A Inserção Da Mulher No Mercado De Trabalho: Um Relato Sobre A Situação Da Cidade De Pau Dos Ferros, Rio Grande Do Norte

Publicado em: 05/07/2009 |Comentário: 4 | Acessos: 9,223 |

 

A inserção da mulher no mercado de trabalho: um relato sobre a situação da cidade de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte.

 

Rafael Morais de Paiva Sousa

Francisca Adriana Barreto

 

Resumo: Este trabalho irá mostrar as mais variadas concepções sobre a mulher e sua inserção no mercado de trabalho da cidade de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte. Para tanto foi realizada uma pesquisa com o intuito de se esclarecer de que forma essas profissionais estão inseridas nessa realidade. Ainda serão abordadas algumas questões como a precarização do trabalho, a saúde do trabalhador e os direitos e deveres do trabalhador. Dessa forma, será feita uma abordagem acerca dos dados obtidos e assim uma reflexão desses. Essa pesquisa também tem a finalidade de refletir as diferenças entre as mulheres de graus de escolaridade distintos e suas concepções acerca da temática abordada.   

 

Palavras-chave: Precarização do trabalho. Saúde do trabalhador. Direitos e deveres do trabalhador.

 

 

1 INTRODUÇÃO

 

 

            A mulher, em todo o seu contexto histórico, apresenta mudanças sociais e culturais. Levando em consideração o termo “mulher pública”, no passado, era atrelado à mulheres da vida promíscuas, prostitutas, sem perspectivas de vida socialmente aceitável. Hoje, esse termo ganha outro significado, a mulher mostra sua cara ao mundo, ela interage com a sociedade de uma forma mais positiva.

            As mulheres de todas as classes sociais, etnias e gerações se fizeram e fazem presentes no mundo público, já algum tempo, através lutas por seus direitos, alguns respeitados, outros não. Embora essa “invasão” no mundo do trabalho lhe confira cargos, algumas vezes, inferiores, com salários pouco atrativos e os cargos de comando serem direcionados a homens.

            Alguns fatores são considerados negativos para essas pessoas que vem tentando adquirir uma ascensão, seja profissional, seja social. Então, fala-se no tão inadmissível machismo, o preconceito, a violência, entre outros. Um fato que se deve destacar nessa questão do machismo é que esse ato de impunidade traz consigo algo que está enraizado na sociedade, o homem é preparado culturalmente para propagar o machismo, porém essa consideração não justifica certas ações negativas direcionada às mulheres. Segundo Pedroza:

 

O machismo, como na definição do dicionário, trata de dominação, relação de poder. E o homem vê a mulher como “sua” para dominá-la, adestrá-la, consertá-la, deixá-la ao seu gosto. Ela não é um ser igual a ele. É um objeto de afeto. Um objeto para ele dominar numa relação de cima para baixo (AFRODITE, 2008)

 

            Entretanto, muitas conquistas foram percebidas por partes das mulheres. Elas entraram no mundo cultural, do negócio e da política; conquistaram o direito à vida, direito esse tão negado historicamente e, em alguns casos, atualmente. A mulher que era um ser invisível, hoje mostra ao mundo sua competitividade e qualidade no mercado de trabalho. 

            É interessante destacar a divisão de gênero no mercado de trabalho, homens e mulheres carregam consigo cargos a eles destinados. Às mulheres são destinados cargos que impliquem paciência e delicadeza. Muitas vezes os cargos, a elas atrelados, não exigem o esforço físico e mental. Contudo, aos homens ficam os melhores salários e cargos de comando.

            Outros fatores foram favoráveis a evolução feminina, pode-se citar a urbanização, a industrialização, taxa de escolaridade que cresceu bastante nos últimos tempos, a taxa de fecundidade que baixou, pois a mulher contemporânea estabelece outras prioridades em sua vida, ela se desvirtua da “função de rainha do lar”.

  1.           

 

 

2 ANALISE E DISCUSSÃO DOS DADOS COLHIDOS

 

 

A sociedade, com o passar do tempo, muda seu modo de produzir de acordo com seu contexto histórico vivenciado e com as interferências da globalização em sua economia e suas relações sociais. A maneira como a sociedade se organiza ou produz vai determinar sua reprodução social e, assim, seu processo saúde-doença dos indivíduos que estão inseridos nessa.

O Brasil apresenta ou já apresentou alguns modos de produção, hoje o que se vivencia é o capitalismo neoliberal, que é quem determina como a sociedade brasileira vai produzir e também vai interferir diretamente nas consequências positivas ou negativas que essas relações venham a trazer para essa sociedade.

 O capitalismo neoliberal é um sistema que vai se fazer presente nos mais variados setores da sociedade, seja social, econômico, ou político. Assim, este modelo econômico vai influenciar diretamente na vida da população. 

O capitalismo é o modo de produção predominante no mundo, já que hoje o que se prevalece nas relações é a produção de lucro. Atualmente o mercado nacional e internacional é marcado pelas transações estabelecidas entre empresas ou entre países, dessa forma quem vai nortear essas transações é o sistema neoliberal capitalista.

Nos últimos cinquenta anos percebeu-se uma inserção mais acentuada da mulher no mercado de trabalho, esse fato deve a fatores culturais e sociais. Um fator importantíssimo que contribuiu para esse evento foi a industrialização, que proporcionou abertura para a mulher com o processo de urbanização. De acordo com Senna e Freitas

 

 

A participação da mulher na força de trabalho brasileira vem aumentando de forma crescente. A taxa de atividade feminina no Brasil aumentou de 18,2% em 1970 (perfil estatístico/UNICEF/IBGE) para 35,6% em 1993. Em 1995 de com os dados do IBGE-PNAD 36,89% das mulheres em idade produtiva se encontravam “ocupadas”. Representavam 33,3% da população economicamente ativa (PEA) e participavam com 21,57% da mão-de-obra do setor primário, 18,7 % do setor secundário e 46,79% do setor terciário. Só o setor terciário ocupava 69,2% das mulheres. ”(SENNA; FREITAS, p. 362)

 

 

A mulher vem inserindo-se nos mais variados setores de trabalho da sociedade, porém essa se destaca em dois ramos principais, o de atividades sociais e o de prestações de serviços. A mulher também se destaca no setor da indústria têxtil e de vestuário, na indústria de materiais elétricos, alimentação e bebidas.

 Muitas dessas características que se atrelam a esse aumento de mulheres nesses ramos citados se devem ao fato de esses setores exigirem “habilidade feminina”, disciplina e paciência, qualidades essas que são, culturalmente, estimuladas para mulheres.

Associado a essa inserção se tem o movimento feminista, que teve seu nascimento na década de 60, no âmbito mundial e no Brasil na década de 1970, hoje o que muito se comenta é que esse movimento acabou, mas, pelo contrário, ele está mais vivo que nunca. Afirma-se isso devido ao fato de se presenciar atualmente a força e a competitividade da mulher no mercado de trabalho. A respeito do movimento feminista Soares afirma que

 

O conceito de feminismo aqui utilizado parte do princípio de que ele é ação política das mulheres. Engloba teoria, prática, ética e toam as mulheres como sujeitos históricos da transformação da sua própria condição social. Propõe que as mulheres partam para transformar a si mesma e ao mundo. O feminismo se expressa em ações coletivas, individuais e existenciais, na arte, na teoria, na política. Reconhece o poder não somente no nível do público-estatal, mas também o poder presente em todo  tecido social, fazendo a concepção convencional da política e a noção de sujeito se ampliarem. Todos aqueles que têm uma posição subalterna nas relações de poder existentes são chamados a transformá-las. Não existe pois um só sujeito histórico que enfrenta e transforma estas relações em nome de todos os subalternos. Reconhece uma multiplicidade de sujeitos que, desde sua opressão específica, questionam e atuam para transformar esta situação (SOARES apud SOARES et alli, 1995, p. 162).   

 

A mulher, no seu contexto histórico, direcionava suas atividades somente às atividades domésticas, então com essas mudanças e esses eventos vivenciados num momento passado, a mulher começa a ter sua produção mais direcionada ao mercado. Ela começa a ter sua representação social diferenciada. De acordo com Rago

 

 

Ser mulher, até aproximadamente o final dos anos 1960, significava identificar-se com a maternidade e a esfera privada do lar, sonhar com um “bom partido” para um casamento indissolúvel e afeiçoar-se a atividades leves e delicadas, que exigissem pouco esforço físico e mental (RAGO, 2004, p. 31).

 

 

Isso mostra como a questão da divisão de gênero era forte no passado e que as mulheres já eram pré-destinadas a fazerem seus papéis, caso alguma se atrevesse a mudar o curso de sua história, essa sofreria gravemente com a repressão moral e com violência seja verbal ou física.

 Para tanto foi realizada uma pesquisa de campo, do tipo qualitativa, semi-estruturada, no qual a compreensão das entrevistadas deve refletir, de forma reduzida, como essa “mulher” reage às compreensões acerca da problemática trabalhada nesse artigo.

Assim foram pesquisadas oito mulheres, sendo quatro de ensino médio e quatro de ensino superior, faixa etária de vinte à cinquenta anos de idade. Foi estabelecido esse número de entrevistadas de grau de escolaridade distinto, para que se possa fazer um comparativo entre as entrevistadas e assim saber como cada grupo se apresenta diante do mercado de trabalho. Vale ressaltar que os setores investigados foram o da indústria têxtil, o setor alimentício, o de cosméticos e o da educação. 

Essa pesquisa mostra que todas as entrevistadas trabalham com carteira assinada, com a carga horária de 40 horas semanais e fazem hora extra. Uma característica que foi percebida nessa pesquisa é que as entrevistadas, de ensino médio, só colaboraram com a pesquisa com o respectivo anonimato e muitas ainda se mostravam receosas ao responderem alguns questionamentos.

Com relação a esse anonimato, deve-se levar em consideração que essas não têm seus empregos efetivos, são vulneráveis, e com um possível desemprego haverem consequências negativas em suas vidas. Já as entrevistadas de ensino superior mostram mais segurança com relação ao seu emprego e ao seu futuro financeiro e, por conseguinte, a responderem à pesquisa.

 Dando sequência, questionou-se o salário recebido por essas profissionais, e como resultado foi percebido que esse cobre as respectivas despesas, levando em consideração suas especificidades, porém todas as entrevistadas almejam salários mais altos ou pretendem ascender profissionalmente.

            A seguir, a saúde dessas trabalhadoras foi questionada. As patologias mais presentes formam a cefaléia, cansaço, patologias do trato respiratório. Um fato interessante é que as entrevistadas não associaram as doenças às horas extras, e sim ao ambiente de trabalho e a burocracia dos respectivos empregos.

Com relação aos direitos e deveres do trabalhador, as profissionais responderam que conhecem, em parte, essas leis a elas direcionadas, e quase todas eram asseguradas desses direitos em seus respectivos empregos, apenas uma relatou que nem todos os direitos são assistidos. 

Isso mostra um grande avanço com relação às mulheres no âmbito profissional, pois se sabe que as mulheres são um grupo de pessoas bastante vulneráveis na sociedade aos abusos sofridos na relação empregador/empregado no mercado de trabalho e com esse conhecimento de direitos e deveres do trabalhador, percebe-se uma forma de proteção do trabalhador e até mesmo um receio do empregador para possíveis abusos.

    Outra problemática questionada foi a de assédio sexual, que se traduz pela aproximação não bem vinda e, assim, uma solicitação de favores sexuais ou qualquer conduta física ou verbal de natureza sexual. Hoje é notório que essa questão se faz presente no ambiente de trabalho, pois atualmente esse tema é bastante discutido pela mídia e entre a população. Todos podem sofrer assédios, porém é nas mulheres que se percebem maiores ocorrências. Então, as entrevistadas foram questionadas acerca de possíveis assédios e a maioria não relatou qualquer assédio. Entretanto, uma mostrou sua indignação:

 

       

“certa vez um homem, me assediou verbalmente e eu não pude fazer nada, pois se eu reclamasse ao meu gerente ele iria me repreender, afinal eu preciso do meu emprego e o cliente sempre tem razão, fiquei indignada com essa situação (entrevistada x).”

 

 

Esse fato evidencia que a mulher ainda sofre muito com a falta de assistência de seus direitos enquanto trabalhadora, e que essa, por ser do “sexo frágil”, é vítima desse tipo de ação, pois a impunidade se faz presente, pelos mais variados motivos.

Esse ponto merece uma reflexão pela complexidade das respostas, pois a mulher que faz parte de um grupo social que necessita manter sua “reputação” geralmente sofre algum tipo de assédio. Dessa forma, esse tipo de evento pode ter ocorrido e as mulheres não relatarem o fato por medo de ficarem “manchada” na sociedade. Outras sofrem assédios e não se manifestarem por quererem manter-se nos respectivos empregos. ( citação assedio sexual)

Dando continuidade aos questionamentos da entrevista, as trabalhadoras pesquisadas acerca de precarização do trabalho mostraram opiniões distintas, algumas não souberam responder outras responderam de forma equivocada, em alguns casos foi necessário o esclarecimento do tema.

As mulheres de ensino médio, por não terem um grau de escolaridade satisfatório, acabam tendo que aceitar o trabalho que lhe é imposto, muitas vezes por falta de opção, o que se justifica pelo fato de que a cidade (Pau dos Ferros) não apresenta um grau de desenvolvimento satisfatório – poucas empresas, escolas, lojas, entre outros.

As entrevistadas reclamam de más condições de trabalho, assistência ao trabalhador imprópria, instabilidade no mercado de trabalho, insegurança no emprego, pois a qualquer momento elas podem ser demitidas, insegurança na renda. Segundo a entrevistada de ensino médio: “meu trabalho é precário, tudo aqui é precário, faltam muitas coisas importantes para se realizar um bom trabalho”.

  1.             Já as entrevistadas de ensino superior, se mostram mais satisfeitas a esse questionamento. Porém ainda relataram alguns problemas enfrentados em seus empregos como a renda, recursos humanos, entre outros. De acordo com a entrevistada de ensino superior: “não acho que exista muita precarização em meu trabalho, mas o setor de recursos humanos não é satisfatório e meu salário poderia ser melhor”.     

Assim pode-se concluir que as mulheres entrevistadas mostram opiniões distintas pelo seu modo de inserção na sociedade assim como no mercado de trabalho. E ainda relatam objetivos diferentes, mas em alguns casos compartilham apresentam algo em comum.

 

 

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

 

Esse trabalho mostrou como a mulher vem se inserindo no mercado de trabalho e as mais variadas concepções sobre essa mulher. Para tanto foram elencados alguns tópicos como o contexto histórico e social da mulher; saúde do trabalhador; direitos e deveres do trabalhador; precarização do trabalho; assédio sexual, entre outros.

Com a pesquisa realizada pode-se concluir que a cidade de Pau dos Ferros mostra alguma evolução acerca da inserção da mulher no mercado de trabalho, levando em consideração o contexto histórico e as limitações da cidade com relação a desenvolvimento, porém essa evolução é lenta.

A pesquisa ainda revela um maior esclarecimento de algumas mulheres acerca das temáticas trabalhadas. Entretanto, como foram selecionadas mulheres de graus de escolaridades distintos, foi evidenciado que há uma diferenciação dessas quanto a essa inserção, elas apresentam objetivos diferentes, modo de produção e reprodução diferente. O fator que foi em comum aos dois grupos foi a pretensão por melhores salários.

Os fatores negativos percebidos se relacionam ao assédio moral e sexual, pouca qualificação das profissionais de ensino médio, e a precarização do trabalho relatada por algumas entrevistadas.

 

 

4 REFERÊNCIAS

 

 

PEDROZA, Afrodite. O Machismo. Disponível em: <poderosaafrodite.com/2008/03/09/machismo>. Acessado em 23 Jun. 2009.

 

COSTA, Ana Maria; SILVESTRE, Rosa Maria. Uma reflexão sobre poder, mulher e saúde: dilemas para a saúde reprodutiva. In: VENTURI, Gustavo; RECAMÁN, Marisol; OLIVEIRA, Suely de, [orgs.]. A mulher brasileira nos espaços público e privado. São Paulo. Fundação Perseu Abramo, 2004, p. 61-74.

 

RAGO, Margareth. Ser mulher no século XXI ou Carta de Alforria. In:______ . A mulher brasileira nos espaços público e privado. São Paulo. Fundação Perseu Abramo, 2004, p. 31-42.

 

CASTRO. Lima Janete; ARAUJO, Dalva; PESSOA. Amorim Graça Maria; BEZERRA. Osicleide; VILAR. Alves Lucia Rosana; OLIVEIRA. Medeiros Jocelli Nara. Programa Saúde da Família: Flexibilidade e Precarização no Trabalho ?

 

SENNA. Maria Dulce; FREITAS. Umbelino Clarice. A mulher em particular.

 

GOMEZ. Minayo Carlos; THEDIM-COSTA. Fonseca Maria Sonia. Precarização do Trabalho e Desproteção Social: Desafios para a Saúde Coletiva.  ?

 

    

 

 

 

 

QUESTIONÁRIO

 

  1. Identificação, idade, escolaridade, estado civil, filhos.
  2. Em que você trabalha? O que faz no trabalho?
  3. Qual sua carga horária? Faz hora extra?
  4. Se casada, o marido trabalha? O salário cobre as despesas?
  5. Seu salário cobre suas despesas?
  6. Você trabalha com carteira assinada?
  7. Você conhece os direitos e deveres do trabalhador? Esses são assistidos?  
  8. De que forma você costuma adoecer? Você relaciona a doença ao seu trabalho?
  9. O que você gosta no seu trabalho? E o que você não gosta?  
  10. Onde trabalha você pode aumentar de cargo? 
  11.  O que você entende por precarização do trabalho? Seu trabalho é precário?
  12. Você já foi assediada sexualmente ou verbalmente no seu trabalho?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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    Palavras-chave do artigo:

    precarizacao do trabalho saude do trabalhador direitos e deveres do trabalhador

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    Comments on this article

    1
    geise 25/03/2011
    adorei seus elogios às mulheres
    na verdade as mulheres tem sim esse seu lado mas mos somo muito sensivel mas vlw muito abrigada.
    2
    rafael morais 22/01/2010
    oberigado pelos elogios.
    0
    sueli 15/09/2009
    Excelente pesquisa, parabéns, muitíssimo obrigada. Abraço forte.
    2
    lani 11/09/2009
    muito bom gostei
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