estudante do último período de pedagogia plena e pós-graduação em psicopedagogia clínica e institucional, evangélica, mãe e esposa em processo de construção de conhecimento.
Assistindo a uma reportagem, sobre o caos no Brasil e principalmente o momento pelo qual passa o Rio de Janeiro, mais uma vez na semana ouvia falar sobre a dengue. De repente tive a minha atenção atraída para a cena que se desenrolava a minha frente. Uma mãe com olhos secos e desesperançosos dava uma entrevista parecendo falar de outra pessoa, talvez para que a dor não a assolasse por inteiro. Perdera duas filhas num intervalo de dez meses, três e dois anos, crianças lindas, dizia ela, aprendiam a falar, andar, a viver e a não sonhar, pois seus sonhos haviam sido esmagados e interrompidos pela realidade do descaso, descuido, desordem, desatenção e tantos outros “dês”. O pai dizia: -“um mosquitinho”, era só um “mosquitinho”... O que acontece com o Rio? Com a sociedade em fim? Sim, porque parto do princípio de que os políticos são também sociedade; ainda que muitas vezes viva à margem dela, no sentido mais amplo da palavra. Ora são rebeliões, ora facções, balas perdidas... o que há com a cidade maravilhosa?! Seria mesmo culpa do tal mosquitinho afinal ele cumpre o seu papel perfeitamente na natureza, suga, suga, para depois transformar-se na cadeia alimentar de outros insetos mais poderosos que ele. É a lei do mais forte! O que realmente está matando no Rio? É o mosquitinho da dengue ou o mosquitinho da “burrocracia” (escrita assim mesmo com dois RRs)! Este sim um mosquito que incomoda com sua lentidão, suas rachas políticas, seu egoísmo. O cristo de braços abertos continua lá, mas desta vez seus braços abertos, a mim parece, que além de acolher neste momento fatídico é como se dissesse: e agora, pai?
Neste momento como se combate a dengue? carros fumacês? Acredito precisar mais do que fumaça. Neste momento precisa que a fumaça saia dos olhos de nossos governistas e também de nossa sociedade principalmente quando estiverem diante das urnas. Enquanto isto veremos mães secas, pais desconsolados se sentindo impotentes por não poderem cumprir seu papel social de defender sua família, veremos também carros fumacês, pois afinal de contas o governo trabalha e não podemos de esquecer que veremos (e muito) uma ministra dizer; - Relaxa e goza! e um secretário que diz: - A culpa é do povo. Culpa em insistir viver, mesmo perdendo dois filhos, em respirar, em ter família e em acreditar que suas autoridades os cuidarão e que a fala “não faço mal á ninguém!” “por isso não me farão mal também”. Nossa sociedade, nosso povo, ainda tem esperanças e acredito que mesmo em meio a esta situação ainda esperam que amanhã seja melhor. Enquanto isso, o mosquitinho lamenta-se miseravelmente por causar tanto dano e tristeza e já pensa em tornar-se vegetariano, pois a cadeia alimentar tem agora um páreo duro... chupadores de sangue gordos e sedentos em achar o culpado de tudo... Se cuida Aedes!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O Papel Da Publicidade Na Sociedade De Consumo
Por: Leandro Aurélio | 02/12/2008O papel da mídia no consumismo desenfreado da sociedade atual.
Solidariedade a Santa Catarina
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A Humanização No Serviço Da Saúde Na Atuação Da Enfermeira Na Assistência Ao Parto
Por: Mayara Leao de Moraes Silva | 28/11/2008a humanização no serviço de saúde ainda é muito lenta, e em algumas áreas existe ainda uma grande resistência, como é no caso do parto com a assistência de enfermagem. O objetivo desse estudo é de enfatizar a importância de uma boa assistência e humanização no momento do parto até o nascimento, mostrando a assistência prestada da enfermagem obstétrica e sua equipe. A pesquisa foi realizada por literatura bibliográfica, pesquisa virtual e artigos sobre o tema através do site REHUNA.
Justiça Já Aceita “Provas Virtuais”
Por: NBDESOUSA | 21/11/2008Decisões que estão sendo debatidas nos tribunais estão gerando jurisprudência a respeito de assuntos que antes achávamos banais. Cuidados devem ser tomados pelos Administradores. Fiquem atentos. Procurem cada vez mais informações. Isso com certeza fará a diferença entre profissionais.
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A Evolução e a Mídia
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Porque Não Pranteio Zélia Gattai
Por: Miriam de sales oliveira da rocha | 19/05/2008HOMENAGEM Á GRANDE ESCRITORA E GRANDE MULHER
De Volta Ao Coronelismo
Por: Daniele Barizon | 09/05/2008Sobre a absolvição do fazendeiro Vitalmiro Bastos e a literatura de Jorge Amado.
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