Gaúcho, 54 anos, casado, escritor entusiasta sobre temas atuais, gosto de ler, comentar, ver TV, ouvir música e navegar na Net
O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, anunciou o aumento de 8% nos benefícios do Bolsa Família a partir do mês de julho. De acordo com o ministro, o reajuste acontece em função do crescimento da inflação, sobretudo sobre os alimentos.
Comentário:
Aqui no Acre os alimentos aumentaram muito mais do que isso, há menos de um ano, uma lata de óleo de soja custava R$ 1,97 hoje custa R$ 3,25; um pacote de arroz Tio Urbano, custava R$ 7,85 hoje custa R$ 11,00 ou mais, um litro de leite custava R$ 0,99 hoje custa R$ 1,25. A inflação está maior do que o governo está divulgando, só quem é tapado pra não ver isso. Um saco de cimento, em abril/2008 custava R$ 22,00 hoje não se encontra por menos de R$ 33,00, um milheiro de tijolos, custava R$ 250,00 hoje custa R$ 310,00. Que inflação de 6% coisa nenhuma.
Texto: O valor médio dos benefícios do Bolsa Família passa de R$ 78,70 para R$ 80,00. O valor mínimo, referente a cada criança por família, sobe de R$ 18,00 para R$ 20,00. O maior valor de benefício que poderá ser concedido pelo programa salta de R$ 172,00 para R$ 182,00.
Comentário:
Já é uma vergonha as pessoas dependerem desses programas paternalistas e eleitoreiros do governo, agora mais humilhante ainda é o “aumento” que estão dando, no valor médio do “Bolsa Miséria” o aumento será de R$ 1,30. Por criança por família, o aumento será de R$ 2,00.
E dizer que o Lula era um dos que protestava contra o paternalismo do governo militar, dizendo que o povo precisava era de trabalho e não de esmola e agora no governo dele, não providenciou emprego coisa nenhuma, apenas mantém o povo com as migalhas que caem da mesa dos políticos.
De que adianta a um pai de família R$ 1,30 de “aumento”. Isso como diria o Boris Casoy, é uma vergonha.
Texto: De acordo com Patrus, o reajuste provocará um aumento de R$ 400 milhões nos gastos do Ministério do Desenvolvimento Social com o programa, chegando a R$ 10,9 bilhões. São beneficiadas pelo programa 11,1 milhões de famílias, totalizando 45 milhões de pessoas.
Comentário:
Não sei como esse governo se mantém no poder, ou melhor, sei.
Somos aproximadamente 180 milhões de pessoas no Brasil.
Pelos dados do Ministério do Desenvolvimento Social, que não desenvolve coisa nenhuma, 45 milhões de pessoas recebem o “Bolsa Miséria”, o que significa que 25% da população do Brasil é composta de miseráveis que dependem da esmola do governo para poder manter miseravelmente suas vidas.
No Brasil, mais ou menos 1% da população é milionária (143.000), 10% são ricos, profissionais liberais, empresários, políticos e fazendeiros (18.000.000), sobram mais ou menos 162 milhões de pessoas que estariam nas classes C; D; E... Destes, segundo o ministério, 45 milhões recebem o Bolsa Miséria e vivem abaixo da linha de pobreza, pois, para receber o benefício, a família tem que ter renda abaixo de R$ 120,00 por mês.
Nos 162 milhões, estão incluídos 30 milhões que o governo diz ter “carteira assinada”, onde provavelmente estão incluídos os funcionários governamentais. 162 milhões menos 45 milhões que recebem o “bolsa” sobram uns 117 milhões, tirando-se os 30 milhões que trabalham fixos, ficamos com 87 milhões de brasileiros, que são obrigados a se virarem como podem, com trabalho eventual, bico, aposentadoria ou roubando e traficando drogas, fazendo contrabando etc., e tal.
Texto: “O Bolsa Família é um programa de resultados positivos. Ele é um importante instrumento para assegurar às pessoas e famílias pobres o direito à alimentação”, afirmou Patrus.
Comentário:
Ministro deixe de hipocrisia. Como por Deus, uma família que receba R$ 80,00 do governo, ganhe menos de R$ 120,00 por mês, que é norma do programa, seja composta de no mínimo pai, mãe e cinco filhos que é a média dos que recebem o benefício, terá “direito à alimentação”? Se quem ganha dois salários mínimos e tenha o mesmo número de componentes na família não consegue. Como fará quem ganha apenas R$ 200,00 por mês?
Texto: O ministro negou que o reajuste seja eleitoreiro e afirmou não ser possível esperar as eleições municipais em outubro para conceder o aumento. “Não podemos considerar os direitos básicos das pessoas ao período eleitoral. Houve um aumento de preços e as famílias pobres não podem ser penalizadas”.
Comentário:
É eleitoreiro sim.
Quem já está passando fome, não vai resolver seu problema com R$ 1,30 de aumento que é o aumento médio que será dado. Se alguém não sabe, nas épocas de eleições, espalha-se o boato de que se as pessoas não votarem em fulano ou beltrano, o benefício será suspenso.
Texto: Para Patrus, o reajuste mostra que o governo não irá permitir que a inflação tire o poder de compra dos beneficiados do programa. “A inflação é inaceitável e perversa, sobretudo com os mais pobres, por isso é preciso controlar a inflação e garantir às famílias pobres o direito à alimentação”.
Comentário:
Ministro o senhor é pior do que o Lula. Perverso é o Governo. “Poder de compra”. Desde quando R$ 80,00 dá “poder de compra” a alguém? Pode servir pra tomar uma cachaça pra afogar as mágoas.
Hipócritas, perversos e politiqueiros. A inflação a gente pode até controlar, os políticos não...


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