O Capital: Uma Relação Social

Publicado em: 14/06/2011 |Comentário: 2 | Acessos: 797 |

1 INTRODUÇÃO

Uma análise do capital como relação social abrange mais do que uma simples análise homem-mercadoria. A partir do momento em que se faz uma análise do contexto histórico e do ser metodológico, a dimensão a que estes nos remete contrapõe as barreiras e mitos que nos foram impostas pelo mercado.

O ser metodológico, indivíduo constituído historicamente, possui fundamental papel no sistema de mercado, pois, sem ele, segundo Adam Smith e reafirmado por Leda Paulani, "não há nem propensão à troca, nem preço de mercado girando em torno de preço natural, nem maximização sujeita a restrições, nem preferências reveladas, nem propensão a consumir e a poupar, nem decisões de investimento, nem demanda efetiva como ponto de oferta, nem antecipação racional de medidas de política econômica, nem progresso tecnológico, nem concorrência, nem crises ... nem mercado."

Para que exista o mercado, é necessário que hajam mercadorias para serem trocadas – personificadas pelo indivíduo, e para tanto, é necessário que essas mercadorias sejam confeccionadas, o que só é possível com o trabalho.

Partindo do conceito de Karl Marx da necessidade do trabalho – "como criador de valores de uso, como trabalho útil, é o trabalho, por isso, uma condição de existência do homem, independente de todas as formas de sociedade, eterna necessidade natural de mediação do metabolismo entre homem e natureza e, portanto, da vida humana." – podemos perceber que o trabalho é o que move o homem e é neste que o homem se realiza. O trabalho possibilita a criação de mercadorias para qual único propósito é satisfazer as necessidades humanas, que para tanto, necessitam ser trocadas no mercado para que atinjam seu objetivo. Essa troca só existe mediante uma relação social mediada pelo capital.

Este imprescindível papel do individuo no mercado, pois é ele quem o faz, nos mascara o que está por trás desse sistema. Se não há mercado sem troca, e se os objetos por si só não podem se trocar, qual o papel do homem, senão o de se efetivar enquanto mercadoria para que esse sistema possa funcionar?

A partir desse pressuposto é que iniciaremos o desenvolvimento deste tema a partir de embasamentos teóricos e científicos que possam demonstrar a grandiosa importância de se compreender o capital como relação social e não mais como objeto, para que enfim possamos compreender o mercado e o nosso papel como indivíduos atuantes desse sistema.

 

2 A ORIGEM DO CAPITAL

Para que possamos entender esta relação social será necessário que voltemos aos primórdios da relação homem-natureza. O homem, com suas habilidades, inicia o processo de modificação da natureza, onde passa de predatório a produtor, podendo intervir na natureza e modificar e reproduzir a seleção das espécies para que pudessem lhe servir de alimento.

Em conseqüência a isso, o homem deixa de ser nômade e passa a ser sedentário, se fixando em locais adequados para o plantio e criação de animais. Em decorrência, houve um crescimento demográfico e inicia-se uma forma diferente de divisão do trabalho, onde pode ser desenvolvido técnicas como tecelagem, cerâmica e a fabricação de objetos que puderam otimizar o seu trabalho e concomitantemente diminuir os esforços da força de trabalho.

Surge-se então a demarcação de terras, o conceito de propriedade privada, a necessidade de se registrar e de mensurar a sua produtividade e seus animais, o que passava a diferenciar as pessoas de acordo com suas posses.

Como o trabalho agora estava dividido e uns faziam objetos de cerâmicas, enquanto outros criavam animais, enquanto outros plantavam, e assim por diante, inicia-se o processo de troca, onde uma mercadoria era trocada por outra de igual valor de "necessidade" e de "tempo de trabalho", onde todos os indivíduos pudessem usufruir de todas as mercadorias ao mesmo tempo em que poderiam trocar as que haviam constituído.

No entanto, com o passar do tempo ficou difícil mensurar o valor de uma mercadoria em relação a outra e para facilitar essa transação, cria-se a moeda como medida comum de valor e de instrumento de troca. A partir desse momento, a mercadoria era trocada por moeda, iniciando o processo de monetarização e consequentemente, dando origem ao capitalismo.

3 DO TRABALHO AO OBJETO DO TRABALHO

O capital torna-se medida de valor não só de mercadoria, como também medida de valor do homem. Quanto mais capital o homem possui, mais riqueza ele tem, enquanto, quanto mais capital vale a mercadoria, mais valor ela possui:

"Valor (valor de troca) é propriedade das coisas, riqueza (valor de uso) do homem. Valor, nesse sentido, implica necessariamente troca, riqueza não. Riqueza (valor de uso) é um atributo do homem, valor um atributo das mercadorias. Um homem, ou uma comunidade, é rico; uma pérola ou um diamante, é valiosa. (...) Uma pérola ou um diamante tem valor como pérola ou diamante".  (BAILEY, S. Op. cit., p. 165 et seqs.)

O homem então, para que se possa relacionar, só é ser social a partir do momento em que possui o capital para essa mediação. E este nada mais é do que o fruto de relações sociais, de relação de trabalho, afim de que se tornasse o capital. O trabalho se torna indubitavelmente intrínseco à necessidade da condição do individuo enquanto ser, e inicia-se um processo de contradição do próprio ser enquanto indivíduo, que é inerente à formação do capital.

Se, anteriormente, produzia-se para a subsistência, agora, produz-se com o único propósito de se trocar a mercadoria em dinheiro e obter o lucro. A partir desse momento, o individuo busca sua "emancipação" da sociedade, tentando "se mostrar mais individuo que os outros", segundo Bianchi (1988, p.31) e, a partir da experimentação da sua autoridade e de sua liberdade, ao mesmo tempo em que refuta a sociedade, ele recorre a ela para que possa realizar seus fins particulares e para ser reconhecido, numa relação de atração e repulsa. E nesse contexto, para que as mercadorias sejam fabricadas, entra a relação do ser com o trabalho, que de necessário à realização humana, como dito anteriormente, se converte em meio de subsistência. A força do trabalho torna-se, como tudo, uma mercadoria, cujo propósito vem a ser a produção de mercadorias reduzindo-se à única possibilidade de subsistência do despossuído. Esta é a comprovação de Marx: a precariedade e perversidade do trabalho na sociedade capitalista. Desfigurado, o trabalho torna-se meio e não "primeira necessidade" de realização humana". E, conforme Marx, (apud Fernandes, 1983): "Como resultado da forma do trabalho na sociedade capitalista tem-se a desrealização do ser social. O resultado do processo do trabalho, o produto, aparece junto ao trabalhador como um ser alheio, como algo alheio e estranho ao produtor e que se tornou coisa. Tem-se, então, que essa realização efetiva do trabalho aparece como desefetivação do trabalhador".

O capital então, se concentra nas mãos de poucos, enquanto os muitos estão produzindo e não podem apropriar da mercadoria produzida. Nesse sentido, o trabalho está inversamente proporcional à sua potência de trabalho (Macht) e à grandeza de sua produção.

Segundo Karl Marx, em Manuscritos econômicos-filosóficos:

"O trabalhador se torna tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais a sua produção aumenta em poder e extensão. O trabalhador se torna uma mercadoria tão mais barata quanto mais mercadorias cria. Com a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens. O trabalho não produz somente mercadorias; ele produz a si mesmo e ao trabalhador como mercadoria, e isto na medida em que produz, de fato, mercadorias em geral."

Desta forma, o trabalho tem como único fim extrair do individuo a força do trabalho para que este produza cada vez mais mercadorias, absorvendo essa força do trabalho no objeto, fazendo-a coisal. Assim sendo, o trabalho também se torna objeto, a partir do pressuposto que, segundo Marx, "o trabalhador só pode apossar dele com os maiores esforços e com as mais extraordinárias interrupções.(...) O trabalhador torna-se portanto, um servo de seu objeto, pois por ele recebe o trabalho e porque dele recebe seus meios de subsistência."

 

3 A EFETIVAÇÃO DO SER ENQUANTO MERCADORIA

Assim, a que se ressaltar que a mercadoria produzida pela força do trabalho, que por fim também se constitui um objeto, é personificada no homem a partir do momento em que se necessita efetuar sua troca.

Essa fato é nítido quando analisamos o que Karl Marx relata em O Capital:

"As mercadorias não podem por si mesmas ir ao mercado e se trocar. Devemos, portanto, voltar a vista para seus guardiões, os possuidores de mercadorias. As mercadorias são coisas e, conseqüentemente, não opõem resistência ao homem. Se elas não se submetem a ele de boa vontade, ele pode usar de violência, em outras palavras, tomá-las. Para que essas coisas se refiram umas às outras como mercadorias, é necessário que os seus guardiões se relacionem entre si como pessoas, cuja vontade reside nessas coisas, de tal modo que um, somente de acordo com a vontade do outro, portanto cada um apenas mediante um ato de vontade comum a ambos, se aproprie da mercadoria alheia enquanto aliena a própria. Eles devem, portanto, reconhecer-se reciprocamente como proprietários privados. Essa relação jurídica, cuja forma é o contrato, desenvolvida legalmente ou não, é uma relação de vontade, em que se reflete a relação econômica. O conteúdo dessa relação jurídica ou de vontade é dado por meio da relação econômica mesma." (MARX, Karl.  O Capital, Crítica da Economia Política – Os Economistas, pag. 209)

O homem então, defetivando-se enquanto homem a partir do momento em que se efetiva enquanto mercadoria, tornando-se não somente um guardião, bem como um servo do objeto que troca, que possui valor não para o homem, senão ele não a trocaria, mas para quem a irá possuir.

E se formos definir mercadoria, não utilizaríamos apenas a definição de Aurélio: bem resultante do processo de produção e destinado a venda, mas a definição de um bem como resultado de relações sociais do homem com o seu trabalho, com o seu objeto de subsistência.

Destarte, o capital não existe, não como um objeto, como coisa, mas como uma relação social dos indivíduos com o trabalho, com o mercado e com os próprios indivíduos.

 

4 O MERCADO

Tudo o que existe é fruto de relação social. O mercado, no entanto, é um mito, um fetichismo criado como forma de alienação do homem, que se estranha a ele assim como estranha ao trabalho. O homem, então, se encontra num duplo processo de servidão, pois só constitui sua existência enquanto ser quando trabalhador e precisa ser consumidor para adquirir seus meios de sobrevivência como sujeito físico. Refutar esse processo significa retificar a reificação do que hoje existe. Algo não impossível, mas um tanto quanto complicado de se concretizar .

O mercado é como um deus, em que se acredita, como disse Adam Smith, numa mão invisível que o move, onde forças supremas independentes do homem, tem força própria. Não se explica como ele nasce, apenas como ele age.

Nesse sentido, o mercado esconde a sociedade e o indivíduo age como se o dinheiro e as trocas fossem naturais, sujeito às forças invisíveis, um mercado sem pessoas, como afirmava Schumpeter. Destarte, a realidade é incoerente, e a explicação econômica é fetichizada, coisal.

Os indivíduos vivem alienados num processo em que possuem papel fundamental, mas sem consciência do seu poder e das forças do mercado, continuam a agir se trocando como mercadoria e depositando sua alma no trabalho para garantir sua subsistência. Liberdade não. Esta é tão contraditória quanto o próprio indivíduo moderno. O homem apenas se constitui livre enquanto consumista, ou seja, a liberdade também é um mito, como a própria emancipação humana.

Segundo Antunes (2000), "não se efetiva apenas no resultado – a perda do objeto – mas abrange também o próprio ato de produção; ele é o efeito da atividade produtora já estranhada. Se o produto é o resultado da atividade produtora, resulta que este é estranho ao trabalhador(...) "Sob o capitalismo, o trabalhador repudia o trabalho; não se satisfaz, mas se degrada; não se reconhece, mas se nega".

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com a implantação do capitalismo, foram implantados formas de otimizar a produção da força do trabalho, garantindo mais produção em menos tempo, extraindo a força de trabalho ao máximo de sua capacidade, ao mesmo tempo em que possibilitava o acúmulo de lucro e, portanto, de riqueza, às pequenas classes.

A classe maior, porém, não detentora dos modos de produção, alienada a este processo, entra também como co-participante do mercado, onde todos se efetivam enquanto   mercadoria, tomando para si os desejos do objeto a serem trocados para que o mercado atue, deixando se levar pelas forças invisíveis que nele atuam.

Neste processo, pode-se notar a fidelidade do homem a um processo invisível que todos aceitam e não tentam refutar de um deus que grita por mais e mais circulação de bens, arrastando consigo multidões de indivíduos, que agem e pensam como indivíduos, mas que se submetem a uma sociedade que lhes toma essa liberdade.

O capital, no entanto, uma relação social de bens e serviços entre os indivíduos que permite a constituição da sociedade, bem como do Estado em si, é uma fetichização que a ciência econômica tenta explicar, um mito.

Se extinta a relação do capital, voltaríamos ao processo de produção para subsistência, sem  acúmulo de capital e sem querer se sobressair mais individuo que os outros. No entanto, o desejo de emancipação do homem é maior do que qualquer outro desejo de ajudar na existência do outro, ou seja, o homem econômico, egoísta, grita dentro de cada um, e a individualidade, mesmo que mística, sobressai a qualquer vontade de equalização dos sujeitos.

Por mais que se pense, alguns, em apagar o capitalismo, os detentores do capital clamam por mais propriedade privada, por mais riqueza e mais poder, enquanto privada se torna a vida dos indivíduos a estas propriedades e a estas riquezas. Embora o capitalismo garanta a mobilidade de classes, as classes mais baixas, os proletariados, sempre existirão para que as classes altas possam permanecer.

Superar as relações burguesas e abolir as classes, requer o fim do processo social de produção, que é o mito do capital, significa a emancipação de toda a humanidade. Esta seria a receita, não a única, em que o processo de relação social mantida pelo capital de deterioraria e a coletividade se sobressairia a todas essas forças invisíveis impostas pelo mercado.

Destarte, é possível afirmar que a estrutura criada pelo capitalismo trouxe a sociedade um misto de atração e precariedade, pois ao mesmo tempo em que o sujeito tenta se apoderar de riqueza, seu trabalho o torna cada vez mais escravo dele para que possa ter o mínimo para sua subsistência, para que possa garantir a circulação dos bens no mercado.

Talvez seja o capitalismo um sistema não coerente com a necessidade humana, mas foi o sistema que mais se identificou com o desejo de riqueza e de apropriação do individuo enquanto sujeito dotado de sentimentos de realizar seu próprio interesse. Ele é a própria mercadoria que se troca, não que ele seja confundido com a mercadoria, mas o objeto se personifica nele e ele no objeto, para que ambos satisfaçam suas necessidades.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

BERNARDO, João. O Dinheiro: Da Reificação Das Relações Sociais Até O Fetichismo De Dinheiro. Revista de Economia Política, Vol III, N 1, jan- mar 1983.

 

MARX, Karl.  O Capital. 3. Edição, São Paulo: Editora Edipro, 2008.

MARX, Karl.  Manuscritos Econômicos-Filosóficos e Outros Textos Escolhidos. 2. Edição, São Paulo: Editora Abril S.A. Cultural e Industrial, 1978,

 

REZENDE FILHO, Cyro de Barros. História Econômica Geral. 9. Edição, São Paulo: Editora Contexto, 2007.

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/noticias-e-sociedade-artigos/o-capital-uma-relacao-social-4905620.html

    Palavras-chave do artigo:

    capital relacao social mercado individuo

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    Comments on this article

    4
    Jonathas 23/06/2011
    Vc está no caminho certo continua assim...
    4
    Mara Lívia 22/06/2011
    Parabéns pelo seu artigo, vc escreve com muita propriedade e é clara, direta e objetiva.
    Consegue passar a mensagem de forma ampla e eficaz.
    Com certeza está no caminho certo.
    Parabéns!!!!!!!
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