Resenha Do Príncipe De Maquiavel

Publicado em: 17/07/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 39,152 |

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe (Título original Il Principe revisto por Maria d Fátima C.A. Madeira) Trad. Pietro Nasseti 2°ed. São Paulo-SP Martin Claret, 2005. 189p.

 O autor é italiano natural de Florença o mais alto funcionário da Segunda Chancelaria de Florença teve oportunidade de fazer várias viagens diplomáticas, onde pode conhecer grandes personagens da época. Como escritor publicou entre outras obras como “A Mandrágora”, “A arte da Guerra”, “Comentário sobre a Primeira Década de Tito Lívio”.

A presente obra é um livro de orientação prática de algumas ações políticas que o príncipe deve fazer para conquistar e se manter no poder. O escrito se desdobra em 26 capítulos.

No primeiro capítulo, “Os vários tipos de Estado, e como são instituídos” (p.29), apresenta dois tipos de principados o hereditário e o adquirido, e aponta quais são as duas formas de como o governante chega ao poder uma pela virtude e outra pela fortuna.

No segundo, “As monarquias hereditárias” (p.30-31), afirma que o principado hereditário é o mais difícil de ser conquistado, e mais fácil de manter o poder, pois o povo esta acostumado a ser dominado pelos seus governantes.

O terceiro, “As monarquias mistas” (p. 32-42), o autor apresenta qual o método que o soberano deve fazer para conquistar o Estado. A primeira ação que o príncipe deve tomar é eliminar a linhagem do principado anterior, e a segunda não mudar o costume do povo conquistado e a terceira ação o soberano deve fixar sua resistência no local conquistado, além do conquistador deve se afastar dos poderosos, pois estes podem conspirar futuramente contra o governante.

No quarto, “Porque razão o Reino de Dário, que Alexandre havia ocupado, não se rebelou contra seus sucessores após a morte de Alexandre” (p.43-48) Maquiavel responde esse questionamento mostrando duas formas de como o principado é governado: o príncipe com o seu ministro tem maior poder para governa, e a outra forma de governo é o príncipe governando junto com nobres com títulos não dado pelo soberano, mas pela nobreza de sangue, já é mais difícil de se governar.

No quinto, “O modo de governar as cidades ou Estado que antes conquistas tinham a sua próprias leis” (p. 49-50), o autor aponta três caminhos que o governante deve tomar nessa situação: a primeira é destruí-los; a segunda transferir a residência do soberano para o local conquistado, e a terceira é deixar o povo viver na sua antiga lei cobrando somente impostos.

No sexto, “Os novos principados conquistados pelo valor e as próprias artes” (p.51-53), apresenta alguns exemplos de alguns conquistadores que chegaram ao poder pelo valor, e não pela fortuna. Citando o exemplo de Moíses, Ciro, Rômulo e Teseu.

No sétimo, “Os novos principados conquistados pela fortuna” (p. 54-63), diz que aqueles que conseguem o poder pela fortuna (sorte) devem fazer de tudo para adquirir o valor, pois caso esse governante vai se destituído do poder e coloca o exemplo de César Borgia para demonstrar sua teoria.

O Oitavo,“Os que com atos criminosos chegaram ao governo de um Estado” (p. 64-69), Maquiavel cita alguns exemplos de como algumas pessoas chegaram ao poder pelos crimes, e afirma que se o soberano que se manter no poder deve sempre moderar a sua forma bruta usando-a de maneira racional.

Nono, “O principado Civil” (p.70-74), apresenta um exemplo de um cidadão que chega ao poder, ou por ajuda do povo ou pela aristocracia e afirma que é mais fácil deste príncipe se manter no poder apoiado pelo povo do que pelos ricos, por esse motivo o monarca deve sempre encontrar uma maneira para que os seus súditos sempre permaneçam fieis.

No décimo, “Como avaliar a força do Estado” (p.75-77), para que o soberano possa se manter no poder é necessário pensar em montar um bom exército para a proteção da cidade e ter apoio do povo.

Décimo primeiro, “Principado Eclesial” (p.78-80), o autor diz que esse tipo de principado tem mais facilidade de se manter no poder, pois a Igreja tem um poder temporal, por isso que sua estrutura é sólida não correndo o risco de ser disposto.

Décimo segundo, “Os diferentes tipos de milícias e de tropas mercenárias” (p. 81-86), Maquiavel descreve o sistema de defesa usado pelos monarcas para se manter no poder que são boas leis e bons exércitos, no entanto, o escritor dá um conselho para que os governantes tenham um bom exército composto pelos seus cidadãos, pois estes vão ser sempre fieis as suas ordens, diferente dos exércitos mistos e mercenários.

Décimo terceiro, “Forças auxiliares, mistas e nacionais” (p.87-91), afirma que nenhum príncipe pode ter segurança sem o seu próprio exército, pois caso esteja sem ele dependera inteiramente da sorte, porque não terá meios confiáveis de defesa.

Décimo quarto, “Os deveres do príncipe para com sua milícia” (p.92-95), o soberano prudente deve sempre está treinando a sua o seu exército para a guerra, pois acontecendo qualquer imprevisto o Rei vai sempre resistir os golpes dos seus adversários.   

Décimo quinto, “As razões pelas quais os homens, especialmente os príncipes são louvados pela vituperados” (p. 96-97), Maquiavel aconselha aqueles pessoas que desejam o poder, para que saibam conduzir os súditos e os aliados. É necessário que o governante não provoque escândalos, pois isso ajudará manter no poder.  

Décimo sexto, “A liberdade e a parcimônia” (p.98-99), diz que é necessário para o governante manter-se no poder é necessário ostentar um pouco a sua riqueza, pois o povo gosta de ver, mas Maquiavel adverte que não deve explorar muito o povo, pois se não estes podem se revoltar contra o seu soberano.

Décimo sétimo, “A crueldade e a clemência. Se preferível ser amado ou temido”,(p.100-105),coloca que o ideal que o soberano tivesse as duas características ser amado e temido, como não é possível possuir essas duas qualidades é preferível que seja temido do que ser amado, no entanto não se pode exagerar muito na maldade.

Décimo oitavo, “A conduta dos príncipes e a boa fé” (p.106-109), afirma que um príncipe pretende conquistar e manter o poder, não importa os meios empregados serão honrosos ou não, pois o soberano sempre visa um resultado.

Décimo nono, “Como se pode evitar o desprezo e o ódio” (p.110-122), o soberano nunca deve ser odiado pelo povo, pois caso seja será fácil deposto, mas no momento em que o príncipe respeita o patrimônio e as mulheres os súditos lutaram pelo seu governante.

Vigésimo, “A utilização da construção de fortaleza, e de outras medidas que os príncipes adotam com freqüência” (p. 123-129), afirma que o monarca não deve desarmar os seus cidadãos, pois isso é prejudicial ao príncipe, mais armado o povo eles vão ser mais fieis.

No vigésimo primeiro, “Como deve agir um príncipe para ser estimado” (p.130-135), o monarca para ser estimulado deve fazer grandes empreendimentos, e deve sempre se posicionar em uma guerra.

Vigésimo segundo, “Os ministros do Príncipe” (p.136-138), o soberano deve ter muita sabedoria antes de escolher as pessoas que o rodeiam para que estes sempre mantenham a fidelidade.

Vigésimo terceiro, “De que modo escapar dos aduladores” (p.137-144), Maquiavel orienta aquelas pessoas que estão no poder ter muito cuidado com os aduladores, uma forma de escapar desse perigo e escolher algumas pessoas para aconselhar, mas somente se o soberano quiser.

Vigésimo quarto, “As razões por que os príncipes da Itália perderam seus domínios” (p.142-144), é o resumo do livro de como o Príncipe deve conquistar, no entanto, s príncipes italianos contarão muito com a fortuna e não tinham virtude para governar o seu Estado.

Vigésimo quinto, “O poder da sorte sobre o homem e como resistir-lhe” (p.145-149), os governantes devem ter muito cuidado com a fortuna, pois esta pode fazer a cabeça do monarca, mas é preciso ter prudência e audácia só assim vai poder controlá-la.

Vigésimo sexto, “Exortação à liberdade da Itália dominada pelos bárbaros” (p.150-160), Maquiavel clama a Medice, para quem escreveu esse livro quando estava no cárcere, mostre sua validade comandando os italianos para a libertação da Itália.

A obra é um subsídio para os políticos empresários, governantes, líder de grupo e principalmente estudantes universitários do curso de Filosofia, história, Antropologia, Ciências Sociais e de um modo particular os estudantes de Ciência Política.

No plano estrutural usa o método histórico comparativo de alguns monarcas para fundamentar a sua teoria.

A linguagem da obra é simples e acessível, valorosa e atual, apesar do autor tratar o se humano como um ser sem caráter.

Em fim, o tratado é na verdade um manual de ação política, onde o autor orienta quais as atitudes que o soberano deve tomar e manter o poder.

  

 

      

 

  

 

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 33 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/politica-artigos/resenha-do-principe-de-maquiavel-1046452.html

    Palavras-chave do artigo:

    poder

    ,

    monarquia

    ,

    conquista

    Comentar sobre o artigo

    André Reis

    Este trabalho traz um estudo da matéria educação em todas as Constituições brasileiras considerando o cenário social, econômico e político de cada período. A finalidade deste artigo é proporcionar um entendimento de como o assunto se desenvolveu até culminar na atual Constituição - cuja temática educacional é tratada como direito fundamental e incluída no rol de direitos sociais.

    Por: André Reisl Direito> Doutrinal 18/01/2011 lAcessos: 1,406
    Allan Duarte Milagres Lopes

    O principal objetivo deste trabalho é contribuir para o melhor entendimento a respeito da constitucionalidade da criação e atuação do Conselho Nacional de Justiça, considerando, respectivamente, o federalismo brasileiro e a função normativa do CNJ.

    Por: Allan Duarte Milagres Lopesl Direitol 25/11/2011 lAcessos: 376

    A presente resenha apresenta os principais pontos trabalhado por Montesquieu sobre o que ele entende sobre o Espírito das Leis.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Notícias & Sociedade> Polítical 09/05/2011 lAcessos: 9,182

    Trabalho apresentado pelo aluno Fernando Antonio da Silva do 4º período do curso Bacharelado em Ciências Sociais, em nível de graduação do DLCH/UFRPE, à disciplina Elementos de Filosofia sob a orientação do professor Ronaldo Maia.

    Por: FERNANDO ANTONIO DA SILVAl Educação> Ensino Superiorl 08/12/2011 lAcessos: 1,661

    A literatura especializada e a doutrina moderna consagraram a idéia de que a modernidade, partir da obra O Príncipe do florentino Nicolau Maquiavel, teria inaugurado um modelo de organização política até então desconhecida dos antepassados: o Estado. Não se trata de priorizar a discussão em torno de quais são as funções, finalidades ou qual seria o papel que o Estado deveria desempenhar em face das chamadas sociedades complexas. Trata-se de compreender a gênese do conceito e seus desdobramento

    Por: Joilson José da Silval Direito> Doutrinal 12/06/2009 lAcessos: 3,695

    Para iniciarmos uma boa resenha faz-se necessário uma leitura atenciosa, concentrada, delineando-se os pontos importantes do livro e as partes que nos chamou mais a atenção. Se possível uma breve biografia do personagem para abrilhantar mais o que vai se desenhar abaixo. Onde nasceu, como viveu e a importância da obra para a humanidade, nos dias atuais e em sua época. Nicolau Maquiavel nasceu em Florença, na Itália, no ano de 1469, filho de advogado e pertencente a uma família de destaque em seu torrão natal.

    Por: Antonio Paiva Rodriguesl Literatural 17/06/2008 lAcessos: 36,174 lComentário: 13

    Artigo publicado originalmente na revista Perspectivas Afro-Indígenas do CEPAIA-UNEB, o texto versa sobre a histórica condição do índio em nosso país projetando numa iniciativa museológica a possibilidade de ampliar o debate nas aldeias sobre a educação indígena que se tem e a que se quer.

    Por: CRISTIANO SILVA CADOSOl Educação> Ciêncial 11/01/2011 lAcessos: 574

    DIREITO ROMANO O Direito é um elemento de um povo e produto de sua evolução histórica >DIREITO ANTIGUIDADE< A HITÓRIA NOS ENSINA O PRESENTE, E PREPARA PARA NÓS O FUTURO. Newton Monteiro Guimarães Menu História . CAPITULO I DA HISTORIA GERAL A mitologia cristã dos tempos romanos de Augusto Tibério Cesar. Newton Monteiro Guimarães. Estudo feito no Gloogue. As principais civilizações da antiguidade oriental: a suméria, assíria, acadiana, egípcia, hebraica, fenícia, h

    Por: Newton Monteiro Guimarãesl Literatural 07/12/2009 lAcessos: 766
    Diogo Carlos Lopes Sousa

    Este artigo tem por objetivo apresentar alguns fatos preponderantes que levaram à eclosão dos constitucionalismos antigo, moderno e contemporâneo durante o transcorrer da História e as principais influências ao constitucionalismo moderno e contemporâneo. Busca ainda na Antiguidade as origens do constitucionalismo.

    Por: Diogo Carlos Lopes Sousal Direito> Doutrinal 13/03/2010 lAcessos: 13,412 lComentário: 1
    JORGE FLOQUET

    É preciso mudar! E o que aconteceria com este país, caso efetivamente tenhamos mudança de governo, agora! Digo, sem sombras de dúvidas, que a sua democracia sairá fortalecida! Não fosse este o oposicionista seria o outro e, certamente, eu estaria conclamando para que sejamos – os mais esclarecidos – os verdadeiros artífices de uma democracia sólida e duradoura. O "popululismo", não tem sustentação nesse país de dimensões continentais e importantíssimo no cenário mundial. A América Latina, nã

    Por: JORGE FLOQUETl Notícias & Sociedade> Polítical 22/10/2014
    JORGE FLOQUET

    A Bahia é um estado federativo dinâmico politicamente. Sempre se encontra na "situação" política, ou seja, no poder executivo do Brasil. Sob qualquer resultado desta eleição (2014), os baianos sempre estarão na situação. Todavia, sabemos que os baianos gostam de uma cabecinha branca! Seja lá lá a quem a pertença : um baiano ou quase baiano! Seria inspiração de Oxalá? Pois bem, em primeira mão divulgo que teremos , pelo menos um baiano ou um quase baiano ocupando uma pasta ministerial importante

    Por: JORGE FLOQUETl Notícias & Sociedade> Polítical 21/10/2014
    JORGE FLOQUET

    Muitos de nós passamos por consequências desagradáveis quando tomamos uma ação individual e sem experiência. Quando olhamos para trás e comparamos o que podíamos ter feito de melhor (feed-back) pensamos: puxa, era tão simples e compliquei! Nas situações futuras , quando já sabemos as consequências, (feedforward), não hesitamos em seguir o caminho que nos traga mais conforto sustentável. Mas, uma tomada de posição coletiva (eleição), sem olharmos para o futuro, as consequências são terríveis!

    Por: JORGE FLOQUETl Notícias & Sociedade> Polítical 21/10/2014
    JORGE FLOQUET

    Queremos, sim, o atual governo vigiando o novo governo. Caso este, no quadriênio, não seja satisfatório devemos analisar as conjunturas e nos pronunciarmos, novamente, nas urnas!Não adianta, compararmos ações de dez, vinte e trinta anos atrás com condicionantes novos! Até as próprias Leis se aperfeiçoam.

    Por: JORGE FLOQUETl Notícias & Sociedade> Polítical 18/10/2014

    Abraços apertados, olhares sinceros, apertos de mão. Beijinho na testa e tapinha no ombro. Risos, sorrisos, afagos. Pausa para a clássica foto com o "V" da vitória, que também pode significar "Vou me dar bem". E as promessas? Ah, quantas promessas. Em tempos de eleição vale de tudo para conquistar a confiança e simpatia do eleitor. Toda proposta torna-se questionável.

    Por: Tiago Guimarãesl Notícias & Sociedade> Polítical 17/10/2014
    RINALDO BARROS

    Atentos! O progresso brasileiro recente, o crescimento de nossa economia e a melhoria de nossa qualidade de vida foi fruto da competição entre os diversos setores da economia, e do avanço das forças produtivas, da inovação, e das novas tecnologias. Não foi ação do governo federal, nem de FHC nem de Lula. FHC e Lula, o príncipe e o sapo, já entraram para a história. São personagens.

    Por: RINALDO BARROSl Notícias & Sociedade> Polítical 16/10/2014

    Considerações políticas a respeito dos candidatos ao Planalto, no segundo turno: Aécio Neves versus Dilma Rousseff.

    Por: Julio César Cardosol Notícias & Sociedade> Polítical 15/10/2014 lAcessos: 12

    O presente artigo é o produto de uma pesquisa, enquanto requisito para pós-graduação "lato sensu" em Gestão de Projetos Sociais e foca sobre a importância do processo de humanização do atendimento no ambiente hospitalar calcado nas diretrizes e princípios do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH), cujo objetivo visava analisar por meio de visita institucional e entrevista semiestruturada à equipe multiprofissional do Hospital Regional Deolindo Couto (HRDC).

    Por: Romulo Hommerol Notícias & Sociedade> Polítical 10/10/2014

    A presente resenha apresenta os principais pontos trabalhado por Montesquieu sobre o que ele entende sobre o Espírito das Leis.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Notícias & Sociedade> Polítical 09/05/2011 lAcessos: 9,182

    O presente texto visa discutir a construção do método fenomenológico elaborado pelo filosofo alemão Edmund Husserl, e como esse método pode ser aplicado na parte metodológica do professor no momento em que elabora sua didática em sala de aula. Por isso a importância de conhecer esse método pelos professores de qualquer área do conhecimento como uma possibilidade da utilização esse método para melhor elaborar a sua didática e possibilitar a construção do conhecimento do discente.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Educaçãol 07/09/2010 lAcessos: 1,351

    O sociólogo Carlos Benedito Martins apresenta o que é Sociologia, e mostra o seu conceito contraditório sobre essa ciência, que abre para a diversidade de interpretação.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Notícias & Sociedade> Cotidianol 17/07/2010 lAcessos: 17,385

    A presente resenha mostra a visão do Antropologo Carlos Brandão sobre o que ele pensa sobre a educação.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Educação> Ensino Superiorl 06/06/2010 lAcessos: 13,178 lComentário: 1

    O presente texto visa apresentar as idéias centrais debatida por ZUIN sobre o seu livro o trote na universidade em que por ocasião do ingresso de muitos jovens na universidade teve vários trotes em que levaram vários calouros à morte. O trote universitário que antes devia ser um rito de passagem para que os jovens calouros se tornem amigo dos veteranos em que conhecem uma nova forma de socialização com os outros (veteranos) se torna um rito de passagem marcado pela violência física e moral.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Educação> Ensino Superiorl 01/04/2010 lAcessos: 948

    A presente resenha do livro faz uma reflexão sobre de como a didática do professor ajuda reproduzir a hostilidade entre professor e aluno. E isso mostra-se presente nas comunidades do orkut. A resenha contribui para a reflexão dos professores e que estes precisam revisar sua atitude diante de sala de aula.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Educação> Ensino Superiorl 31/03/2010 lAcessos: 1,366

    A presente resenha apresenta um texto que é pouco conhecido dos leitores brasileiros sobre o tratado sobre a Educação, que não afasta muito da sua tese do imperativo categorico, em que mostra como os pais devem educar os seus filhos. Uma leitura essencial para todos aqueles que fazem licenciatura.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Educaçãol 11/01/2010 lAcessos: 1,389

    O presente texto visa apresentar a resenha de um livro escrito por Fernando Henrique Cardoso falando sobre sua experiencia política, e diz o que é necessário que o jovem faça para se transforma um bom político.

    Por: Vicente Vagner Cruzl Notícias & Sociedade> Polítical 30/12/2009 lAcessos: 1,963 lComentário: 1

    Comments on this article

    4
    vagner 07/09/2011
    estou con duvida de como fazer uma resenha? é mais ou menos o modelo! não precisa fazer um resumo! queria saber como fazer...
    1
    lidia 02/07/2010
    sobre maquieval
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast