Um estudo da criatividade e da inovação nas politicas de gestão de pessoas enquanto ferramenta administrativa contemporanea organizacional

Publicado em: 24/05/2013 |Comentário: 0 | Acessos: 62 |

RENAN R. POGGI DE FIGUEIREDO

RECIFE-PE

2013

1 INTRODUÇÃO     

O temaqual iremos abordar doravante é de extrema complexidade e demasiado conflituoso, em sua rica abordagem. Perceberemos no avanço deste colóquio que somos seres construtores de ideias, consequentemente ideias criativas, inovadoras e contemporâneas, então subtende-se que , necessitamos das mais diversas perspectivas para construção das mesmas.

Entender precipuamente a origem da criatividade, que são as ideias, como elas crescem, significam e ressignificam-se dentro do ambiente criativo do ser, é foco principal desta pesquisa. Esta ira viajar pelas mais diversas compreensões da criatividade, das origem das ideias e dos frutos que poderão ser colhidos no ambiente sócio- organizacional.

A compreensão histórica a respeito da criatividade vem sendo vivenciada desde as mais primitivas eras, pois como ponto de partida entenderemos a criatividade enquanto capacidade de pensar e associar pensamentos inovadores todavia não necessariamente originais, de catalisar e réassociar estímulos intrincicos e extrincicos cada vez mais complexos, este mecanismo de sobrevivência e evolução não é um achado moderno, é uma competência inata e bío-espiritual, o que é novo, e altamente convidativo ao estudo, é a possibilidade de gerenciar e incentivar este mecanismo como fomentador de inovação dentro das organizações atuais.

Com o passar das décadas uma percepção tão volátil passou a ser academisada, estudada e por consequente adquiro os sub-formatos pertinentes a cada linha de pesquisa que tentou desvenda-las.

A ousadia deste mestrando que vos escreve, imbuída da mais alta humildade acadêmica, tentará apresenta-los por meio deste colóquio a respostas mais claras e que possivelmente levarão a construção de respostas para suas próprias problemáticas gerencias a respeito deste tema.

 Alguns questionamentos que me incomodavam e automaticamente tiravam-me da minha zona de conforto, foram premissas para que eu pudesse mergulhar mais aprofundadamente nas informações disponíveis, apaziguando o borbulhante mundo das minhas ideias, ideias estas que me geravam questionamentos e problemáticas, tais como; das teorias mais marcantes da criação das ideias, de onde a ideia vem? Quais percepções e teorias temos ate hoje a respeito da criatividade? E das informações a respeito do poder de indução, gerenciamento e resultados otimizados encima da ação criativa dentro das empresas; Foram estas minhas mais incisivas problemáticas no desenvolvimento deste.

Como não poderia ser diferente, embora minha proposta seja sim, de contrapor sensos, e apresentar mais de um ponto de vista, promover uma construção encima do questionamento viabilizados por autores como Freud (1911-1995), Kardec (1804-1869), Cury (1958) , entre outros grandes estudiosos, todavia estou certo que devo ser lhano convosco, leitor, e assumir que ao ler estas laudas atentem-se na hora de construir vossas convicções acadêmicas encima do que aqui esta escrito, para que, existe sim uma predileção pelo marco acadêmico psicanalítico neste escrito.

Não que este seja de minha preferencia radical, vejo as teorias enquanto lados de um prisma e quanto mais lados, mais cores e mais percepções teremos,  transformando o saber em um espetáculo cada vez mais bonito e mais complexo de ser vivenciado. Em contra partida teremos mais recursos para fomentar nosso inacabável trabalho de pesquisa acadêmica e exercício profissional.

Não obstantemente, é a orientação doutrinaria das linhas de pesquisa neste modelo didático no qual estou mergulhado durante o curso Striptum senso de mestrado, e que me comprometi a cumpri-lo e desenvolve-lo conforme a orientação deste tão respeitoso instituto de docência superior no qual me encontro participante e receptor de um carinho imenso.                                                                      

2 JUSTIFICATIVA       

Justificar a escolha de tal temática seria supérfluo na construção de uma tão rica proposta, basicamente o que justifica a escrita deste colóquio acadêmico é  a possibilidade de levantar debates, de criticar e de avaliar hipóteses auxiliando na construção e ressignificação de conceitos.

Necessitamos nos reinventar cotidianamente, as possibilidades aparecem ou são criadas por meio de uma necessidade imperativa da sociedade moderna, dia a pós dia as mente já não se contentam mais com as mesmas informações e as possibilidades de consegui-las são cada vez maiores e mais acessíveis, não necessariamente enquanto informações novas, geralmente são reconstruções ou remodelamentos das mesmas informações ou ideias já existentes em um padrão revisto e melhorado, todavia com maior acessibilidade e facilidade de absorção.

A relevância social a deste tema são inúmeras e cita-las apenas iria reduzir as possibilidades de debate, portanto deixarei a encargo do texto que estará no marco teórico apontar estas relevâncias que certamente ainda serão limitadas pois cada um de nos temos nossas próprias relevâncias relacionadas ao uso da criatividade nas organizações.

O estágio de evolução acadêmico que esta pesquisa apresenta ainda é inicial, contudo há uma tendenciada de aprofundamento neste sentido. Compreender de onde este fenômeno surge e de qual forma pode ser cataliso e gerenciado é incontestavelmente de uma magnitude inimaginável para o enriquecimento sócio organizacional, uma vez que compreendemos que a capacidade de criar e inovar é combustível para a renovação das organizações.

 3 OBJETIVOS     

  O objetivo deste artigo é tentar minimizar as lacunas de estudo a respeito da criatividade e da inovação enquanto processo social e mergulhar de forma mais enraizada nas suas origens psico-cognitivas e compreensões modernas organizacionais

São muitas as possibilidades encontradas para analisar tal tema, no entanto auferira-se a linha psicanalítica de analise comportamental. Tentando não haver uma deslembrança nas demais linhas de compreensão.

 3.1 Objetivo Geral 

             Este artigo teve por objetivo geral analisar, criticar e propor novos conceitos a respeito da criatividade e da inovação sócio organizacional humanizada, levando em conta padrões acadêmicos sociais e organizacionais contemporâneos, os quais prezam pela compreensão das ferramentas psicológicas e estrategicas enquanto mecanismo de alcance organizacional e na gestão de pessoas.

 3.1 objetivos específicos

Os objetivos específicos foram normatizados no sentido de produzir conhecimentos mais aprofundados, direcionando este estudo em um sentido descritivo exploratório quando diz respeito a estas ferramentas estudadas.

Sendo assim seccionados em tópicos como: 1. Origens e possibilidades sociais da criatividade e da inovação.  2.  Criatividade e inovação enquanto desfibriladores organizacionais na gestão de pessoas.

                                                      

 4 MARCO TEÓRICO

Quando falamos em criatividade e inovação nos deleitamos em uma serie de possibilidades que permeiam o estudo da temática, inferir novas colocações e aferir a veracidade ou concordância com estudos menos contemporâneos se faz necessário na construção de novas teses a serem apresentadas.

A criatividade e a inovação são motores propulsores da nossa sociedade moderna.  Tal tema movimenta bilhões de reais em todo mundo nas mais diversas áreas e atuação profissional, desde as empresas de recolhimento de lixo ate as mais sofisticadas corporações de comunicação social, seja ela de rede aberta ou fechada.

De acordo com as inferências de Amorim e Frederico (2013,s/p):

A criatividade, característica da força de trabalho, e a inovação, resultado da criatividade na forma de mercadoria, são imprescindíveis para a acumulação capitalista. A criatividade é imaterial, não mensurável em termos de trocas relativas, enquanto a inovação assume a forma de processos ou produtos.

  

Entendemos assim que, como de fato é, as alavancas da criatividade e da inovação são bens imateriais, intangíveis que uma sociedade moderna e predominantemente capitalista tenta racionalizar através da materialização desta ou seja produtos, que serão a posteriore inovados e incrementados alimentando um inconsciente coletivo de consumo. 

Como é fantástico falar destas ferramentas sócio organizacionais, é inevitável aborda-las sem tangenciar as mais diversas áreas da ciência. Percebam que, ao estimular tais linhas de raciocínio pertinentemente atingimos áreas como a administração publica ou as ciências politicas e econômicas.

Habitamos um mundo capitalista, de linhas tênues entre o clássico e o brega, entre o inovador e o louco e tais linhas iram dirimir-se somente com a analise da formação de personalidade que nos é dada pela vida, nos estímulos comportamentais que são inferidos pela sociedade, nos aspectos tangencias de uma macro moral e de uma micro moral.

Para o capitalismo a criatividade e a inovação são constantemente estimuladas em uma busca incessante pelo poder, em uma procura insana pelo controle de um mercado competitivo que traz consigo condições macro e micro econômicas necessárias para a existência e renovação da organização.

Desde as experiências de Hawthorne, ou mesmo antes de forma impirica, ateo surgimento dos atuas departamentos de criação, que as empresas veem investindo na busca pelo novo a destresa no ato de de criar e inovar é simbolo de poder intelectual, mesmo que este seja tacito.

 Hodienamente estes departamentos de pesquisa, hoje ja localizados dentro de um organograma organizacional, interfaceiam-se com as grandes instituições de ensino superior na finalidade de condusir perquirições e dialogar a repeito de descobretas inovadoras para o mercado, o investimento em tal negocio é atrativo e altamente estimulante uma vez que para este grupo justifica de longe a busca de alta lucratividade e maximo rendimento do corpo de colaboradores.

Enquanto "organismo", a organização, esta é fadada ao nascimento, desenvolvimento, talvez reprodução e fatidicamente a morte. Levando a uma reflexão mais apurada do conceito voltada a compreensão capitalista, poderíamos dizer que encontramos o elixir da juventude para empresas, pois uma vez presente, na ultima estancia de sua vida no precipício do desencarne, se reinventariam e assim perpetualisam-se pela eternidade.

Quando abordamos em cima de uma visão socialista radical, os apelos da sociedade de ciências psicológicas a respeito, é voltada a salubridade coletiva e a igualdade de direitos, trazendo um sentido mais humanizado a criatividade e a inovação. Para estes, a criatividade e a inovação fazem sim parte de um contexto, porem um contexto intimista de superação de barreiras ou cerramentos de Gestalt na finalidade estritamente clinica-social, voltada a realização de uma saúde publica coletiva e fomentadora de igualdades sociais.

Para poder exemplificar melhor, um autor chamado, Schumpeter (1982, apud AMORIM E FREDERICO, 2013) comenta:

o desenvolvimento econômico depende, em última instância, da inovação tecnológica, da introdução e difusão de novas invenções geradoras de mudanças estruturais denominadas "destruição criativa", em substituição a antigos hábitos de consumo por novos. O empresário inovador é o herói da saga do desenvolvimento social e econômico, por meio do qual a sociedade tem acesso a padrões de vida mais elevados.

     Complementando tão ricas percepções, para apenas iniciarmos nossos contrapontos construtores de saber, considerei importante colocar a ponderação de um dos mais ilustres pesquisadores das ciências socialistas, Karl Marx (1983) quando ele coloca as duas citações em uma milimétrica balança que a meu ver encontra-se muito bem balizada, habilitando-o a construir um meio termo, ponderando a necessidade organizacional a criatividade e inovação, com a percepção humanista do processo, colocando estas ferramentas enquanto geradoras de ações consequenciais e interligadas,e não enquanto fomentadoras insanas de lucro e perenidade existencial.

Marx (1983, s/p.) diz:

Inovação é igualmente fundamental para o chamado desenvolvimento econômico, porém, não como resultante do pendor inovador de um grupo de empresários, mas como forma de aumentar a extração de mais-valia relativa do trabalhador, esta, por sua vez, origem do lucro. Dada a competição crescente entre capitais, ampliar a taxa de lucro é condição de sobrevivência das organizações.

Estas são apenas pequenas inferências a respeito de tão rico colóquio, muito ainda será descoberto, muito será criado e muito será inovado. No que me parece que para estudar tão rico tema temos que compreender que tudo isso excreta de forma muito natural, por tanto uso a terminologia excretar, pois estamos nos referindo a fluidos imateriais que emanam dos nossos poros mentais, do interior de uma maquina assustadoramente fantástica, que é a mente do corpo humano.

4.1 Origens e possibilidades sociais da criatividade da inovação.

Como não poderia ser diferente, não poderíamos parolar a respeito de tão rica temática sem inferirmos aqui sua procedência natural, de onde vem. Se pôs profíqua a necessidade de explanar a respeito da origem da inovação e da criatividade em nossos cérebros.       

A criatividade e a inovação vêm da capacidade de pensar, de construir, elaborar, transmutar ou perceber espiritualmente a competência inata do ser que é a de pensar, de conduzir estímulos, independente de qual seja,  uma finalidade seja ela de cunho existencial ou de cunho laboral.

Desde muito tempo doutrinadores, estudiosos debatem entre si para desenredar a origem da capacidade do pensar. Para muitos como o ilustríssimo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail mais conhecido com o pseudônimo de Allan Kardec (1804-1869), magistral estudioso das ciências pedagógicas e decodificador da doutrina dos espíritos,  esta é uma competência inerente ao espirito e o cérebro funcionaria apenas como uma tela mental que apresenta de forma humanamente computadorizada a imagem transmitida pelo mesmo, enquanto impulso energético, caracterizando-se então como um segredo na criação divina.

Para outros mais céticos nas suas percepções, é o resultado de associação desde as mais simples ate as mais complexas, formando redes neuronais de conexão que são originarias de estímulos intrínscicos e extrínsecos recebidos desde fase embrionária, e dos mais diversos tipos, possibilitando a combinação e recombinação destes das mais diversas formas, para resolucionar os mais diversos fins e sendo estes alocados em estações corticais próprias a cada linha de pesquisa que se aprofundou em tal tema.

O mais curioso é que em alguns casos estas associações e réassociasões de estímulos, que suscitam a criatividade, embora existam, para algumas linhas doutrinarias não necessariamente são reais, podem ser frutos de processos alucinatórios controlados derivados de possíveis complexos e traumas vividos durante o curso de desenvolvimento de ser biopsicossocial, como é ferozmente defendido pelos psicanalistas de plantão e alguns outros doutrinadores.

Tal colocação me parece intrinsicamente ligada a uma compreensão histórica do conceito das palavras. Etimologicamente falando criação vem do grego "criare", capacidade de criar e inovação vem da palavra "inovare",potencialidade de inovar, melhorar, tais percepções eram próprias da Grécia antiga, sinônimos de uma iluminação espiritual.

As civilizações pre cristãs tinham a percepção de que a competência de criar e inovar advinham de forças divinas, consequentemente de semideuses, aspectos próprios as religiões pre cristãs que alicerçavam-se na religiosidade antropomórfica.

 A partir da idade media com o teocentrismo em alta e as religiões cristãs serem as dominantes, foi-se divagado a respeito de que a capacidade de criar e não seguir regras preestabelecidas em sua maioria pela então centralizadora igreja católica apostólica romana, era algo diabólico que deveria ser banido da sociedade enquanto tabu e com o advento da inquisição foi-se instituída a punição ate com penas de morte.

Na Europa medieval, de acordo com Wechsler (1998, s/p.), "o termo era confundido com a loucura, o paganismo e a rebeldia". E a partir do Iluminismo, o conceito ganhou uma conotação mais científica, acompanhando a evolução das ciências. Mas foi com a passagem do século XIX para o XX, que a criatividade começou a ser relacionada com o conceito de inteligência.

Nas décadas que discorreram-se durante os séculos vinte e vinte e um  a oficialização da necessidade de estudar tal fenômeno crescia e veio se tornar intensa e latente principalmente com o advento das ciências sociais aplicadas e psicológicas, que traziam a tona o estudo ate então do construto do ser.

Percebe-se que a partir de então que o ser humano é o resultado de uma serie de somas, de aglomerações, de contra sensos construtores e geralmente ate então tão intensos que beiravam os fins patológicos. Era detentores de pulsões que o estimulava a procura do, Self, do eu mesmo. Em decorrência de analises minuciosas se apercebeu que cada self possuía viárias subdivisões de consciência.

A mais profunda desses níveis de consciência seria o inconsciente, onde se arquiva as particularidades mais intimas, traumáticas ou não, que por muitas vezes nem seriam percebidas, recalque, desses vários selfs. Respeitando a particularidade implícita cada um desse selfs, porem somando as informações desenvolvia em um macro-self forma-se o que Carl Jung (1875-1961) vem a posteriore denominar de inconsciente coletivo.

Serão então estas inconstâncias e desconfortos traumáticos que abalariam a consciência em busca de uma ordem, de uma cicatrização dos traumas sofridos pela psique, alinhada a uma visão psicanalista da livre associação encabeçada por, Freud (1911-1995) em parceria a teoria da busca pelo self explicaram a criatividade enquanto um mecanismo psíquico responsável pelo inconformismo, à busca por respostas, a estabilidade em meio ao caos, mesmo que estas sejam delírios reconfortantes e controlados.

Em respaldo Knleller (1978, p.60) confere a seguinte fala:

     

"Para que a criação ocorra, a pessoa há antes de ser frustrada e perturbada por um problema ou uma situação que ela não pode manobrar. O cientista, por exemplo, tem de ser mentalmente perturbado por fatos que ele não consegue explicar, o artista por emoções que ele não consegue exprimir pelas convenções artísticas a que está acostumado. A pessoa criativa regride, pois, a uma região menos consciente, menos diferenciada de sua mente, na qual possa gerar-se a solução de seu problema."

Um conceito mais modernista de criatividade pode ser visto em Barbosa (2000,s/p.) que preconiza a originalidade e a fluência, dando ênfase mais ao objeto inanimado resultado do ato criativo, que ao sujeito criador. O significado do ato criativo estaria na relação sujeito/objeto, pela relação entre quem olha e aquilo que é visto, segundo ele:

 

"(...) emerge da criatividade a questão das experiências anteriores e oportunidades que possibilitam as pessoas de expressar seu potencial criativo, frente ao que é considerado desconhecido, criativo e original. Entretanto, o que é conhecido para uns, muitas vezes, não o é para outro." (BARBOSA, 2000: p.13)

A percepção da originalidade é algo profundo no contexto criativo, pois a percepção do novo em demasiado se confunde com a percepção do original, conceitos que quase sempre se tangenciam, porem não obrigatoriamente devem andar em paralelo.

Ouro aspecto altamente pertinente de ser levantado é a motivação enquanto elemento intrinscico pertencente a formula combustível da criatividade. A criatividade é uma revolução mental, uma nova forma de conhecer e pensar, que põe a ênfase, não na reprodução do sabido, mas na construção de novos conhecimentos e na dimensão inventiva da mente humana que é aproveitada de uma forma limitada.

A base das características criativas para Maslow, esta na percepção do comportamento empreendedor original, pela teoria evolucionista de Darwin, é manifestação da força criadora inerente à vida, é força vital, sempre gerando novas espécies, com inesgotável variedade de formas peculiares, sem precedentes e sem repetições.

Seu componente principal é a hereditariedade, não sendo possível educar uma pessoa para a criatividade. indica que são pessoas comportamentalmente preparadas pela evolução genética para o instável, e para aplicação da motivação do construir na sua práxis cotidiana.

Poderíamos inferir sobre inúmeros acadêmicos mais, que defendem suas leituras particulares a respeito da compreensão que permeia a pratica da criatividade e da inovação, mas o que devemos elevar em destaque é que de alguma forma todas estas se apresentam congruentes na finalidade de aprimorar a pratica mercadológica e gerencial. Neste sentido todas estas teorias e constatações, são tijolos que só acresceram no seu castelo do conhecimento. A criatividade e o poder de inovação, é sem duvida o combustível que alimentara o capital das empresas, principalmente as empresas e terceiro setor do mundo globalizado.

O espaço da mente humana é um meio que transpassa as dicotomias maniqueístas ou babilônicas em que vivemos na nossa sociedade, estamos inseridos em um mecanismo muito mais amplo, onde a psique humana, é a verdadeira estrela desse espetáculo da produção criativa, esta segue um curso abrangente, plástico, de evolução e desenvolvimento fatídico e natural, gera novas significação e a medida que novas formas de ver  são relacionadas imprimem no seu possuidor a necessidade de se colocar enquanto agente transformador.

4.2 Criatividade e inovação enquanto desfibriladores organizacionais na gestão de pessoas.

Vivemos um momento mundial onde a disposição de mão de obra é cada vez maior, todavia a mão de obra qualifica e producente é escarça, então teremos que focar na qualidade, na criatividade e inovação para alavancar este mercado ainda tão promissor. 

O que se faz imperioso é trazer a razão a muitos dos nossos caros colegas gestores que encontram-se lendo este artigo no sentido de que a gestão de projetos é obrigatória e praxe,  gestão de pessoas é arte e preparação acadêmica.

No nível das organizações, quaisquer que sejam as "origens teóricas" da criatividade e da inovação, oque realmente vai importar é como fundamentalmente identificar uma forma de incentivar a inovação, ainda que a ferramenta (ou forma) seja mistura sem critérios e conflitante nos instrumentos, respeitando a percepção natural de cada ser humano.

Imaginemos que estamos em um ambiente medico- hospitalar, e nos enquanto gestores, consultores, diretores, executivos, somos profissionais habilitados para realizar processos interventivos clínicos ou cirúrgicos, emergenciais ou ambulatórias nesses organismos vivos que são as empresas.

A priore olharemos com uma visão um pouco mais analítica, para podermos enveredar pelas conjecturas mais qualitativas. Quando entramos em um ambiente patológico organizacional precisaremos compreender se o processo interventivo que se dará será a nível clinico, processos, ou a nível psicológico, pessoas.

Muitas ferramentas diagnosticas temos para esta averiguação, ferramentas como as pesquisas das mais diversas, averiguação da relização dos programação de treinamento –reciclagem, verificação do estado ergonômico físico ou cognitivo que está a empresa, aferimento das taxas de afastamentos, de desligamentos, da meritocracia , avaliação dos níveis de absenteísmo-presenteimos e tantas outras. Porem as mais importantes, dependendo do grau de competência, sensibilidade e evolução moral-acadêmica tenha quem esta realizado este diagnostico é a escuta, a observação e entrevista semiestruturada.

Uma vez levantado o diagnostico e ates de partirmos para a ação propriamente dita entraremos em um a faze intermediaria a qual denominamos fazer de planejamento. Como dentro de um hospital necessitaremos de equipamentos para acompanhar o paciente ate ele sair do leito, na empresa também utilizaremos estruturas que nos apoiaram na condução do processo interventivo, o planejamento estratégico.

Uma dos mais frequentes modelos de planejamento utilizados é o, Balanced Scorecard (BSC), um modelo de planejamento desenvolvido na década de 90, nos Estados Unidos da América.

Este conceito, foi concebido por David Norton e Robert Kaplan ,professores da Harvard Business School. A partir da percepção de que os modelos de gestão anteriores contemplavam somente indicadores financeiros, mostrando-se, assim, incapazes de refletir as atividades criadoras de valor relacionadas com os ativos intangíveis de uma organização em relação ao novo cenário econômico.

A compreensão dos potencias imateriais no planejamento estratégico das organizações, principalmente levando em consideração a força da capacidade criativa enquanto elemento estratégico de uma empresa é um avanço significativo nas concepções ate então, tão processuais e cartesianos dentro do ambiente organizacional.

     Ao se propor modificar padrões ou estimular mudanças e inovação sejam a nível de produtos, de processos ou de pessoas, na maioria das vezes surgem tensões  a serem dirimidas. Tensão são forças contrapostas que tendem a direcionar um foco a duas ou mais possibilidades diferentes. Não obstante dentro da empresa haverá estas tesões no sentido de que o poder criativo é detentor de múltiplas visões e o caráter egoico do criador em sua maioria se apossa da razão do discernimento ou concomitância salubre de ideias.

Tensões dinâmicas podem ser conceituadas como os dilemas organizacionais presentes na organização, os quais, geralmente, confrontam visões opostas dos objetivos organizacionais, como por exemplo, a busca de objetivos de longo prazo, sem perder o foco nos objetivos de curto prazo; o controle racional dos custos, porém sem impedir o processo de inovação; [...] (Oyadomari, Cardoso, & Silva, 2010).

Com grande sucesso chegamos ao ponto de intervencionar, descobrimos a patologia, desenvolvemos o diagnostico, buscamos instrumentos modernos e adequados para nossos modelos. O que acontece que nem sempre a eficácia é garantida, somos frutos de um mecanismo pratico de aprendizagem, derivado da pedagogia da vida. A dicotomia diária do acertar e errar.

Quando erramos com processos podemos refazê-los, porem quando erramos na gestão de pessoas na grande maioria das vezes o impacto é bem maior que no outro caso, pois estamos lidando com vidas, com cabeças e mundos completamente particulares.

Porem erros sempre vão acontecer e a nossa capacidade de ressignificar , fazer de novo com a  maior sensibilidade, respeito e humildade nos levará a uma maturidade criativa gerencial de liderança. O estimulo a criatividade e inovação é de extrema valia nas organizações, em verdade, é o desfibrilador das organizações. Quando o paciente para, jargão medico para quando paciente esta em óbito, é a criatividade e a inovação que levará a empresa de volta a vida sócio organizacional.

Quando estimulamos a criatividade das nossas equipes, dos nossos colaboradores temos que ter a consciência de que somos responsáveis diretos, pelo mecanismo motivacional que ali foi despertado, pela necessidade de feedback, pela quase que obrigatoriedade de recompensa se quisermos que o esforço e o comportamento seja repetido, temos que ter a sensibilidade na percepção da criação dos vínculos que esta demanda criativa irão gerar, se existe esta clausula no contrato psicológico e qual será a remuneração psicológica que será atribuída a este ato criativo.

São diversas e sutis percepções que devemos ter na gestão da inovação e da criatividade dentro do perfil da gestão de pessoas. Porem so através do incentivo criativo e do empreendedorismo e intraempreendedorismo destes incentivos que conseguimos modificar vidas. Esta é a verdadeira missão da criatividade na gestão de pessoas, modificar vidas e organizações para melhor.

 "Para os gerentes, o cuidado e a promoção da criatividade não são mais apenas uma opção: é uma exigência no currículo. Nos dias atuais, as mentes e o reconhecimento de pessoas altamente capacitadas são o que realmente distingue uma organização da outra" [...] (KAO, 1997: p. 13).

  5 METODOLOGIA                 

A forma de abordagem escolhida para esta pesquisa foi a que envolveu a pesquisa bibliográfica.

            A pesquisa bibliográfica foi realizada através da leitura de material já publicado (livros, periódicos, artigos científicos, revistas etc.).

Em Andrade (2005).

A pesquisa bibliográfica abrange a leitura, análise e interpretação de livros, periódicos, textos legais, documentos mimeografados ou xerocopiados, mapas, fotos, etc. Trata-se de uma leitura atenta e sistemática que se faz acompanhar de anotações e fichamentos que, eventualmente, poderão servir à fundamentação teórica do estudo. A pesquisa bibliográfica tem por objetivo conhecer as diferentes contribuições científicas disponíveis sobre determinado tema. Ela dá suporte a todas as fases de qualquer tipo de pesquisa

 6 REFERÊNCIAS

KAO, John. Jamming: A arte e a disciplina da criatividade na empresa. 1 ed., Rio de Janeiro, Editora Campus, 1997.

KNELLER, George. F. Arte e ciência da criatividade. Tradução de REIS, José. 5 ed.São Paulo, IBRASA, 1978.

MARX, K. O capital: crítica da economia política. São Paulo: Abril, 1983.

Oyadomari, J. C. T., Cardoso, R. L., & Silva, B. O. T. D. (2010). Sistemas de controle gerencial: estudo de caso comparativo em empresas inovadoras no Brasil. Revista, Universo Contábil, 6(4),.2010.4.29.

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SÃO PAULO. (SP). Ponteficia universidade católica de São Paulo. In: Criatividade,  inovação e controle nas organizações São Paulo,2013. v. 1. Disponível em: http://www.allameda.com/www/saudebr/Criatividade_inovacao_e_controle_nas_organizacoes.pdf. Acesso em: 14 de março. 2013.

WECHSLER, Solange Muglia. "Avaliação multidimensional da criatividade: uma

realidade necessária". Psicologia Escolar e Educacional, v. 2, Ed. 2, 1998

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/negocios-artigos/um-estudo-da-criatividade-e-da-inovacao-nas-politicas-de-gestao-de-pessoas-enquanto-ferramenta-administrativa-contemporanea-organizacional-6609535.html

    Palavras-chave do artigo:

    criatividade

    ,

    inovacao

    ,

    psicanalise

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    O presente trabalho se constitui no estudo do tema O poder da Literatura Infantil na formação de leitores mirins. Teve como fundamentação teórica vários autores como: Alves, Villardi, Zilberman e outros. O mesmo tem como objetivo fundamental apresentar a importância que as obras literárias infantis tem na vida dos futuros leitores. Assim como, mostrar a função que a escola e o educador desempenham, enquanto peças fundamentais na formação de crianças leitoras.

    Por: Ana Maricélia de Oliveiral Educaçãol 02/04/2013 lAcessos: 250

    Começar um negócio próprio não é nada fácil. Quem já teve essa experiência sabe que as dificuldades parecem não ter fim, e a vontade de desistir ou voltar a vida de empregado, batem na porta com a saudade da rotina comum da maioria dos trabalhadores. Construir sua empresa requer uma paciência especial, porque problemas acontecem a todo instante e coisas que você nem imagina ou pensava em se importar, se tornam primordiais para o funcionamento dela.

    Por: 3xcelerl Negóciosl 22/10/2014 lAcessos: 12
    Gustavo Rocha

    Uma interessante pesquisa do GEJUR aponta em inúmeros escritórios participantes, os meios e métodos de uso das metas de eficiência. Tema deveras polêmico, pois na maioria das visões que conheço e vivencio, ambas as partes (sociedade e advogados) reclamam dos métodos aplicados. De um lado, escritório, querem medir o desempenho para opor melhor crescimento do negócio e de outro lado os profissionais, que querem mostrar este desempenho para alcançarem maiores vôos… Divido a pesquisa:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 17/10/2014

    Com o crescimento das empresas, os empresários sentiram a necessidade de fiscalizar seus procedimentos internos, como não poderiam fazê-lo pessoalmente, precisavam de uma pessoa que emitisse seu parecer com sugestões de melhoria para os problemas apresentados foi a partir dessa fase que surgiu o auditor interno e externo. Com a competitividade, as empresas que passaram a utilizar dessa ferramenta, tornaram-se mais competitivas, utilizando-se de estratégias que lhe transmitisse mais segurança.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014

    A contabilidade gerencial contempla informações definidas pelos usuários (internos ou externos) como necessárias para as suas tomadas de decisões, e se for bem aproveitado, pode gerar valor à empresa e seus gestores. Dentro deste contexto identifica-se a contabilidade gerencial e financeira que se diferenciam por atenderem a públicos diferenciados e por tomarem como base dados tangíveis e intangíveis.

    Por: Daiana Franciele Righil Negóciosl 16/10/2014
    Victor Hugo Oliveira dos Anjos

    Como trabalho de conclusão do Técnico em Gestão de Políticas Públicas é pertinente estudar a mobilização da sociedade civil para reivindicação de seus direitos e participação na criação de políticas públicas por meio das associações de bairro, a fim de entender a contribuição popular neste processo. Assim, investigar o papel das associações de bairro como mediador entre a população e o Estado é relevante para a compreensão da democratização dos agentes públicos e da efetivação dos direitos.

    Por: Victor Hugo Oliveira dos Anjosl Negóciosl 13/10/2014 lAcessos: 11
    Gustavo Rocha

    12 de Outubro, feriado, data da padroeira do Brasil Nossa Senhora, também data em que comemoramos o dia das crianças. Dia das crianças, uma data comercial, sem sombra de dúvidas. Mas, a reflexão que faço é sobre a nossa criança interior. Aquela criança que nunca deixará de ser nós mesmos em constante evolução. Qual a característica comum a todas as crianças: Curiosidade e não ter medo. Criança não tem medo do ridículo, ela se suja e está feliz.

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 12/10/2014
    Gustavo Rocha

    Divido com vocês um trecho do artigo do filósofo Mário Sérgio Cortella, sobre as novas gerações e seus dilemas. Vale a pena a leitura: Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 10/10/2014
    Gustavo Rocha

    Ao ler o título, muitos dirão que não é verdade: Chefia não tem sentimentos, eles tem sarcasmo e principalmente mau humor. Outro dirão que ao contrário, são muito emocionais. E há aqueles que são durões ou fingem ser durões. Ou ainda aqueles que dizem que são parceiros dos colaboradores e na verdade apenas querem o seu sucesso e nada além disto… Tantos modelos de chefes, não é mesmo? A Exame.com trouxe alguns pontos que devem ser questionados nestas reflexões. Vejamos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 08/10/2014
    Renan Poggi de Figueredo

    Questionário acadêmico voltado a esclarecer de forma objetiva alguns acadêmicos e corporativos de uma das mais fascinantes metodologias de ensino que existe, a andragogia.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Educação> Ensino Superiorl 05/07/2013 lAcessos: 143
    Renan Poggi de Figueredo

    Este artigo vem trazer um posicionamento inovador direcionando a técnica de dinâmica de grupo enquanto ferramenta da liderança.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negóciosl 01/06/2013 lAcessos: 62
    Renan Poggi de Figueredo

    Este artigo teve por objetivo analisar, criticar e propor novos conceitos a respeito do empreendedorismo sócio organizacional humanizado, levando em conta padrões acadêmicos sociais e organizacionais contemporâneos, os quais prezam pela compreensão das ferramentas psicológicas e afetivas enquanto mecanismo de alcance organizacional e na gestão do crescimento das carreiras e das corporações, ou seja, o intraempreendedorismo.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negócios> Administraçãol 24/05/2013 lAcessos: 119
    Renan Poggi de Figueredo

    Este artigo vem trazer na sua abrangência uma percepção muito próprias e que Sá inovadoras para o gerenciamento de pessoas nos estados pertencentes a região nordeste especificamente Pernambuco. Esta percepção fundamentada em analise critica e experiências vivenciadas que fundamentaram o levantamento da hipótese defendida, um choque entre a cultura regional versos liderança carismática. Desta forma leva a crer que cada vez mais a liderança carismática é uma ferramenta útil e valorizada .

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negócios> Gestãol 24/05/2013 lAcessos: 48
    Renan Poggi de Figueredo

    Se tem enquanto objetivo deste estudo científico, que este contribua para que o líder inove um relacionamento interpessoal com sua equipe de trabalho, transformando conflito em oportunidade, no sentido de impulsionar os esforços em uma mesma direção, fazendo com que todos possam atingir um mesmo objetivo, ampliando e conciliando os conhecimentos sobre a gestão de pessoas, liderança e psicologia voltada as organizações.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negócios> Gestãol 24/05/2013 lAcessos: 54
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