Auto-Crítica De Obras Espíritas

Publicado em: 30/09/2009 | Comentário: 0 | Acessos: 160
Auto-Crítica de Obras Espíritas.
Precisamos de espaço para a crítica e autocrítica, das obras espíritas.
Estamos observando um sem numero de obras espiritualistas editadas ano a pós ano dizendo-se espírita quando na verdade aparecem eivadas de misticismo e com ataque a doutrina espírita.

A norma no movimento é que a crítica "é instrumento das trevas", e deve ser rechaçado, o que é um crasso engano.

Acredito que devemos dar ao leitor a oportunidade de decisão, de escolha, por si mesmo, e por isso, que vou tentar criar um movimento que venha analisar os textos aparente ou filosoficamente contraditórios, para que o estudo, a meditação e o raciocínio aplicado de cada indivíduo possa ser o instrumento de aplicabilidade da teoria espírita para sua vida.
Portanto aquele que quiser enviar sua critica de obra de posicionamento do movimento eu vou postar em minha página onde vou abrir o MARCADOR - AUTOCRITICA ESPIRITA
Para isso envie com nome completo, endereço e cpf. Vamos analisar a critica procede e postaremos.
ENVIE PARA filmesonline@ymail.com coloque no assunto autocritica espirita.

Nenhuma crítica tem o objetivo de recomendar ou não a obra, mas apenas servir de orientação, ressaltando aspectos positivos ou negativos, quando houver, do ponto de vista literário e também doutrinário.

O livro analisado parece ter a finalidade de atemorizar as pessoas que, conhecendo pouco ou nada da obra de Kardec, de Chico, Herculano Pires , Divaldo, Leon Denis e aceitam determinadas "revelações" e parece ter o objetivo de contradizer as obras básicas.

A obra > > > Legião - Um Olhar sobre o Reino das Sombras
Vamos analisar esta obra parte por parte e começamos no CAPITULO 3 MORTOS-VIVOS

Como trabalham em cemitérios, o símbolo mais óbvio a ser escolhido foi à caveira. Sua tarefa, de singular importância, consiste no processo de limpeza energética, ao mesmo tempo em que realizam a transição, para as esferas mais altas, daqueles espíritos que já acordaram para algo maior.
Raul interferiu em nosso diálogo, acrescentando suas observações:
— O movimento espírita normalmente rejeita o uso de símbolos e nomes estranhos..
— Sim, meu filho, mas o movimento espírita não é a doutrina espírita.

ANALISE CRITICA
O que se percebe aqui é um claro ataque as obras básicas pois ninguém no movimento espírita vai por exemplo visitar um presídio ou uma favela e exigir que a pessoas adote uma postura de entendimento espírita.

Mais adiante o autor da uma justificativa para o uso do símbolo.
O espiritismo, para o desgosto dos adeptos pouco perspicazes, traz um sinal distintivo inspirado pelo próprio Espírito Verdade.
Falo da insígnia que Allan Kardec inseriu no cabeçalho do texto intitulado Prolegômenos, que temos como a ata de fundação do espiritismo na Terra. Está lá, logo no início de O livro dos espíritos, a cumprir uma determinação direta daquelas almas que patrocinaram a Codificação, conforme ele explica.

“É o ramo da videira, simbologia destrinchada pelos espíritos ao longo do texto.”
NOTA DO AUTOR >> Allan Kardec abordou de modo claro o poder de amuletos e demais objetos considerados pretensamente mágicos ou dotados de encantamento em O livro dos espíritos. (Ver itens 551 a 556, reunidos sob o título Poder oculto, talismãs e feiticeiros.) É interessante observar que o próprio Codificador, ao dirigir aos espíritos a pergunta n° 554, cogita a utilização desses artefatos apenas com vistas à mobilização do pensamento do homem, ao que retrucam que efetivamente isso pode conferir mais intensidade à vontade, atuando como seu propulsor.

Ou seja, em outras palavras, afirmam que esse tipo de objeto não possui poder intrínseco, mas é portador de forte carga simbólica, o que guarda relação estreita com as explicações de Pai João de Aruanda.

ANALISE CRITICA

Trabalhando com pessoas de outros credos e entendimento seria contraproducente exigir formalismos espíritas, portanto a critica que o autor quer fazer na postura espírita ao simbologia não procede.
Já a analise da questão N 554 é totalmente FALSA
Aqui esta a pergunta e a resposta
554. Aquele que, com ou sem razão, confia naquilo a que chama virtude de um talismã, não pode, por essa mesma confiança, atrair um Espírito? Porque então é o pensamento que age; o talismã não é um signo que ajuda a dirigir o pensamento?
— Isso é verdade; mas a natureza do Espírito atraído depende da natureza da intenção e da elevação dos sentimentos. Ora, é difícil que aquele que é tão simplório para crer na virtude de um talismã não tenha um objetivo mais material do que moral. Qualquer que seja o caso, isso indica estreiteza e fraqueza de idéias, que dão azo aos Espíritos imperfeitos e zombadores.

Onde nesta resposta os espíritos afirmam o poder intrínseco e portador de forte carga simbólica?

Mais uma vez a mistura de meias verdades. Fica claro aqui que é um espírito da TERCEIRA ORDEM: ESPÍRITOS IMPERFEITOS
Oitava classe. Espíritos Pseudo-Sábios - Seus conhecimentos são bastante amplos, mas julgam saber mais do que realmente sabem Tendo realizado alguns progressos em diversos sentidos, sua linguagem tem um caráter sério, que pode iludir quanto à sua capacidade e às suas luzes Mas isso freqüentemente, não é mais do que um reflexo dos preconceitos e das idéias sistemáticas que tiveram na vida terrena.
Sua linguagem é uma mistura de algumas verdades com os erros mais absurdos, entre os quais repontam a presunção, o orgulho, a inveja e a teimosia, de que não puderam despir-se

Seguindo mais adiante encontramos estas observações, que no meu parecer é totalmente fora de contexto, partindo do principio que a obra quer se dirigir aos espíritas.
Ou seja se os espíritas fazem tudo errado eu vou para outro lugar. Mas, vamos lá tentar entender o texto e contexto.

Ele também é iniciado e serve sob a égide do espiritismo.
— Espiritismo? — o chefe das caveiras deu uma estrondosa gargalhada. — Desculpe o jeito de me expressar, mas é que sinto pena de você. Os espíritas parecem ter criado um movimento tão cheio de preconceitos que dificilmente se interessam por algo a nosso respeito sem nos tachar de obsessores e acusar o médium de anti-doutrinário, como é seu costume.
— Eu sei, mas, conforme disse Pai João, meu trabalho se dá sob a bandeira do espiritismo, e não dos espíritas — Raul foi taxativo.

ANALISE CRITICA Continua . . . . . http://adriloaz.blogspot.com/2009/09/auto-critica-de-obras-espiritas.html

(Artigonal SC #1287448)

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    Todavia o que vemos nos dias atuais é o abandono de toda uma metodologia onde começaram a aceitar qualquer novidade para a doutrina, como se ela a doutrina tivesse que ser um "almanaque abril”, que precisa sempre de novidades e atualizações anuais para vender bem.

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    Livro dos Espíritos 1º EDIÇÃO Este trabalho é fruto do "escaneamento" (scanning) da edição bilíngüe do Livro dos Espíritos primeira edição realizada em 1957 com tradução então de Canuto Abreu. 1º PARTE http://ensinoespirita.blogspot.com/

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    Kardec era extremamente crítico quanto a tudo o que chegava em suas mãos. Antes de desencarnar ele mostrou como fez e deixou todo o método necessário para que a doutrina pudesse continuar evoluindo de maneira segura e confiável, tal como quando foi codificada.

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