Aleitamento materno em recém nascidos portadores de fissura labiopalatina

Publicado em: 04/04/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 1,503 |

INTRODUÇÃO

As fissuras labiopalatinas são malformações congênitas que ocorrem entre a 4ª e 9ª semana do período embrionário, por conta da falta de fusão dos processos maxilar e médio-nasal, também ocasionados por diversos fatores como: genéticos, pré-natais, ambientais, nutricionais e outros 1.

Aassistência à criança, em sua fase de desenvolvimento e crescimento, necessita de constante suporte nutritivo, emocional e intelectual. As crianças que nascem com fissuras de lábio e/ou palato sofrem interferência em sua capacidade natural de ser adequadamente alimentadas e apresentam aspectos negativos em sua evolução normal. Portanto, o tratamento visando os aspectos evolutivos destas crianças tem como princípio garantir nutrição, estimulação neurossensorial e harmonia no meio familiar, através de apoio e orientação aos pais com relação a particularidade de seus filhos, para que, com o devido conhecimento, aceitem a situação e possam efetivar as medidas indicadas pela equipe multidisciplinar, necessárias ao tratamento requerida principalmente nos primeiros anos de vida. 2, 4, 12.

O indivíduo portador de fissura labiopalatina apresenta diversos distúrbios decorrentes das alterações anatômicas e funcionais2. As dificuldades se relacionam à impossibilidade anatômica de isolar a cavidade oral, da falta de apoio e estabilização do bico do peito e da posteriorização da língua  3.

Neste contexto, a família vivencia um processo de luto diante do nascimento de uma criança com malformação congenita e da perda do seu bebê imaginário 4. As primeiras preocupações se relacionam à sobrevivência da criança, sua alimentação e à deformidade estrutural 5. Alimentar uma criança recém-nascida com deformação de lábio e/ou palato leporino torna-se um processo estressante e difícil, tanto para mãe como para a criança, contribuindo para isso a angustia, ansiedade e o medo de manusear o bebê6, 13.

E é assim que começa o processo de rejeição, pois   uma criança que nasce com fissura lábio-palatal pode constituir um grande choque para seus pais e familiares. Confundem-se sentimentos de frustração, culpa e tristeza que em alguns casos pode levar a rejeição da criança. Esta rejeição pode vir mesmo dentro da barriga da mãe, pois a deformidade pode ser diagnosticada através de exames de ultrasonografia, levando então a mãe a não se interessar pela amamentação7.

A alimentação oral deve ser estimulada precocemente, ou seja, logo após o nascimento, acompanhada por nutricionistas, enfermeiras, neonatologistas, fonoaudiólogos, e outros membros da equipe; esses cuidados vêm aumentar as chances de sucesso de se alcançar as melhores condições de vida possíveis, possibilitando que, mais brevemente, as intervenções corretivas sejam realizadas com êxito, evitando futuras complicações 8. A importância do aleitamento materno é amplamente reconhecida, assim como as dificuldades de sua efetivação em crianças que nascem com malformações craniofaciais como as fissuras labiopalatinas. A amamentação é importante sob o ponto de vista nutricional, imunológico e emocional, além de promover o desenvolvimento das funções e estruturas orofaciais .9

A complexidade do contexto em que se insere o recém-nascido portador de fissura labial e/ou palatal exige de todos, familiares e profissionais da saúde envolvidos na assistência a criança portadora de fissura de lábio e/ou palato, conhecimento, determinação, entendimento e paciência para que se possa alcançar o fim comum que é obter um indivíduo saudável, e integrado a sociedade 8.

Infelizmente as orientações insuficientes e nem sempre adequadas que as mães recebem logo após o nascimento da criança ocasionam a insegurança e amedrontam ainda

mais a família10. Para funcionar da melhor maneira possível, a mãe e a família necessita de apoio do médico e da equipe de enfermagem do hospital quanto a patologia existente na criança, e como pode ocorrer a correção dessa deformidade. O ambiente hospitalar em geral é um lugar excelente para avaliar as necessidades da criança e ensinar os pais como cuidar da  mesma. 11

O profissional Enfermeiro inicia neste momento seu trabalho de estreitamento do elo família/Enfermagem, interagindo diretamente com a mãe, fato que é constatado que ao receberem apoio e orientações adequadas nas primeiras semanas de interação com seus filhos sentem-se mais seguras e o aleitamento é bem sucedido. 12

Ao verificar as dificuldades de um Recém nascido portador de Fissura labiopalatina, tais como dificuldades na amamentação,  problemas ortodônticos e alterações na fala, esse trabalho será realizado para melhor entender essa malformação congênita  e identificar a importância da orientação do enfermeiro no aleitamento materno nessa situação, e assim ajudar a família nesse processo.

 

OBJETIVO

O objetivo deste Artigo é descrever o recém nascido portador da malformação congênita Fissura Labiopalatina, enfatizando as dificuldades e os métodos utilizados no aleitamento materno.

 

MATERIAL E MÉTODO

Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo descritiva. A Pesquisa bibliográfica é a atividade de localização e consulta de fontes diversas de informações escritas, para coletar dados gerais ou específicos a respeito de um tema, utilizando dados impressos ou arquivos eletrônicos.14

 

A pesquisa Bibliográfica foi realizada por meio de revisão de literatura nas bases de  dados eletrônicos SciElo, Revista CEFAC 2000,. Rev latino-am enfermagem 2000,  Rev Nutr. 2001, livros disponíveis na biblioteca PROF.JOSÉ STORÓPOLI" da Universidade Nove de Julho. A busca da revisão de literatura foi através das variáveis: Amamentação, labiopalatina, enfermagem.

 

O levantamento bibliográfico ocorreu nos meses de março, abril e maio do ano 2009,onde  foram revisados estudos desenvolvidos/publicados no período de 1985 a 2005 disponíveis na integra nas bases pesquisadoras.

A CRIANÇA PORTADORA DE FISSURA LABIOPALATINA

As fissuras labiopalatais são anormalidades congênitas caracterizadas por espaço anormal do palato, alvéolo e/ou lábio, atingindo estruturas da face como nariz, gengiva e dentes.15

O desenvolvimento da face humana decorre precisamente entre a 4ª e 8ª semana de fecundação. As fissuras são resultados da falta de coalescência de processos maxilares e mandíbulares, e um processo fronto nasal, que originará os processos nasais mediais e laterais. Esses processos são responsáveis pela formação da face humana, e quando ocorre uma dificuldade no desenvolvimento desses processos acontecem as fissuras labiopalatinas.8

Dentre os tipos de fissuras, as mais conhecidas e utilizadas pelos profissionais são aquelas que utilizam como ponto de referência o forame incisivo, limite entre palato primário e o secundário (pré-maxila, pró-lábio e septo cartilaginoso), fazendo com as fissuras labiopalatinas sejam separadas em três grupos: Fissura pós-forame incisivo: são fissuras palatinas, em geral medianas, que podem situar-se apenas na úvula, palato e envolver todo palato duro; Fissura pré-forame incisivo: são as fissuras labiais unilateral, bilateral e mediana e Fissuras transforame incisivo: são os de maior gravidade, unilaterais ou bilaterais, atingindo lábio, arcada alveolar e todo palato. 16

A anormalidade congênita fissura labiopalatina é atribuída aos fatores genéticos e ambientais, os quais podem atuar isolados ou em associação. Os fatores ambientais mais freqüentemente associados são os nutricionais, tóxicos, estresse materno, uso de medicamentos, radiações ionizantes, infecciosos e o tabagismo durante o período de formação do bebê. Mais da metade dos indivíduos fissurados apresenta familiares portadores da síndrome. 17

A abstinência do tabagismo durante a formação do bebê pode evitar a anormalidade congênita. Estudos mostram que a abstinência de álcool durante a gestação é importante na prevenção de Fissura labiopalatina, pois há uma associação dessa anomalia congênita com o álcool quando a gestante tinha um consumo maior do que dez drinks ao mês no período de embriogênese. Muitos alertas de perigo existem quanto ao consumo de álcool na gestação, porém algumas gestantes não dão importância prejudicando seu bebê.

A ingestão do ácido fólico durante a gestação é considerada um fator de prevenção nas fissuras labiopalatinas não-síndrômicas, já que testes em laboratórios feitos em ratos mostraram resultados satisfatórios. 18,19

Os primeiros cuidados com a criança é de suma importância para a mãe, pois através desses cuidados a mãe adquire segurança e vínculo com seu filho. Porém, com uma criança fissurada as dificuldades começam a aparecer desde o diagnóstico, onde a mãe e a família começam a vivenciar uma espécie de luto do nascimento de uma criança com malformação e da perda do seu bebê imaginário. 20

O diagnóstico precoce pode ser realizado no pré-natal pela ultrasonografia a partir de 14 semanas de gestação, fazendo com que a aceitação da família seja mais rápida. 21

Ao nascer, a criança fissurada deve ser tratada por uma equipe multidisciplinar formada por obstetra, geneticista, cirurgião plástico, pediatra, nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo, odontólogo.22, 23

Existem cirurgias para reparar as fissuras labiopalatinas. Quando a cirurgia é realizada nos dois primeiros anos de vida, a criança se vê sem malformação, o que contribui para a formação "adequada do eu". Quando a cirurgia é feita na fase em que a criança ainda não fala, a criança apresentará uma melhor produção articulatória bem como quanto ao desenvolvimento da linguagem e da voz, que tende a não apresentar hipernasalidade importante. Os cuidados pré-operatórios podem ser orientados pela equipe multidisciplinar. O pediatra deve garantir que a criança não tenha problemas de pele, cáries dentárias, anemia e infecções. A cirurgia não poderá ser realizada se os níveis de hemoglobina não estiverem acima de 10. Antes da cirurgia os hábitos de sucção como utilização de chupeta ou "chupar dedo" devem ser retirados para que não comprometam a reabilitação pós-operatória, a criança deve ser alimentada de preferência por uma colher, e não com mamadeira para que na fase pós-operatória não aja sucção prejudicando o sucesso da cirurgia. No período pós-operatório a criança deve ter um acompanhamento médico, onde deverá ser observadas alterações como sinais de infecções e febre, além da orientação a família quanto à importância da higiene bucal para o tratamento e orientação para a família tenha uma atenção redobrada para que a criança não leve objetos na boca, podendo danificar a cicatrização da cirurgia. É de extrema importância a ajuda da família na recuperação da criança que passa por essa cirurgia.  22,  23, 28, 29

DIFICULDADES NO ALEITAMENTO MATERNO

O Aleitamento materno é a forma de alimentação mais nutritiva para o recém-nascido, e que ajuda muito no vínculo mãe e filho. No entanto, quando nasce uma criança com fissura labiopalatina, a mãe poderá se sentir insegura e frustrada impedindo que diminua ou exclua sua vontade de amamentar seu bebe. Sobretudo é recomendável o aconselhamento a mãe que realize o aleitamento materno em seu bebe, pois assim ele poderá ficar livre de infecções e aumentar o afeto de mãe e filho. A técnica da alimentação vai depender da complexidade da fissura e condições da criança. 24, 25, 26, 27

Por se tratar de uma má formação facial, onde as partes prejudicadas são os lábios e o palato, o aleitamento materno é muito prejudicado, e logo começam a aparecer muitas dificuldades na alimentação desta criança.

Há casos onde é proposto o uso de sonda nasogástrica como forma alternativa para a alimentação do recém-nascido portador de fissura, porém as primeiras horas de vida representam um período importante para adaptação do reflexo de alimentação. assim, se a criança fissurada for bloqueada através do uso de sonda após o nascimento, os seus mecanismos próprios para realizar os movimentos de sucção e deglutição serão prejudicados.

O método alternativo de alimentação por sonda nasogástrica em crianças portadoras de fissuras de lábio e/ou palato é uma experiência que pode ser desagradável e desconfortável, tanto para mãe, como para a o RN, especialmente durante os primeiros meses, apresentando vários fatores que interferem no processo de alimentar a criança por sonda nasográstrica e no relacionamento da mãe com o filho. 26, 30

É de suma importância que o RN inicie sua alimentação por via oral, pois a sucção realizada no seio da mãe é capaz de ajudar a preparar a fase oral da digestão, já na alimentação precoce por sonda nasogástrica acontece a interferência tanto na digestão como no próprio processo de alimentação, pois a interposição da sonda na narina, atua como um fator desconfortante provocando obstrução nasal, dificuldade para fechamento adequado da boca, comprometimento da sensibilização da cavidade oral; a alimentação oferecida em intervalos regulares pela sonda nasogástrica não prioriza o controle da fome, da saciedade e do volume alimentar. 8, 24

Há ainda os métodos da alimentação por xícaras e mamadeiras, onde é realizada a ordenha do leite materno e oferecido para a criança. Esses métodos não são descartados já que se trata de uma estimulação para a criança desenvolver a sucção. Porém nenhum método de alimentação é tão eficaz quanto o aleitamento materno, tanto para a criança quanto para a mãe, por se tratar de um método natural e saudável. Vários autores afirmam que o recém-nascido fissurado pode e deve ser levado ao peito materno, pois este contato mãe-filho é de suma importância para o equilíbrio emocional. 24, 25 ,26

A ORIENTAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO31

Do nascimento ao fim do primeiro mês:

 

Orientar a mãe a segurar o bebê em posição vertical, de modo que o nariz e a boca fiquem mais altos que o peito na hora da amamentação;

Orientar os pais, informá-los, devidamente, quanto ao problema atual da criança, as perspectivas futuras e ajudá-los a assumir uma atitude sadia com relação ao problema;
Planejar a cirurgia a ser executada.

Do fim do primeiro mês ao fim do primeiro ano:

Cirurgia para fechar a fenda do lábio;
Supervisionar a saúde geral da criança;
Orientar os pais quanto aos cuidados a ter com a criança.

Do fim do primeiro ano até o sétimo ano:

Supervisionar a saúde geral da criança;
Orientar a criança, buscando seu desenvolvimento psicossomático;
Cirurgia para fechar a fenda platina.
Prótese reparadora;
Treinamento da fonação e cuidados ortodônticos.

Dos seis anos até a idade adulta:

Orientação da criança e auxílio aos pais  sob o aspecto psicológico;
Cirurgia, prótese e ortodontia;
Supervisão e tratamento dentário periódico.
Treinamento de fonação.
Orientação vocacional.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É possível considerar que, a criança portadora de fissura labiopalatina enfrenta muitas dificuldades, entre essas dificuldades as principais são alimentares, pois essa criança apresenta alterações no processo de sucção e deglutição, requerendo portanto, cuidados especializados durante a amamentação e outras formas alternativas de alimentação.

As Fissuras Labiopalatinas são anomalias congênitas comuns e portanto os profissionais de

saúde devem estar aptos a reconhecer e tratar de forma adequada e segura os afetados, além

de providenciar suporte para a família. A equipe multidisciplinar é de extrema importância para que o tratamento tenha sucesso. As conseqüências da doença, sejam físicas ou psicológicas, devem ser diminuídas para que o paciente se sinta pronto para integrar a sociedade.

O tema Fissura Labiopalatina tem a necessidade de ser  abordado com mais freqüência em pesquisas para que os profissionais da saúde  estejam melhor preparados  para dar suporte para o fissurado e para auxiliar a família a receber a criança sem preconceitos, já que  a família tem um papel fundamental para a recuperação da criança fissurada .

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

1. Moore, KL. Embriologia clínica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1995. p. 360

2-Melgaço,CA, Di Ninno CQMS, Penna LM, Vale MPP. Aspectos ortodônticos/ortopédicos e fonoaudiológicos relacionados a pacientes portadores de fissuras labiopalatinas. J Bras Ortodon Ortop Facial 2002.

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4-Almeida H. Situações especiais no lactente. In__Carvalho MR, Tamez RN. Amamentação: bases científicas para a prática profissional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. p.162-80.

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6- Pini JG, Peres SPBA. Alimentação do lactente portador de lesão lábio-palatal: aleitamento e introdução alimentar. Rev Nutr. 2001

7-Volpe, A. R Alimentação em Crianças Portadoras de Fissuras Lábiopalatais.

Monografia de Graduação em Nutrição. UFPR. Curitiba, 2004

8-Altmann, E.B.C. et al. Fissuras labiopalatinas. In_ PACHI, P.R. Aspectos pediátricos. 4. ed Carapicuiba: Pró-fono Departamento Editoral, 1997.

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10- Bachega MI, Thomé S, Filho LC. O uso de mamadeiras ortodônticas para a alimentação de crianças com fissuras lábio-palatais. Pediatr Mod 1985

11-Kelts, D.G. Jones, E.G. Manual de Nutrição Infantil. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1988.

 

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22. Guedes ZCF. Atuação fonoaudiológica com o recém- nascido portador de malformações craniofaciais. In: Bassetto MCA, Brock R, Wajnsztejn R. Neonatologia. Um convite à atuação fonoaudiológica. São Paulo: Lovise; 1998. p.277-83.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/medicina-artigos/aleitamento-materno-em-recem-nascidos-portadores-de-fissura-labiopalatina-4534126.html

    Palavras-chave do artigo:

    aleitamento materno

    ,

    enfermagem

    ,

    fissura labiopalatina

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