Estudante de Jornalismo; Diretora Teatral, autora das peças Esses e outros 500, Maratona do Caos, Biografia de um sonho vazado, Como enlouquecer um homem em 10 lições e Cinderela da Silva; Publicou, pela editora Degrau 2002, a 13ª edição do Manual Prático - tópico Liderança; Participa do livro Antologia Contos e Crônicas Volume I, do site artimanhas; Publicações nas páginas de Blocos on line, Texto Livre, WebArtigos, Leialivro, Globoonliners e Shvoong. E-mails: danielebarizon@hotmail.com,danielebarizon@gawab.com
Pretendia falar hoje sobre o tema genérico da minha monografia, o Novo Jornalismo. Atualmente estou lendo Chatô, de Fernando Morais, um testemunho sobre a depravação política da época, em benefício dos interesses da classe dominante – o que, óbvio, não é exclusividade daquele período. No entanto outro assunto, trazido a baila semana passada, chamou minha atenção. Deixemos, por ora, o Novo Jornalismo de lado para um breve comentário acerca dos projetos de criação de novos estados, que tramitam no congresso.
Em artigo publicado n’O Globo, o deputado paraense Zenaldo Coutinho, do PSDB, Presidente da Frente Parlamentar Federal contra a criação de novos estados, coloca algumas questões interessantes, entre as quais: “Quanto custará a estrutura burocrática e administrativa dos novos estados somados? De onde virá o dinheiro? A subtração de recursos orçamentários para construção, aparelhamento, contratação de pessoal e manutenção de palácios do governos, assembléias legislativas, tribunais de contas, secretarias e etc, não produzirá carência de recursos orçamentários para a saúde, a educação, as rodovias e outras ações de atendimento direto a população?” Boas perguntas.
Essa polêmica, como de hábito, é antiga. A cientista política Celina Maria de Souza Motta esclarecia, em 2007, que tais moções sempre existiram, o que é natural em um país com a proporção territorial do Brasil. E vê com naturalidade a iniciativa. O deputado Sebastião Madeira (PSDB-MA), autor da proposta que defende a implantação do estado do Maranhão do Sul, afirma que o interesse maior é descentralizar a administração, para tornar mais representativa cada unidade. A população, em sua maioria, vê tudo isso como mais uma jogada “de vantagem política”.
O processo, afinal, não é tão simples. Para sua consolidação, é necessário que o projeto aprovado seja submetido a plebiscito. Ou seja, os legisladores alteram a ordem dos tratados, mas quem dá a carta branca é o povo. E embora seja importante estar atento aos exageros (como, por exemplo, São Paulo do Leste, Minas do Norte e a volta da Guanabara), existem propostas viáveis como a inserção de novos estados no norte e no centro-oeste, regiões cujo desmembramento de fato traria resultados eficientes. Para analisar a demanda com justiça, é preciso olvidar o preconceito. Faz-se mister sublinhar cada detalhe e examiná-lo de modo particular. Certo. Se deve ser levado em conta o ônus que seria despendido pelos cargos gerados em função do estabelecimento das novas instituições, como bem coloca o deputado Zenaldo Coutinho, isso é um problema da constituição brasileira. Nos Estados Unidos – que possui 50 estados – ao contrário, se houver a fundação de mais um, não há aumento do parlamento, apenas redistribuição de vagas.
Estava aí um ótimo tópico que também deveria ser levado a plebiscito, através de reivindicação popular. Com a adoção do meio de redistribuição de vagas, garanto que muitos dos autores destes projetos ficariam decepcionados.
Obs: Vale a pena ficarmos atentos também a tramitação da PEC-13/2003 (Proposta de Emenda à Constituição que devolve aos estados a competência para legislar sobre a criação e emancipação de municípios, o que poderia ser o berço da existência de cerca de 600 novas cidades). Mas isso já é história para um outro dia...


O Sindicato Dos Trabalhadores Rurais De Anicuns No Espaço Agrário Regional: Avanços E Retrocessos
Por: RIBEIRO, J. Carlos. | 24/11/2008O sindicalismo em Anicuns, passou por diversas fases, inicialmente, era voltado para atendimento aos trabalhadores rurais que necessitavam de auxilio para montagem de processos de aposentadoria, depois o atendimento aos trabalhadores assalariados de grandes propriedades rurais, já nos anos 90 e seguintes a atenção das lideranças voltaram para atendimento de assalariados da área canavieira. Quanto as lideranças, muitas diversidades de pensamento fizeram que o Sindicato não conseguisse um avanço continuo, a dificuldade da maioria das lideranças da assimilar o avanço do capitalismo, e também os avanços e retrocessos no espaço agrário regional fizeram a entidade enfrentar idas e vindas convivendo com momentos de conquistas e também de derrotas, o nosso alerta é para que essa entidade continue representando os trabalhadores, mesmo sabendo que nem sempre se consegue ser vencedores.
Lenha Na Fogueira
Por: Antonio Paiva Rodrigues | 21/11/2008Diz o dito popular: “de que mais lenha na fogueira, aumenta as chamas e o clima fica mais quente”. É verdadeiro. A Revista “Isto É”, traz mais um tema polêmico em seu bojo que merece uma reflexão mais apurada e profunda. Na edição de 12/11/2008 – nº. 2036 a mídia epigrafada relata as “revelações sobre a ação do Exército no Araguaia podem acirrar briga no primeiro escalão do governo Lula”. Citação do jornalista Hugo Marques. Na reportagem ao lado bem sentada está à figura do ministro da Secretaria Especial de “Direitos Humanos” Paulo Vannuchi que defende punição para torturadores.
Ética E Participação Política
Por: Antonio Paiva Rodrigues | 21/11/2008A pontualidade britânica não se fez presente ontem no QCG (Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Ceará) onde se realiza o Ciclo Preparatório de política e Estratégia da ADESG. Alegando problemas particulares o palestrante deu início a sua palestra às 19.30 h. Alguns assuntos foram tratados durante a exposição de Hélio Leitão, tais como: modelamento da justiça, o exercício pleno do cidadão e a ousadia dos advogados.
Supremo Começa A Analisar Denúncia Contra Paulo Medina
Por: Jorge Magalhães | 20/11/2008Paulo Medina em apuros
Falando Francamente - 19/11/2008
Por: Jorge Magalhães | 19/11/2008Corrupção no Brasil
Falando Francamente
Por: Jorge Magalhães | 18/11/2008Por maioria de votos, a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) rejeitou ontem pedido de afastamento do juiz Fausto Martin De Sanctis e o manteve no comando da Satiagraha, investigação sobre suposta organização criminosa envolvendo o banqueiro Daniel Dantas. Foram dois votos a favor do magistrado, um contra.
E O José Dirceu, Onde Está?
Por: Públio Athayde | 18/11/2008José Dirceu saiu da vida pública depois dos escândalos que o derrubaram do primeiro escalão? Por onde anda a eminência parda do Lula? Saiba aqui...
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