Poesia

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Teus olhos são lindos, brilhantes e chamativos de amor fecundo… Suas pálpebras tem algo incomum, pois são como duas conchas iluminadas, Encantam como ninguém, todavia, porém, contudo deixam um encanto profundo. A tua face emoldura uma bela senhora de beleza descomunal e de sutilezas diferenciadas. Olhos acesos, coloridos, embevecidos de amor que chamam a atenção do mundo…

Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesia l 22/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Un moment de joie. Par la suite. Provoque le plus de douleur. Pour celui qui était le produit de bonheur. Tristesse, désespoir et le découragement. Mais le moment éphémère semble sans fin. Shine particules de photons d'hydrogène. Les dieux ne comprennent pas le sens de l'idéologie. En ce qui concerne la nature spécifique du monde. Un cri de soulagement sourire sans fin dans ses yeux. Les cœurs tremblent d'émotion. Réalisation de charme de la contemplation indescriptible.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 14/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Agora que tenho os segredos. Guardados em minhas memórias. Posso contemplar as mais felizes intuições. Os mistérios dos mundos. Os delírios da imaginação. Os olhos fechados ao silêncio mais profundo. De todos os sonos. Agora que meus olhos poderão enxergar. Entender a interminável imensidão. A composição do vácuo indeterminado. Pela complexidade do infinito.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 07/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Je veux vous raconter une histoire. Mon cœur est fragile. Sensibilité complète. Enchantement. Émotions indescriptibles. Tout cela parce que votre sourire. Ce est comme une fleur. Pleine de pétales.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 06/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Não sou ninguém. Nenhum deles. Dentro peito. O sinal da ilusão. De tantos Fernandos. Josés e bastiões. Um dia imaginei a pensar. Igual ao Pessoa. Talvez tivesse que negar Nietzsche. Feuerbach. O mundo representativo. De Schopenhauer.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 05/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Agora que entende os segredos. Das nossas memórias. La fora chove e faz a beleza das flores. Uma luz que acendeu a escuridão. Os sinais do caminho. O tempo nos conduziu. O destinação do coração que nos iluminou. Aos encantos das proposições. Ponderações indeléveis.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 04/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

A vida é uma multidão perdida. Caminhando sem direção. Tentando efetivar o instinto. Da imaginação. Como se o céu fosse levianamente exposto. Por belas estrelas diante da claridade do sol. Sentindo o desejo lépido do movimento da Terra.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 03/01/2015
Edjar Dias de Vasconcelos

Tenho ainda o silêncio. Guardado no coração. Um olhar tão distante. Que machuca a ilusão. Recordo de suas significações. Do tempo magnífico. Dos olhares incompreensíveis. A inexorabilidade.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 30/12/2014
Edjar Dias de Vasconcelos

Nada existe para ser muito normal. O mundo litófilo cultural. Os isósceles procedimentos dialéticos. O irrivalizável mito criacionista. As veleidades dos sonhos imperfeitos. A alma como produto da linguagem.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 25/12/2014

Nas horas boas da vida, nos bons momentos de felicidades, devemos aproveitar o máximo que possamos, seja no agrado do teu carinho, ou nas lições que aprendemos ao conversar e dialogar. A minha mente está sempre alerta e em profusão, com gastos excessivos de energias que refletem as ideias, que saem do meu coração. Dos meus anos de venturas assimilei ideias geniais, pois da comunhão com a poesia vivem os seres imortais. Já entrei no rol das orgias, imantei melancolias, agora vivo ao compasso dos

Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesia l 19/12/2014
Miriam de Sales

ICONOCLASTA,MALDITO,OBSCENO,REVOLUCIONARIO,ANTI-CLERICAL,O POETA GREGORIO DE MATOS,CUJA ALCUNHA ERA "O BOCA MALDITA",DESAFIAVA A SOCIEDADE COLONIALISTA E CATÓLICA,DA ÉPOCA EM QUE VIVEU,COM SEUS VERSOS VIRULENTOS,FESCENINOS E OFENSIVOS AOS BAMBAMBANS DA ÉPOCA.

Por: Miriam de Salesl Literatura> Poesia l 07/10/2008 lAcessos: 32,871 lComentário: 1

Eu olho o céu tão escuro, Começo então a pensar. Se não pararmos com isso, Onde vamos morar.

Por: João do Rozario Limal Literatura> Poesia l 28/09/2008 lAcessos: 26,208 lComentário: 6

Desesperança,reconhecer a não capacidade de conquistar a pessoa amada. Se render às evidências

Por: Vera Helenal Literatura> Poesia l 03/03/2008 lAcessos: 23,835 lComentário: 2

Este poema retrata a realidade que se encontra nosso planeta.

Por: João do Rozario Limal Literatura> Poesia l 21/06/2008 lAcessos: 19,344 lComentário: 26

O poema faz a eternidade do poeta. em suas palavras ele se perpetua.

Por: Vera Helenal Literatura> Poesia l 01/03/2008 lAcessos: 15,548

História de um chefe de recursos humanos, extremamente ladrão

Por: horacio de almeida limal Literatura> Poesia l 05/02/2009 lAcessos: 12,093

A alegria de uma vila com a chegada do circo. O circo chegou na cidade Chamando atenção de quem passava E o palhaço que é... É ladrão de mulher... E as crianças da pequena vila Corriam na maior alegria Queriam ver a novidade Do circo que vinha da cidade Alegrar suas infâncias

Por: Vera Helenal Literatura> Poesia l 22/02/2008 lAcessos: 11,328 lComentário: 4

Vida sem destino e esperanças, sem alegrias e bonanças, acoplando anseios sacrossantos. Sem sapatos de pés calejados, rosto suado, maltrapilho, deifica a personalidade que roga. No calor das metrópoles, na desilusão da vida sem rumante afetivo e carinhoso, só espanto.

Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesia l 21/10/2008 lAcessos: 11,323 lComentário: 15

Análise de um das mais bonitos e famosos sonetos da Literatura Brasileira, obra de Vinicius de Moraes (1913/ 1980 - Modernismo Brasileiro). O poeta discute a luta eterna entre o Amor e a fidelidade.

Por: Augusto de Sêniorl Literatura> Poesia l 19/09/2009 lAcessos: 10,115 lComentário: 6

Fim de um amor, despedida sem adeus Já dizia o escritor É preciso saber a hora do adeus Pra evitar a dor Pra ficar alguma coisa a se lembrar Sinto amor, que chegou a nossa hora Mesmo ainda te amando

Por: Vera Helenal Literatura> Poesia l 24/02/2008 lAcessos: 9,760
Edjar Dias de Vasconcelos

Estrela do céu. Essa estrela é a minha luz. O brilho dos meus olhos. O encantamento da minha sabedoria. É o silencio do meu coração. O meu desejo de ser superior. Alegria da minha vida. Tudo me leva a felicidade. Tem as mesmas energias dos raios do sol. Essa estrela ilumina o dia todo. E durante a noite não fica escuro.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 06/11/2012 lAcessos: 656

Somos intrinsecamente conflitantes. O lógico não fascina-nos, assim como não desperta paixões e sentimentos. Nesse texto escrito há dois dias, mostro o antagonismo ligado à complexidade da vida e normas sociais de conduta. Espero que gostem. Recebi dezenas de e-mails por postagens anteriores no “Artigonal” como "Amor Verdadeiro"; "História De Jornal?"; "Na Pureza Do Pecado" e "Em Nome Do Pai, do filho...." Para vocês fãs desse site, saindo do forno: “O Amanhã Libidinoso”Rômulo Soares Albuquerque

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 24/01/2010 lAcessos: 391 lComentário: 3

Quando Deus é o referencial é preciso está de olhos e ouvidos bem abertos para questionar as interpretações que terceiros dão as suas palavras. A Fé é irracional em sua essência; mas quando maquiavelicamente manipulada, pode ser fatal.

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 15/12/2009 lAcessos: 578 lComentário: 11

"No Silencio o Querer", retrata-se o amor sublime, completo em si mesmo, capaz de fazer-nos sonhar acordados.

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 29/12/2009 lAcessos: 227 lComentário: 4

O amor narrado através de emoções não racionais...

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 13/12/2009 lAcessos: 1,135 lComentário: 6

A realidade e o sonho, a magia por vezes misturam-se.. O disor é tênue... "O PORTAL" o levará a lugares únicos... Onde talvez quiséssemos realmente está...

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 06/04/2010 lAcessos: 222 lComentário: 2

Essa poesia marcou bastante pelo impacto causado e a diversidade de interpretações subjetivas diferentes. Apesar de não esconder preferir escrever sobre amor, paixão e sentimento, “História De Jornal?” é um marco referencial quanto aos meus escritos; por essa razão a escolhi como primeira postagem aqui; mas não se preocupem; há muita coisa inédita por vir....

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 12/12/2009 lAcessos: 278 lComentário: 9

Sinto-me um grão de areia, Diante da bondade de Deus. O meu Espírito engrandece, Com Jesus, discriminado pelos fariseus. Diante de um Espírito Puro, Sou um imperfeito, em evolução, As preces elevam-nas ao Senhor. Enobrecem, fortalecem meu coração. Mil vezes já bateu, e outras baterão, Existe no ego, superego o desejo de vitória. Vencer com vontade e faustas energias, Reciclar o passado e industrializar o futuro.

Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesia l 25/06/2008 lAcessos: 142

Era véspera de seu aniversário. Por mais que buscasse presentes nada parecia que iria agradar-lhe. Meu pai nunca fora muito apegado a bens materiais. Então lembrei de entregar-lhe meu coração, julgando fazê-lo mais feliz. O texto pequenino mostra traços de um Pai sem igual, responsável por muito do bom existente em mim. Sem dúvida, foi o texto mais difícil de escrever. Estava compulsivamente emocionado e, à medida que o tempo passava, a dor e as lágrimas impediam-me de continuar. Amo esse HOMEM!

Por: Rômulo Soares Albuquerquel Literatura> Poesia l 17/04/2010 lAcessos: 249 lComentário: 4
Edjar Dias de Vasconcelos

Essa noite sonhei o tempo todo. Cada sonho esquisito. Sonhei a dramaticidade da natureza. A essência da política. Sonhei o sol brilhando e a tarde sendo linda. Sonhei com as árvores se colorindo. Com flores com outras cores. Sonhei também que a noite não terminaria. E que o tempo seria absolutamente escuro.

Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesia l 06/07/2012 lAcessos: 327
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