Poesia

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HAMILTON  SERPA

Uma poesia trazendo um pouco de utopia possivel para uma nova vida

Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 03/14/2010 l Acessos: 4

A partir da obra de Platão é estabelecida certa perspectiva no pensamento grego, a qual Nietzsche denomina "socratismo estético". Nietzsche também argumenta que mesmo Eurípides fora bastante influenciado por Sócrates, de maneira que o deus Dionino presente em As bacantes seria de fato uma caricatura socrática. A partir deste ponto, discutimos o papel do feminino em Platão e em Eurípides.

Por: José Luiz Araujo Dorea Junior l Literatura > Poesia l 03/08/2010 l Acessos: 3
Mirna Cavalcanti de Albuquerque

Neste mundo há todo o tipo de criaturas. A diversidade é grande, tanto física, quanto espiritual, moral e intelectualmente . Daí, formarem-se grupos com interesses e qualidades semelhantes. Aglutinam-se conforme seus tipos específicos. Se no trabalho, todos, mesmo sem afinidades, toleram-se e respeitam-se dentro dos limites da civilidade. Referentemente à vida privada, escolhem-se os amigos, pois existe um tropismo. Escrevo aqui do que para mim é imprescindível para gostar de das pessoas.

Por: Mirna Cavalcanti de Albuquerque l Literatura > Poesia l 03/07/2010 l Acessos: 4
Bia Senday

O poema "Canção do exílio" foi escrito pelo poeta brasileiro Gonçalves Dias em 1843, na cidade de Coimbra, sendo primeiros poemas do livro "Primeiros Cantos". Trata-se da obra prima desse poeta brasileiro, pertencente à primeira geração romântica, como um dos mais famosos poemas da língua portuguesa no Brasil.

Por: Bia Senday l Literatura > Poesia l 03/05/2010 l Acessos: 42
HAMILTON  SERPA

UMA POESIA FALANDO DA NATUREZA E DA VIDA BOA QUE É VIVER NO CAMPO

Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 03/05/2010 l Acessos: 9
HAMILTON  SERPA

Uma poesia de catarse. Uma purificação da alma através de palavras e inicio de um novo caminho

Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 03/03/2010 l Acessos: 12

Vérvico galopar Entre o poroso e o hermético: Sua mente flui, reflui Pelas alamedas, ribanceiras Cordilheiras do Clássico, Do Moderno e pare, assim, Um Autêntico Contemporâneo

Por: JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA l Literatura > Poesia l 02/25/2010 l Acessos: 8

No presente artigo quero discutir o assunto. O homem a modernidade e a melancolia através de alguns poemas de Drummond. A experiência da modernidade envolve a mobilidade social que oferece um crescimento de oportunidades. Em função disso, o homem torna-se cidadão do mundo, porém, o homem passa a viver na solidão e melancolia.

Por: Sandra Paiano da Silva l Literatura > Poesia l 02/24/2010 l Acessos: 43

Preciso encarar a barrela. Preciso fazer 1 bilhão de aquarelas. Preciso descobrir minhas raízes no Benin ou na Nigéria. Preciso demonstrar mais amor pela Terra. Preciso ser Angola, Moçambique, Sudão, Somália, Etiópia e África do Sul. Preciso chupar acerola, umbu, cajá além de caju. Preciso largar mão de querer rimar com o fonema e o corpo da letra U!

Por: JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA l Literatura > Poesia l 02/23/2010 l Acessos: 6
Romulo José Ferraz

Este é um poema que fala de um amor de um homem por uma mulher, de tamanha beleza que o encantou como uma princesa que encanta e fascina seu príncipe. Eles viveram momentos especiais, se encantaram, se admiraram, se amaram. Construíram uma vida juntos. Mas um dia o principe teve que partir, foi fazer morada num outro plano e teve que deixar sua princesa, seu tesouro, seu bem mais precioso. Mas na sua nova morada, ele espera a chegada de sua princesa, de seu tesouro, de seu único amor.

Por: Romulo José Ferraz l Literatura > Poesia l 02/22/2010 l Acessos: 25
João do Rozario Lima

Este poema retrata a realidade que se encontra nosso planeta.

Por: João do Rozario Lima l Literatura > Poesia l 06/21/2008 l Acessos: 10,425 l Comentário: 17

A alegria de uma vila com a chegada do circo.

Por: Vera Helena l Literatura > Poesia l 02/22/2008 l Acessos: 8,125 l Comentário: 2
Antonio Paiva Rodrigues

Vida sem destino e esperanças, sem alegrias e bonanças, acoplando anseios sacrossantos. Sem sapatos de pés calejados, rosto suado, maltrapilho, deifica a personalidade que roga. No calor das metrópoles, na desilusão da vida sem rumante afetivo e carinhoso, só espanto.

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 10/21/2008 l Acessos: 5,084 l Comentário: 7
Miriam de sales oliveira da rocha

ICONOCLASTA,MALDITO,OBSCENO,REVOLUCIONARIO,ANTI-CLERICAL,O POETA GREGORIO DE MATOS,CUJA ALCUNHA ERA "O BOCA MALDITA",DESAFIAVA A SOCIEDADE COLONIALISTA E CATÓLICA,DA ÉPOCA EM QUE VIVEU,COM SEUS VERSOS VIRULENTOS,FESCENINOS E OFENSIVOS AOS BAMBAMBANS DA ÉPOCA.

Por: Miriam de sales oliveira da rocha l Literatura > Poesia l 10/07/2008 l Acessos: 4,456 l Comentário: 1

O embevecimento de um menino com sua pipa. e a sua triste realidade...

Por: Vera Helena l Literatura > Poesia l 02/20/2008 l Acessos: 4,221
João do Rozario Lima

Eu olho o céu tão escuro, Começo então a pensar. Se não pararmos com isso, Onde vamos morar.

Por: João do Rozario Lima l Literatura > Poesia l 09/28/2008 l Acessos: 4,200 l Comentário: 2
Augusto de Sênior

Análise de um das mais bonitos e famosos sonetos da Literatura Brasileira, obra de Vinicius de Moraes (1913/ 1980 - Modernismo Brasileiro). O poeta discute a luta eterna entre o Amor e a fidelidade.

Por: Augusto de Sênior l Literatura > Poesia l 09/19/2009 l Acessos: 1,832 l Comentário: 3
João do Rozario Lima

Tu és a única mãe, Que alguém pudesse ter. A mais doce e incomparável. Que existe entre todos os seres.

Por: João do Rozario Lima l Literatura > Poesia l 06/21/2008 l Acessos: 1,803 l Comentário: 1
João do Rozario Lima

Este poema retrata sobre o amor e a responsablidade que deve ter um pai.

Por: João do Rozario Lima l Literatura > Poesia l 06/21/2008 l Acessos: 1,712 l Comentário: 1

Fim de um amor, despedida sem adeus

Por: Vera Helena l Literatura > Poesia l 02/24/2008 l Acessos: 1,523
Antonio Paiva Rodrigues

Vida sem destino e esperanças, sem alegrias e bonanças, acoplando anseios sacrossantos. Sem sapatos de pés calejados, rosto suado, maltrapilho, deifica a personalidade que roga. No calor das metrópoles, na desilusão da vida sem rumante afetivo e carinhoso, só espanto.

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 10/21/2008 l Acessos: 5,084 l Comentário: 7
Antonio Paiva Rodrigues

Sinto-me um grão de areia, Diante da bondade de Deus. O meu Espírito engrandece, Com Jesus, discriminado pelos fariseus. Diante de um Espírito Puro, Sou um imperfeito, em evolução, As preces elevam-nas ao Senhor. Enobrecem, fortalecem meu coração. Mil vezes já bateu, e outras baterão, Existe no ego, superego o desejo de vitória. Vencer com vontade e faustas energias, Reciclar o passado e industrializar o futuro.

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 06/25/2008 l Acessos: 105
Rômulo Soares Albuquerque

Somos intrinsecamente conflitantes. O lógico não fascina-nos, assim como não desperta paixões e sentimentos. Nesse texto escrito há dois dias, mostro o antagonismo ligado à complexidade da vida e normas sociais de conduta. Espero que gostem. Recebi dezenas de e-mails por postagens anteriores no “Artigonal” como "Amor Verdadeiro"; "História De Jornal?"; "Na Pureza Do Pecado" e "Em Nome Do Pai, do filho...." Para vocês fãs desse site, saindo do forno: “O Amanhã Libidinoso”Rômulo Soares Albuquerque

Por: Rômulo Soares Albuquerque l Literatura > Poesia l 01/24/2010 l Acessos: 72
Antonio Paiva Rodrigues

Onde andas? Onde estás? Meu amor, minha amada, Ausentou-se de mansinho, no silêncio da madrugada. Evadindo, detendo as esperanças, numa dor amargurada. Quiçá, testificou, tosou o amor com a alma calcetada. O que fiz senão expurgar meu amor sem destemor,

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 07/08/2008 l Acessos: 239
Rômulo Soares Albuquerque

"No Silencio o Querer", retrata-se o amor sublime, completo em si mesmo, capaz de fazer-nos sonhar acordados.

Por: Rômulo Soares Albuquerque l Literatura > Poesia l 12/29/2009 l Acessos: 37
Rômulo Soares Albuquerque

O amor narrado através de emoções não racionais...

Por: Rômulo Soares Albuquerque l Literatura > Poesia l 12/13/2009 l Acessos: 214 l Comentário: 5
Rômulo Soares Albuquerque

Quando Deus é o referencial é preciso está de olhos e ouvidos bem abertos para questionar as interpretações que terceiros dão as suas palavras. A Fé é irracional em sua essência; mas quando maquiavelicamente manipulada, pode ser fatal.

Por: Rômulo Soares Albuquerque l Literatura > Poesia l 12/15/2009 l Acessos: 175 l Comentário: 6
Antonio Paiva Rodrigues

Nos anseios, nas esperanças entre percalços e ilusões. Na tristeza que invade o coração não encontramos soluções, Imantamos amor, perdão, caridade, esperanças e bonanças. Para sarar a válvula ferida, partida, iludida tal crianças; Seres pequeninos, elos resistentes da bondade imorredoura. Da bela semente da luz brilhante, fosforescente e imortal. Geração do fruto formato de rebento na noite de natal.

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 11/08/2008 l Acessos: 107
Antonio Paiva Rodrigues

Desnorteado, procurou o mar A volúpia de suas ondas Levava o homem a amar! Permeava sem delongas O vozeirão do mar a soar

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 06/23/2008 l Acessos: 279 l Comentário: 1
Antonio Paiva Rodrigues

Senhora minha, minha senhora, não sei por que choras. Será tristeza, amor, saudade, devaneio ou apenas receio, Ou fruto de dores no peito de uma separação que ignoras

Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Poesia l 06/23/2008 l Acessos: 46 l Comentário: 1
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