O Lugar Da Administração No Mundo Da Ciência

Publicado em: 25/07/2009 |Comentário: 1 | Acessos: 6,061 |

Introdução 

            A intenção deste artigo é apresentar uma analise dos problemas que constituem o centro nevrálgico da ciência da administração, como de toda outra, procurando defini-los, fixando o seu conteúdo e estabelecendo um método adequado para sua investigação. 

            Para Taylor, a organização e a Administração devem ser estudadas e tratada cientificamente e não empiricamente.

            A improvisação deve ceder lugar ao planejamento e o empirismo, a ciência.

           Administração é a ciência que estuda os elementos que formam a decisão administrativa. Elementos esses, que integram e formam o conteúdo da ciência: racionais e psicológicos. Àqueles, de conhecimento geral do tipo didático, estes, referindo-se normalmente a organização, ou seja, a influência psicológica que determina a decisão.           

Administração: Ciência Política ou Arte Leiga?

            Será ciência? Será arte? Será ciência e arte? Essas perguntas expressam dúvidas, ainda não dissipadas, e indicam as controvérsias, ainda não desfeitas, a que o estudo da administração tem dado ensejo.

            Por entre as dúvidas e controvérsias suscitadas, facilmente se identificam quatro pontos de vistas distintos, bem estabelecidos: 

- É Ciência Social 

             Segundo LUTHER GULIK e L. URWICK (1937), emersa do desenvolvimento da ciência política, a ciência da administração é o sistema de conhecimento através do qual nos capacitamos a compreender as relações de causa e efeito, a predizer a ocorrência dessas relações e influir no seu curso, em qualquer situação em que serem humanos se associam para trabalhar juntos, em busca de fim comum.

             Contrapondo a conceituação explicitada, RAFAEL BIELSA (1955) crer ser necessário um outro raciocínio; distinguir entre o direito administrativo e a ciência da administração. Àquele cabe o estudo do organismo administrativo; a esta o estudo da ação do objeto da administração pública. Sustenta ainda que a ciência da administração não é ciência social porque não tem por objeto o estudo das funções sociais, se bem que estas entrem virtualmente no seu domínio. Entretanto, concede: a ciência da administração é, de algum modo, ciência política, no sentido de que é uma política específica de aplicação imediata a cada objeto ou matéria de administração pública.

              Já para as pessoas que se notabilizaram pelo domínio das ciências exatas, consideram a administração uma arte leiga e, tendem a ridicularizar os esforços dos chamados cientistas sociais, sustentando que não há ciência nos negócios sociais e que jamais haverá ciência nesse domínio.

              O positivismo lógico, por um lado, execra a metafísica e dispensa o concurso da ética; por outro lado, preconiza a experimentação e deposita a mais ampla confiança na análise lógica rigorosa como método de elaboração da ciência.

              Pondo em dúvida o status de ciência da sociologia, da antropologia cultural, da política e da própria economia, que lidam com juízos  de valor, os chamados cientistas exatos naturalmente relutam em reconhecer na administração mais que um conjunto de falazes regras práticas, derivadas muito mais de provérbios do que de princípios.

- Ciência e Arte

              Exatamente como a medicina, a administração  pode ser uma ciência e, ao mesmo tempo, uma arte. Designa simultaneamente um campo de inquérito intelectual, uma disciplina ou estudo, e um processo prático ou atividade. Trata-se de uma diferença similar à que existe entre biologia, estudo dos organismos, e os organismos propriamente ditos. Assim como houve organismo, isto é, o objeto de estudo biológico, antes de haver biologia, ciência que estuda os organismos, assim também é possível identificar-se, de um lado, uma série prática, as atividades administrativas propriamente ditas, e de outro, a ciência da administração, ou seja, o estudo dessas atividades.

 - É Ciência Aplicada

              O processo administrativo é, ou pode vir a ser, uma ciência aplicada, em que se utiliza o conhecimento das regularidades empíricas para realizar determinados propósitos,  embora não se possa escapar à influência dos valores abstratos. Na administração como processo, nem sempre é possível isolar aquilo que é, daquilo que deve ser. Isso significa que o administrador não é guiado apenas por critérios intelectuais, baseados em categorias de fato, mas sofre, também, a influência de critérios morais, baseados em juízos de valor. Essa circunstância constitui, alias, o pomo de discórdia entre os que separam e os que fundem a política e a administração.

              A política interessa-se pelo que deve ser: logo, opera com base em valores abstratos, não se confundindo com a administração, como ciência, que deveria ater-se ao que é.

 - É uma das Belas Artes

              Para Ordway Tead, a administração é uma das belas artes. Trata-se da estreita associação de pessoas subordinantes e subordinadas, para perseguirem objetivos previamente fixados, em outras palavras, é o caráter pluralístico do esforço administrativo. Entende ele por administração o conjunto de atividades dos indivíduos (executores) que, numa organização, têm o encargo de ordenar, movimentar e facilitar os esforços associados de um grupo de pessoas reunidas para levar a efeito propósito definido.

             Torna-se evidente que tais esforços somente serão produtivos e harmoniosos, se houver boa administração. Conseqüentemente, nenhuma organização pode prescindir de analisar, compreender e por em boa marcha as atividades administrativas.

              No parecer de Tead, ainda é precário o corpo de princípios gerais, suscetível de afiançar à administração o nome de ciência. Esforça-se por demonstrar, entretanto, a existência de um conjunto de atitudes, critérios e métodos de tratamento, que podem ser úteis, senão essenciais, a muitos tipos de organizações e situações.

              A esse conjunto de atitudes, critérios e métodos chamam arte da administração. A aplicação desses critérios e métodos a situações específicas constitui uma arte, que exige grande habilidade, discernimento e fortaleza moral. Com efeito, tão engenhosamente constituída é essa habilidade, tão valiosa os seus frutos, tão profunda a sua influência, que bem merece ser reconhecida como uma das belas artes.

              Em abono a sua tese, Tead cita o conceito de Whitehead: "uma arte  expõe a consciência um fragmento finito do esforço humano em busca de sua própria perfeição, dentro de seus próprios limites". Acrescenta que, na sua modalidade mais elevada, a administração expõe um fragmento finito da criatividade humana em luta para atingir, através da conjugação harmoniosa da diligência e dos resultados, o seu próprio tipo de perfeição. Conclui, que para o exercício da administração, exige-se uma combinação de talentos especiais a serviço de uma obra da colaboração, indispensável  à vida civilizada de nossos tempos.

Uma análise

              Ignorar o caráter científico dessa emergente disciplina social seria, já agora, indício de temeridade e até, quem sabe, de obtusidade intelectual.

              Para se ter uma idéia, no contexto brasileiro, as ferramentas que vem sendo usadas para conseguir modernizar-se, a ciência e a tecnologia é uma das que tem recebido considerável  e explicita atenção. E, é justamente a ciência da administração  que vem despontando como uma das necessidades a serem socorridas pelo labor intelectual dos cientistas sociais, especialmente de administradores, sociólogos  e economistas.

              Contudo, a tarefa de pensar sobre as realizações de uma organização, planejar as suas atividades e ajustar os seus conflitos, representa uma das fases mais importantes da administração. Fase sutil, extremamente delicada, exige infinita habilidade do administrador. Se este a desempenha bem, assemelha-se ao artista, pelo que a administração passa a ser, de certo modo, uma das belas artes.

 E as Dúvidas persistem  ...

              Será arte? Será ciência? Será ciência e arte? Será ciência aplicada? Será uma das belas artes?

              É provável que não exista na atividade humana uma área tão importante quanto a administrativa, isto porque sua missão é a de estabelecer uma conformação ambiental que propicie uma operação eficiente e eficaz das pessoas que trabalham em grupos organizados.

             A civilização moderna vem se tornando, a cada dia mais, um esforço cooperativo. Nos negócios, nos governos, na igreja ou em quaisquer outras formas de empreendimentos, a eficácia do trabalho coletivo no sentido do atingimento dos objetivos comuns depende enormemente da capacidade daqueles que ocupam posições administrativas. Será irrelevante o desenvolvimento cientifico, se não se tiver essa capacidade.

              É o reconhecimento deste fato à luz da complexidade, mutabilidade e da dura competição social atual que tem gerado uma crescente ênfase na melhoria da administração. Isso ocasiona uma procura acelerada de fundamentação científica para a pratica administrativa.

              O desenvolvimento de qualquer ciência exige a estrutura conceitual da teoria e seus princípios. Há algum tempo tem havido por parte de inúmeros praticantes e observadores da administração o reconhecimento de que certos princípios são subjacentes ao processo administrativo. Porém, tais princípios e técnicas, quase sempre isolados e não relacionados, se ressentem da falta de uma estrutura aceitável que permita uma união sistemática. Em função disto muitas importantes descobertas de pesquisas relativas a todos os aspectos da administração tem mostrado uma tendência ao isolamento e ao desmembramento que tem limitado acentuadamente a utilidade do novo conhecimento para a melhoria da prática de administração.

               Devido a suas limitações físicas, biológicas e psíquicas o homem tem achado necessário cooperar com outros homens para a obtenção da grande maioria de seus objetivos. É fato inquestionável que o homem deseja obter o máximo em realização de objetivos com o mínimo gasto de tempo, dinheiro, incômodos, etc... . Este desejo de atingimento de metas através da cooperação, e de fazê-lo de forma eficiente, está presente onde a ação grupal envolver objetivos comerciais, militares, religiosos, filantrópicos ou sociais.

              As pessoas ao se organizarem formalmente para alcançarem objetivos comuns percebem o caráter essencial da existência da administração, que traduzindo, num sentido genérico, poder-se-ia dizer que é a tarefa de criação de um ambiente interno para que o esforço organizado possa realizar objetivo grupal. Ao coordenar a atividade grupal, o agente administrador planeja, organiza, designa pessoas, dirige e controla.

              Embora a organização dos homens para a consecução de objetivos comuns exista há séculos, somente a partir da 2ª Guerra Mundial desenvolveu-se uma "ciência da administração". A partir do final daquele conflito, tornou-se consciente de que a qualidade da administração é importante para a vida moderna, o que provoca análises e estudos extensivos do processo administrativos e de seu "meio ambiente".

Administração: "Ciência ou Arte?"

             Culturalmente, a sociedade atual é caracterizada por avanços de caráter revolucionários e velozes das ciências físicas e biológicas. Enquanto que a velocidade do progresso das ciências sociais é bem mais lenta. Entrementes, a não ser que o homem aprenda a dominar os recursos humanos e a coordenar as atividades das pessoas, a ineficiências e os gastos continuarão a imperar na aplicação dos descobrimentos técnicos. Pensemos, por exemplo, no incomum desperdício dos recursos materiais e humanos, quando os objetivos não são atingidos. Compreendemos quando assim procedemos, que as ciências sociais estão longe de cumprir suas tarefas de traçar diretrizes e dirigir a ação social.

              É também fato que algumas ciências sociais progrediram mais depressa que outras. Exemplo disto é a Teoria Econômica que com todas as suas deficiências alcançou grandes progressos ao explicar que cursos de ação logram um volume de produção ótimo com um gasto mínimo de mão de obra e de capital. Porém, os princípios econômicos pressupõem que os objetivos econômicos podem ser alcançados através da coordenação da atividade humana e que a empresa, ou grupos de empresas, são bem administrados. Ciências sociais como Sociologia e Antropologia realizaram importantes avanços na explicação cultural do homem. Embora os fundamentos dessas ciências se caracterizem por serem incompletos e abstratos, as teorias permitiram aos cientistas sociais compreenderem nossa sociedade.

              O estudo e a análise da administração ficaram atrasados em comparação a outras ciências até recentemente quando efetivamente passou-se a utilizar eficientemente o método científico.

              A ciência explica fenômenos. Tem sua base na racionalidade da  natureza, na idéia da existência de relações  entre duas ou mais series de eventos. A essência da ciência é o conhecimento sistematizado através da utilização do método científico numa determinada área. Desse modo, por exemplo, falamos de uma ciência da Astronomia ou da Física para indicar conhecimento acumulado, formulado com referência à descoberta de verdades "gerais" nessa área. A ciência é sistematizada no sentido de que se determinem relações entre variáveis e limites e se descobrir princípios subjacentes.

              O Método Científico, pois, compreende a determinação de fatos através da observação de acontecimentos ou coisas e verificação da exatidão desses fatos através de observações continuadas. Após classificação e análise dos fatos, o cientista procura e encontra certas relações causais que acredita serem verdadeiras. A estas generalizações dá-se o nome de hipóteses, que são testadas  e verificadas suas exatidões. Quando verdadeiras as hipóteses, ou seja explicam ou refletem a realidade, ter-se-á validade para prever os fatos em circunstâncias similares. As hipóteses assim verificadas  tem o nome de princípios.

              A aplicação metodológica para o desenvolvimento de princípios não elimina as dúvidas. Toda e qualquer generalização, mesmo as comprovadas, estão sujeitas a posterior pesquisa e análise, e, daí, podem ser modificadas por novos conhecimentos e fenômenos.

            Segundo John F. Hallf, pesquisador da teoria de administração, "se desejarmos que os princípios expliquem o comportamento  administrativo, eles terão que ser formulados de modo a predizer resultados". Ou seja, apesar do uso dos vários princípios, não se declara explicitamente que um certo curso de ação trará "bons" resultados. Isto é subentendido. Já que os princípios são propostos para predizer resultados em circunstâncias  dadas, devemos ter em mente o que se considera como "bom". No caso, o padrão proposto é a obtenção eficaz dos objetivos empresariais, sejam eles econômicos, políticos, educacionais, sociais ou religiosos.

             Isto inclui o objetivo de manter empresas organizadas com um esforço conjunto durante certo tempo, de zelar pela sobrevivência do grupo até a consecução dos objetivos básicos. A maioria das empresas tem nestes objetivos um processo tão contínuo que sua sobrevivência é indefinida.

Administração: uma Ciência Inexata

              É comum que as ciências sociais são ciências "inexatas",  comparadas às ciências físicas  "exatas". Por vezes, também, afirma-se que a administração é talvez a mais inexata das ciências sociais.

              É certo que como ciência social, a administração trabalha com fenômenos complexos acerca dos quais pouco se sabe. Tão certo como a estrutura e o comportamento do átomo são menos complexos que a estrutura e o comportamento de grupos de indivíduos. Porém, não devemos esquecer que mesmo na mais exata das ciências – a Física – existem pontos em que o conhecimento científico é substituído por especulações e hipóteses. E à medida que saímos das áreas há muito exploradas pela Física para a das ciências biológicas, constata-se que as áreas de exatidão tendem a diminuir.

              Uma vez que todas as áreas de conhecimento possuem zonas imensuráveis de desconhecido, uma abordagem cientifica a administração  não pode esperar até que se possa evoluir uma ciência exata da administração. Houvessem as ciências físicas e biológicas de tal forma esperado, o homem poderia estar ainda vivendo em cavernas.

              É claro que as observações de administradores perceptivos têm de fazer as vezes dos desejados fatos "provados em laboratório" do cientista da administração, pelo menos até que tais fatos possam ser determinados. Provas estatísticas dos princípios de administração são desejáveis, mas de nada valeria esperar tais provas antes de dar crédito aos princípios derivados da experiência. Afinal, ninguém conseguiu apresentar provas da Regra Áurea, no entanto pessoas de muitas religiões aceitaram este preceito fundamental como guia comportamental durante séculos, e poucos duvidaram de que a sua observância melhorava a conduta humana.

             Ao observarmos a administração em geral, de um ponto de vista intelectual e científico, verificamos que suas primeiras contribuições partiram de administradores experientes tais como Taylor, Fayol, Mooney, Alvin Brown, Sheldon, Barnard e Urwic, entre outros.

             A maior parte das proposições da administração se baseia na experiência desses e de outros praticantes. Reconhece-se que, não obstante, grande parte das pesquisas foi realizada sem questionários, entrevistas controladas, experimentos de laboratório, ou matemática, mas dificilmente podem ser rotuladas como "de gabinete" ou "míope" em relação a observação experimentada. Não resta dúvida, pois de que a administração é uma ciência inexata. Mas, devemos ter em mente as seguintes perguntas:

            a) o emprego da teoria disponível ou postulada nos ajuda a compreender a administração e é valiosa para o aprimoramento da prática administrativa atual?

            b) estaremos em melhor situação utilizando tal teoria agora – ou aguardando até um futuro talvez remoto quando a ciência possa ser "provada"?

            c) tal teoria ajuda a substituir confusão por racionalidade?

            d) fortalece a objetividade na inteligência e prática da administração?

 Administração: a Ciência e a Arte

            O know-how, segundo Chester I. Barnard, "o conhecimento para comportamento", para se atingir um resultado desejado e concreto, se socorre da tecnologia prática que pode tornar-se uma arte aplicada. Tal arte, seja na Medicina, Música, Engenharia ou Administração,  é um dos mais criadores dentre os empreendimentos humanos. Sua tarefa é criar aplicações úteis do conhecimento cientifico.

              Ciência e arte não são excludentes entre si no campo das realizações, mas sim complementares. Quando a ciência progride, o mesmo acontece com a arte, como sucedeu com as ciências  físicas e biológicas. Sem a ciência o médico, por exemplo, se converte num charlatão: com ela, num cirurgião habilidoso. O administrador que gere sem uma teoria tem de confiar na sorte e na intuição; com uma teoria credenciada ele pisa num terreno mais firme. Mas o conhecimento de princípios ou de teoria não será garantia de prática bem sucedida, pois não existe  ciência em que se saiba tudo e todas as relações estejam provadas. É necessário um conhecimento perceptivo de técnicas ao usar a teoria cientifica. Isto é verdadeiro no diagnóstico de enfermidades, na concepção de pontes, ou na administração de uma companhia. Os que diagnosticam "segundo o manual", ou projetam seguindo estritamente a fórmula, ou administram por memorização de princípios, com certeza, se descuidarão das realidades práticas. Relevante entre essas realidades práticas é o fato de que a situação a ser solucionada pode não ser exatamente aquilo que um principio procura abranger. Mas ao desconsiderar princípios, o custo em termos do resultado final tem de ser calculado. A capacidade de comprometer com a menos total das conseqüências indesejáveis é em si mesma uma arte.

Desta forma:

                a Administração é a Arte de, através das pessoas, atingir objetivos preconizados com um mínimo de custos, utilizando para tal os princípios científicos!  

Referências Bibliográficas:

BIELSA, Rafael – Ciência de la Administracion – 2ª Edição – Depalma – Buenos Aires – 1955 – Biblioteca da UnB

CAMPBELL, Norman – Brochura – What is Science? Dover Publications, Inc. NY – 1921 Biblioteca da UnB

CHIAVENATO, Idalberto – Introdução a TGA – Vol. I – 4ª Edição – Makron Books do Brasil Editora – São Paulo – 1993

KOONTZ, Harold & O'DONNELL, Cyril – Princípios de Administração – Uma Análise das Funções Administrativas – Vol. I – Livraria Pioneira Editora  - São Paulo – 1968

ORDWAY, Tead – A Arte da Administração – Biblioteca de Administração Pública, FGV – 1970

Revista de Administração de Empresas – Vol. 22, nº 1, Pág. 95 a 105 – 1987

RAYMUNDO, Paulo Roberto - O que é administração - São Paulo - Ed. Brasiliense, 1992 (Coleção Primeiros Passos)

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/negocios-artigos/o-lugar-da-administracao-no-mundo-da-ciencia-1069163.html

    Palavras-chave do artigo:

    administracao

    ,

    ciencia

    ,

    estudo

    Comentar sobre o artigo

    Julio Cesar S. Santos

    Inúmeros autores vêm divulgando que Administração Científica foi um modelo de administração – criado no fim do século 18 – que se baseava na aplicação de métodos científicos, com a principal intenção de garantir o melhor custo / benefício aos sistemas produtivos da época. Porém, o que poucos escritores mencionam é que os métodos utilizados por Taylor – e demais colaboradores da Gestão Científica – eram oriundos da Revolução Científica pela qual o mundo passou, um século antes desses acontecimen

    Por: Julio Cesar S. Santosl Negócios> Administraçãol 08/01/2013 lAcessos: 52
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    Por: ROBERTO DE ANDRADE SALESl Negóciosl 14/06/2013 lAcessos: 50
    Nelson B. Sousa

    Vamos falar um pouco sobre a história da Administração. Seu surgimento, evolução e idéias durante o passar dos anos. Como era e como se entende hoje a Profissão de Administrador de Empresas. Texto baseado no original do informativo CRA/2005-Da autora Luncinda P Gomes.

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    Marcelo Ferreira

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    O tema desse estudo é a logística na administração de materiais, visa a administração de materiais de uma forma onde os processos direcionem para custos mais baixos e um nível de serviço de alta produtividade, sem perder a qualidade e a confiabilidade do serviço prestado para o cliente interno e externo.

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    Trata-se de uma artigo referente a administração na sua plenitude achei que os leitores desse site deveriam ter o privilegio em ler esse material

    Por: Jazonl Negócios> Administraçãol 22/01/2010 lAcessos: 2,288 lComentário: 1

    O tema deste artigo é o uso do controle interno na administração pública em suas interações quanto à desburocratização da máquina pública. Indubitavelmente, a realização de um estudo exploratório, pode ser justificado face às melhorias constantes da eficiência da Administração Pública. Frequentemente gestores públicos responsabilizam as dificuldades que enfrentam diante do elevado gasto público face à insuficiência de recursos disponibilizados pelo Estado e pela União. Nesse sentido, frente

    Por: Daniely Ferreira de Abreul Negócios> Administraçãol 29/08/2011 lAcessos: 665

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    Por: 3xcelerl Negóciosl 22/10/2014 lAcessos: 11
    Gustavo Rocha

    Uma interessante pesquisa do GEJUR aponta em inúmeros escritórios participantes, os meios e métodos de uso das metas de eficiência. Tema deveras polêmico, pois na maioria das visões que conheço e vivencio, ambas as partes (sociedade e advogados) reclamam dos métodos aplicados. De um lado, escritório, querem medir o desempenho para opor melhor crescimento do negócio e de outro lado os profissionais, que querem mostrar este desempenho para alcançarem maiores vôos… Divido a pesquisa:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 17/10/2014

    Com o crescimento das empresas, os empresários sentiram a necessidade de fiscalizar seus procedimentos internos, como não poderiam fazê-lo pessoalmente, precisavam de uma pessoa que emitisse seu parecer com sugestões de melhoria para os problemas apresentados foi a partir dessa fase que surgiu o auditor interno e externo. Com a competitividade, as empresas que passaram a utilizar dessa ferramenta, tornaram-se mais competitivas, utilizando-se de estratégias que lhe transmitisse mais segurança.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014

    A contabilidade gerencial contempla informações definidas pelos usuários (internos ou externos) como necessárias para as suas tomadas de decisões, e se for bem aproveitado, pode gerar valor à empresa e seus gestores. Dentro deste contexto identifica-se a contabilidade gerencial e financeira que se diferenciam por atenderem a públicos diferenciados e por tomarem como base dados tangíveis e intangíveis.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014
    Victor Hugo Oliveira dos Anjos

    Como trabalho de conclusão do Técnico em Gestão de Políticas Públicas é pertinente estudar a mobilização da sociedade civil para reivindicação de seus direitos e participação na criação de políticas públicas por meio das associações de bairro, a fim de entender a contribuição popular neste processo. Assim, investigar o papel das associações de bairro como mediador entre a população e o Estado é relevante para a compreensão da democratização dos agentes públicos e da efetivação dos direitos.

    Por: Victor Hugo Oliveira dos Anjosl Negóciosl 13/10/2014 lAcessos: 11
    Gustavo Rocha

    12 de Outubro, feriado, data da padroeira do Brasil Nossa Senhora, também data em que comemoramos o dia das crianças. Dia das crianças, uma data comercial, sem sombra de dúvidas. Mas, a reflexão que faço é sobre a nossa criança interior. Aquela criança que nunca deixará de ser nós mesmos em constante evolução. Qual a característica comum a todas as crianças: Curiosidade e não ter medo. Criança não tem medo do ridículo, ela se suja e está feliz.

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 12/10/2014
    Gustavo Rocha

    Divido com vocês um trecho do artigo do filósofo Mário Sérgio Cortella, sobre as novas gerações e seus dilemas. Vale a pena a leitura: Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 10/10/2014
    Gustavo Rocha

    Ao ler o título, muitos dirão que não é verdade: Chefia não tem sentimentos, eles tem sarcasmo e principalmente mau humor. Outro dirão que ao contrário, são muito emocionais. E há aqueles que são durões ou fingem ser durões. Ou ainda aqueles que dizem que são parceiros dos colaboradores e na verdade apenas querem o seu sucesso e nada além disto… Tantos modelos de chefes, não é mesmo? A Exame.com trouxe alguns pontos que devem ser questionados nestas reflexões. Vejamos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 08/10/2014

    O presente artigo aborda o envelhecimento humano focando o idoso na era contemporânea. Delimitar tal tema através de conceitos não é fácil, tendo em vista que requer um conhecimento amplo de como esse segmento da sociedade está inserido no processo de construção social pois não se pode negar esta realidade visto que, tal processo é mundial e a sociedade deve aprender a se relacionar com o idoso ainda que não existam ocupações específicas para eles na contemporaneidade.

    Por: Pedro D`arc Rocha dos Santosl Notícias & Sociedade> Cotidianol 13/08/2011 lAcessos: 718

    Segundo GIL (1994) A Administração de Recursos Humanos surge em decorrência do crescimento das organizações e do aumento da complexidade das terefas de gestão de pessoal. Seu desenvolvimento confunde-se com a própria História da Administração e pode ser apresentado segundo algumas etapas que serão descritas no presente trabalho acadêmico.

    Por: Pedro D`arc Rocha dos Santosl Negócios> Gestãol 24/08/2009 lAcessos: 70,285 lComentário: 8

    A gestão de pessoas vem evoluindo ao longo do tempo, fazendo com que novas práticas de gestão de recursos humanos fossem adotadas pelas organizações onde o desempenho e o potencial de uma pessoa estão ligados aos conhecimentos, habilidades e atitudes que a mesma possui, os quais contribuem para a geração de valor para a organização, fazendo com que o desempenho individual, reflita no desempenho da organização como um todo.

    Por: Pedro D`arc Rocha dos Santosl Carreira> Recursos Humanosl 24/07/2009 lAcessos: 5,140 lComentário: 2

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    Sandro Silva 08/09/2010
    Para Drucker, Administração não é ciência e não é arte. Para ele, Administração é prática, assim com é a medicina.
    Pelo que entendo, ninguém se torna médico senão pela prática da medicina: começa no banco da faculdade, evolui para a dissecação de rãs, cadáveres até chegar aos pronto-socorros e consultórios. É a prática médica que transforma o estudante de medicina em médico.
    Entendo que seja algo parecido que acontece com os Administradores. Não é as horas nos bancos das faculdades e nem o diploma que os transformam em Administradores. É a prática na vida corporativa que forja o Administrador.

    Contudo, o debate é bom e ajuda a esclarecermos melhor certos aspectos que parecem pacificados, mas que escondem muita possibilidades! Parabéns pela iniciativa de debater esse assunto.
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