O Efeito Multiplicador Da Indústria Do Petróleo
A efetiva contribuição da indústria do petróleo na economia brasileira e principalmente na economia do estado do Rio de Janeiro é algo que varia muito em função das cotações internacionais do barril de petróleo. No entanto, o que já podemos observar e sublinhar é um definitivo efeito multiplicador, com a expansão de diversas áreas ligadas direta ou indiretamente a Indústria do Petróleo.
Esta expansão é tão contundente que nem mesmo a forte crise – a qual desde o ano passado vem atacando a economia nos mais diversos setores – pôde refreá-la. O petróleo tornou-se, no fim das contas, um refúgio da forte turbulência para as indústrias agregadas.
Um exemplo imediato é a indústria naval, que vive uma grande expectativa desde 2005, quando a Transpetro lançou o edital da primeira parte de seu Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Além de gerar milhares de empregos e uma considerável ampliação na capacidade de transporte do petróleo nacional (o que dará maior autonomia ao setor), a iniciativa pode alavancar a indústria naval para o mesmo patamar onde atualmente encontra-se a indústria aérea do país, internacionalmente respeitada e solicitada.
Isso sem falar nas diversas sondas que a Petrobras também pretende encomendar, assim como outras construções e reformas periféricas que deverão ser feitas para comportar a expansão. A necessidade de manutenção cria empregos estáveis, os quais são fundamentais para combater um período de crise.
Tanto sabe-se disto que a companhia Schulz, grande fornecedora de tubos para a indústria nacional, prepara-se para também investir em sua ampliação, construindo uma nova fábrica (somando agora três no Brasil) para comportar o desenvolvimento anunciado com os investimentos bilionários da Petrobras. A perspectiva de crescimento não deixa de refletir também em outras áreas as quais geram emprego em menor escala, mas são também fundamentais, como o setor de engenharia ambiental ou a extremamente especializada prática do mergulho submarino .
Outros setores que evidentemente caminham a reboque desta expansão são aqueles que envolvem a parte administrativa, como áreas ligadas ao direito, economia, administração, tecnologia da informação e relações internacionais. A quantidade de estudantes em formação ou de profissionais recém-formados que estão buscando a indústria do petróleo como maneira de aplicar suas habilidades e prosperar economicamente é de fato impressionante, indicando a riqueza, o peso e o volume que está indústria já adquiriu. Seja em pós-graduações, treinamentos ou até mesmo experiências no exterior, a especialização na área ganha agora nova importância, assumindo a ponta do crescimento nacional. Neste necessário redescobrimento e reorganização da economia nacional, estamos cada vez mais convencidos de que o porto seguro é o setor petrolífero.
FONTES:
http://www.tt.fh-koeln.de/publications/ittpub302101_21.pdf
https://confluence.cornell.edu/pages/viewpage.action?pageId=99190272
(Artigonal SC #917374)
Palavras-chave do artigo:
negócios
,gestão
,administração
,petróleo
,meio ambiente
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,decisões
,história
,economia
Entretanto, nós cariocas, devemos mesmo é nos orgulhar com a nossa cidade que está fazendo a sua parte e se preparando para sediar os jogos olímpicos de 2016.
A esperada virada na política climática dos EUA começa, enfim, a tomar uma forma. Se com a crise econômica foram colocadas em xeque as promessas do presidente Barack Obama, agora podemos dizer que o governo americano está se adaptando à nova realidade global.
Com relação à Indústria do Petróleo já se vislumbra que no Estado do Rio ela crescerá de forma nunca antes imaginada. Sabe-se muito bem que o "Pré-sal" caracteriza-se por grandes desafios, assim como por elevados riscos, e que estes fatores irão multiplicar muitas vezes os investimentos no desenvolvimento de uma nova logística offshore e tecnologia para o E&P.
O que ninguém imaginava era que o Brasil, país do samba e do futebol, fosse também país do petróleo. Os que já passaram dos 40 ainda amargam a lembrança das filas dos postos de gasolina, nas quais pacientemente aguardavam para poder encher o pequeno tanque do Fusquinha antes do próximo aumento da gasolina.
Com a crise financeira, praticamente todas as expectativas mundiais assumiram novos contornos. Aquilo que se projetava para o mundo há um ano atrás passou a ter de ser necessariamente revisto, e nada pode ser afirmado ou compreendido com exatidão, uma vez que não se sabe o rumo ou efeito que as soluções adotadas irão tomar.
O futuro do petróleo, a maneira como o recurso se posicionará na escala energética daqui a alguns anos, é um assunto que gera grande controvérsia e surge cercado de preconceitos e informações mal-interpretadas.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza vai nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência perigoso.
Considerações sobre concessão de TV para filho do senador Romero Jucá
Aumente sua renda com a aposentadoria com Seguro Previdência O Seguro Previdência Privada é a certeza de uma renda extra ao se aposentar. Tenha mais qualidade de vida com o Seguro Previdência.
Considerações sobre o processo do ex-deputado federal Roberto Jefferson
Considerações sobre o mensalão do PT
Considerações sobre a distribuição dos royalties do petróleo
Considerações sobre a minifestação em plenário do deputado Nilson Mourão (PT-AC)
Considerações sobre a participação políca nos interesses sociais e da nação.
Considerações políticas sobre o país no plano internacional
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
A Indústria Naval está a todo vapor para atender ao ritmo da Indústria do Petróleo e suas incessantes encomendas de petroleiros, plataformas, FPSO, centenas de embarcações de apoio “Offshore” e até sondas de exploração.
As estatísticas mostram que atualmente existe um carro na China para cada 35 chineses. Apesar de ainda estarem longe do Brasil, em que a média é de um carro para cada 8 brasileiros, e principalmente dos EUA, onde há quase um carro para cada cidadão americano, o que acontecerá com o Mundo quando cada família chinesa tiver o seu carro?
A modernidade do projeto reduzirá bastante os custos portuários e ainda permitirá a atracação de navios bem maiores que os atracados hoje, já que a profundidade média planejada gira em torno de 18 metros submarinos.
Imaginem que nossas reservas poderão facilmente quadruplicar, mas não esqueçam de levar em conta que este tesouro está a 350km do litoral e a mais de 6 mil metros de profundidade. Façam as contas conosco: quantos navios e barcos de apoio deverão ser construídos? Quantas das tão complexas “Árvores de Natal”? BOP.s? Quilômetros de umbilicais necessários para explorarmos e produzirmos todo este óleo que tanto ambicionamos?
Em tempos de pré-sal só pensamos nas novas e gigantes reservas de petróleo que iremos descobrir e até deixamos para segundo plano os projetos de grande magnitude e importância como é o caso do “COMPERJ”.
Entretanto, nós cariocas, devemos mesmo é nos orgulhar com a nossa cidade que está fazendo a sua parte e se preparando para sediar os jogos olímpicos de 2016.

