O modo de pensar de Camus

18/08/2012 • Por • 52 Acessos

O existencialismo de Camus.

Disse uma vez Camus.

É melhor que a vida.

Não tenha sentido.

É melhor que universo.

Seja absurdo.

É importante ter consciência.

Que ninguém é ninguém.

Quem  existe.

Ou quem deixa de existir.

É tão bom viver a vida.

Sabendo que tudo é ilusão.

É simplesmente absurdo.

Procurar dar sentido ao mundo.

Mas o que é mesmo o absurdo.

Disse Camus.

Ele nasce da confrontação.

Entre a necessidade humana.

E o silêncio sem sentido.

Desse mundo sem finalidade.

O sentido do absurdo.

É o aspecto  cômico.

A  originalidade da imbecilidade.

O homem é condenado como um Deus.

Empurrar uma enorme pedra.

Montanha acima.

Esse é o único destino.

Os comuns imaginam loucos.

Aqueles que corajosamente.

Recusam.

A futilidade é a desesperança.

Do enorme esforço.

Como disse Russel.

Ao brilho da sabedoria.

Ao encanto de uma caverna.

Sísifo insiste aquilo que homem comum.

Jamais poderia compreender.

Imagina uma máscara.

Coberta por ideologias.

Então.

Todos os esforços.

De todas as épocas.

Todos os tipos de inspiração.

Ao brilho do meio dia.

Ao gênero humano.

Está destinado  a extinção.

Uma vasta morte do sistema solar.

Todo tempo da realização humana.

Deverá ser soterrado aos escombros.

Do universo todo em ruína.

Formarão pelo infinito afora.

Trilhões de toneladas de gelo.

Esse é o único fim previsível.

A natureza.

E ao destino humano.

Tempo perdido de cultos.

Infindos a Deus.

Dado que essa existência não tem sentido.

Tudo isso é uma grande Ilusão.

Tenho medo de quem pensa.

Que isso aqui é real.

Porque sei que é um louco.

Condecorado.

Dado a uma existência.

Sem nenhuma razão de ser.

Um universo intransigentemente.

Completamente irracional.

Camus perguntou.

Porque não deveria praticar.

O suicídio.

A conclusão inevitável.

É que a vida é o próprio.

Suicídio.

Não se deve matar duas vezes.

Mas o grande absurdo mesmo.

É encontrar um ser humano.

Racional, capaz de perceber.

A dimensão do equívoco.

Um  mundo completamente.

Irracional.

Não aceitar o absurdo.

É como  aceitá-lo.

Não tem como solucionar o conflito.

O mundo é mesmo absurdo.

A vida.

A razão.

Tivemos muito sorte,

De um dos chimpanzés

Transformar em humano.

Pelo processo de evolução.

Tivemos muita sorte.

De desenvolvermos a fala.

Mas tudo isso.

Foram erros do absurdo.

Não adianta implorar a Deus.

Esse ato é covarde.

Alienação.

Fraqueza humana.

Deus é apenas uma imaginação.

Não existe o céu.

Do mesmo modo o inferno.

Estamos aqui e somos livres.

Para vivenciar a nossa liberdade.

Não existe pecado.

É absurdo não aceitar a morte.

É absurdo recusar a vida.

Viva essa é a única possível.

Nada mais restará de cada um de nós.

A não ser o ruído da poeira química.

Esse mundo que tem que ser vivido.

Apesar de tudo, ele  é um inferno.

Mas é o único mundo possível.

A respeito do céu.

Se existisse mesmo.

Seria tão insignificante.

A natureza humana.

Que não teria diferença.

De uma estátua de mármore.

Deus é realmente inútil.

Como tudo é sem finalidade.

A única felicidade possível.

É a realização do instinto.

Realize o seu.

Essa é a vossa missão.

Esqueça-se daqueles que são  loucos.

Que pensam existir uma finalidade.

Para alma.

Aliás, ela é apena uma etimologia.

Nominalista.

Viva a vida que é sua.

A única possível.

Posteriormente nada será possível.

Edjar Dias de Vasconcelos.

É simplesmente absurdo.

Procurar dar sentido ao mundo.

Mas o que é mesmo o absurdo.

Disse Camus.

Ele nasce da confrontação.

Entre a necessidade humana.

E o silêncio sem sentido.

Desse mundo sem finalidade.

O sentido do absurdo.

É o aspecto  cômico.

A  originalidade da imbecilidade.

O homem é condenado como um Deus.

Empurrar uma enorme pedra.

Montanha acima.

Esse é o único destino.

Os comuns imaginam loucos.

Aqueles que corajosamente.

Recusam.

A futilidade é a desesperança.

Do enorme esforço.

Como disse Russel.

Ao brilho da sabedoria.

Ao encanto de uma caverna.

Sísifo insiste aquilo que homem comum.

Jamais poderia compreender.

Imagina uma máscara.

Coberta por ideologias.

Então.

Todos os esforços.

De todas as épocas.

Todos os tipos de inspiração.

Ao brilho do meio dia.

Ao gênero humano.

Está destinado  a extinção.

Uma vasta morte do sistema solar.

Todo tempo da realização humana.

Deverá ser soterrado aos escombros.

Do universo todo em ruína.

Formarão pelo infinito afora.

Trilhões de toneladas de gelo.

Esse é o único fim previsível.

A natureza.

E ao destino humano.

Tempo perdido de cultos.

Infindos a Deus.

Dado que essa existência não tem sentido.

Tudo isso é uma grande Ilusão.

Tenho medo de quem pensa.

Que isso aqui é real.

Porque sei que é um louco.

Condecorado.

Dado a uma existência.

Sem nenhuma razão de ser.

Um universo intransigentemente.

Completamente irracional.

Camus perguntou.

Porque não deveria praticar.

O suicídio.

A conclusão inevitável.

É que a vida é o próprio.

Suicídio.

Não se deve matar duas vezes.

Mas o grande absurdo mesmo.

É encontrar um ser humano.

Racional, capaz de perceber.

A dimensão do equívoco.

Um  mundo completamente.

Irracional.

Não aceitar o absurdo.

É como  aceitá-lo.

Não tem como solucionar o conflito.

O mundo é mesmo absurdo.

A vida.

A razão.

Tivemos muito sorte,

De um dos chimpanzés

Transformar em humano.

Pelo processo de evolução.

Tivemos muita sorte.

De desenvolvermos a fala.

Mas tudo isso.

Foram erros do absurdo.

Não adianta implorar a Deus.

Esse ato é covarde.

Alienação.

Fraqueza humana.

Deus é apenas uma imaginação.

Não existe o céu.

Do mesmo modo o inferno.

Estamos aqui e somos livres.

Para vivenciar a nossa liberdade.

Não existe pecado.

É absurdo não aceitar a morte.

É absurdo recusar a vida.

Viva essa é a única possível.

Nada mais restará de cada um de nós.

A não ser o ruído da poeira química.

Esse mundo que tem que ser vivido.

Apesar de tudo, ele  é um inferno.

Mas é o único mundo possível.

A respeito do céu.

Se existisse mesmo.

Seria tão insignificante.

A natureza humana.

Que não teria diferença.

De uma estátua de mármore.

Deus é realmente inútil.

Como tudo é sem finalidade.

A única felicidade possível.

É a realização do instinto.

Realize o seu.

Essa é a vossa missão.

Esqueça-se daqueles que são  loucos.

Que pensam existir uma finalidade.

Para alma.

Aliás, ela é apena uma etimologia.

Nominalista.

Viva a vida que é sua.

A única possível.

Posteriormente nada será possível.

 Edjar Dias de Vasconcelos.

Perfil do Autor

Edjar Dias de Vasconcelos

Bacharel em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção - Arquidiocese de São Paulo com graduação máxima no Exame De Universa Theologia. Licenciado em Filosofia e História pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-MG. Experiência na orientação de estudos em temas diversos. Professor convidado do Instituto Parthenon - Instituto Brasileiro de Filosofia e Educação-www.institutoparthenon.com.br