquedoteca comunitária. Rev. bras. Crescimento desenvolv. Hum.; agos, 2007, vol. 17, n 2, p.98-110, ISSN 0104 – 1282

 

21 – Castanha, Maria de Lourdes; Lacerda, Maria Ribeiro and Zagonel, Ivete Palmira Sanson. Hospital: lugar para o enfermeiro cuidar do imaginário . Acta Paul. Enferm.[online]. 2005, v. 18, n. 1, pp. 94-99. ISSN 0103 – 2100.

 

22 - MARCONI M. A., LAKATOS E. M., Fundamentos de Metodologia Cientifica, Atlas, 6ºed., São Paulo 2005.

 

 

 

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/medicina-artigos/a-importancia-da-atuacao-do-enfermeiro-na-humanizacao-e-no-ludico-em-criancas-hospitalizadas-4534147.html

    Palavras-chave do artigo:

    humanizacao pediatria ludico enfermagem hospitalizacao

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