O Encantamento

Publicado em: 13/06/2013 |Comentário: 0 | Acessos: 23 |

Um grande segredo.

Um grande segredo.

Um segredo.

Existe uma razão.

Para descrevê-lo.

Metaforicamente.

A vossa heteronomia.

Aponfântica.

A luz do vosso encanto.

Heuristicamente.

A sua sabedoria psicogenética.

Não tem como ser indiferente.

 Mas entre os sonhos.

O único desejo.

A sabedoria heterológica.

O grandevo sapiêntico.

Ninguém igual.

Tudo perfeito.

Como se fosse resenhada.

 Pela historiografia.

 Transcrita.

 Por mentalidades.

Geniais.

Mas entendida perfeitamente.

Como determina a vossa racionalidade.

A grandiloquência da sua linguagem.

Epagógica.

Gostaria de conseguir a realização.

Das representações.

Indescritíveis.

Nunca antes entendida.

 Indubitavelmente.

O seu silêncio.

Sendo a vossa razão.

O efeito da causa.

É muito difícil.

Porque as palavras não são.

Pronunciadas.

O inconcusso procedimento.

Mas o que quero dizer.

Você não pode entender.

Se entendesse tremeria.

De emoção.

Incontida ao vosso desejo.

Latíbulo a sensibilidade.

Não sei como fazer entender.

Gostaria que percebesse.

 Lauto a grandiosidade.

Um olhar primário.

Imperscrutável a sua sabedoria.

Iminente.

Poderia ser.

Tudo que seria possível.

Implexo ao sonho.

Entretanto ínclito a possibilidade.

Gostaria que recebesse  um aviso.

Do infinito proposto.

A serenidade da vossa fonte.

A inalienabilidade do vosso espírito.

Sem a vossa serapicidade.

Sinto o exício da perda.

Ainda não adquirida.

Se pudesse compraria.

Como seiva da sabedoria.

Sinais dados indelevelmente.

 A sobejidão escalonada.

A taxologia terapêutica.

Do vosso encantamento.

As palavras não são suficientes.

Nem mesmo as significações.

Certo tautocronismo exuberante.

Espero que perceba.

É o que necessita as fantasias.

Dos sonhos.

Edjar Dias de Vasconcelos

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 4 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/poesia-artigos/o-encantamento-6637853.html

    Palavras-chave do artigo:

    poesia critica

    Comentar sobre o artigo

    Edjar Dias de Vasconcelos

    Pergunto-te com singeleza. A intuição de um contra poeta. Nunca guardou rebanho? Quando sua poesia é palaciana. Admiro-te pela existencialidade. Até mesmo pela a coragem. Mas nunca contestou o mundo. Das fabulosas antas.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 05/09/2013 lAcessos: 29
    Pedro Melo

    O Modernismo sepultou a poesia de forma fixa? Não somente autores de renome continuaram a escrever poemas de forma fixa, como as formas fixas sobreviveram e ainda agradam a muitos leitores. Este artigo analisa brevemente o cultivo de um poema de forma fixa em particular, a trova, e sua presença nas letras brasileiras.

    Por: Pedro Melol Literatura> Poesial 30/01/2011 lAcessos: 151

    A poesia parnasiana mostrou-se como uma vertente dos ideais realistas, opondo-se ao romantismo, pela sua subjetividade e egocentrismo. Ainda assim, alguns aspectos desta poesia objetiva e descritiva mostraram-se tão subjetivos quanto os da escola literária anterior, a qual buscavam romper. Neste trabalho observaremos algumas destas subjetividades na poesia parnasiana para que, talvez, em um futuro trabalho de maior extensão e profundidade, os conceitos sobre estas obras sejam repensados.

    Por: Vinícius Araújo de Oliveiral Literatural 04/04/2010 lAcessos: 1,294

    Este artigo trata-se da pluralidade e do hibridismo presentes na poesia de Paulo Lemisnki. Tamanha foi a pluralidade deste escritor, que conseguiu adensar em sua obra inspirações, temáticas, formas e fôrmas das mais diferentes culturas, períodos literários, etc. Neste artigo, debruço-me sobre a relação estreita mantida entre a poesia leminskiana e o concretismo.

    Por: Poliana Rodrigues de Carvalhol Literatura> Poesial 10/06/2011 lAcessos: 208
    charles de jesus da silva netto

    Eu disse... Poesia é Assim Mesmo Poesia é Assim Mesmo, para quem gosta de apreciar boa poesia...

    Por: charles de jesus da silva nettol Literatura> Poesial 11/07/2009 lAcessos: 388 lComentário: 1
    marcia jovelina de jesus

    Uma das vozes mais destacadas na poesia brasileira e o poeta que expressou a poesia negra com mais ousadia, fervor e arte foi o poeta baiano Antonio Frederico de Castro Alves que nasceu no em quatorze de março de 1847, na cidade que leva o seu nome, e faleceu no dia seis de julho de 1871, vitimado de tuberculose. Hoje 164 anos após sua morte, Castro Alves continua a despertar profunda admiração dos que apreciam a poesia, assim como críticos e estudiosos.

    Por: marcia jovelina de jesusl Literatura> Poesial 22/11/2011 lAcessos: 97
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Da natureza do tempo. Que te achas absurdo. Ridículo a noção dele. Enrola se publicamente. A lexicologia portuguesa. Em grotescos palácios. Ferindo vossos pés em tapetes. O vosso cérebro em etiquetas. Sem a humildade para reconhecer. O mesquinho silêncio do tempo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 08/09/2013 lAcessos: 11

    Em que relevo poderemos colocar, nas linhas que se seguem, a Poesia Épica – em especial Homero e sua Odisséia? Que valores nos são legados pelo legendário poeta e por que ainda se nos mostram tão fecundas suas fantásticas narrações? É possível, por assim dizer, em nossa modernidade, um diálogo com este poema – já que dele nos dista esta barreira indelével de mais de duas dezenas de séculos? É o que tentamos examinar neste artigo.

    Por: José Luiz Araujo Dorea Juniorl Literatura> Ficçãol 05/03/2010 lAcessos: 237

    A partir da obra de Platão é estabelecida certa perspectiva no pensamento grego, a qual Nietzsche denomina "socratismo estético". Nietzsche também argumenta que mesmo Eurípides fora bastante influenciado por Sócrates, de maneira que o deus Dionino presente em As bacantes seria de fato uma caricatura socrática. A partir deste ponto, discutimos o papel do feminino em Platão e em Eurípides.

    Por: José Luiz Araujo Dorea Juniorl Literatura> Poesial 08/03/2010 lAcessos: 318

    No presente artigo quero discutir o assunto. O homem a modernidade e a melancolia através de alguns poemas de Drummond. A experiência da modernidade envolve a mobilidade social que oferece um crescimento de oportunidades. Em função disso, o homem torna-se cidadão do mundo, porém, o homem passa a viver na solidão e melancolia.

    Por: Sandra Paiano da Silval Literatura> Poesial 24/02/2010 lAcessos: 842 lComentário: 3
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Havia um ditado. Existia um ditado. Um ditado. Água tanto bate. Na pedra. Até a mesma furar. A pedra furada. A água continua batendo. A pedra acostuma com o furo. E o referido torna-se normal.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Caminhei silenciosamente. Por um trilho. Ataraxiologicamente. Por uma estrada. Em Minas Gerais. Na cidade de Itapagipe. Cheio de pedras e fendas. Vi árvores belas. Pássaros cantando. Como se tivesse celebrando. A ausência do tempo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 15/11/2014

    Certa vez me inspirei e escrevi: No véu da esperança vem à lembrança dos sonhos renhidos, dos dilemas esquecidos que nos fazem sofrer. Da guarda constante, do futuro brilhante que pretendo ter, em constante delírio vi o rastilho de fé e esperanças, das belas lembranças veio a minha mente, um busto exuberante, estonteante, que me apaixonei só em pensar.

    Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesial 14/11/2014

    Os caibros do meu coração são válvulas que filtram e impulsionam o líquido precioso da minha vida. Os amores perfeitos são como dois corações batendo como um só. As horas felizes que passei contigo estão gravadas no meu cérebro, e alimentadas por um coração forte, portentoso, e repleto de amor.

    Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatura> Poesial 14/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A verdadeira cegueira. Encontra-se na memória. Os olhos veem. Mas não conseguem. Diferenciar o brilho da luz. Com o hidrogênio do sol Portanto, os olhos perturbam. Compreendendo a razão. Da escuridão. Acepção óptica. Da natureza do enxergar.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 11/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Tudo que sei. É que não sei entender. A imaginação. O meu mundo é o segredo. Da insignificação do tempo. A dissimulação contemporânea. A idiossincrasia das impossibilidades. A representação ao contrário. De Schopenhauer.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 09/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Você não sabe. Por onde passei. Acepção. O que imaginei. Trilhos diferentes. Pode sentir o brilho das estrelas. E entender. O sol esconder. Vi distante. O colorido das montanhas. Abreviando o cogito.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 06/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Nesse canto. Perdido no silêncio. Imaginando o tempo. O princípio da origem. O fundamento da pateguice. Com axiologia da genialidade. O que seria a ausência da energia. O mundo sem materialidade dialética.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 01/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Havia um ditado. Existia um ditado. Um ditado. Água tanto bate. Na pedra. Até a mesma furar. A pedra furada. A água continua batendo. A pedra acostuma com o furo. E o referido torna-se normal.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O maior conflito armado ocorrido na América do Sul no século 19. Rivalidades platinas e a formação de Estados nacionais deflagraram o confronto, que destruiu a economia e a população paraguaia.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Educação Onlinel 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Exemplifica-se, etimologicamente, uma determinada corrente filosófica, ou qualquer visão de mundo, como o cristianismo, a respeito da verdade, a estrutura do entendimento desenvolve a lógica das ideologias diversificadas.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Educação Onlinel 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Da cosmologia grega. As não substancialidades. Das essências. Tudo flui. Nada persiste o mesmo. Nem mesmo a mudança. O ser não é mais. O que virá a ser. Apesar de ser o futuro. A negação do eterno presente. Do mesmo modo o mundo. E todas as formas de movimento. A vida é uma eterna transformação. Nada se sustenta em si mesmo. Acepção do entendimento.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 16/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Caminhei silenciosamente. Por um trilho. Ataraxiologicamente. Por uma estrada. Em Minas Gerais. Na cidade de Itapagipe. Cheio de pedras e fendas. Vi árvores belas. Pássaros cantando. Como se tivesse celebrando. A ausência do tempo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 15/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A indiferença do povo brasileiro, em relação à Segunda Guerra Mundial, o governo de getulista desenvolve a compaixão popular, como forma de sustentação no poder, com o objetivo de ter em mãos o Estado.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Certa vez disse Einstein. A respeito da epistemologia. É necessário desenvolver centenas. De análises. Para que algum pensamento. Possa ter fundamento. Mas de certo modo, o conhecimento profundo. É apenas intuitivo. Desse modo pude chegar à natureza. Da essência do fundamento do mundo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 13/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A verdadeira cegueira. Encontra-se na memória. Os olhos veem. Mas não conseguem. Diferenciar o brilho da luz. Com o hidrogênio do sol Portanto, os olhos perturbam. Compreendendo a razão. Da escuridão. Acepção óptica. Da natureza do enxergar.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 11/11/2014
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast