A Força Da Liderança Nas Organizações Bem Sucedidas

Publicado em: 03/07/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 5,757 |

Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.

Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.

Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.

O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.

O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo.

Segundo BERGAMINI a formação de um vínculo social entre o líder e os liderados consiste em uma condição crucial para o ajustamento dos mesmos nas diferentes circunstâncias de trabalho; entretanto, a formação deste vínculo poderá ocasionar sentimentos positivos ou negativos, ou seja, "o vínculo da liderança só ocorrerá de maneira", produtiva quando as ações do líder forem ao encontro das expectativas do subordinado e vice-versa.

As organizações bem-sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação. Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes.

Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho, dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização. Mas, para conseguir resultados positivos têm que desenvolver interesse pelos funcionários e deixar que eles saibam disso, tratar as pessoas como pessoas e saber investir no máximo lucro dos recursos humanos.

O importante é deixar que as pessoas saibam que a organização as respeita que lhes tem consideração e que elas são importantes e jamais a liderança pode ser forçada. Portanto, o líder do futuro terá de crescer na função que desempenha, esse crescimento terá que ser contínuo e positivo e para isso o primeiro passo é exercer uma visão sobre cada membro da equipe como ser único, dotado de capacidades e dificuldades. Conhecer as necessidades e expectativas pessoais e profissionais de cada membro para a eficiência e a eficácia do processo de liderar.

Assim, liderança significa ajudar as pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar e manter relacionamentos bem-sucedidos.

Referência:

BERGAMINI, C.W. Liderança: administração do sentido. São Paulo, Atlas, 1994.

CARNEGIE, Dale. O Líder em você. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/negocios-artigos/a-forca-da-lideranca-nas-organizacoes-bem-sucedidas-1011640.html

    Palavras-chave do artigo:

    lideranca

    Comentar sobre o artigo

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    Por: HENRIETTE LEAL BASTOSl Negóciosl 03/12/2009 lAcessos: 7,680 lComentário: 1

    O presente artigo identificou as características de liderança, do enfermeiro à prestação da assistência de enfermagem humanizada, trazendo um resgate sobre o contexto da liderança na enfermagem e o relacionamento interpessoal com a equipe, Tratou-se de uma pesquisa de campo exploratória, descritiva, quantitativa com amostra composta por 12 enfermeiras.O perfil das profissionais, no linear da dimensão organizacional, apresentou como fator influenciador as características pessoais do enfermeiro, a

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    Por: Hamilton Felix Nobregal Negócios> Administraçãol 03/05/2010 lAcessos: 2,962

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    Por: CERSI MACHADOl Negócios> Gerêncial 30/06/2009 lAcessos: 1,056
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    Este artigo tem como objetivo descrever o histórico da liderança no contexto da teoria administrativa clássica e seu reflexo na forma de atuação dos gestores organizacionais. Traz ainda, um reflexo acerca do uso de treinamentos como recurso rápido no provimento de lideranças ou no desenvolvimento das competências necessárias para uma competitividade organizacional.

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    Por: Victor Hugo Oliveira dos Anjosl Negóciosl 13/10/2014 lAcessos: 11
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    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 12/10/2014
    Gustavo Rocha

    Divido com vocês um trecho do artigo do filósofo Mário Sérgio Cortella, sobre as novas gerações e seus dilemas. Vale a pena a leitura: Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 10/10/2014
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    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 08/10/2014

    Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância da análise do capital intelectual dentro da administração estratégica pelas empresas que estão deixando a era industrial para entrar na era do conhecimento.

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