O modo de pensar de Camus

Publicado em: 18/08/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 49 |

O existencialismo de Camus.

Disse uma vez Camus.

É melhor que a vida.

Não tenha sentido.

É melhor que universo.

Seja absurdo.

É importante ter consciência.

Que ninguém é ninguém.

Quem  existe.

Ou quem deixa de existir.

É tão bom viver a vida.

Sabendo que tudo é ilusão.

É simplesmente absurdo.

Procurar dar sentido ao mundo.

Mas o que é mesmo o absurdo.

Disse Camus.

Ele nasce da confrontação.

Entre a necessidade humana.

E o silêncio sem sentido.

Desse mundo sem finalidade.

O sentido do absurdo.

É o aspecto  cômico.

A  originalidade da imbecilidade.

O homem é condenado como um Deus.

Empurrar uma enorme pedra.

Montanha acima.

Esse é o único destino.

Os comuns imaginam loucos.

Aqueles que corajosamente.

Recusam.

A futilidade é a desesperança.

Do enorme esforço.

Como disse Russel.

Ao brilho da sabedoria.

Ao encanto de uma caverna.

Sísifo insiste aquilo que homem comum.

Jamais poderia compreender.

Imagina uma máscara.

Coberta por ideologias.

Então.

Todos os esforços.

De todas as épocas.

Todos os tipos de inspiração.

Ao brilho do meio dia.

Ao gênero humano.

Está destinado  a extinção.

Uma vasta morte do sistema solar.

Todo tempo da realização humana.

Deverá ser soterrado aos escombros.

Do universo todo em ruína.

Formarão pelo infinito afora.

Trilhões de toneladas de gelo.

Esse é o único fim previsível.

A natureza.

E ao destino humano.

Tempo perdido de cultos.

Infindos a Deus.

Dado que essa existência não tem sentido.

Tudo isso é uma grande Ilusão.

Tenho medo de quem pensa.

Que isso aqui é real.

Porque sei que é um louco.

Condecorado.

Dado a uma existência.

Sem nenhuma razão de ser.

Um universo intransigentemente.

Completamente irracional.

Camus perguntou.

Porque não deveria praticar.

O suicídio.

A conclusão inevitável.

É que a vida é o próprio.

Suicídio.

Não se deve matar duas vezes.

Mas o grande absurdo mesmo.

É encontrar um ser humano.

Racional, capaz de perceber.

A dimensão do equívoco.

Um  mundo completamente.

Irracional.

Não aceitar o absurdo.

É como  aceitá-lo.

Não tem como solucionar o conflito.

O mundo é mesmo absurdo.

A vida.

A razão.

Tivemos muito sorte,

De um dos chimpanzés

Transformar em humano.

Pelo processo de evolução.

Tivemos muita sorte.

De desenvolvermos a fala.

Mas tudo isso.

Foram erros do absurdo.

Não adianta implorar a Deus.

Esse ato é covarde.

Alienação.

Fraqueza humana.

Deus é apenas uma imaginação.

Não existe o céu.

Do mesmo modo o inferno.

Estamos aqui e somos livres.

Para vivenciar a nossa liberdade.

Não existe pecado.

É absurdo não aceitar a morte.

É absurdo recusar a vida.

Viva essa é a única possível.

Nada mais restará de cada um de nós.

A não ser o ruído da poeira química.

Esse mundo que tem que ser vivido.

Apesar de tudo, ele  é um inferno.

Mas é o único mundo possível.

A respeito do céu.

Se existisse mesmo.

Seria tão insignificante.

A natureza humana.

Que não teria diferença.

De uma estátua de mármore.

Deus é realmente inútil.

Como tudo é sem finalidade.

A única felicidade possível.

É a realização do instinto.

Realize o seu.

Essa é a vossa missão.

Esqueça-se daqueles que são  loucos.

Que pensam existir uma finalidade.

Para alma.

Aliás, ela é apena uma etimologia.

Nominalista.

Viva a vida que é sua.

A única possível.

Posteriormente nada será possível.

Edjar Dias de Vasconcelos.

É simplesmente absurdo.

Procurar dar sentido ao mundo.

Mas o que é mesmo o absurdo.

Disse Camus.

Ele nasce da confrontação.

Entre a necessidade humana.

E o silêncio sem sentido.

Desse mundo sem finalidade.

O sentido do absurdo.

É o aspecto  cômico.

A  originalidade da imbecilidade.

O homem é condenado como um Deus.

Empurrar uma enorme pedra.

Montanha acima.

Esse é o único destino.

Os comuns imaginam loucos.

Aqueles que corajosamente.

Recusam.

A futilidade é a desesperança.

Do enorme esforço.

Como disse Russel.

Ao brilho da sabedoria.

Ao encanto de uma caverna.

Sísifo insiste aquilo que homem comum.

Jamais poderia compreender.

Imagina uma máscara.

Coberta por ideologias.

Então.

Todos os esforços.

De todas as épocas.

Todos os tipos de inspiração.

Ao brilho do meio dia.

Ao gênero humano.

Está destinado  a extinção.

Uma vasta morte do sistema solar.

Todo tempo da realização humana.

Deverá ser soterrado aos escombros.

Do universo todo em ruína.

Formarão pelo infinito afora.

Trilhões de toneladas de gelo.

Esse é o único fim previsível.

A natureza.

E ao destino humano.

Tempo perdido de cultos.

Infindos a Deus.

Dado que essa existência não tem sentido.

Tudo isso é uma grande Ilusão.

Tenho medo de quem pensa.

Que isso aqui é real.

Porque sei que é um louco.

Condecorado.

Dado a uma existência.

Sem nenhuma razão de ser.

Um universo intransigentemente.

Completamente irracional.

Camus perguntou.

Porque não deveria praticar.

O suicídio.

A conclusão inevitável.

É que a vida é o próprio.

Suicídio.

Não se deve matar duas vezes.

Mas o grande absurdo mesmo.

É encontrar um ser humano.

Racional, capaz de perceber.

A dimensão do equívoco.

Um  mundo completamente.

Irracional.

Não aceitar o absurdo.

É como  aceitá-lo.

Não tem como solucionar o conflito.

O mundo é mesmo absurdo.

A vida.

A razão.

Tivemos muito sorte,

De um dos chimpanzés

Transformar em humano.

Pelo processo de evolução.

Tivemos muita sorte.

De desenvolvermos a fala.

Mas tudo isso.

Foram erros do absurdo.

Não adianta implorar a Deus.

Esse ato é covarde.

Alienação.

Fraqueza humana.

Deus é apenas uma imaginação.

Não existe o céu.

Do mesmo modo o inferno.

Estamos aqui e somos livres.

Para vivenciar a nossa liberdade.

Não existe pecado.

É absurdo não aceitar a morte.

É absurdo recusar a vida.

Viva essa é a única possível.

Nada mais restará de cada um de nós.

A não ser o ruído da poeira química.

Esse mundo que tem que ser vivido.

Apesar de tudo, ele  é um inferno.

Mas é o único mundo possível.

A respeito do céu.

Se existisse mesmo.

Seria tão insignificante.

A natureza humana.

Que não teria diferença.

De uma estátua de mármore.

Deus é realmente inútil.

Como tudo é sem finalidade.

A única felicidade possível.

É a realização do instinto.

Realize o seu.

Essa é a vossa missão.

Esqueça-se daqueles que são  loucos.

Que pensam existir uma finalidade.

Para alma.

Aliás, ela é apena uma etimologia.

Nominalista.

Viva a vida que é sua.

A única possível.

Posteriormente nada será possível.

 Edjar Dias de Vasconcelos.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/poesia-artigos/o-modo-de-pensar-de-camus-6131279.html

    Palavras-chave do artigo:

    a literatura de camus

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    Edjar Dias de Vasconcelos

    Havia um ditado. Existia um ditado. Um ditado. Água tanto bate. Na pedra. Até a mesma furar. A pedra furada. A água continua batendo. A pedra acostuma com o furo. E o referido torna-se normal.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Caminhei silenciosamente. Por um trilho. Ataraxiologicamente. Por uma estrada. Em Minas Gerais. Na cidade de Itapagipe. Cheio de pedras e fendas. Vi árvores belas. Pássaros cantando. Como se tivesse celebrando. A ausência do tempo.

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    Edjar Dias de Vasconcelos

    A verdadeira cegueira. Encontra-se na memória. Os olhos veem. Mas não conseguem. Diferenciar o brilho da luz. Com o hidrogênio do sol Portanto, os olhos perturbam. Compreendendo a razão. Da escuridão. Acepção óptica. Da natureza do enxergar.

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

    Havia um ditado. Existia um ditado. Um ditado. Água tanto bate. Na pedra. Até a mesma furar. A pedra furada. A água continua batendo. A pedra acostuma com o furo. E o referido torna-se normal.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O maior conflito armado ocorrido na América do Sul no século 19. Rivalidades platinas e a formação de Estados nacionais deflagraram o confronto, que destruiu a economia e a população paraguaia.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Educação Onlinel 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Educação Onlinel 17/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 16/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Caminhei silenciosamente. Por um trilho. Ataraxiologicamente. Por uma estrada. Em Minas Gerais. Na cidade de Itapagipe. Cheio de pedras e fendas. Vi árvores belas. Pássaros cantando. Como se tivesse celebrando. A ausência do tempo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 15/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 13/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A verdadeira cegueira. Encontra-se na memória. Os olhos veem. Mas não conseguem. Diferenciar o brilho da luz. Com o hidrogênio do sol Portanto, os olhos perturbam. Compreendendo a razão. Da escuridão. Acepção óptica. Da natureza do enxergar.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Literatura> Poesial 11/11/2014
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