Efeitos da globalização na economia capitalista

Publicado em: 12/04/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 194 |

1. Introdução

A economia brasileira viveu vários ciclos ao longo da história. Em cada ciclo, um setor foi privilegiado em detrimento de outros, e provocou sucessivas mudanças sociais, populacionais, políticas e culturais dentro da sociedade brasileira. Atualmente o Brasil tem um mercado livre e uma economia exportadora. Os países já contam com acesso instantâneo de tecnologias, principalmente novos medicamentos, novos equipamentos cirúrgicos e técnicas, aumento na produção de alimentos e barateamento no custo dos mesmos, têm causado nas últimas décadas um aumento generalizado da longevidade dos países emergentes e desenvolvidos. Grandes empresas do mundo passaram a oferecer fortes benefícios a seus empregados, antecipando a ação de sindicatos e governos.

O acirramento da concorrência amplia a eficiência, à queda dos preços, o que funciona positivamente nos programas de estabilização mais recentes. A qualidade dos produtos cresce, assim como o desenvolvimento tecnológico é estimulado. Percebemos que a globalização é inevitável e isso altera a economia e o social dos países, então veremos que essas mudanças vêm acontecendo, o que acontece ao social onde beneficia em algumas áreas e se perde em outras, porém visando a buscar melhoras mediante acordos e alianças para crescer economicamente.

2. O efeito da globalização na distribuição de renda na economia.

Houve uma melhora na distribuição da renda, com tendência a convergência a longo prazo, conforme a economia global continua crescendo, porém a maioria das nações que hoje sofrem com problemas de distribuição de renda atualmente, os quais teve seus problemas originários antes da época da globalização ou durante períodos de ditadura ou economia planificada. Hoje a distribuição de renda ou está estável ou está melhorando, sendo que as nações com maior melhora são as que possuem alta liberdade econômica pelo Índice de Liberdade Econômica.

A abertura global permite que os mercados financeiros e de câmbio se comuniquem facilmente. O resultado é o que, na busca por lucros fáceis e rápidos, os capitais se movem de um lado para outro. Como as moedas ficam sujeitas a livres transações, suas cotações flutuam acentuadamente, criando problemas internos aos seus países, e aos governos, que não podem realizar as políticas econômicas desejadas. Além disso, a facilidade com que podem sair do país provoca grande instabilidade financeira, uma vez que o sistema bancário pode estar com um grande montante de ativos em divisas e as mudanças abruptas de cotações e de montantes aplicados pode deixá-los de repente sem as reservas necessárias.

Os EUA, Japão e Alemanha, países bem sucedidos no processo de globalização, embora as taxas de desemprego não sejam altas quando comparadas com os demais países, preocupa a deterioração das condições de trabalho, uma vez que as indústrias mais bem sucedidas tendem a absorver cada vez menos mão-de-obra. Sendo que a concentração e centralização do capital os principais setores da economia são controlados cada vez mais por um pequeno grupo de empresas que fica cada vez mais poderoso.

Tudo ocorre por meios de reinvestimentos das próprias empresas nos setores onde atuam, ou através de fusões e incorporações de outras que sucumbem à concorrência. Sendo que o processo de globalização, a desregulamentação e a abertura econômica que o caracterizam, vêm sendo responsáveis por um crescimento acentuado da volatilidade de capitais, os quais podem ser aplicados rapidamente em diferentes tipos de ativos financeiros e monetário num grande número de países.

3. Distinção financeira e monetária

É preciso atentar para que acabe com a distinção de distribuição de renda, pois com a globalização ocorre crescimento não generalizado dos setores que aferem a economia do país, e é preciso que o Estado entre regulamentado e direcionando o processo de desenvolvimento, ainda que, para isso, tenha que enfrentar oposições. Só então os dados mostraram que o sucesso da globalização não pode apenas ser julgado pelo que possibilita em termos de ganhos de concorrência e preços baixos, mas devem ser também deduzidos os custos, em termos de exclusão social, que o acompanham.

Atualmente a economia brasileira está subdividida nas regiões da seguinte forma: Centro-Oeste onde baseia-se principalmente na agroindústria, sendo ela tanto pecuária quanto agrícola e açucareira agora adentrando ao projeto Biodíesel.

O Nordeste baseia-se normalmente em indústrias, petróleo e agronegócio. Políticas de incentivos fiscais levaram várias indústrias para a região. O turismo é bastante forte. Já o Norte baseia-se principalmente em extrativismo vegetal e mineral. Merece destaque também a zona franca de Manaus, pólo industrial. O Sudeste: possui parque industrial diversificado e sofisticado com comércio e serviços bem desenvolvidos. Destacam-se as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte como os principais centros econômicos do Brasil.A região Sul a maior parte das riquezas provém do setor de serviços, mas possui também indústria e agropecuária bem desenvolvidas. Destacam-se as regiões metropolitanas de Curitiba e Porto Alegre. As disparidades e as desigualdades regionais continuam a ser um problema no Brasil. Retirando a região Nordeste, todos os estados do Brasil possuem um índice de desenvolvimento humano (IDH) superior a 0.80 (elevado), lembrado que os dados são relativos ao ano 2000. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil)

As desigualdades regionais do Brasil se dividem simplesmente em: sul rico e norte pobre. A região Sul sempre se destaca quando o assunto é qualidade de vida, os padrões da região são similares aos europeus, enquanto o nordeste possui qualidade de vida muito inferior, similar à países como Índia e África do Sul. Em nível municipal, as disparidades são maiores: Campinas em São Paulo tem um IDH similar ao da Alemanha, enquanto, Manari em Pernambuco, teria um IDH similar ao do Haiti. A maioria das unidades federais com desenvolvimento elevado (superior a 0.80) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil) está situada na região sul e sudeste. Os estados menos desenvolvidos (com desenvolvimento médio nos termos de IDH) são situados no nordeste. Visto que o Brasil se baseia na grande maioria da economia no setor primário(agricultura, exploração mineral e vegetal), observando-se um lento crescimento proporcional do setor secundário (indústria) em relação aos demais, vemos que o processo de marginalização ocorre nos países menos desenvolvidos e, nesses, ele ainda é mais grave em vista da distribuição de renda mais regressiva, e menor abrangência dos programas de seguridade social.

Os frutos da desregulamentação, que tirou o Governo do setor financeiro; da abertura, que liberou o câmbio e tirou as barreiras às entradas de capital controladas pelo Estado; da queda do poder financeiro do Estado, que reduziu sua atuação nas políticas anti-cíclicas da economia. Se para isso é preciso um Estado com as finanças saudáveis e financeiramente capaz, reconhecer sua importância é o primeiro passo a direção de implementação de reformas que, de fato, permitam-no cumprir seu papel.

4. Considerações Finais

As disparidades e as desigualdades regionais continuam a ser um problema no Brasil. Retirando a região Nordeste, todos os estados do Brasil possuem um índice de desenvolvimento humano (IDH) superior a 0.80 (elevado), (http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil)  lembrado que os dados são relativos ao ano 2000. As desigualdades regionais do Brasil se dividem simplesmente em: sul rico e norte pobre. A região Sul sempre se destaca quando o assunto é qualidade de vida, os padrões da região são similares aos europeus, enquanto o nordeste possui qualidade de vida muito inferior, similar à países como Índia e África do Sul.

Em nível municipal, as disparidades são maiores: Campinas em São Paulo tem um IDH similar ao da Alemanha, enquanto, Manari em Pernambuco, teria um IDH similar ao do Haiti. A maioria das unidades federais com desenvolvimento elevado (superior a 0.80) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil) está situada na região sul e sudeste. Os estados menos desenvolvidos (com desenvolvimento médio nos termos de IDH) são situados no nordeste.

Todas as teorias econômicas que assumem rendimentos crescentes mostram que os maiores e mais desenvolvidos sempre têm vantagens e por isso tendem a se manter na dianteira do processo de desenvolvimento que iniciaram. Sendo que é hora de pensar em padrões de desenvolvimento alternativos, que se preocupem mais com a solução dos nossos problemas específicos e menos em alcançar os mais desenvolvidos.

Grandes empresas do mundo passaram a oferecer fortes benefícios a seus empregados, antecipando a ação de sindicatos e governos. Benefícios tais como: redução de jornada de trabalho, participação nos lucros, ganhos por produtividade, salários acima da média do mercado, promoção à inovação, jornada de trabalho flexível, flexibilização de jornada para mulheres com filhos, participação societária para produtos inovadores desenvolvidos com sucesso, entre outros.

Ao contrário do princípio do capitalismo, quando se acreditava que a redução de custos com recursos humanos e sua conseqüente exploração, traria o maior lucro possível, passou a vigorar a tese de que seria desejável atrair os melhores profissionais do mercado e mantê-los tão motivados quanto possível e isto tornaria a empresa mais lucrativa. No entanto, o número de funcionários que se enquadram neste modelo é insignificante diante de toda a massa trabalhista mundial, que em sua maioria ainda trabalha em condições muito precárias.O estado precisa, sinalizando setores, regiões e objetivos prioritários, reduzir os custos sociais, incorporando maior parcela da população aos ganhos do processo produtivo. Redirecionando o processo de crescimento econômico, o que não pode, por definição, ser feito pelo mercado, cujo poder encontra-se nas mãos dos que ganham. Sendo que tem um papel na criação de frentes de trabalho e programas de administração do desemprego e de seguridade social. As relações entre setor financeiro e setor produtivo precisam ser reguladas, de formas a evitar a perda de recursos em favor da mera especulação e garantir a viabilidade financeira dos programas prioritários para a realização do projeto nacional.

Não adianta acreditar que a globalização pode ser evitada. Mas há que se inserir nela de forma específica, atendendo às necessidades próprias de cada país, para o que é necessário, antes de tudo, que se tenha um projeto nacional de desenvolvimento claro, onde explícitas as prioridades desejadas pela sociedade. Onde o Estado possa planejar vendo a possibilidade de preparar uma inserção na globalização mais afetiva e adequada à realidade do país. Não tratemos de imaginar experiências e planejamento iguais às do passado, porque as condições hoje são outras, mas de discutir formas de orientação e coordenação estatais, assim como de parceria com o restante da sociedade, que convenham no sentido de atenuar alguns problemas e evitar outros provocados pelo liberalismo.

Referências

Wikipédia :

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Página_principal>Acesso em 28 de outubro 2007.

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Brasil> Acesso em 30 de outubro 2007.

Bibliografia

IANNI, O.- Teorias da Globalização, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1994.

BRESSER-PEREIRA, Luis Carlos. Teoria do Desenvolvimento Econômico, Curso na Fundação Getúlio Vargas

BELLUZZO, L. G. M.- "O declínio de Bretton Woods e a emergência de mercados globalizado", em Economia e Sociedade - IE/UNICAMP, Campinas, n.4, jun/95.

KEYNES, John Maynard. Teoria geral do emprego, do juro e da moeda (General theory of employment, interest and money). Tradutor: CRUZ, Mário Ribeiro da. São Paulo: Editora Atlas, 1992.

BANCO MUNDIAL - Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 1994, FGV, Rio de Janeiro, 1994

SICSÚ, João; PAUL'A, Luiz Fernando; e RENAUT, Michel; organizadores. Novo desenvolvimentismo: um projeto nacional de crescimento com eqüidade social. Barueri:Manole; Rio de Janeiro:Fundação Konrad Adenauer, 2005.

PLIHON, D. - "Déséquilibres Mondiaux et Instabilité financière: la responsabilité des politiques libérales - quelques repères keynésiens", Mimeo, CEDI - Université de Paris XIII, 1995

STIGLITZ, Joseph E. A Globalização e seus Malefícios. São Paulo: Futura Editora, 2002.

COUTINHO, L. - "Nota sobre a natureza da Globalização", em Economia e Sociedade - IE/UNICAMP, Campinas, n.4, jun/95.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Jornal do Brasil, 28/7/96.

MOLLO, M.L.R. - "Estado e Economia: o papel do estado nas dinâmicas monetárias", em Estudos Econômicos, São Paulo, USP. v.18.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/negocios-artigos/efeitos-da-globalizacao-na-economia-capitalista-5821806.html

    Palavras-chave do artigo:

    globalizacao

    ,

    economia e social

    Comentar sobre o artigo

    Welinton dos Santos

    Um mundo em transformação, precisamos avaliar questões ousadas que vão alterar a cultura e a ética social. Como o filósofo Hans Jonas, afirmava, a ética pertencia ao aqui e agora, por sua vez nossa sociedade vive situações de incertezas e desconhece boa parte dos novos conhecimentos.

    Por: Welinton dos Santosl Notícias & Sociedade> Cotidianol 25/01/2012 lAcessos: 60
    CARLEIAL. Bernardino Mendonça

    Trabalho de Psicobiologia que analisa os diversos efeitos colaterais da Globalização material e Psicológica dos Povos. CARLEIAL expõe com clareza e objetividade os benefícios e os males ocasionados pelo processo mundial da Globalização.

    Por: CARLEIAL. Bernardino Mendonçal Ciências> Biologial 25/01/2013 lAcessos: 63
    Vanessa Elenia de Brito Masullo

    Resumo: Pretende-se com esse trabalho realizar uma reflexão à luz de novos ideários, que surgiram desde a década de 90, os quais puderam em primeira mão realizar um prognóstico sobre o arcabouço ideológico do neoliberalismo. E possibilitar uma reflexão no intuito de provocar uma real apropriação pelos cidadãos do controle do seu próprio país, despertando-os para a permissividade excessiva estatal, pois assim está fundamentado na Constituição que “todo poder emana do povo”.

    Por: Vanessa Elenia de Brito Masullol Direitol 25/11/2009 lAcessos: 1,173

    O artigo discute o contexto da globalização e suas implicações no ambiente escolar, procura-se desenvolver uma trajetória com o objetivo de compreender o papel da escola nessa sociedade, definida como do conhecimento. Será a escola instrumento de reprodução ou ela pode e deve se posicionar frente as ondas globais?

    Por: Gilmar dos Santos Nascimentol Educação> Ensino Superiorl 25/10/2013 lAcessos: 42
    Valdec Romero Castelo Branco

    O trabalho procura destacar a atualidade do questionamento do padrão sistêmico de integração econômica difundido no pós-Segunda Guerra – a globalização. Discute-se os problemas do baixo dinamismo econômico no País na década de 1980 e 1990 e suas repercussões sobre os níveis de emprego. trata-se, também, do problema da educação como fator-chave na explicação da exclusão social no País. Na última parte analisa a questão demográfica e a sua inter-relação com a família.

    Por: Valdec Romero Castelo Brancol Educaçãol 20/07/2010 lAcessos: 3,479
    Patricia Braun

    Como é de conhecimento geral, o termo Globalização está cada vez mais difundido em nosso vocabulário. Mas, afinal, o que realmente significa este termo? E quais são as suas variações e conceitos? O presente trabalho tem como objetivo esclarecer o conceito de globalização, principalmente o de Globalização Comercial, levando-se em conta conhecimentos básicos adquiridos ao longo da disciplina de Fundamentos de Economia.

    Por: Patricia Braunl Direitol 08/04/2014 lAcessos: 226
    Hélio Barbosa Hissa

    O presente trabalho tem por objetivo primordial demonstrar que o desemprego brasileiro ocorrido a partir do primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, e que se perpetua até hoje, deveu-se especialmente à política econômica neoliberal, instituída em 1989 no chamado Consenso de Washington, imposta aos países latino-americanos no sentido de sustar o processo inflacionário, mesmo que isso tivesse como conseqüência imediata o crescimento do desemprego.

    Por: Hélio Barbosa Hissal Finançasl 28/02/2008 lAcessos: 23,592 lComentário: 9

    Goiana está localizada na Microrregião da Mata Norte Pernambucana, economicamente representada pela agroindústria canavieira. Em 2010 (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, 2011) possuía uma população de 75.644 habitantes. Cidade interiorana com infraestrutura simples e segundo o INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (2008) caracteriza uma área de influência de Centro de Zona A. As indústrias desse município apresentam três tipos de situações: as indústrias de característica

    Por: albapazl Negócios> Administraçãol 09/10/2012 lAcessos: 176

    O presente artigo almeja a análise da ruptura do paradigma do desenvolvimento sustentável proposto na Conferência do Rio 92, em face de uma perspectiva problemática dos efeitos da globalização no cenário da cooperação internacional. Tais efeitos correspondem às dificuldades que a globalização representa para a imposição do desenvolvimento sustentável, visto que aquela é produtora de mudanças nos padrões de produção e consumo. Após tal análise, aspira-se construir estratégias e medidas que possib

    Por: thalissa fernandal Educação> Ensino Superiorl 28/07/2011 lAcessos: 946

    Começar um negócio próprio não é nada fácil. Quem já teve essa experiência sabe que as dificuldades parecem não ter fim, e a vontade de desistir ou voltar a vida de empregado, batem na porta com a saudade da rotina comum da maioria dos trabalhadores. Construir sua empresa requer uma paciência especial, porque problemas acontecem a todo instante e coisas que você nem imagina ou pensava em se importar, se tornam primordiais para o funcionamento dela.

    Por: 3xcelerl Negóciosl 22/10/2014
    Gustavo Rocha

    Uma interessante pesquisa do GEJUR aponta em inúmeros escritórios participantes, os meios e métodos de uso das metas de eficiência. Tema deveras polêmico, pois na maioria das visões que conheço e vivencio, ambas as partes (sociedade e advogados) reclamam dos métodos aplicados. De um lado, escritório, querem medir o desempenho para opor melhor crescimento do negócio e de outro lado os profissionais, que querem mostrar este desempenho para alcançarem maiores vôos… Divido a pesquisa:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 17/10/2014

    Com o crescimento das empresas, os empresários sentiram a necessidade de fiscalizar seus procedimentos internos, como não poderiam fazê-lo pessoalmente, precisavam de uma pessoa que emitisse seu parecer com sugestões de melhoria para os problemas apresentados foi a partir dessa fase que surgiu o auditor interno e externo. Com a competitividade, as empresas que passaram a utilizar dessa ferramenta, tornaram-se mais competitivas, utilizando-se de estratégias que lhe transmitisse mais segurança.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014

    A contabilidade gerencial contempla informações definidas pelos usuários (internos ou externos) como necessárias para as suas tomadas de decisões, e se for bem aproveitado, pode gerar valor à empresa e seus gestores. Dentro deste contexto identifica-se a contabilidade gerencial e financeira que se diferenciam por atenderem a públicos diferenciados e por tomarem como base dados tangíveis e intangíveis.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014
    Victor Hugo Oliveira dos Anjos

    Como trabalho de conclusão do Técnico em Gestão de Políticas Públicas é pertinente estudar a mobilização da sociedade civil para reivindicação de seus direitos e participação na criação de políticas públicas por meio das associações de bairro, a fim de entender a contribuição popular neste processo. Assim, investigar o papel das associações de bairro como mediador entre a população e o Estado é relevante para a compreensão da democratização dos agentes públicos e da efetivação dos direitos.

    Por: Victor Hugo Oliveira dos Anjosl Negóciosl 13/10/2014 lAcessos: 11
    Gustavo Rocha

    12 de Outubro, feriado, data da padroeira do Brasil Nossa Senhora, também data em que comemoramos o dia das crianças. Dia das crianças, uma data comercial, sem sombra de dúvidas. Mas, a reflexão que faço é sobre a nossa criança interior. Aquela criança que nunca deixará de ser nós mesmos em constante evolução. Qual a característica comum a todas as crianças: Curiosidade e não ter medo. Criança não tem medo do ridículo, ela se suja e está feliz.

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 12/10/2014
    Gustavo Rocha

    Divido com vocês um trecho do artigo do filósofo Mário Sérgio Cortella, sobre as novas gerações e seus dilemas. Vale a pena a leitura: Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 10/10/2014
    Gustavo Rocha

    Ao ler o título, muitos dirão que não é verdade: Chefia não tem sentimentos, eles tem sarcasmo e principalmente mau humor. Outro dirão que ao contrário, são muito emocionais. E há aqueles que são durões ou fingem ser durões. Ou ainda aqueles que dizem que são parceiros dos colaboradores e na verdade apenas querem o seu sucesso e nada além disto… Tantos modelos de chefes, não é mesmo? A Exame.com trouxe alguns pontos que devem ser questionados nestas reflexões. Vejamos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 08/10/2014

    O presente estudo visa contribuir com o aprimoramento do Painel Estratégico. Resgata a história e a evolução da experiência brasileira no desenvolvimento de painéis integrados abordando questões estratégicas, táticas e operacionais. A metodologia encerrada no Painel Estratégico substitui as decisões empíricas e intuitivas por uma administração pró-ativa, transparente e participativa, explicitando as potencialidades, oportunidades e ameaças.

    Por: Fernando Taveira de Almeidal Negócios> Gestãol 08/04/2012 lAcessos: 96
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast