O Controle Social Na Perspectiva Do Fortalecimento Do Sistema Único De Saúde

Publicado em: 12/03/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,044 |

INTRODUÇÃO

A saúde brasileira é conformada pelo Sistema Único de Saúde, este foi criado pela constituição federal de 1988 para que toda a população tivesse acesso a uma saúde pública. Em sua formação foram estabelecidos os princípios e diretrizes que norteiam esse sistema. Dessa forma como princípios são estabelecidos a universalidade, a equidade e a integralidade. E, como diretrizes, o controle social, o descentralização, a hierarquização, a regionalização e a territorialização.

As leis orgânicas de saúde tratam de alguns direitos e deveres do usuário de saúde, assim, tratam de leis complementares que detalham a organização e o funcionamento do novo sistema de saúde estabelecido pela constituição federal. Nesse caso existe lei 8080/90, que fala sobre as condições de promoção, proteção e recuperação da saúde, dessa forma a saúde como um direito de todos e dever do estado. A lei 8142/90, remete a participação da comunidade na gestão do SUS e a transferência de recursos financeiros na área da saúde.

Partindo de umas das temáticas contidas nessa lei, que fala sobre a participação social, ou ainda o controle social, é que vai ser evidenciada a importância dessa diretriz na efetivação do SUS. Será abordada também a importância do controle social na perspectiva de fortalecimento da democracia, assim como também as incongruências e os desafios que permeiam essa diretriz.

Dessa forma, o controle social mostra sua importância no setor da saúde, por permitir autonomia ao usuário de saúde. Vale lembrar que o termo controle social não se restringe à saúde, mas vai mais além, ela se constitui nos mais variados setores da sociedade civil, pois se trata de um controle que a sociedade oferece ao estado.

Deve-se entender nessa perspectiva que a saúde não é um produto a ser negociado, por mais que desejem resumi-la a remédios e tratamentos, a saúde é mais do que isso, seja na esfera individual, seja na coletiva. A saúde é um direito e uma das formas de se alcançar tal objetivo é a partir da democracia, assim como o controle social.

O controle social vai remeter ao direito do cidadão em permitir a saúde não como um serviço e sim como um direito, a partir de uma conscientização dessa população, que poderá cobrar pelo que, por direito, pertence aos mesmos. É necessário ainda destacar que o direito à saúde é defendido desde a reforma sanitária.

O trabalho que se segue terá como metodologia uma revisão bibliográfica acerca da temática do controle social, assim como base se usou autores como, Eugênio Vilaça Mendes, em Uma agenda para a saúde, Maria Valéria Costa Correia, em Desafios para o controle social: subsídios para a capacitação de conselheiros de saúde, e Silvia Gershman e Maria Lucia Werneck Vianna em A miragem da pós-modernidade, democracia e políticas no contexto da globalização. Outra fonte de consulta foi à internet.

PLANTAR CARVALHOS? COMO SE JÁ SE DECIDIU QUE SOMENTE EUCALIPTOS SOBREVIVERÃO?

Ao se tratar de mudanças no âmbito da saúde é necessário entender que é preciso paciência histórica para se perceber tal evento. Toda e qualquer sociedade é passível de mudanças, algumas são mais retrogradas, outras já apresentam evoluções com mais facilidade. Muito vai depender de como ela se conformou historicamente.

É notório que algumas sociedades se organizam e produzem de forma distinta. Dessa forma, apresentam formas e regimes de governo também diferentes, algumas são democráticas, que é uma característica da sociedade brasileira, outras são aristocráticas, entre outras. Dessa maneira, a democracia mostra sua importância, na medida em que permite a equidade para uma população. Sendo a democracia empregada de forma correta, todos têm chances de crescer socialmente ou economicamente, ou ainda ter as mesmas oportunidades.

Com relação à metáfora que foi dita anteriormente, deixa-se claro que não "plantar carvalhos" implica favorecer algum grupo, alguma classe social, nesse caso favorecer à que detém o poder. Em um momento histórico havia o autoritarismo. Lutar pelos direitos, brigar pelo que se almejava, impor justiça, era considerado um ato suicida. Então, a democracia se evidencia, enquanto um regime que estabelece a equidade e a participação de todos que compõe a sociedade e assim, os atores sociais começam a fazer desse regime um instrumento de conquista e então todos ficaram embalados pelo som da democracia.

Com esse instrumento os objetivos ficaram mais possíveis, ficou mais viável lutar pelo que se queria sem ter que se preso ou apanhar. Dessa forma, as distintas classes sociais começam a lutas pelos seus interesses, e, assim, as discrepâncias se fizeram presentes e a proposta da democracia, que diz que é um regime de governo em que o poder de tomar as decisões políticas está com o cidadão, levando em consideração um bem em comum a todos, se distancia. Assim,

Enquanto a ‘onda de democratização' exerceu sua poderosa influência, os diversos atores estiveram incentivados a acompanhar a ‘onda' com as mais variadas e ‘exóticas' pranchas de surf e, sob uma mesma bandeira, conduzi-las em direção à liberdade. Após esse momento, o mar ficou agitado com a imprevisibilidade das mudanças de regime no futuro. A excitação de alcançar um objetivo comum deu lugar à consciência mais ampla da difícil tarefa de consolidação da democracia, a qual é muito árdua do que a substituição da autocracia. Assim, todos os que num momento anterior se proclamaram ‘surfistas da democracia' talvez não estejam pensando em alcançar a mesma praia (SCHMITTER, 2003, p. 31).

Uma sociedade é dividida por classes sociais, cada classe apresenta um valor, um interesse próprio. Entretanto, nem todas as classes sociais compartilham o poder, quem detém o poder é a classe social mais forte, a que detém maior poder aquisitivo. Então, a sociedade se conforma como espaço para lutas sociais, e isso se reflete na saúde, na educação, em nos mais variados setores dessa sociedade. Dessa forma, "plantar carvalhos" significa fazer ações com o intuito de se alcançar finalidades mais equânimes, justas e democráticas, e ainda fortalecer o controle social.

Entretanto, "plantar eucaliptos" é mais fácil, com isso os resultados são mais rápidos, assim, implantam-se intervenções superficiais. É mais cômodo, pois não é necessária uma reestruturação. "Plantar carvalhos" iria mobilizar todas as partes da sociedade, quebraria alguns pilares de sustentação das classes dominantes.

Então, o controle social, aqui descrito serve como um meio para ir de encontro à essa prática de ações superficiais. Dessa forma, é interessante por permitir ao usuário de saúde autonomia. Este que se encontra na posição de objeto, passa a ser o sujeito de suas ações. Quando há a participação da sociedade no planejamento das ações em saúde, a população não se preocupará com a "plantação de eucaliptos", pois eles estarão presentes na formulação de idéias.

A temática de controle social pode aqui ser entendida como algo que se evidencia na perspectiva de fortalecimento da democracia, assim apresenta como proposta concretizar o sistema único de saúde, pois com esse há uma aproximação do usuário de saúde ao serviço.

O controle social pode ser visto sobre duas vertentes. Em um primeiro momento pode-se dizer que há um controle da sociedade para com as ações do estado. A segunda forma retrata o inverso. Destarte, o tipo de controle que é interessante para o SUS é o que remete o controle da sociedade sobre o estado. Entretanto, o controle social, que seria negativo para uma efetivação do SUS é a que prevalece na sociedade atual. Assim,

O termo ‘controle social' vem sendo utilizado para designar a participação da sociedade prevista na legislação do SUS, e seu exercício caberia aos conselhos de saúde por meio da deliberação "sobre a definição de políticas de saúde a serem implementadas, bem como o monitoramento de sua implementação" (CORREIA, apud, COHN, 2000:47)

O tipo de controle social que será abordado nessa perspectiva é o que é defendido pelo SUS. Contudo, será relatado um breve histórico, dessa diretriz do SUS, para que assim se evidencie como o controle social se conformou ao longo dos tempos.

Os movimentos populares ressurgem no período de 1970, estes tinham o objetivo de autonomia e independência popular. Na década de 80 a relação dos movimentos sociais com o estado melhora. No período da ditadura militar o controle social da foi exercido pelo estado sobre o conjunto da sociedade, através de decretos e atos institucionais.

Na segunda metade da década de 80 o debate sobre participação social volta à tona. Em 1986, surge o movimento da reforma sanitária, o que confere ampla participação dos mais variados setores organizados da sociedade civil. A participação em saúde é definida como "o conjunto de intervenções que as diferentes forças sociais realizam para influenciar a formulação, a execução e a avaliação das políticas públicas para o setor saúde" (CORREIA, apud MACHADO, 1986).

Então, o controle social é visto como um dos princípios fortalecedores da reformulação do sistema nacional de saúde, e como meio de se alcançar a democratização. Vale salientar ainda que,

A participação social na área da saúde foi concebida na perspectiva do controle social no sentido de os setores organizados na sociedade civil participarem desde as suas formulações - planos, programas e projetos –, acompanhamento de suas execuções, até a definição da alocação de recursos para que estas atendam aos interesses da coletividade. Foi institucionalizada na Lei 8.142/90, através das Conferências que têm como objetivo avaliar e propor diretrizes para a política de saúde nas três esferas de governo, e através dos Conselhos, que são instâncias colegiadas de caráter permanente e deliberativo, com composição paritária entre os representantes dos segmentos dos usuários, que congregam setores organizados na sociedade civil, e os demais segmentos (gestores públicos e privados e trabalhadores da saúde), e que objetivam tal controle. (CORREIA, 1996)

Na área da saúde, o controle social foi concebido como o controle dos setores organizados na sociedade sobre as ações do estado. Com o SUS, foram criados os legalmente os conselhos e as conferências. O controle social se dá na medida em que a sociedade organizada interfere na gestão pública, colocando as ações do estado na direção dos interesses da coletividade (CORREIA, 2005).

Sendo assim, existem alguns fatores que facilitam a efetivação do controle social, assim, como exemplo podem ser citados o acesso à informação, a capacitação dos conselheiros e a articulação. É necessário deixar claro que essa articulação deve acontecer também entre os mais variados setores da sociedade, e ainda entre os conselheiros e entre os conselheiros e a sociedade.

O acesso à informação tem sido uma grande dificuldade, pois a informação gera conscientização e, assim, como conseqüência poder de intervir na ordem de ações do estado. Com a informação a população se desamarra da ignorância e passa a fazer parte do grupo de comando. A informação norteia os usuários de saúde, embora a prática de disseminação da informação não seja uma característica forte na sociedade atual. Isso pode ser explicado pelo motivo de não querer dividir o poder.

Com acesso à informação, a comunidade terá meios e instrumentos de reivindicação. A prática de disseminação da informação não é algo que se percebe no serviço de saúde. A informação gera educação e, assim, poder de conhecimento para o pleno exercício de suas atribuições.

A capacitação dos conselheiros pode ser encarada como mais um instrumento de efetivação do controle social, assim como do SUS. Não seria interessante uma comunidade ter um representante que opere por conveniência ou por que por trás dele há alguém no comando. É necessário um conselheiro que seja capaz de reivindicar por ações e metas que sejam profícuas à suas respectivas comunidade, assim há um fortalecimento das entidades populares e sindicais neles representadas.

A capacitação se mostra como um momento de informação e formação, em os educadores e os educandos trocam conhecimentos e experiências. Os temas das capacitações devem varias de conselho para conselho, a depender da necessidade de cada um e do nível de organização e atuação já alcançado. Duas dificuldades comuns aos conselhos/conselheiros têm sido o acesso às informações sobre os recursos financeiros e a sua compreensão, devido à utilização dos termos técnicos e contábeis. Os aspectos econômicos e financeiros do SUS são, na maioria das vezes, a ‘caixa de segredos'. As informações a seu respeito são obscuras, incompletas, codificadas, incompreensíveis (CORREIA, 2005, p. 97,98)

Os conselhos mostram sua importância, na medida em que estes são segmentos que detém parcela do poder e assim podem usar de uma forma que favoreça a democracia do sistema e da ampliação dos espaços públicos. Assim, se conforma enquanto espaços contra-hegemônicos e por apresentarem poderes governamentais ou estatais, e são diferentes de outros organismos de com finalidade unicamente civil.

Dessa forma é importante deixar claro que há algumas dificuldades que se relacionam aos conselhos, como a fragilidade no nível da organização dos movimentos populares e sindicais; a cultura de submissão arraigada na população brasileira; a baixa representatividade e conseqüente pequena legitimidade dos conselheiros pela pouca organicidade em relação à sua base; a desarticulação em vários níveis; a desinformação generalizada; a pouca transparência dos recursos financeiros, entre outras

Outro instrumento fortalecedor da temática abordada são as conferências de saúde, essas que dão sua parcela de contribuição no controle social, quando há uma participação geral da sociedade no planejamento da saúde. Ainda se caracterizam como espaços destinados a analisar avanços e retrocessos do SUS e propor diretrizes para a formulação das políticas de saúde. Elas contam com a participação de representantes dos diversos segmentos da sociedade e, atualmente, são realizadas de quatro em quatro anos. As conferências acontecem no âmbito municipal, estadual e federal.

As Conferências estaduais e municipais antecedem a Conferência Nacional e são realizadas em todo o país. Elas tratam dos mesmos temas já previstos no âmbito nacional e servem para discutir e aprovar propostas prévias que contribuam com as políticas de saúde e que serão levadas, posteriormente, para discussão mais ampla durante a Conferência Nacional.

Nessa mesma linha de raciocínio é necessário deixar claro que há incongruências que permeiam a prática do controle social. Afirma-se isso, pois a sociedade civil, que prega uma democracia, expressa lutas e conflitos das classes sociais distintas, cada qual buscando seus interesses, então o bem comum a todos se distancia, dessa forma há uma perfeita contradição. Assim, a classe social que mais sente essa discrepância de objetivos é a classe mais pobre, pois é essa que mais necessita dos resultados positivos de uma democracia que deve ser imposta em uma sociedade.

A proposta de controle social, que é defendida pelo SUS, irá remeter um controle das ações do estado sobre a sociedade. Contudo, o que se evidencia na sociedade atual é que o controle social é exercido pelas classes sociais que detém o poder. Assim não há participação social e os objetivos do SUS se distanciam. Vale ainda destacar que, pela razão de as lutas não serem homogêneas, essa não são da sociedade para com o estado, mas dos setores organizados.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho mostrou as mais variadas concepções sobre o controle social e como esse pode ser entendido como instrumento de efetivação do sistema único de saúde, e ainda a importância da democracia para o fortalecimento da participação do social. Dessa forma, o controle social apresenta alguns desafios como empregar políticas de fortalecimento social, novas formas de gestão, novos olhares dos gestores para com as particularidades da sociedade.

Vale ainda lembrar que a proposta de políticas públicas como forte instrumento de fortalecimento do SUS, assim como o controle social, é algo que já se discute há bastante tempo, desde meados da segunda metade dos anos 70. Nessa perspectiva incluem-se as políticas sociais e as políticas de saúde. Com essas políticas o que se pretende, além da diminuição de custos e a racionalização dos gastos, é a efetivação do processo de descentralização.

Talvez o traço mais comum em todas as reformas tenha sido a da descentralização da operação dos serviços e a tentativa de aumentar as responsabilidades das esferas subnacionais de governo para com a atenção à saúde. Esse movimento de delegar maior autonomia e responsabilidade para os níveis regionais e locais tem sido uma constante ao longo dos processos contemporâneos de reforma dos sistemas de saúde, como forma, inclusive, de se resolvera crise de financiamento do sistema aumentando a participação dessas esferas locais no gasto público em saúde. (VIANA, 2003, p.209)

Destaca-se nessa perspectiva a intervenção no estado, assim fortalecendo o processo de democratização e criando um vínculo mais concreto entre a sociedade e o estado. Com a criação de políticas há uma reforma dos sistemas de saúde.

Há que se fortalecer o processo de democratização. Nessa linha de raciocínio evidencia-se que não seria interessante estabelecer uma democracia mais liberal. Afirma-se isso pois,

Até agora, a perspectiva mais obvia parece ser a do prevalecimento da antiga estratégia: ‘mais liberalismo-e (implicitamente) menos democracia'. A privatização das empresas públicas, a extinção da regulação estatal sobre as profissões, indústrias e serviços, a liberalização de fluxos financeiros, a conversão de demandas políticas em reivindicações baseadas em direitos, a substituição de direitos coletivos por ocontribuições individuais, a sacralização de direitos de propriedade, a diminuição do tamanho de burocracias públicas e emolumentos, o descrédito dos ‘políticos' em favor de ‘empresário', o fortalecimento do poder de instituições ‘tecnoneutras' como bancos centrais, às custas daquelas consideradas ‘tendenciosas e políticas' (SCHMITTER, 2003, p. 35)

Seguindo ainda esse pensamento, é necessário aumentar as expectativas populares em relação ao exercício das escolhas públicas. Tendo como propósito reunir a maioria para superar a resistência da minoria, sendo essa, pequena parcela da população a privilegiada, a que detém o poder.

Sendo assim, é importante que haja a instrumentalização dos atores sociais, para que esses possam agir diretamente na esfera pública, e, assim, combater as desigualdades e fortalecer a cidadania. Para isso é necessário se evidenciar uma democracia que consiga promover mudanças de considerável magnitude, e, dessa forma, promover o controle social.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CORREIA, Maria Valéria Costa. Saúde: Descentralização e Democratização. In: Textos

Técnicos para Debates. III Conferência Estadual de Saúde de Alagoas. CES / SESAU / AL, 1996.

CORREIA, Maria Valéria Costa. Desafios para o controle social: subsídios para capacitação de conselheiros de saúde/ Maria Valéria da Costa Correia. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005.

GERSHMAN, Silvia. A miragem da pós-modernidade: democracia e poíticas sociais no contexto da globalização. / organizado por Silvia Gershman e Maria Lúcia Werneck Vianna – Rio de Janeiro : Editora Fiocruz, 1997.

MENDES, Eugênio Vilaça. Uma agenda para a saúde / Eugênio Vilaça Mendes – 2° Ed. – São Paulo: Hucitec, 1999.

SPOSATI, A. & LOBO, E. Social Control Over Health Policies. Cad. Saúde Pública., Rio de Janeiro, 8 (4): 366-378, oct/dec, 1992.

MINISTÉIO DA SAÚDE, 2009, disponível em: saude.gov.br/.../index.php?> acesso em: 21/08/09.

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    Palavras-chave do artigo:

    controle social democracia sistema unico de saude

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