Importância das frutas e hortaliças na promoção da saúde

Publicado em: 07/12/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 6,940 |

1 INTRODUÇÃO

 O consumo insuficiente de hortaliças e frutas é um fator de risco relacionado à causa de doenças crônicas não transmissíveis para a população. Esses alimentos são importantes para uma dieta saudável, pois são fontes de micronutrientes, fibras e de outros componentes com propriedades funcionais. As frutas e hortaliças têm baixa densidade energética, o que favorece a manutenção saudável do peso corporal.

Comportamentos alimentares podem não somente influenciar o estado de saúde presente, como também determinar se mais tarde em sua vida o indivíduo irá desenvolver ou não alguma doença como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes (FIGUEIREDO, JAIME e MONTEIRO, 2008).

O objetivo do trabalho foi avaliar o consumo de hortaliças e frutas entre os universitários de diferentes áreas e quais os fatores associados e faz-se uma comparação de resultados entre os estudantes da área da saúde, humanas e exatas, através da aplicação de questionário de freqüência alimentar.

A justificativa do estudo foi orientar a população sobre a importância do consumo de hortaliças e frutas para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.

2 REVISÃO DE LITERATURA 

2.1 Alimentação saudável

Inúmeros estudos realizados nas últimas décadas têm demonstrado o importante papel da alimentação, causando ou prevenindo doenças. A população brasileira tem, ultimamente, mudado seus hábitos alimentares e mudado para pior. O consumo dos doces, refrigerantes, massas, bolachas tem aumentado bastante. Entretanto, o consumo de arroz, feijão, frutas e verduras vêm diminuindo muito. Portanto, a qualidade da alimentação do brasileiro está se tornando inadequada (MONTEIRO, MONDINI E COSTA, 2000).

Uma alimentação saudável, entendida enquanto um direito humano compreende um padrão alimentar adequado às necessidades biológicas e sociais dos indivíduos de acordo com as fases do curso da vida. Tem por característica três princípios: 1)variedade, comer diferentes tipos de alimentos pertencentes aos diversos grupos; 2)moderação, não exagerar nas quantidades de alimentos ingeridas e 3)equilíbrio, consumir alimentos variados, respeitando a quantidade de porções recomendadas para cada grupo de alimentos. Além disso, uma alimentação saudável deve ser baseada em práticas alimentares assumindo os significados sócio-culturais dos alimentos como fundamento básico conceitual (PINHEIRO e GENTIL, 2005).

Portanto, a alimentação é fundamental para uma vida saudável. Quando bem nutrido, o corpo desenvolve melhor suas funções vitais e a expectativa de vida aumenta. No Brasil, de acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, as pessoas precisam incorporar alimentos mais nutritivos ao seu cardápio. Embora a recomendação de frutas e hortaliças seja conhecida por quase toda população, ainda não é uma unanimidade no cardápio diário dos brasileiros (BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009).

Uma alimentação saudável é considerada adequada quando além da sua composição nutricional também compreende aspectos relativos à percepção dos sujeitos sobre padrões de vida e alimentação adequados às suas expectativas. Neste sentido as dimensões de variedade, quantidade, qualidade e harmonia se associam aos padrões culturais, regionais, antropológicos e sociais das populações. Assim, uma alimentação saudável (e adequada) é aquela que incorpora como objeto a trajetória necessária, desde a produção até o consumo, do alimento, em todas as suas dimensões (principalmente culturais), e todas as possibilidades que esta produção gera em termos de desenvolvimento sustentável e Segurança Alimentar e Nutricional PINHEIRO e GENTIL, 2005).

Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o baixo consumo de hortaliças e frutas apresenta-se entre os cinco principais fatores de risco para a carga global de doença e que muitas mortes no mundo são devido a uma alimentação inadequada. Evidências epidemiológicas mostram associação inversa entre o consumo de hortaliças e frutas e o risco de doenças cardiovasculares e determinados tipos de câncer (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003 apud MACHADO e SIMÕES, 2008).

Em concordância com a proposição da Estratégia Global pela OMS, em termos de políticas públicas no Brasil destacam-se: ações em alimentação e nutrição direcionadas à promoção do aumento da ingestão de frutas, verduras e legumes (como a recente publicação do guia alimentar para a população brasileira) e geração de incentivos à inclusão de segmentos do setor público e privado na Estratégia Global. As principais metas estabelecidas no documento da OMS podem ser resumidas em recomendações de quantidades mínimas para ingestão de frutas e hortaliças diariamente, e em avaliação de parâmetros nutricionais diretamente mensuráveis, tais como a redução do teor de açúcar refinado da dieta, restrição do consumo de sal, entre outros (MACHADO e SIMÕES, 2008)

 2.2 Hortaliças

As hortaliças também conhecidas como legumes e verduras, são vegetais geralmente cultivados na horta. Segundo Ornellas (2001) é de grande importância a inclusão de hortaliças variadas na dieta por causa do seu efeito alcalinizante sistêmico além de favorecerem o preenchimento das quotas vitamínicas, minerais, e aumentarem o resíduo alimentar no trato digestivo. 

As hortaliças como parte da alimentação diária também podem ajudar a prevenir as principais DCNTs. Comer uma variedade de hortaliças garante, seguramente, uma adequada ingestão da maior parte dos micronutrientes, fibras e uma gama de fatores nutricionalmente essenciais. Além disso, o aumento do consumo de hortaliças pode ajudar a substituir alimentos que possuem altas concentrações de gorduras saturadas e sal (GOMES, 2007).

Entretanto, pesquisas mais recentes sugerem que o efeito da ingestão de hortaliças no controle das doenças cardiovasculares e de outras morbidades é mais complexo. A interação entre os íons cálcio e magnésio desempenha papel importante na dinâmica arterial (vasoconstrição) e no desenvolvimento da aterosclerose. A razão cálcio/sódio, potássio e magnésio têm efeito na diminuição da hipertensão, provavelmente, mediado pelos hormônios reguladores dos minerais vasoativos. A perda de peso se explicaria apenas em parte esses processos. Outros achados também colocaram em evidência a importância das hortaliças na alimentação, como fontes de minerais, vitaminas, fibras alimentares, antioxidantes e fitoquímicos, que protegem o organismo contra o envelhecimento precoce, a aterosclerose e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, Stephen et al (2007) mostraram o papel protetor das frutas e hortaliças contra o tromboembolismo venoso, em estudo prospectivo com duração de 12 anos, em amostra de, aproximadamente, 15 mil pessoas (JORGE, MARTINS e ARAÚJO, 2008).

As hortaliças, além de fornecerem componentes importantes para desempenharem funções básicas do organismo como, por exemplo, ácido ascórbico, betacaroteno e ácido fólico, são fontes de compostos bioativos diretamente associados à prevenção de doenças. Os polifenóis compreendem o maior grupo dentre os compostos bioativos nos vegetais, sendo subdivididos em classes, de acordo com a estrutura química de cada substância (FALLER E FIALHO, 2009).

 2.3 Frutas

São as frutas, segundo o Velho Testamento, o primeiro alimento de que se serviu o homem e por não necessitar preparação alguma, ou seja, ingeridas ao natural, nada perdem do seu valor nutritivo. São excelentes fontes de vitaminas, minerais, fibras, compostos bioativos e os glicídios são de fácil digestão (ORNELLAS, 2001).

As frutas são consideradas as principais fontes de minerais necessários na dieta humana. Análises químicas mostraram que as cascas das frutas apresentam, em geral, teores de nutrientes maiores do que os das suas respectivas partes comestíveis, conforme verificado na literatura. Desta forma, pode-se considerar que as cascas das frutas analisadas podem ser úteis como fontes alternativas de alimento ou como ingredientes para obtenção de preparações processadas. Foi determinada a composição centesimal de 7 elementos minerais com importância nutricional (Ca, Cu, Fe, K, Mg, Na, Zn) em 7 tipos diferentes de cascas de frutas: abacate, abacaxi, banana, mamão, maracujá, melão e tangerina, cultivadas na pesquisa realizada no Estado do Rio Grande do Norte (GONDIM et al., 2005).

Estudos científicos demonstram que o consumo de pelo menos 3 porções diárias de frutas contribuem com a promoção da saúde e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e na manutenção do peso (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003 apud GOMES, 2007).

As frutas contêm diferentes fitoquímicos, muitos dos quais possuem propriedades antioxidantes que podem estar relacionadas com o retardo do envelhecimento e com a prevenção de certas doenças como o câncer, acompanhado de doenças-crônicas-inflamátórias, doenças cardíacas, pulmonares e problemas associados com o envelhecimento (SIQUEIRA et al., 1997; LIMA et al., 2002).

Antioxidantes são substâncias capazes de inibir a oxidação, diminuindo a concentração dos radicais livres no organismo e/ou quelando íons metálicos, prevenindo a peroxidação lipídica. Entre os antioxidantes não-enzimáticos que têm recebido maior atenção por sua possível ação benéfica ao organismo, estão a vitamina C (ácido ascórbico) e E (tocoferol), os carotenóides e os flavonóides (BARREIROS et al., 2006).

Dentre os fitoquímicos com ação antioxidantes presentes nas frutas estão os polifenóis, em função de fatores intrínsecos (cultivar, variedade, estádio de maturação) e extrínsecos (condições climáticas e edáficas) apresentam, em termos quantitativos e qualitativos, composição variada desses constituintes. Através de estudos acerola, caju, mamão Formosa, mamão Havaí, goiaba, laranja pêra, e a pinha destacaram-se por terem apresentado uma potente capacidade antioxidante. Frente à ação antioxidante exibida, as frutas podem ser apontadas como boas fontes de antioxidantes naturais que podem ser mais efetivas e econômicas do que o uso de suplementos dietéticos na proteção do organismo contra os danos oxidativos, portanto, o seu consumo deve ser estimulado (MELO et al., 2008).

 2.4 Consumo de hortaliças e frutas

A identificação da associação entre fatores sociodemográficos, estilo de vida, motivação individual e o consumo habitual de hortaliças e frutas constitui-se em ferramenta-chave na elaboração de programas de intervenção mais eficazes para a promoção do consumo destes alimentos. Estudos epidemiológicos prévios observaram associação positiva entre idade, estilo de vida saudável, escolaridade, estado civil, estágios de mudança e consumo de hortaliças e frutas. Por outro lado, o índice de massa corporal parece estar inversamente relacionado ao consumo destes alimentos. Os estágios de mudança permitem verificar a motivação do indivíduo em alterar hábitos de vida, e a classificação dos indivíduos em estágio de "ação" pode predizer o maior consumo destes alimentos (PALMA et al., 2009)

Esses alimentos são importantes na composição de uma dieta saudável, pois são fontes de micronutrientes, fibras e de outros componentes com propriedades funcionais.  Ademais, frutas e hortaliças têm baixa densidade energética (FIGUEIREDO, JAIME e MONTEIRO, 2008).

Levy-Costa et al. (2005) em estudo sobre a distribuição e evolução da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil entre os anos de 1974 e 2003 verificaram que frutas e hortaliças correspondiam a apenas 2,3% das calorias totais da dieta, ou seja, aproximadamente um terço do recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Jaime e Monteiro (2005) constataram que menos da metade dos indivíduos no Brasil consomem frutas diariamente e menos de um terço da população relata o consumo diário de hortaliças.

De acordo com as evidências apresentadas pelo Relatório Mundial da Saúde 2003, estima-se que até 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas anual-mente em todo o mundo, se o consumo de hortaliças e frutas fosse adequado (GOMES, 2007).

No campo das políticas de alimentação e nutrição, a promoção do consumo de hortaliças e frutas ocupa posição de destaque dentre as diretrizes de promoção de alimentação saudável. A Estratégia Global sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, elaborada pela OMS, recomenda o aumento do consumo de frutas e hortaliças dentre as recomendações para prevenção de doenças crônicas. No cenário nacional, o Ministério da Saúde do Brasil recomenda o consumo diário de no mínimo três porções de frutas e três porções de hortaliças em seu Guia Alimentar, enfatizando a importância de variar o consumo desses alimentos nas refeições ao longo da semana (FIGUEIREDO, JAIME e MONTEIRO, 2008).

Segundo Pinheiro e Gentil (2005), a redução de risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis como alguns tipos de

câncer é devido ao consumo regular de pelo menos 400 gramas de frutas, legumes e /ou verduras(hortaliças) por dia. Pesquisas demonstram que frutas e hortaliças desempenham papel protetor no surgimento destas mesmas doenças. De acordo com o Fundo Mundial para a Pesquisa do Câncer (WCRF), uma dieta com uma grande quantidade e variedade desses alimentos pode prevenir 20% ou mais dos casos de câncer. O Relatório Mundial sobre Saúde – 2002 da OMS estima que o baixo consumo das e frutas e hortaliças está associado a cerca de 31% das doenças isquêmicas do coração e 11% dos casos de derrame no mundo. Acredita-se que a redução no risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares se dá pela combinação de micronutrientes, antioxidantes, substâncias fitoquímicas e fibras presentes nestes alimentos. O consumo adequado também é importante para a prevenção de carências nutricionais como anemia e hipovitaminose A.

 2.5 Promoção do consumo de hortaliças e frutas

            Aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras tem sido um dos principais desafios da atualidade para a saúde pública, de acordo com Kraisid Tontisirin, Diretor da Divisão de Alimentação e Nutrição da FAO. Segundo o mesmo, há uma série de razões, diferenciadas entre as populações, que levam ao não-consumo de frutas, legumes e verduras - preço, conveniência, sabor e estigma, para citar algumas. A evidência científica tem demonstrado e sustentado o consumo de frutas, legumes e verduras como altamente recomendado e, cada vez mais, instituições nacionais de saúde e agricultura, representantes da indústria e de organizações internacionais, incluindo a FAO, têm trabalhado para acessar esses obstáculos e discutir formas de promover o consumo de frutas, legumes e verduras ao redor do mundo (GOMES, 2007).

            A alteração no padrão alimentar, associada à maior oferta de alimentos processados de baixo custo, favorece o aumento do consumo de alimentos com alta densidade energética e baixa densidade nutricional. A falta de conscientização quanto aos benefícios do consumo de frutas e hortaliças, assim como de educação nutricional, desde a fase escolar, podem ainda contribuir para a baixa procura da população por estes grupos alimentares. Esse fato evidencia a importância de se elaborar medidas públicas de orientação nutricional que visem à alimentação saudável (LEVY-COSTA et al., 2005 apud JAIME et al., 2007).

Conflituosos embates referentes à definição de metas e prescrições preventivas por profissionais da área de saúde pública têm como ponto de partida, de um lado, a pressuposição da "previsão" por parte dos profissionais, como eixo estruturante das estratégias de prevenção a qual se implica no olhar para o futuro. Do outro, pessoas que vivenciam e/ou vivenciaram situações extremamente adversas, que conduzem suas vidas por meio da "provisão" como categoria principal, o que as remete a lembranças da fome e a outras dificuldades de sobrevivência, ocasionando uma focalização do olhar principal no passado, preocupado em prover o presente dia (VALLA, 2000).

 2.6 Disponibilidade de polifenóis

            A avaliação e determinação de polifenóis totais em frutas e hortaliças produzidas e consumidas no Brasil são essenciais para avaliar os alimentos-fonte de compostos bioativos e estimar sua ingestão pela população. A quantificação do teor de polifenóis nesses alimentos agrega conhecimento científico sobre a composição nutricional dos alimentos e seus benefícios na prevenção de doenças, além de reforçar a importância do consumo de, no mínimo, 400 g de frutas e hortaliças diariamente. Além disso, esse conhecimento subsidia os programas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o "5 ao dia", e do Ministério da Saúde, "Brasil Saudável" (OMS, 2003)

Os principais grupos de polifenóis são os ácidos fenólicos, tendo como exemplos: o ácido clorogênico, presente no café; os estilbenos, como o resveratrol presente nas uvas e vinho; as cumarinas, como as furanocumarinas do aipo; as ligninas, como as lignanas da linhaça; e os flavonóides. Este último grupo é o maior e mais estudado, possuindo mais de 5.000 compostos identificados, e tem como principais alimentos-fonte frutas e hortaliças, chás, cacau, soja, dentre outros. No entanto, alguns compostos específicos estão em maiores concentrações em determinados alimentos, como a quercetina na cebola, miricetina no brócolis, as antocianinas em frutas de coloração vermelha-arroxeada, tais como cereja, morango e uvas, e as flavanonas em frutas cítricas, como laranja e tangerina. As ações fisiológicas exercidas pelos polifenóis já foram relacionadas à prevenção de doenças cardiovasculares, neurodegenerativas, câncer, entre outras, principalmente em função da elevada capacidade antioxidante (FALLER e FIALHO, 2009).

 CONCLUSÃO

           A população consome uma quantidade inadequada de frutas e hortaliças o que tem levado um número alto de doenças crônicas não transmissíveis.  

           A redução de preço de frutas e hortaliças, possível de ser obtida por meio de políticas públicas, poderia aumentar a participação desses alimentos na dieta.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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    frutas

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    hortalicas

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    doencas cronicas nao tranmissiveis

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