Garuva, Uma Declaração De Amor
GARUVA , UMA DECLARAÇÃO DE AMOR.
Edevânio Francisconi Arceno
De ti recebi o primeiro suspiro
Com pulmões ainda virgens,
E quando pela primeira vez
Senti tua água pura e morna em minha pele tocar
Apaixonei-me por ti, por esta água , que me fez duvidar que nasci!
Na tua atmosfera límpida e sombreada
Pela Serra verde que te circunda,
Reproduzi meu primeiro som, o choro e abri meus olhos,
Ao ver a luz, antes de procurar o rosto de quem me concebeu,
Contemplei primeiro tua beleza e as riquezas que Deus lhe deu!
A primeira vez sozinho , sem estar nos braços de alguém,
Sobre tua terra fiquei, me maravilhei ao sentir o teu cheiro,
Neste instante pensei: Deste lindo torrão que herdei,
Semelhante , talvez o mesmo ,não sei
na mão de Deus virou Homem .
Na tua entrada, saí para o mundo,
Sobre tua extensão cresci, vivi e amadureci,
Mas confesso diante de todos e de ti,
Que ainda sinto ciúmes quando em bocas estranhas ouço o teu nome.
Como se fostes minha mulher e eu o teu homem!
Quando de ti me afastaram
Teu nome comigo levei.
Por novas estradas que andei,
Quando procuravam-me e encontrando-me clamavam
Não era o meu, mas o teu nome bradavam,
Garuva! Garuva! Garuva....!
Sem esperar , afastaram-me de ti,
Mas o sol que se esconde atrás de teus montes,
Brilhou mais forte, onde eu estava.
E como da roça de fumo nada restou,
O meu pai logo pensou, e por Deus eu creio,
Pagou o que devia do custeio, e para ti voltou.
Que alegria voltar aos teus braços
Andar nas ruas onde cresci.
Voltar para onde não se quis sair.
Se depender de mim Garuva
E o criador permitir,
Nunca mais saio daqui!
(Artigonal SC #732501)
Uma poesia trazendo um pouco de utopia possivel para uma nova vida
A partir da obra de Platão é estabelecida certa perspectiva no pensamento grego, a qual Nietzsche denomina "socratismo estético". Nietzsche também argumenta que mesmo Eurípides fora bastante influenciado por Sócrates, de maneira que o deus Dionino presente em As bacantes seria de fato uma caricatura socrática. A partir deste ponto, discutimos o papel do feminino em Platão e em Eurípides.
Neste mundo há todo o tipo de criaturas. A diversidade é grande, tanto física, quanto espiritual, moral e intelectualmente . Daí, formarem-se grupos com interesses e qualidades semelhantes. Aglutinam-se conforme seus tipos específicos. Se no trabalho, todos, mesmo sem afinidades, toleram-se e respeitam-se dentro dos limites da civilidade. Referentemente à vida privada, escolhem-se os amigos, pois existe um tropismo. Escrevo aqui do que para mim é imprescindível para gostar de das pessoas.
O poema "Canção do exílio" foi escrito pelo poeta brasileiro Gonçalves Dias em 1843, na cidade de Coimbra, sendo primeiros poemas do livro "Primeiros Cantos". Trata-se da obra prima desse poeta brasileiro, pertencente à primeira geração romântica, como um dos mais famosos poemas da língua portuguesa no Brasil.
UMA POESIA FALANDO DA NATUREZA E DA VIDA BOA QUE É VIVER NO CAMPO
Uma poesia de catarse. Uma purificação da alma através de palavras e inicio de um novo caminho
Vérvico galopar Entre o poroso e o hermético: Sua mente flui, reflui Pelas alamedas, ribanceiras Cordilheiras do Clássico, Do Moderno e pare, assim, Um Autêntico Contemporâneo
No presente artigo quero discutir o assunto. O homem a modernidade e a melancolia através de alguns poemas de Drummond. A experiência da modernidade envolve a mobilidade social que oferece um crescimento de oportunidades. Em função disso, o homem torna-se cidadão do mundo, porém, o homem passa a viver na solidão e melancolia.
Muitas vezes dizemos e fazemos coisas, que não sabemos ao certo o porquê as dissemos e fazemos!Isto é incrível, pois reproduzimos conceitos, comportamentos e posturas como se fossem verdades absolutas sem sequer refletir sobre elas. Quantas vezes ouvimos indagações como: “Isto é roupa de menino?”; “Jeito de menino?”; “Cor de menino?”, etc. Muitos creditam estas credencies aos livros didáticos, que insistem em demonstrar os meninos usando calça com boné azul, jogando bola na frente de casa, enquanto espera seu pai vir do trabalho. Na verdade estas distinções ilustrativas são mais remotas do que os tais livros, pois fazem parte de uma construção histórica “natural” da superioridade masculina contraposto à “natural” inferioridade feminina.
Atualmente quando ouvimos a música que diz: “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, automaticamente vem à nossa memória o casal Norminha e Abel, personagens da novela global Caminho das Índias. Aproveitando à popularidade deste casal fictício, que conquistou o Brasil, mencionaremos seu relacionamento contraditório com a relação intensa e conflituosa entre História e Memória.
Alguns a definem como bi-sexual ousamos dizer que Frida estava, além disso, pois nem Ela própria sabia o que era e tão pouco queria saber, e quem disse que temos que ser Homem ou Mulher!A moral, os bons costumes?E quem diz que os costumes são bons ou ruins? Quem ousaria dizer a Frida o que fazer!Tudo isto ela retrata em sua obra, sentimentos conflituosos, desesperanças, saudades, frustrações, mas ainda assim ela deixa bem claro: “Frida está no domínio de tudo”.
O que fabrica um historiador? É a pergunta que norteia o trabalho do historiador Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Quando Michel de Certeau fez o mesmo questionamento, obviamente estava tentando passar a visão de que o historiador é um construtor, alguém que cria a partir de algo, pois toda construção surgi a partir de algo, enquanto Marx diz que a própria História é a máquina de construção, ao historiador cabe apenas o papel de engrenagem.
Quem não desejou um dia atravessar a “Ponte para Terabítia” e viver as mais loucas aventuras em um mundo completamente imaginário. Quem quiser ousar, não precisa ir muito longe, pois este mundo pode estar a sua frente, talvez não tenha nem que atravessar o rio. Basta abrir um livro e viajar por reinos fantásticos, repleto das mais variadas culturas em qualquer tempo e espaço. Nesta viagem quem determina o tempo é o leitor.
Analisar o “Mito da Caverna” é sempre desafiador, pois força-nos a uma hermenêutica onde a matéria prima está entre a sensibilidade e o imaginário. Até mesmo o autor do Mito, o intelectual Platão, mergulhou neste dilema tentando racionalizar essa incrível viagem surreal de Sócrates, mas como racionalizar ou sistematizar o inatingível abstrato? Todo aquele que ousou e ousar, terá grande possibilidade de errar, mas todo erro aponta para um novo caminho onde possivelmente encontraremos o acerto. Nesta busca incansável pela verdade, alvo do “Mito”, muitos intelectuais contribuíram e contribui com seus erros e acertos, encaixando algumas peças deste intrigante quebra-cabeça.
A palavra Reforma, apesar de complexa, seus significados mais comuns são: melhoramento; conserto; reparação; restauração; modificação, ou seja, aprimorar, reparar, restaurar ou modificar o que já está feito. Porém quando observamos os fatos da Reforma Religiosa, a nomenclatura Reforma fica sem sentido, pois não foi isto que aconteceu.O que houve foi a contrução de novas religiões, novos dogmas, novas alternativas e ainda que todas tenha o mesmo fim, guiar o Homem ao reencontro com Deus, cada uma delas afirma ser o único e verdadeiro caminho.
Quando começamos a captar literaturas para a composição deste trabalho, a primeira obra que analisamos foi a história sobre a colonização de Joinville, do autor Carlos Ficker. Depois de ler as quatrocentas e quarenta e cinco páginas deste livro, encontramos apenas quatro linhas mencionando os escravos. Então indagamos em um diálogo imaginário com o autor, tentando compreender o porquê um historiador tão renomado deixou de mencionar a presença negra em Joinville detalhadamente.

