Uma poesia trazendo um pouco de utopia possivel para uma nova vida
A partir da obra de Platão é estabelecida certa perspectiva no pensamento grego, a qual Nietzsche denomina "socratismo estético". Nietzsche também argumenta que mesmo Eurípides fora bastante influenciado por Sócrates, de maneira que o deus Dionino presente em As bacantes seria de fato uma caricatura socrática. A partir deste ponto, discutimos o papel do feminino em Platão e em Eurípides.
Neste mundo há todo o tipo de criaturas. A diversidade é grande, tanto física, quanto espiritual, moral e intelectualmente . Daí, formarem-se grupos com interesses e qualidades semelhantes. Aglutinam-se conforme seus tipos específicos. Se no trabalho, todos, mesmo sem afinidades, toleram-se e respeitam-se dentro dos limites da civilidade. Referentemente à vida privada, escolhem-se os amigos, pois existe um tropismo. Escrevo aqui do que para mim é imprescindível para gostar de das pessoas.
O poema "Canção do exílio" foi escrito pelo poeta brasileiro Gonçalves Dias em 1843, na cidade de Coimbra, sendo primeiros poemas do livro "Primeiros Cantos". Trata-se da obra prima desse poeta brasileiro, pertencente à primeira geração romântica, como um dos mais famosos poemas da língua portuguesa no Brasil.
UMA POESIA FALANDO DA NATUREZA E DA VIDA BOA QUE É VIVER NO CAMPO
Uma poesia de catarse. Uma purificação da alma através de palavras e inicio de um novo caminho
Vérvico galopar Entre o poroso e o hermético: Sua mente flui, reflui Pelas alamedas, ribanceiras Cordilheiras do Clássico, Do Moderno e pare, assim, Um Autêntico Contemporâneo
No presente artigo quero discutir o assunto. O homem a modernidade e a melancolia através de alguns poemas de Drummond. A experiência da modernidade envolve a mobilidade social que oferece um crescimento de oportunidades. Em função disso, o homem torna-se cidadão do mundo, porém, o homem passa a viver na solidão e melancolia.
Preciso encarar a barrela. Preciso fazer 1 bilhão de aquarelas. Preciso descobrir minhas raízes no Benin ou na Nigéria. Preciso demonstrar mais amor pela Terra. Preciso ser Angola, Moçambique, Sudão, Somália, Etiópia e África do Sul. Preciso chupar acerola, umbu, cajá além de caju. Preciso largar mão de querer rimar com o fonema e o corpo da letra U!
Este é um poema que fala de um amor de um homem por uma mulher, de tamanha beleza que o encantou como uma princesa que encanta e fascina seu príncipe. Eles viveram momentos especiais, se encantaram, se admiraram, se amaram. Construíram uma vida juntos. Mas um dia o principe teve que partir, foi fazer morada num outro plano e teve que deixar sua princesa, seu tesouro, seu bem mais precioso. Mas na sua nova morada, ele espera a chegada de sua princesa, de seu tesouro, de seu único amor.
Este poema retrata a realidade que se encontra nosso planeta.
A alegria de uma vila com a chegada do circo.
Vida sem destino e esperanças, sem alegrias e bonanças, acoplando anseios sacrossantos. Sem sapatos de pés calejados, rosto suado, maltrapilho, deifica a personalidade que roga. No calor das metrópoles, na desilusão da vida sem rumante afetivo e carinhoso, só espanto.
ICONOCLASTA,MALDITO,OBSCENO,REVOLUCIONARIO,ANTI-CLERICAL,O POETA GREGORIO DE MATOS,CUJA ALCUNHA ERA "O BOCA MALDITA",DESAFIAVA A SOCIEDADE COLONIALISTA E CATÓLICA,DA ÉPOCA EM QUE VIVEU,COM SEUS VERSOS VIRULENTOS,FESCENINOS E OFENSIVOS AOS BAMBAMBANS DA ÉPOCA.
O embevecimento de um menino com sua pipa. e a sua triste realidade...
Eu olho o céu tão escuro, Começo então a pensar. Se não pararmos com isso, Onde vamos morar.
Análise de um das mais bonitos e famosos sonetos da Literatura Brasileira, obra de Vinicius de Moraes (1913/ 1980 - Modernismo Brasileiro). O poeta discute a luta eterna entre o Amor e a fidelidade.
Tu és a única mãe, Que alguém pudesse ter. A mais doce e incomparável. Que existe entre todos os seres.
Este poema retrata sobre o amor e a responsablidade que deve ter um pai.
Fim de um amor, despedida sem adeus
Vida sem destino e esperanças, sem alegrias e bonanças, acoplando anseios sacrossantos. Sem sapatos de pés calejados, rosto suado, maltrapilho, deifica a personalidade que roga. No calor das metrópoles, na desilusão da vida sem rumante afetivo e carinhoso, só espanto.
Sinto-me um grão de areia, Diante da bondade de Deus. O meu Espírito engrandece, Com Jesus, discriminado pelos fariseus. Diante de um Espírito Puro, Sou um imperfeito, em evolução, As preces elevam-nas ao Senhor. Enobrecem, fortalecem meu coração. Mil vezes já bateu, e outras baterão, Existe no ego, superego o desejo de vitória. Vencer com vontade e faustas energias, Reciclar o passado e industrializar o futuro.
Somos intrinsecamente conflitantes. O lógico não fascina-nos, assim como não desperta paixões e sentimentos. Nesse texto escrito há dois dias, mostro o antagonismo ligado à complexidade da vida e normas sociais de conduta. Espero que gostem. Recebi dezenas de e-mails por postagens anteriores no “Artigonal” como "Amor Verdadeiro"; "História De Jornal?"; "Na Pureza Do Pecado" e "Em Nome Do Pai, do filho...." Para vocês fãs desse site, saindo do forno: “O Amanhã Libidinoso”Rômulo Soares Albuquerque
Onde andas? Onde estás? Meu amor, minha amada, Ausentou-se de mansinho, no silêncio da madrugada. Evadindo, detendo as esperanças, numa dor amargurada. Quiçá, testificou, tosou o amor com a alma calcetada. O que fiz senão expurgar meu amor sem destemor,
"No Silencio o Querer", retrata-se o amor sublime, completo em si mesmo, capaz de fazer-nos sonhar acordados.
O amor narrado através de emoções não racionais...
Quando Deus é o referencial é preciso está de olhos e ouvidos bem abertos para questionar as interpretações que terceiros dão as suas palavras. A Fé é irracional em sua essência; mas quando maquiavelicamente manipulada, pode ser fatal.
Nos anseios, nas esperanças entre percalços e ilusões. Na tristeza que invade o coração não encontramos soluções, Imantamos amor, perdão, caridade, esperanças e bonanças. Para sarar a válvula ferida, partida, iludida tal crianças; Seres pequeninos, elos resistentes da bondade imorredoura. Da bela semente da luz brilhante, fosforescente e imortal. Geração do fruto formato de rebento na noite de natal.
Desnorteado, procurou o mar A volúpia de suas ondas Levava o homem a amar! Permeava sem delongas O vozeirão do mar a soar
Senhora minha, minha senhora, não sei por que choras. Será tristeza, amor, saudade, devaneio ou apenas receio, Ou fruto de dores no peito de uma separação que ignoras
