O despertar da consciência

Publicado em: 06/05/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 563 |

         REDATOR-FREELANCER

 

Este livro está no formato A4 (sulfite) para diminuir o seu tamanho e facilitar a sua impressão

 

         O despertar da consciência

         Jb.campos

 

         Ao psicografar esta obra, o autor simultaneamente encontrava-se com sua mentora, conhecendo-a em projeção mental, enquanto descrevia seu biótipo, e o seu amorável encontro que se dava no centro de uma megalópole.

        

         Boa leitura

        

         Saiba-vos a tradução etimológica da palavra democracia, a forma de governo que impin­giram sobre vós veementemente?

         Permito-me, relatar-vos sentimentos, pois, insiro-me no contexto, sou compelido a ser também democrata pelo desvelo da globalização falimentar.

         Afinal, encontramo-nos num mundo de provações e aprendizados, e existe somente duas maneiras de se aprender:

        

         A primeira, óbvia, portanto, menos dolorida, e que se chama:

 

  1. SABEDORIA

 

         A segunda, dolorida, e que se chama:

 

  1. DOR

 

         Sabei-vos perfeitamente o que significa uma dor, embora, não vos apercebeis da sua intensidade, que sofre variações de indivíduo para indivíduo.

         Existem os sádicos e os masoquistas, bem como os sadomasoquistas, e disto vós ten­des conhecimentos.

         Portanto, quero vos dizer dos meus sentimentos pessoais e intelectuais, se é que posso dirigir-me assim.

         Desde os nossos primórdios existiram códigos de éticas e condutas morais.

        

         Princípios básicos de amor ao próximo!

        

         Algo lógico e natural para a sobrevivência neste planeta maluco, e comparado às tre­vas, quando Jesus, referiu-se a ele como, reino deste mundo: "Meu reino não é deste mundo".

 

         João 18; 36

         36 Respondeu Jesus: O [meu reino] não é deste mundo; se o [meu reino] fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; en­tretanto o [meu reino] não é daqui.

        

         Até porque vós sabeis que, somente é possível amar alguma coisa com a experiência de se amar a si próprio.

         Eis o grande motivo de se praticar a auto defesa, pois, devemos velar pelos nossos bens, se nos parece que esta é a grande realidade da vida.

         Porém, auto-apiedar-se, não é ser mole, é ter força para enfrentar esta vida de luta renhida, ter orgulho próprio e não se deixar tripudiar por ninguém.

         Companheiros e irmãos de jornada, vós tendes lido nos livros sagrados, que se so­mam aos montes pelo planeta, sobre o decantado verbete: amor, porém, este verbete é intraduzível, embora, vós sejais "exegetas" neste profundo assunto, espero, já que estudais a justiça, portanto, ratificamos: sois sabedores de que sem amor, não se pode falar em justiça, posto que, amar o próximo, somente será possível se amar-vos a vós mesmos!

 

         I Pedro: 1

         22 Já que tendes purificado as vossas almas na obediência à verdade, que leva ao amor fraternal não fingido, de coração [amai-vos] ardentemente uns aos outros,

 

         Somos todos peremptoriamente concitados e obrigados a conhecer nossa Carta Magna, já que nos proíbem inexoravelmente de ignorá-la, então teremos todos de ser causídicos!

         Nem dá para sermos apenas rábulas.

         Não podemos ignorar a lei.

         Desculpe-me o desabafo, ao ler sobre essa esbórnia mental calcada em grande bazó­fia!

         - Que engodo é esse?

         Crianças morrem de fome, ou simplesmente vivem em pocilgas, beirando córregos poluídos pela mais putrefata condição desumana, e a magistratura legislativa nos im­põe uma condição "sine qua non" pela qual somos obrigados conhecer a lei, estabele­cida em uma Carta Magna que nem mesmo eles a conhecem.

         Comecemos pela palavra tão "conhecida" Democracia, que traduzida significa literal­mente:

         Demo = demônio

         Cracia = governo.

         Perdoe-nos mais esta insistência, sobre este verbete derivado do grego.

         Quero-vos dizer o óbvio: Democracia, é um verbete milenar, portanto, longe de tê-lo inventado!

         Sem plagiar Pôncio Pilatos, que lavou suas mãos perante o sinédrio, sobre a morte daquele que apregoou o amor ao próximo, Jesus, o Cristo.

 

         Mateus 27; 24

         24 Ao ver [Pilatos] que nada conseguia, mas pelo contrário que o tumulto aumentava, mandando trazer água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Sou inocente do sangue deste homem; seja isso lá convosco.

        

         Então, pergunto-vos:

         - O que vos dizei deste sistema de governo globalizado?

         Cujo governo, é a diretriz da nossa justiça!

         Mesmo porque, existe uma liga de seres humanos para se digladiarem entre si e, che­garem a um consenso de governabilidade de um país, embora, a ordem contundente venha do exterior, onde forma-se uma liga maior ainda e, então cada um pensa mais em si do que no próximo.

         O mais fanático religioso começa pelo amor, fazendo caridade, quando se embaraça na teia do ódio e começa a matar em nome de Deus, Alá, "God", Javé, Jeová, nomes pontificados, e que redundam em sinonímia plena de "amor", a exemplo papal, que a milênios ajuda governar o planeta.

         A nossa natimorta justiça, convém apenas aos "sábios" togados de poder, e aqui quero deixar-vos claro a minha ignara e indouta opinião: Casa Civil – Senado - As­sembléia Legislativa – Forum – Igreja - Prefeitura - Delegacia - Escola e outros nomes a mim não mudam em nada, são uma mesma coisa, onde se aplica o interesse do po­der econômico.

         Resumindo-vos, quero que me ouçais com atenção através das palavras, "Cadeia e aplicação da lei foram criadas para que se apliquem aos pobres", porém, aos malévo­los ricos que são os verdadeiros infratores criaram leis até com imunidades.

         Os homens do poder enchem a boca para falar que a "demo-cracia" é a solução ideal à população plebéia!

         Estão fazendo cumprir realmente o regime mefistofélico, ou diabólico como traduz o verbete global.

         Aos jactanciosos e cabotinos magistrados, e aos caudilhos o retorno de vossas pestilên­cias nefandas praticadas sobre os humildes.

         O vosso dia chegará!

         Não sois eternos, sois doentios, pútridos e miasmáticos, tenho pena profunda de vos­sas excelências!

         Uma adenda de relevada importância, que aqui se isente os profissionais honestos e de ilibada probidade, portanto, deixo-vos claro que, não há regra sem exceção.

         Que vós sejais daqueles seres impolutos e honestos em qualquer área profissional e pessoal.

         Paz e amor e muita, mas muita fé para mudarmos este planeta, governado pelos "demo-cratas".

         Então pretendemos que o Templo da Fé, esteja repleto de amor e paz, pois, desde há muito tempo, aprendemos com o grande Mestre Jesus que nos disse:

         O reino dos céus está dentro de vós, ou seja: o vosso coração é o templo do Espírito Santo.

         Amém

 

         LUCAS: 17

         21 nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está[ dentro de] vós.

        

         Começamos nosso esboço com algumas perguntas e, apesar de parecerem simples ao respondermo-las podemos sentir a nossa ignorância onusta de muita dificuldade.

Para início de conversa não sabemos sequer perguntar sobre elas.

Quem dirá, respondê-las.

Tentemos:

 

         - Quem tem consciência?

         - Quem tem domínio sobre ela?

         - Quem pode deslindá-la?

         - Qual o seu limite?

         - Aqui está o próprio infinito!

 

         Quanto mais consciente, mais se apercebe de sua escassez.

 

         - O que é errado?

         - O que é certo?

         Os arautos da sapiença humana, que crucificaram o Mestre Jesus dentro da lei que eles fizeram e praticaram.

         Referimo-nos apenas a um dos milhares de ícones da humanidade, que sofreram o rigor da lei humana.

         Depois, fizeram leis para santificá-los, ou pontificá-los então querem confundir, estou­vando nossas mentes.

         Poderíamos parar por aqui, e percebermos a burrice humana, pois, a cegueira está estampada, afixada em nossas memórias.

         Falemos um pouco do nosso cotidiano:

         Numa tarde desses dias nebulosos encontrava-me no centro de São Paulo, naquela da década de 20, mais desvairada ainda, que a do grande Mário de Andrade e, pus-me a analisar os movimentos dos seres humanos, que faziam uso de algum espaço daquele local apinhado de sobreviventes na labuta do dia-a-dia.

         Naqueles momentos, não estava muito bem com a vida, estava meio conturbado pe­las dificuldades da grande arte de sobreviver sem fazer maldade voluntária, até por­que não tive consciência suficiente para dominá-la dentro do sistema planetário.

         Em contrapartida, pergunto-me:

         Quem sou eu, para dominar alguma coisa conscientemente?

         Nasci cá estou, juntamente com bilhões de seres na mesma condição que a minha, com as mesmíssimas perguntas.

         O mundo está sem consciência, apesar de muitos seres humanos postarem-se com suas exegeses sobre suas atitudes, apresentam-se como verdadeiros sábios, conhe­cedores de todos os assuntos universais.

         Bem, tomei uma postura, pois, não pode haver um lugar melhor para uma boa refle­xão do que no centro dessa megalópole.

         Até porque, moramos impregnado na mata atlântica do mesmo estado, distando dessa capital uns 70 km aproximadamente e, dificilmente eu particularmente passo por lugares tão tumultuados.

         No nosso dia-a-dia, quando prestamos atenção podemos vislumbrar quão bela é a natureza campestre, o vale vergel com arvoredo de mata atlântica, o zoado de bugios disputando suas fêmeas, o cantar do passaredo, as gotículas de orvalho impregnando folhas e gramíneas, o cheiro da terra molhada, que maravilha silenciosa.

         Sentei-me em um banco de uma praça e, aleatoriamente comecei a minha análise sobre o tudo e o nada daquele lugar.

         Osmótico, fui fazendo parte daquela gente, enquanto, no fundo do meu ser sentia o pulsar de um enorme coração metropolitano, agora estava sentindo-me verdadeira­mente cosmopolita, nada mais universal do que aquele espaço naquele dia acinzen­tado.

         Miscigenação plena, italianos, portugueses, coreanos, alemães e o mundo todo repre­sentado no local, como transeuntes é claro!

         Fiquei diante de uma grande passarela, por onde desfilaram verdadeiros modelos da vida, muitas mulheres e homens bem vestidos, dentro da mais moderna moda, outros nem tanto.

         Com disparidade inaceitável, mais do que nunca, notei mais uma vez a necessidade de sobrevivência de cada uma daquelas pessoas, recheadas de hipocrisia, mescladas de maldades e menos maldades.

         Não demorou, para que se assentasse ao meu lado uma bela senhora bem trajada que, puxou um papo comigo e, correspondi à altura de seu assunto.

         Pude vislumbrar em seus olhos a carência solitária, que retratava o âmago de um ser humano de sofrimento velado, aquele da alma, que leva ao caos do desatino muitos seres afamados e dinheirosos.

         O papo foi distendendo-se ao léu, e pensava:

         Quem seria aquela criatura?

         Alguma experiente prostituta, querendo enlevar-me à sua teia de erotismo fatal?

         Enquanto o papo tornava-se amistoso, procurava analisar o ambiente, e pude vislum­brar alguns mendigos, deitados sobre outros bancos, enquanto, alguns garotos de rua perambulavam cheirando cola e, afanando algumas bolsas e jóias de seus "seme­lhantes".

         Diante dos fatos, senti-me impotente, nada podendo fazer, a não ser, fingir que nada estava vendo, esta é a lei neste mundo de desigualdade social.

         Quanta riqueza, e quanta miséria que me fizeram sentir um fidalgo medieval, maquiavé­lico pela própria natureza.

         A alguns metros dali, podia admirar a beleza extraordinária de arranha-céus com suas torres de marfim, adornando sua estrutura folheada de metais nobres, e cantaria plena em mármores e granitos.

         Aviões e helicópteros cruzavam os ares tisnados, obnubilados pelo descaso humano, e pela falta de consciência ecológica.

         Estado obnóxio, nefasto do espírito empreendedor de homens terrenos.

         Em lapsos de memória recordei-me das maravilhas da antigüidade, com seus obelis­cos palatinos ornamentados de odaliscas, enquanto, escravos puxavam monólitos de­baixo de açoites, sangrando até à morte para complementos ornamentais daqueles belos palácios, etc.

         E a cada edifício que fitava, me perguntava:

         Quantas vidas foram sacrificadas naquelas construções?

         Quantos corpos espatifaram-se no solo enegrecido de piche com cheiro peculiar de petróleo transformado?

         Também me ocorreu o fenecimento de muitos petroleiros, isolados em plataformas nas águas salgadas de nossos mares, ao longe de seus lares.

         Então tive consciência de que nada mudou dentro desta sala da vida, apenas mexe­ram nos móveis, trocando-os de lugares.

         Levantam-se pirâmides e arranha-céus, e vidas se vão, como se nada de anormal esti­vesse acontecendo.

         Ao meu lado ainda estava a encantadora senhora, trajando-se elegantemente na opi­nião de um laico em assunto de atualidade da moda.

         Sutilmente perguntou o meu nome, disse-lhe como me chamava.

         Dei-o por completo: fulano de tal.

         Comecei perceber que aquela pessoa não me era estranha, e por isto talvez, tenha ficado deslumbrado com a sua elegância.

         Falava escorreitamente a nossa língua, e começou a perguntar escarafunchar a minha vida, então fiquei meio cabreiro, desconfiado daquela situação.

         Até como evolutiva experiência, joguei com ela, à medida que respondia perguntava-lhe sobre ela e o seu cotidiano.

         Já não aparentava mais, aquela mulher carente e sofredora, não, com certeza estava diante de algo inusitado.

         Ela, muito educadamente perguntou qual seria a minha altura, e incontinente pergun­tei-lhe a idade.

         Fui percebendo que ela gostava do jogo, e jogava com muita habilidade.

         Mas, quem seria aquela simpática criatura?

         Aquilo me pareceu algo de outro mundo, quando ela se fez minha conhecida, con­tando que já me conhecera e que eu ainda não tinha a devida consciência para as respectivas lembranças.

         Bem, como gosto de assunto etérico, perguntei se por acaso teria sido em alguma projeção astral, e ela confirmou que sim!

         Então pude compreender aquela nossa empatia toda.

         A nossa identificação fora sobremaneira, muito amistosa naquele momento.

         Ao revelar o seu nome, vislumbrei pela primeira vez um dos meus amparadores, e mentores espirituais plasmado.

         Disse-me:

         Sou S.S.!

 

         Tomei um grande susto, pois, esta pessoa ajuda-me a escrever mensagens, bem como outras entidades que a mim me manifestaram apenas no mundo astral.

         Lembrei-me dela nitidamente depois que ela se revelou quem era.

         Fiquei em regozijo pleno.

         Então ela continuou:

         Veja, caro filho, a consciência a nós nos representa uma grande incógnita, pois, quanto mais consciente, mais se reconhece inconsciente, imagine então o estágio de sabedoria consciente de toda essa gente.

         Enquanto falávamos, passa pelo local um distinto cavalheiro que a cumprimenta como se tudo aquilo fosse muito normal.

         Olá, Stella, como vai?

         Tudo bem, Giba!

         Mantive a curiosidade, porém, ela disse-me algumas coisas a respeito daquele senhor.

         Meu considerado, o que acaba de vislumbrar é apenas parte consciencial de um de nossos irmãos, e para que me entenda, você viu o duplo etéreo de Giba que, com consciência sabe dos acontecimentos.

         Giba é um ser de alta evolução, essa sua vida atual é, a sua última reencarnação.

         Giba é um marceneiro de mão cheia, apesar de lhe faltarem alguns dedos, como a um bom profissional que se preze no ofício de se cortar madeiras.

         José, tanto carpintejou que teve lá suas escoriações, principalmente quando ultraja­ram seu filho, o Mestre Jesus.

         Pela palavra de Stella comecei a entender que, a sua presença se fazia necessária na­quele burburinho, onde passávamos desapercebidos pelos seres que transitavam.

         Naquele exato momento ela calmamente me mostra algo profundamente triste, fa­lando-me:

         Olhe àquele senhor de cabelos grisalhos com uma valise em couro avermelhado na sua mão direita, seu terno destaca-se pela cor preta, e sua gravata é vermelha.

         Para o bem de sua evolução, sofrerá um seqüestro relâmpago note aquele outro se­nhor bem vestido também, que dele vem a alguns metros de distância, pois, quando estiverem lado a lado estará se consumando o rapto.

         Quis tomar uma atitude sobre o fato, mas Stella me pede calma, pois, esta lição es­tava fazendo parte de minha ignara consciência de ser mortal.

         Disse-me Stella que presenciaria o fato nos noticiários televisionados, etc.

         O fato realmente ocorreu conforme sua predição, os dois homens sumiram dentre à multidão.

         Impotente diante dos fatos, fui contundente com Stella:

         Stella sinto-me um lixo, nada podendo fazer em horas como esta.

         Há pouco, você dizia-se mal com a vida, pois bem, deparamo-nos com muitos ocorri­dos em nossas vidas, e vemo-nos impotentes, já que o resgate cármico é simples­mente inexorável, você deve entender que são lições para o aperfeiçoamento da consciência de cada um, resgate cármico, ensinamento que você prega incessante­mente àqueles que muitas vezes não se interessam pelo assunto.

         Outra coisa que você nem imagina, o alvo daquele seqüestro era você, porém, estou aqui até agora para atrapalhar a consumação do fato, desviando o facínora a outro alvo.

         Eu?

         Sim, você!

         Mas, que importância tenho eu, na ordem do dia?

Informações desencontradas, meu filho, seria raptado por engano.

         Suas cãs, seu adiposo corpanzil, enfim seu biótipo foram descritos aos ardilosos seqües­tradores, etc.

         Porém, nem se preocupe com a vítima, dentro de quinze dias, ela estará livre, apesar de sofrer alguns ultrajes, até para melhorar sua condição espiritual.

         Esse senhor é um empresário, daqueles que tripudiam sobre seus subalternos, prepo­tente, e com essa lição, ainda não aprenderá, não mudará suas atitudes.

         O seu orgulho é sobremaneira, sua empáfia é inenarrável.

         Veja, quanta ignomínia temos na nossa mente, você se desesperou por saber do rapto, querendo tomar uma posição, no entanto, despreza e, não se preocupa com tantos mendigos diante de seus olhos.

         Quantas crianças de rua você vê e, nem se importa com elas, aliás, a impotência ha­bita na sua mente, portanto, você é limitado, e tem muitos problemas para resolver também.

         Fiquei rubro ao ouvir aquelas exortações.

         Logo eu, que me sentia boa praça, e na realidade sempre fora aquele hipócrita conven­cional.

         Frustrado, conjeturei com meus botões e, inquiri-a:

         Stella, por que você não age como fala também?

         Ela sorriu amoravelmente e respondeu-me mansamente:

         Você espera de mim alguma frase truculenta?

         Não, apenas fiz-lhe uma pergunta!

         Bem, já estive nesse banco onde está abancado, e senti exatamente suas alegrias e dores, porém, hoje estou em plano paralelo ao seu, e acabo de fazer de o que você me exige.

         Jamais deixaria o lugar onde estou para estar ao seu lado, não fosse os resquícios de minha missão astral no combate à fome e doenças dos humanos enfim à sua evolução geral.

         Referi-me apenas ao seu modo de pensar, inconscientemente pensa fazer coisas boas e o faz, porém, "vê uma mosca, enquanto engole um besouro".

         O apostolo Paulo disse querer fazer o bem, porém, estava sempre a fazer o mal que não queria, portanto, você não pode salvar a humanidade, apenas limite-se a fazer aquilo lhe seja possível, o impossível deixe para Deus que sabe como fazê-lo.

         Repare naquele mendigo deitado sobre aquele banco, pois, ele fora em sua vida pre­gressa alguém semelhante àquele seqüestrador não estou autorizada a revelar mais coisas sobre aquele nosso irmão, pois, já passei também por ele.

         Por alguns segundos pude fazer uma auto-análise e, compreendi como realmente sou cego, nada vejo, analfabeto de alma, tateio meu caminho, pensando estar agindo com ilibada probidade, pobre ignorância ambulante.

         Há muitos anos, fui morar insulado na mata atlântica juntamente com minha família, para melhorarmos o nosso astral, e tudo foi muito válido, porém, necessitei de estar no centro "mais" efervescente do planeta para encontrar com minha mentora, e dela receber algumas profundas noções daquilo que julgava saber muito.

         A tarde já caía sobre o centro da capital tisnada pela fuligem produzida por ela mesma, e atônico vejo um senhor muito sereno cumprimentar-nos pelos nomes e, tomando-a pelas mãos despendem-se de mim imiscuindo-se na multidão.

         Sua saudação foi diretamente a mim:

 

Como vai caro escritor

Seu conservo Gaspar.

Saúda-lhe com amor ímpar.

Esperei por esta hora,

Chego, e vou-me embora,

Gostaria muito de ficar.

Não serei opositor,

O dever me chama,

A retirar almas da lama.

Pense bem, caro escritor,

Para que o dinheiro,

Para que a fama?

Seja, rico, ou seja pobre,

Seja como for,

Porém, tenha a alma nobre,

Seja você o tempo inteiro.

Preciso ir agora,

Peregrino sou de fora.

Estarei em outras plagas,

Lembrarei de você, escritor,

Eterno companheiro.

 

         Enquanto versejava, Stella beijava-me carinhosamente na face direita e sussurrava, fremindo ao meu ouvido:

         Boa sorte, meu filho, estaremos sempre com você.

         Pelo nome na poesia vislumbrei o grande poeta do astral, que me fornece subsídios parnasianos para escrever poesias.

         Grande Gaspar, grande poeta.

         Fui até o estacionamento, onde encontrava-se meu carro, enfrentei uma tempestade e um congestionamento descomunal, porém, nunca estive tão alegre em toda minha vida, pois, fui premiado pelo resto dos meus dias aqui na terra.

         Cheguei ao meu tugúrio, lugar plausível, o qual escolhi para hibernar, e assim me foi permitido mais este privilégio, morar com a natureza e longe de pessoas maldosas.

         Apenas um dia, e me pareceu a própria eternidade, reencontrei minha esposa, meus filhos e netos e pude sentir quanto sou feliz.

         Lembrei-me de Gaspar, que na poesia menciona dinheiro e fama, e me achei acima de todas essas coisas enfadonhas, e caí nos braços da minha amada família.

         Ninguém dos meus, sabia do ocorrido, acharam que apenas fui à São Paulo a negó­cios, etc.

         No dia seguinte, no almoço rotineiro, um de meus filhos olha nos meus olhos, e fala:

         Pai, sonhei com você.

         E relatou tudo nos seus mínimos detalhes daquilo que ocorrera no dia anterior.

         Mais uma surpresa para mim.

         Conjeturamos sobre tudo, e todos se maravilharam com os fatos.

         Volto ao dia-a-dia de minha sobrevivência, trabalho com vendas industriais, e ligo a um comprador oferecendo meus produtos, e ele pede-me que lhe apresente a norma: ISO-14.000, pela qual os empresários devem proteger a natureza e o meio ambiente.

         Apesar de postar-me como um anacoreta, nunca deixei o contato humano, pois, esco­lhi por profissão a de vendedor autônomo, que não deixa de ser o meu laser, meu di­vertimento.

        

         E a vida continua.

        

         Antes de encerrar mais esta nossa conversa, gostaria de falar um pouco sobre a nossa imperfeição a começar pela nossa intimidade, aquela que encontra-se no imo de nosso ser, pela qual somos aviltados no nosso cotidiano:

        

         Autocrítica

 

         Ninguém se sente maravilhosamente bem ao ser criticado, por mais perfeita que a crítica possa se apresentar.

         Ela se nos apresenta com o velho mal-estar dos corretivos que nos aplicaram nossos genitores, e outros de vários segmentos de nossas vidas.

         Proibiram-nos de fazer tudo aquilo que gostaríamos muito de tê-lo feitos pois bem, fomos coibidos sim de acordo com a benesse paterna, embasada no entendimento de nossos pais, uns mais lógicos, outros mais ignorantes, mesmo assim cremos na sabe­doria de nossos amados pais, com a mais absoluta certeza, fizeram aquilo que acha­ram correto.

         E a eles somente nossos louvores e glórias, com uma ressalva, aos pais que se fize­ram merecedores, é claro!

         Então o negócio ficou mais ou menos, assim:

         Não faça isso!

         Não faça aquilo!

         Não vá por aí!

         Vá por aqui!

         E, até hoje odiamos inconscientemente a palavra "não" sinônimo contundente de negati­vismo, tanto que em auto-ajuda, auto-estima abomina-se este verbete, que deixaremos de repeti-lo, pois, realmente ele nos afeta.

         Além, dos castigos que a nós se nos impõem até os dias atuais, com a famigerada lei, ou a nossa Carta Magna, que deveria chamar de Carta Maga, tal a magia com a qual se apresenta, absorvendo camufladamente o endinheirado, ou aquele que enricou por meios escusos, e isto é fato incontestável.

         Legislação retrógrada e tacanha, recheada de injustiça e parcialidade.

         E, para que não se possa vislumbrá-la com esta visão ela vem camuflada pela mais ignominiosa hipocrisia.

         Ratificamos sempre, somente uma lei é universal, a lei do AMOR!

         É exatamente isto que, dissimulam os filósofos da nossa jurisprudência ao bostejarem a já famosa frase: "O meu direito cessa onde começa o seu".

         Ah, se realmente fosse assim, é como se reproduzíssemos a mais antiga lei que se tem conhecimento, que a Moisés foi ditada por Deus no Monte Sinai – e ratificada pelo maior profeta da terra, Jesus, o Cristo: "Amai o próximo como a vós mesmo"!

 

         MATEUS [22]

         34 Os fariseus, quando souberam, que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se todos;

         35 e um deles, doutor da lei, para o experimentar, interrogou-o, dizendo:

         36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?

         37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.

         38 Este é o grande e primeiro mandamento.

         39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.

         40 Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

 

         Observação:

 

         Antes de ser criticado, quero dizer-lhes que estou alternando os pronomes, e seus tempos, não importando com as regras rígidas da nosso gloriosa gramática, e sim pautando pelo conteúdo!

         Na autocrítica encontra-se a consciência das nossas malfadadas atitudes.

         O nosso orgulho não quer permitir-nos aceitar críticas.

         Somos vaidosos, jactanciosos, cabotinos sobremaneira para aceitarmos nossas imperfei­ções humanas.

         Na realidade somos imbecis não querendo ver a nossa fragilidade humana – somos mortais preocupados exageradamente com outros mortais.

         Para conseguirmos a humildade de aceitar críticas, devemos fazer um laboratório vir­tual conosco mesmo, praticando nossos atos e analisando nossas posturas e atitudes.

         Simplificando, veja-se fora de seu corpo, como se fosse seu irmão gêmeo idêntico, e veja em você mesmo seus próprios defeitos, e nesse exato momento repreenda seus atos, e comprometa-se em melhorar seu comportamento diante de seu irmão, ou do seu próximo que convive no mesmo ambiente que o seu.

         Cada mau hábito que denotar nas suas atitudes, critique-o contundentemente, para que por essa repreensão fixe-se no seu subconsciente, ou fique impregnada em sua memória a grande façanha de corrigir-se peremptoriamente.

         Trata-se de uma maneira lúdica hipnoidal, porém, muito eficaz no tratamento mental de corrigir suas atitudes.

         Pratique esse exercício diante do espelho, porém, no recôndito de seu aposento.

         As reações serão adversas, ao encará-lo frente a frente.

         Sentir-se-á envergonhado, tímido, chateado em criticar seus próprio atos.

         Você sabe, por que isso irá lhe acontecer?

         Porque você imagina, ou melhor ainda, crê piamente que os outros lhe vê exatamente dessa maneira que você se vê, e esse seu sentimento fará dessa recíproca, verda­deira, pois, você se afeta no seu maior tesouro, que é a sua auto-estima.

         Tudo começa lá na nossa infância, e continua pelo resto de nossos dias.

         Nos primórdios de nossas vidas o que não nos faltam são ídolos, aqui insere-se nossos pais, nossos primeiros ídolos, depois vêm nossos professores, nossos líderes religio­sos, nossos chefes e patrões, etc.

         E finalmente somos tragados pela mídia engolfamo-nos de cabeça nela que, termina de concluir o nosso condicionamento mental hipnótico, já não somos mais donos de nossas vidas, ao menos que voltemo-nos a nós mesmos. Ou seja, instrospectando-nos em profunda meditação mental consciente.

         Portanto, não podemos errar, posto que fomos e somos repreendidos sutilmente pelos nossos líderes plasmados ou virtuais.

         Temos de ser mais bonitos – saudáveis – inteligentes – carismáticos – desejados – importantes – até chegarmos à raia da genialidade humana, então tornamo-nos arro­gantes e hilários, boçais seres enlaçados pelas teias da hipocrisia e da cegueira da vaidade.

         E nosso superego jamais podemos receber críticas, "somos perfeitos".

         Devemos apaziguar o nosso ego, e deixarmos de ser ignóbeis, enxergando a nossa fragilidade humana.

         Somos eternos aprendizes, e partindo desta premissa, erramos, e temos de aceitar este fato com a naturalidade de seres mortais, daí analisarmos nossas falhas, longe de nos afetarmos pelo amor próprio, que não tem nada a ver com auto-estima, pois, trata-se do orgulho arrogante ao ufanar-se de si mesmo.

         Observação muito importante, ao você praticar esse exercício, deve se sentir muito confiante, ou auto confiante sem aquelas frustrações costumeiras.

         Então, como aprendiz, ou aluno, irá assimilar conscientemente seus próprios correti­vos, como se estivesse outro em seu vaidoso lugar.

         Não se sinta nem se faça de coitado, você não é mais aquela vítima, agora tem outro em seu lugar para aprender por você, ou com você.

         Você é apenas mais um ser humano dentre os demais que por este mundo empeder­nido pervagam.

         Use o refrão:

 

         EU POSSO!

 

         Realmente você pode, então que possa ser humilde, para que aonde você vá a honra chegue à sua frente.

         Seja humilde para ser carismático, cultuando a simplicidade, pois, nela mora o su­cesso que uma grande maioria não a vê!

         Lembre-se, a simplicidade é irmã da humildade, e por onde elas passam deixam o glorioso perfume do sucesso integral.

         No despertar da consciência envolvem-se minudentes detalhes:

         Vamos citar você despertando a sua consciência, pois bem você se locomoverá pela vida de maneira leve, tranqüila, sem aqueles pensamentos carregados de problemas, posto que não mais se preocupará com os fantasmas que advirão de seu medos in­fundados, pois, nada mais poderá acontecer a você tendo que há muito tempo apren­deu a conhecer a própria morte, que sem motivo amedronta a todos os viventes.

         Ou seja: ninguém se preocupa tanto com a morte, a não ser nos seus estertores, mas na vida normal, até se esquece dela.

         Isto é fato notório que, veementemente prova-nos mostrando a nossa ignorância:

         "Quer-se ir ao céu, porém, não se quer morrer!"

         O maior pavor do homem está exatamente na morte, mas isto não se nos parece ser notório, já que se faz tanta maldade, valorizando demasiadamente a existência hu­mana.

         Pela lógica, só se pode conceber ao malvado, praticante da maldade, a estupidez de se achar eterno, ou, sem esperar a morte, ou achando que não vai receber aquilo que está fazendo, e pela experiência de vida aos longos dos anos, pudemos ver o mal re­tornando ao seu praticante.

         Voltemos a falar de sua conscientização mental, então você começa agir à maneira consciente, prestando atenção nos seus atos e nas atitudes de seus semelhantes, pro­curando aparar todas as arestas, as quais possam acarretar-lhe algum dissabor cons­ciencial. A sua consciência começa a tornar-se relativamente plena no seu plano de existência física, e tomará gosto pela sobriedade de conduta, sem o famigerado medo da vida.

         Ao agir dessa maneira, notará receber muita deferência por parte de outras pessoas, sentir-se-á amado, querido pelos seus irmão, pois, a sua energia de nobreza ema­nante contaminará o ambiente pelo qual estiver passando.

         Você será uma fantástica luz, brilhando através de seus bons pensamentos, atraindo as mariposas que estarão necessitando de suas amoráveis energias.

         Sua inocente aparência será atrativa aos seus semelhantes, mas a sua perspicácia mental será grandiosa em percepção extrasensorial, estará em perene vigilância, nada deixando escapar aleatoriamente, sua audição será aguçada, seu olfato se aperceberá dos odores mais refinados de um ambiente, sua visão será aquilina e minuciosa, pautando sempre pela tranqüilidade desvencilhada do medo, sua visão denotará os detalhes de um ambiente, suas cores, a disposição do mobiliário, suas obras de artes que estarão dispostas para o respetivo adorno.

         Diante de seus irmãos, verá aqueles que estão sendo usados pelos espíritos obsesso­res, ou pelos espíritos evoluídos, então poderá viver uma vida mais consciente.

         Com certeza terá a devida tolerância com os desequilibrados, posto que estão sendo usados, e nessa humildade usufruirá das benesses dos irmãos mais evoluídos.

         Encontrar-se-á em plena paz, e por este beneplácito divino, ficará confortável em qual­quer lugar e, perante qualquer situação, com certeza será uma entidade ilumi­nada, mesmo que encarnada.

 

Logo em seguida, Stella me passa alguns ensinamentos:

 

         Semente Universal

 

         Temos de descobrir o gosto de viver sem as preocupações do exagero, pouco nos im­portando com nossos semelhantes, no que eles venham a nos julgar, pelo que somos, ou pelo que temos, que geralmente são os bens desta vida.

         O que realmente importa é, o que sentimos dentro de nós, ou seja aquilo que nos faça felizes é somente isto que nos interessa.

         Porém, o condicionamento que nos impuseram nossos pais, nos trouxeram em seu bojo o sofrimento de que havemos de prestar contas aos nossos irmãos, para não sermos diferentes deles.

         O homem, foi complicando sua maneira de viver, racionalizando suas criatividades, ordenando seus horários e se escravizando por eles.

         Assim formou-se esta sociedade adiantada e maluca, num corre-corre pela sobrevivên­cia.

         Na ânsia do poder e do possuir, dentro daquilo que podemos chamar de supérfluo.

         Este mundo poderia ser um lugar de paz, onde todos vivessem desfrutando da natu­reza, sem maiores traumas.

         - Você já pensou o que envolve uma guerra?

         - Que trabalheira dá para se fazer uma guerra?

         - E, recuperação depois, posto que, é bilhões de vezes mais simples e fácil destruir do que construir.

         Implodir um prédio se faz em segundos, mas para construí-lo há de se passar por muito sacrifício e tempo.

         Às vezes ficamos frustrados com nossos anseios pelo impulso do querer, do desejar alguma coisa que julgamos de suma importância para nós.

         Não importa o tempo que dure a nossa existência, somos desde o momento pelo qual aqui aparecemos privilegiados pelos nossos próprios méritos.

         Ao mínimo, fomos escolhidos, e aquilo que conquistarmos já será o bastante.

         Corra atrás da sua medalha, somente para dependurá-la como um memorial eterno, e como há de ser óbvio, jamais será extinto, e cá entre nós, nem esse troféu tem tanta importância, pois, você já tem a consciência de que é um grande campeão!

         Mesmo que o mundo não saiba disso, porém, você que é um universo incomensurá­vel, sabe.

         Então que importância tem o resto, o resto é infinitamente menor do que o seu micro universo, tão macro como todos os demais, ou até maior, pois, trata-se de VOCÊ – uma consciência cósmica e única, um universo à parte.

         Pense nisso com a humildade de um verdadeiro campeão.

         Sabemos que, juntamente com você, semente universal, nascem outras sementes daninhas, para lhe atormentar a vida.

         Estamos sempre numa escola eterna, não se iluda, ao querer desistir, não ser-lhe-á possível, para aonde você caminhar, elas lhe seguirão, então é o aprendizado de con­viver com outras plantas que se faz necessário, até para que você aprenda a manejar a espada da sabedoria, do amor, da tolerância, se quiser sentir uma pouco de felici­dade.

         Nada de pessimismo, mas de consciência de vida!

         Ao você conseguir um bom emprego, ou um ótimo cargo, fique sempre esperto, pois, terá alguém de olho nos seus passos, esperando uma oportunidade para lhe puxar o tapete e, usurpar a sua vaga, ou o seu lugar, creia é da índole do ser humano, e pou­cos são evoluídos para não pensar exatamente assim.

         Confie no seu caminhar, esteja sempre meditando no bem, ou esteja com a mente aberta somente para os pensamentos positivos, mas preparado para os vilipêndios da vida.

         Ao estar preparado sentir-se-á mais disposto e saudável no seu meio ambiente.

         Estamos propondo recordar-lhe de ensinamentos que você já ouvir falar, mas poderá não ter a devida consciência, sabe – como você sempre acha que o mal que assola a porta do seu vizinho, nunca virá para assolá-lo, isso é peculiar do ser humano.

         Não necessita viver preocupado, não, viva alegre, deixando o barco correr, porém, quando se fizer mister, esteja pronto para a peleja da vida.

Medite, com constância, procure o relaxamento profundo, analise o seu corpo, e tam­bém suas atitudes, como está agindo com as pessoas.

         Antes de se levantar da cama, faça uma respiração consciente, pausada, vá relaxando o seu corpo que, apesar de estar acordando, poderá estar retesado, e melhor se não estiver.

         Vá adquirindo o hábito de se conscientizar, e com o passar do tempo não mais sofrerá como tem sofrido nos seus dias de vida até agora.

         Sabe o que acontece, quando você começa a agir assim, analisando o seu eu, a sua pessoa, você começa a enxergar muitas falhas, e algumas virtudes, então passa a aparar as arestas, e a sua vida tornar-se mais amena, a paciência e o equilíbrio to­mam conta de seus pensamentos insanos, e a tolerância vem fazer morada no seu coração.

         Bem, quiçá você alcance a paz perenal, então jamais sofrerá.

         Paz, este verbete é algo inefável, indescritível, e pouquíssimas pessoas experimenta­ram-na, e têm o conhecimento do que ela representa.

         É muito simples analisar o equilibrado ser humano que, consegue um pouco desse sentimento - gloriosa virtude.

         Quem tem o grande privilégio de possuí-la, é porque já amou sobremaneira o seu pró­ximo com muita fé no seu coração.

         Quem traz consigo essa sabedoria, já não tem mais sentimentos negativos, não tem inveja, e não tendo inveja, não tem aquela dor da alma doentia.

         Não possui o ciúme, aquele que maltrata o seu coração enfermiço.

         O ódio, foi riscado do seu vernáculo.

         A ira nem sequer suporta a sua presença.

         Pode-se sentir que essa profunda e verdadeira riqueza, não está à solta por aí, posto que somente podemos vislumbrar desgraças de todos os tipos nessa sociedade ca­nhestra e tacanha, desorientada, que na realidade nem sabe mesmo o que faz.

         Diz-se que a concorrência do ser humano é sadia, será mesmo dividir é mais sadio.

         Cobiça também não existe no coração do pacificador, que realmente expanda a paz.

         A sua aura é agraciada, todos querem estar perto dela, sem ao menos saber o motivo de tanto carisma.

         Não somos perfeitos, mas somente o ato de controlar o mau pensamento, já nos co­loca na dianteira da maioria que, desbaratada não tem tempo para pensar no amor e no bem, apenas corre aleatoriamente atrás da fama e do dinheiro, sem a consciência de que a vida de todos nós é muito curta.

         A concorrência é perniciosa, embora, ela seja a causa natural da evolução da espécie humana, basta analisarmos as nações de todos os tempos guerreando, construindo e destruindo sempre.

         O tema concorrência deve ser estudo com profunda visão de vida, e de necessidade premente, enfim com muita sabedoria.

         Por se nos parecer algo sumamente natural, não vamos deixar escapar seus princípios fundamentais, posto que ela traz no seu bojo seus assessores, ou melhor ainda, seus obsessores que vão minando a nossa saúde.

         O desespero é, um desses sentimentos que acabam com a nossa vida, grande produ­tora de toxinas, e do desequilíbrio mental.

         Pois é, você já ouviu muitas vezes: Fulano matou pelo desespero que lhe causou o seu concorrente.

         A concorrência tem uma abrangência fenomenal no mundo político, mercantil, em suma, em qualquer canto, lá está ela querendo aparecer na pessoa de qualquer ser humano.

         Ela acontece veladamente, numa disputa esportiva nem parece ser concorrência, mas no fundo é exatamente.

         A dissimulação, a mentira, a doença d'alma, estão inseridas também na concorrência.

         Infelizmente querem pregar a concorrência sadia e leal, num mundo hipócrita, onde quem pode mais chora menos, esta é a realidade.

         O político na sua insana cabeça faz uso peremptório dessas prerrogativas maléficas, mefistofélicas, ou luciferinas, suas promessas são sempre faraônicas, e impossíveis de serem cumpridas, então vemos esses párias da oratória prolixa praticando a mais es­púria concorrência desleal.

         Veja caro leitor, quanto mal causa a concorrência.

         Você dirá:

         - Como pode-se viver sem ela?

         Você tem toda a razão, somos compelidos à ela, que está com seu braços mortais aber­tos para nos acolher no seu seio malévolo.

         Concorrência, sinônimo de sobrevivência, quantas mortes são causadas por ela.

         Multinacionais do mundo mercantilizado passam como se fossem grandes máquinas trituradoras sobre quem quer que seja, para atingir seus fins colimados.

         Juntamente da concorrência há de se existir o poder, logo alguém terá de sobrepujar alguém, e poder somente se consegue com prestígio e dinheiro.

         Seleção da espécie, o maior triturando o menor, assim é a concorrência, e você pode até mudá-la de nome, mas ela continua chamando-se concorrência.

         Como vencer a concorrência, terá de concorrer consigo mesmo, vencendo a concorrên­cia interna, para depois, matá-la externamente.

         Aja com afinco, e determinação, e honestamente, sem prestar a mínima atenção no seu concorrente, apenas aja, a ação fala mais alto dentro de você, e com isto estará eliminando o sentimento de atropelar o seu concorrente, e que vença o melhor.

         Quanto poder existe na nossa maneira de pensar, pois, o pensamento nos leva à ação, e ela pode ser impoluta, o que é mais difícil, ou maculada, que é o caminho mais curto para se chegar ao deletério psicossomático.

         Cada um de nós se acha o melhor, ou mais capacitado do que o nosso irmão, e vamos à luta para provar essa enorme besteira de meros mortais.

         Milhões e milhões de "vencedores" já apodreceram em suas campas frias, embora, com belos epitáfios para adornar aquilo que já não mais existe.

         Durante os milênios, sofremos verdadeiras lavagens cerebrais, desde que começamos a nos conhecer por gente, miramo-nos nas atitudes de nossos genitores, que, não foram perfeitos e para sobreviveram concorreram aleatoriamente, sem ao menos prestar atenção nas conseqüências que causaram nas suas concorrências, até para que pudéssemos sobreviver.

         A grande maldade que se faz com nossos jovens, é o tal vestibular, máquina de fazer dinheiro, e que se lasque a personalidade dos futuros gladiadores do poder público e privado.

         No mundo do vale-tudo, a concorrência desleal impera, juntamente com a hipocrisia humana, mata-se, fere-se, humilha-se, tudo em nome da concorrência.

         Ratificamos, não queremos ser pessimistas, apenas estamos discorrendo sobre fatos da vida humana, e logo vamos dar a fórmula do antídoto para esse mal peçonhento, chamado concorrência.

         Primeiramente vamos ser enfáticos em algumas perguntas que envolverão a sua capaci­dade de pensar e agir, desculpe-nos não há uma maneira mágica para que você se desvencilhe desse mal da sobrevivência, a não ser uma disciplina mental.

 

         DISCIPLINA MENTAL

 

         Você tem disciplina mental?

         Não querendo colocar palavras na sua boca, você dirá:

         Sim eu acordo no horário, de acordo com o meu relógio biológico, e chego sempre pontualmente ao meu trabalho, etc.

         A disciplina mental transcende essa maneira pela qual lhe incutiram na sua mente para que você tornasse esse robô que é, na vida dessa sociedade medíocre.

         Autodisciplina do bom-senso é o nome que se ajusta melhor neste caso, para que você seja uma pessoa despojada do interesse doentio, nimbado de medo, aliás, o medo é o grande causador de todos os males da humanidade.

         Um treinamento endógeno é o tratamento para que você sare suas dolorosas preocupa­ções, tornando-se um vencedor de você mesmo.

         A maior de todas as vitórias está na derrota de você mesmo!

         Quando se fala em derrota, dá-se a impressão de que estamos falando de uma belige­rância atroz, com mísseis nucleares e outras armas modernas, não, esse mal com­bate-se com armas mais poderosas.

         A mente humana, ou a inteligência humana, constróem esses mísseis nucleares, en­tão concluímos que elas são infinitamente mais poderosas do que qualquer arsenal de guerra, que possa existir na vida do homem.

         Vamos ao ápice da questão:

         Quando você não se preocupar mais. Verdadeiramente, na disputa com o seu irmão, e tratá-la como se ela não existisse despojado do interesse do egocentrismo, portanto, autodisciplinando-se interiormente, ou seja, controlando a sua maneira de pensar e de enxergar a vida, então estará chegando perto de eliminar o sofrimento, e adquirir a saúde do equilíbrio psíquico achegando-se à felicidade.

         Cansamos de fazer alusão à paz, sentimento ímpar, que nos traz a alegria de viver, porém, aqui a disciplina é a grande conquistadora, e vem à baila a concorrência com uma roupagem sutil e diferenciada havemos de concorrer com nossas mazelas interi­ores, os baixos sentimentos, a mesquinharia, o mexerico, a ganância, a arrogância, a empáfia, a grandeza pessoal a veleidade, e aqui entra até a libido do ser humano, e a hora em que vencermos esses sentimentos e outros mais, até porque a família ne­fasta desses sentimentos é muito grande, então venceremos a concorrência externa.

         Quando Jesus, e Paulo afirmam nos seus ensinamentos que, "a riqueza é a raiz de todos os males", simplesmente quer dizer que os sentimentos malignos para que se consiga conservar, ou angariar bens, é que são o ponto crucial do problema.

                  

         I Timóteo: 6

         10 Porque o amor ao dinheiro é [raiz de] todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

 

         Mateus: 6

         21 Porque [onde estiver] o teu tesouro, aí estará também o teu coração.

 

         Marcos: 10

         23 Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entra­rão no reino de Deus os que têm [riqueza]s!

 

         A riqueza em si, nada é diante da vida, mesmo porque, não se usa dez camisas, ou calças, ou sapatos, ou quaisquer adereços que sejam de uma só vez.

         Sentamos apenas num banco, quando estamos dentro do mais moderno carro do mundo, usamos e ocupamos apenas um espaço restrito, ou limitado onde quer que estejamos então podemos vislumbrar que, riqueza no fundo somente traz a insegu­rança àquele que quer guardá-la sem sabermos explicar quais são seus motivos, aliás, aqui cabe uma simples história entre duas pessoas:

 

         O RICO E O SÁBIO

 

         O rico chega na casa do sábio, e denota que aquela residência está sem seus respecti­vos móveis, e faz a seguinte pergunta ao sábio:

         - Onde estão seus móveis?

         Responde-lhe o sábio:

         - Boa pergunta, amigo, e os seus?

         Replica-lhe o rico:

         - Bem estou aqui de passagem!

         Conclui o sábio:

         - Eu também!

         Autor desconhecido.

 

         É maravilhosa essa história, singela e sucinta, e dela podemos tirar um enorme pro­veito como lenitivo às nossas aflitivas atitudes diante da vida onusta de problemas os quais criamos à nos mesmos.

         A ambição é a grande cooperadora da concorrência, portanto, ela deve existir sim, conquanto, não seja perniciosa, como apenas no desejo de se viver uma vida de tra­balho e tranqüilidade.

         Quantas vezes ouvimos as pessoas falarem que, devemos fazer, ou trabalhar naquilo que gostamos, colocando consciente, ou inconscientemente o valor real da vida adi­ante de qualquer sentimento de poder, riqueza, ou seja: à frente dos bens materiais.

         Reconhecemos que, não é muito simples agir assim perante a vida, mas entendemos também que não há outra receita.

         Ao recostarmo-nos com a cabeça no nosso travesseiro e dormirmos o sono da tranqüili­dade, podemos vislumbrar duas coisas, consciência tranqüila e equilibrada, ou néscia e cauterizada, que a bem da verdade não tem nada de tranqüilo, e sim de ig­norância plena.

         - Ah, mas, a concorrência existe, ela está aí!

         Você tem toda razão, porém, quem não deve estar aí com ela, é você!

         A concorrência é um mal necessário, como a qualquer casamento que faça boda de ouro, ora, ora, após meio século de existência, vivem nele dois seres humanos su­portando-se mutuamente, nesse matrimônio de tantos anos, é um perde-ganha infi­nito, a disputa com certeza se faz presente em todos os seus dias, posto que envolve a maior conquista que alguém possa desejar, que é a família.

         A disputa entre irmãos, é algo que brota da essência da alma, no elã de preservar a vida, algo muito natural, haja vista que o primeiro homicídio que nos conta a história eclesial, deu-se entre os filhos de Adão e Eva – Caim matou Abel, pela concorrência, ou disputa, ou qualquer palavra que o valha.

         Viver o presente apenas é uma forma de amenizar sobremaneira o sofrimento que nos causa a concorrência.

         Ratificamos, não temos que pensar muito, e sim agir nos afazeres do momento, posto que do futuro não sabemos nada, sequer se vamos sobreviver aos próximos minutos.

         A gente somente vive o presente, que importância tem o passado e o futuro?

         Até chega ser por demais produtivos viver intensamente o presente, toda nossa ener­gia concentrar-se-á no momento, viver o momento, é viver a eternidade.

         Elevando a nossa conversa, temos no nosso eu maior a solução de todos os nossos problemas, pois, a nossa alma é atemporal, podendo viver em qualquer tempo, e com certeza se encarregará de aplainar o caminho do nosso futuro, conquanto, não estou­vemo-la perturbando o seu trabalho.

         Devemo-nos entregar aos cuidados de Deus, e descansarmo-nos no presente do nosso dia-a-dia.

         Demos ênfase à "inocente concorrência" – e logo falaremos de outro sentimento e como domá-lo dentro de nossa essência, para sermos um pouco felizes.

 

Comparemos as riquezas desta nossa frágil vida, e gastemo-la, pois, tudo que produz deve ser usado em prol da nossa alegria.

 

A nossa vida por muito longa que seja ainda é, demasiadamente curta, com essas predições todas, ainda assim não sabemos se vamos viver alguns minutos, pela frente, ninguém sabe.

         Existiu um homem que muito viveu, e há muitas centenas de anos não vive mais: Matu­salém, filho de Enoque, avô de Noé, e que viveu 969 anos

 

         GÊNESIS: 5

         27 Todos os dias de Matusalém foram novecentos e sessenta e nove anos; e morreu.

         21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princí­pio do mundo até agora, nem jamais haverá.

         22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.

         23 Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis;

 

         Deixou Ele, estas escritas, enquanto, seus compatriotas ainda O espera.

 

         24 porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodí­gios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.

         25 Eis que de antemão vo-lo tenho dito.

         26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.

 

         Oremos ao Senhor e vigiemos, e não corramos para lado nenhum, posto que, o tem­plo de Deus está no nosso coração, pela fé poderemos alcançar o entendimento para livrarmo-nos desta hecatombe.

         Ninguém sabe o dia nem a hora, não podemos saber o dia de nossa partida, que será o dia em que Jesus virá nos buscar, para irmos aos lugares por ele determinado, como já aventamos podem ser paraísos, céus.

 

         27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem.

         28 Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.

         29 Logo depois da tribulação daqueles dias escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados.

 

         Sem jamais querermos distorcer aquilo que está escrito, escrevemos até para ratificar as Escrituras, podemos tecer comparações com guerras pelas quais a humanidade já enfrentou, com chuvas de mísseis, destruindo cidades e populações onustas de crian­ças e velhos inocentes, e não podemos vislumbrar hecatombes maiores do que estas.

         Advertimos a todos os pseudos inocentes que, vivemos num mundo crudelíssimo que já o consideramos um inferno, com o perdão da má palavra.

         Há mais de meio século, americanos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Naga­saki, e abalaram os alicerces da vida no planeta, até nossos dias nascem seres defei­tuosos e com muitos problemas de saúde, e se Jesus quisesse que continuassem, já teriam destruído o planeta por várias vezes.

         Então seria o verdadeiro harmagedom, tão profetizado por muitos homens depois de Cristo.

 

         30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.

         31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajunta­rão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.

 

         As palavras e atitudes de Jesus, nos deixam margens para mil interpretações, hoje com a mídia, e com avanço tecnológico, a distância entre um ponto e outro do planeta vai-se encurtando, em segundos podemo-nos comunicar com o mundo em qualquer lugar do planeta.

         E sobre os quatro ventos, podemos pensar em globalização, e a escravidão velada dos maiores sobre os menores, etc.

         Neste sentido nada mudou, sempre foi assim, hoje pior ainda, escravidão velada, disfar­çada, etc.

 

         32 Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão.

         33 Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas.

         34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram.

         35 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão.

 

         A que geração Jesus referia-se?

         Voltamos a dizer, um dia para Deus poderá ser mil anos.

 

         36 Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, se­não só o Pai.

 

         Pela prática de se viver neste mundo, entendemos perfeitamente e concordamos com esta frase: somente o Pai sabe o dia e a hora, até porque muito se especulou a res­peito do fim, e ainda continuamos aqui, até que a morte nos traga o fim neste mundo.

 

         37 Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do ho­mem.

         38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca,

         39 e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será tam­bém a vinda do Filho do homem.

         40

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/meditacao-artigos/o-despertar-da-consciencia-2311474.html

    Palavras-chave do artigo:

    essencia humna

    Comentar sobre o artigo

    Vininha F. Carvalho

    Estamos em um período de transição, não apenas no planeta, mas principalmente, em nós, estamos nos reconhecendo, descobrindo o que precisamos fazer e, principalmente, as nossas habilidades. O planeta e sua humanidade terão que se adaptar aos novos tempos, a nova freqüência energética.

    Por: Vininha F. Carvalhol Religião & Esoterismo> Meditaçãol 15/09/2014
    Blog Vale do Caí

    O ser humano vive a vida sem sentido por não saber o real motivo pelo qual ele veio a existir. Somente aquele que nos criou, o Deus todo poderoso tem as respostas de que precisamos para sermos completos por dentro, pois a felicidade não se encontra no ter mas sim em estar em comunhão com o início de tudo, Jesus Cristo!

    Por: Blog Vale do Caíl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 01/09/2014
    Blog Vale do Caí

    A vontade de Deus para o ser humano é perfeita, mas por estarmos tão distantes do nosso Criador não vemos dessa forma e vivemos a vida como nos convêm e isto tem causado a destruição do homem ao longo das gerações. Pois não existe auto-suficiência, ou somos guiados por Deus ou pelo diabo. Temos que voltar a nossa origem, ( Deus o criador de todas as coisas ), e perguntar a Ele onde estamos, e por quem temos sido guiados.

    Por: Blog Vale do Caíl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 26/08/2014
    Blog Vale do Caí

    Somente através do verdadeiro evangelho que foi pregado por Jesus Cristo obteremos a Fé e a Salvação da nossa alma.

    Por: Blog Vale do Caíl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 19/08/2014
    Marlon Tegner

    Mediante o crescente avanço tecnológico, vamos vendo nossas vidas moldadas por multi nacionais e empresas, que usam nosso jovem, como mensageiro e usuário de uma nova era em que o consumismo e superficialidade vão sendo centro da sociedade atual.

    Por: Marlon Tegnerl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 29/07/2014 lAcessos: 13
    JUNIOR OMNI

    Lembremo-nos das palavras do Senhor Jesus, quando Ele instruiu a Nicodemos, um mestre entre os Judeus: "Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus..." João 3:5 Que você, caro leitor, possa beber da "ÁGUA VIVA" e saudável, que só mesmo o Senhor Jesus pode nos dar gratuitamente! O mundo representa o "poço fundo", porém, sua água jamais poderá saciar a sede de nossas almas. Por isso há tantos crimes e mortes bárbaras em nossos dias. Porque as pessoas vivem desesperada

    Por: JUNIOR OMNIl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 25/06/2014 lAcessos: 31
    MARIA HELENA AVENA

    A história do Mosteiro de Namgyal e dos sues monges que ajudaram o Dalai Lama na sua missão pelo mundio

    Por: MARIA HELENA AVENAl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 22/06/2014 lAcessos: 12

    O mundo das imagens e das aparências, da pressa, consumista e imediatista impede que o homem perceba que, aquilo que ele mais busca, está dentro de seu coração.

    Por: Prof. Roberto Dimasl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 01/05/2014 lAcessos: 21
    Escritorcampos

    Como adicionar o sonho à vida real "Sonhar é viver" A ciência afirma ser o sonho produto da imaginação inconsciente, o esoterismo se apega aos ícones e suas coincidências. A religião o tem como profecia das divindades.

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 15/08/2014
    Escritorcampos

    Amor: "Vínculo da Perfeição" Explicar o amor é simplesmente explicar Deus. Portanto, algo inefável à pobreza de nossas almas. "Deus é amor". A Arte é a mais evolutiva maneira de expressar o maior de todos os sentimentos humanos o: Amor. O som etéreo e mavioso da música diz sem explicar, que o amor é o eterno marulhar no mar de águas dulcíssimas a se navegar.

    Por: Escritorcamposl Literatura> Poesial 14/08/2014
    Escritorcampos

    ENDORFINA Hormônio presente no cérebro, na hipófise e em outros tecidos dos animais vertebrados, e que tem efeito analgésico semelhante ao da morfina. Este neuro-hormônio atua como analgésico na supressão da dor, e, com isso, suscita sensação de bem-estar e tranquilidade e um efeito antiestresse. Associa-se sua produção incrementada a alguns tipos de exercícios físicos, sejam aeróbios ou anaeróbios, quando se atinge certo grau de esforço, ou através de estado hipnótico de relaxamento profundo.

    Por: Escritorcamposl Relacionamentosl 08/10/2012 lAcessos: 56
    Escritorcampos

    Este é um tema muito sério sobre a saúde pública e você. Encontra-se "você" fora desta estimativa? Mais de 80% das cirurgias praticadas no Brasil são efetuadas pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Planos privados de saúde cobram, e muito, porém, na hora "H" pulam fora.

    Por: Escritorcamposl Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 17/03/2012 lAcessos: 70
    Escritorcampos

    Os toques, ou as manias são bem comuns aos seres humanos e, naquele momento o meu pensamento foi arremetido aos seres poderosos e suas maquiavélicas manias às quais a ciência dá um amontoado de nomes. Grandes psicopatas dirigiram grandes nações da Terra.

    Por: Escritorcamposl Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 01/03/2012 lAcessos: 38
    Escritorcampos

    Gostemos ou não, é assim que se dá com a natureza humana. Os mais fortes trituram os mais fracos. É a velha questão da sobrevivência. Essa multidão está correndo para um ponto comum e distante.

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 25/02/2012 lAcessos: 45
    Escritorcampos

    O ensino à distância será parte importante do "futuro-presente". A holografia e outras ferramentas espetaculares. Quiçá, dispensem a sala de aula...

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 30/01/2012 lAcessos: 44
    Escritorcampos

    Como ser humano, reconheço a minha cegueira mental! O que fazer para enxergar a realidade desta existência?

    Por: Escritorcamposl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 26/01/2012 lAcessos: 67
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast