Investigação De Aspectos Psicossociais Do Município De Pinhais–Pr / Br Na Viabilidade Da Construção De Indicadores
1. INTRODUÇÃO
O social é sempre acompanhado de envolvimento cognitivo, físico e motor de seus atores, mas, sobretudo formado por síntese de várias consciências individuais, onde em termos de indicadores, cada indivíduo representa uma parcela importante na composição total auferida pela análise qualitativa possibilitada pelo indicador. Desta forma, pode-se chegar ao desenvolvimento de estratégias de planejamento adequadas às circunstâncias locais, especialmente relacionadas com a cultura regional. Em entrevistas realizadas pelo autor, promoveu-se investigação aproximativa no sentido de auferir pontos favoráveis e desfavoráveis com relação às gestões municipais e seus resultados até 2004 (Vide apêndica 1).
Dá-se atualidade à dinamização das intervenções urbanas realizadas em Pinhais até 2007, em contraponto aos “status quo” observado durante o período inicial da pesquisa.
A construção de indicadores que promovam a interpretação dos fenômenos sociais numa perspectiva objetiva, permite a melhoria do planejamento urbano regional a partir de amostras pequenas de comunidades locais e vem sendo uma preocupação global.
Tal perspectiva se confirma, pela contemplação e análise da “Proposta para um Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável”, coordenada por uma equipe de profissionais dirigida por alguns expoentes do tema, entre eles Maria Leonor Gomes, a primeira de uma lista numerosa de estudiosos oriundos de diversas localidades de Portugal, quiçá outras não mencionadas - Proposta para um Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Portugal – (ISBN 972 - 8419 - 48 – 1 – 2000) CD interativo pertencente ao acervo particular do Prof. Dr. Carlos Garcias, titular da disciplina de Sustentabilidade Urbana do Curso de Pós-Graduação em gestão Urbana da PUCPR/BR.
Outro trabalho notório é o desenvolvido pelo IPPUC, para a região de Curitiba, onde o método genebrino é explicado e aplicado para o estudo de “Indicadores de Qualidade de Vida em Curitiba”, infelizmente não extensivo à Região Metropolitana de Curitiba - IPPUC, Qualidade de vida de Curitiba, – CD interativo, , JAN 2000.
Sendo um Município de considerável grau em termos de qualidade de vida pelo potencial natural disponível, seria de se sugerir um acompanhamento mais próximo das gestões contemporâneas e futuras, especialmente na compreensão dos fatos sociais vividos pelas comunidades, para projeção de estratégias efetivas por políticas públicas condizentes com a realidade ora configurada.
01. METODOLOGIA DE PESQUISA
- Acredita-se que há aspectos intrínsecos e extrínsecos de uma cidade, em termos de sustentabilidade, nem sempre objetivamente definidos por vias doutrinárias, razão pela qual procurou-se ouvir moradores de diferentes regiões de Pinhais, para que prestassem seus depoimentos quanto a fatores psicológicos investigados. Ou seja, comunicação aproximativa como método (que possibilitou a confirmação de muitos dos itens levantados pelos técnicos, mestres e doutores na arte de elaborar indicadores, sendo suficiente para a confirmação do enquadramento de fenômenos sociais subjetivos GIL, 2000).
Comenta-se a concepção de formação de indicadores e faz-se observações de caráter empírico por parte do pesquisador que se acercou da realidade do município, no sentido de ensaiar meios de determinação de variáveis dependentes e determinantes na construção de indicadores. Explica-se alguns métodos utilizados regional, estadual, nacional e internacionalmente por pesquisadores para este fim.
Para este trabalho, utilizou-se pesquisa aleatória com ausência de sujeitos significativos e especialmente observação participante. Portanto, ouvir os moradores, como se procedeu, pareceu acima de tudo um procedimento ético, impessoal, e desprovido de qualquer provável preconceito, que o contato direto poderia ocasionar em relação a aspectos identitários, razão pela qual optou-se por entrevistas ao telefone na parte prática, e na teórica, pela observação de trabalhos, revistas, periódicos, sites de Internet, como a apresentação de dados disponibilizados pela Prefeitura Municipal de Pinhais, em rede - (Vide Site da Prefeitura de Pinhais. Disponível em <http://www.pinhais.pr.gov.br/site/index.php>. Acesso em 27/12/2007).
Embora quantitativamente pouco significativa, a amostra permite concluir sobre evidências constatadas e opiniões coletadas. Igualmente a pesquisa bibliográfica constitui-se instrumento para cristalizar opiniões e estabelecer consenso (GIL, 2002).
2. Alternativas de investigação social nos municípios
Entende-se que a cidade por si só, não é uma construção natural. É sim, a resposta às forças produtivas no modo de produção capitalista, sobretudo, uma configuração social. Desta forma, a resposta a uma configuração social não documentada, além de índices genéricos apontados pelo Ipardes, não retrata a exclusão social, as diferenças sociais, a metropolização da pobreza, os atos de exclusão social, forças que incidem gerando pressões comunitárias, fragmentação social e a forma como a clivagem social pode ser revertida pelas políticas públicas, pelo uso de indicadores e índices capazes de orientar o processo decisório na forma de conquista, favorecimento e legitimidade da ação social coordenada estrategicamente, no entendimento da promoção do desenvolvimento sustentável, quanto as condições de governança e governabilidade, favorecida pelos métodos disponíveis, entre eles o da construção de indicadores.
2.1 Políticas Públicas do Município de Pinhais como primeiro passo de investigação
As políticas públicas chefiadas por Dorotildes Tavares da Cruz para o caso específico do Município de Pinhais direcionam-se para a prestação de serviços de assistência social no Município, obedecendo as Leis de Diretrizes Orçamentárias, com foco especial nas questões relacionadas com o menor, idosos e geração de empregos.
A Ação social aponta dados que demonstram projetos como o Projeto Viver e aprender que é um contra-turno social tendo como objetivo proporcionar às crianças e adolescentes de sete a quatorze anos em situação de risco pessoal e social uma melhor qualidade de vida. Para tanto são desenvolvidas atividades como: reforço escolar, artes, teatro, educação artística, serviço de nutrição, recreação e trabalhos na área sociológica (Vide PINHAIS. Disponível em:< http://www.pinhais.pr.gov.br/ >. Acesso em 30 de junho de 2004.
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2.2 Antecedentes e perspectivas do Município de Pinhais como investigação aproximativa
A região que hoje é ocupada pelo município de Pinhais pertencia, nessa época, ao território de Curitiba. No ano de 1890, uma parte do território de Curitiba foi desmembrada, passando a constituir o município de Colombo. A região que comportava Pinhais estava inserida nessa área desmembrada, o que significa que Pinhal passou assim a pertencer, administrativa e politicamente, a Colombo. Isso pode ser comprovado pelo Decreto nº 71 de 31 de janeiro de 1890, que fixou os limites do novo município.
Em 1932, o território onde se situa Pinhais passou a pertencer ao município de Piraquara, no mesmo momento em que o município de Colombo foi extinto. Com o crescimento do povoado de Pinhais a partir da década de 1960, a comunidade começou a reivindicar a instalação de serviços públicos locais. Pinhais foi então elevada à categoria de Distrito em 21 de Novembro de 1964. Já nos anos de 1970 e 1980, o distrito recebeu, um enorme contingente populacional, acarretando, assim, demandas em vários setores. A implantação de uma infra-estrutura que suprisse as necessidades da população exigiu a organização e o gerenciamento de um poder público local. Dessa forma, no final do ano de 1991 foi realizado um plebiscito para verificar o interesse da população de Pinhais pela implantação de um poder executivo e legislativo local. Essa consulta apurou um alto índice de aprovação da emancipação política – cerca de 20.456 de um total de 23.310 participantes (87% de aprovação). Atendendo a essa solicitação dos moradores do Distrito, o Deputado Estadual Aníbal Khury (então presidente da Assembléia Legislativa do Paraná), determinou a criação do Município de Pinhais, sendo o seu território desmembrado do de Piraquara.
O município de Pinhais foi oficial e solenemente instalado no dia 20 de março do ano de 1992. A partir de então, essa data passou para o calendário festivo da população pinhaense. Após a criação do município de Pinhais, a população local passou a contar com melhor assistência político-administrativa. As questões que afligiam os moradores, passam a ser canalizadas e atendidas por seus legítimos representantes. Em 1993, com o estabelecimento do poder público local, o executivo começou a estabelecer metas de desenvolvimento para o município através das suas secretarias. As questões de saúde, educação, cultura, esporte, turismo, meio-ambiente, assistência social, segurança pública, infra-estrutura, planejamento urbano e desenvolvimento econômico foram sendo discutidas em conjunto. A organização e implementação das ações e projetos que iriam, a partir de então, moldar a fisionomia da cidade, começaram a ser encaminhadas de forma direta, aos organismos competentes para propor e agir na cidade, aos quais a população passou a ter acesso.
O primeiro prefeito de Pinhais foi o senhor João Batista Costa, que assumiu a prefeitura em 01 de janeiro de 1993. Costa administrou o município até 1997. O segundo prefeito de foi Siegfried “Zico” Böving que conduziu até o ano de 2000. O atual prefeito da cidade é Luis Cassiano de Castro Fernandes.
2.3 Dos aspectos geográficos e psicossociais
O município de Pinhais está inserido na Região Metropolitana de Curitiba, localizado a leste da capital, no Primeiro Planalto Paranaense chamado Planalto Curitibano. Além da Capital, possui limites com o Município de Colombo, Quatro Barras, São José dos Pinhais e Piraquara. Sua área total é de 65.56 Km2, e os seus principais acessos são a BR 415, Rodovia João Leopoldo Jacomel, Av. Afonso Camargo, a Estrada da Graciosa e a BR 116 – Rodovia Regis Bitencourt. Este município tem no berço do Rio Iguaçu em seu território estando na área de manancial abastecedor que fornece mais de 70% da água para a grande Curitiba, sendo criada em 1994, a APA – Pinhais, abrangendo 19.34 km2 ou seja 29,50% da área municipal. Segundo o Decreto no. 134/94 – Prefeitura Municipal de Curitiba a área de preservação ambiental visa “assegurar a proteção dos ecossistemas da Floresta Ombrófila Mista Montana, campos de inundação, matas ciliares, campos naturais e capões de Araucária, onde se encontram os últimos remanescentes da biota regional e espécies raras ameaçadas de extinção, bem como controlar o uso do solo e estabelecer critérios racionais de ocupação da área”. O município possui quatro bacias hidrográficas e um grande potencial paisagístico (HONJO, 1997).
Existem preocupações específicas com relação à população de Pinhais, nos vários aspectos sociais, principalmente direcionados para uma consciência coletiva da situação da contaminação dos mananciais de água, pelo esgoto doméstico e lixo nos seus rios, principalmente o rio Atuba e Palmital onde a ocupação nas margens é mais intensa. Quanto ao saneamento básico, 76.4% da população tem residências com fossa séptica e 95.4% do abastecimento de água do município é feito pela SANEPAR.
Populações carentes estão assentadas sobre áreas desprovidas de infra-estrutura localizadas em espaços urbanos de alto risco, sujeito a enchentes, deslizamentos e processos erosivos, e as habitações aumentam em número e em condições que possibilitam a poluição, destruição de cobertura vegetal, erosão e impermeabilização do solo, pela irrefreável pressão urbana requerendo revisão na questão de priorização do meio ambiente exigindo posicionamento governamental com forte cunho social.
Há uma preocupação visível com o envolvimento maior de interesses públicos, de assistentes sociais que detectem estes problemas e convençam tais moradores das conseqüências oriundas de tais irregulares ocupações, para resolver no futuro a questão da qualidade da água da grande Curitiba, buscando o convencimento por estratégias psicológicas que os ajudem a optar por melhores condições de vida através da relocação e reinserção em ambientes próprios e condizentes com padrões mínimos de sobrevivência e dignidade humana ( HONJO, 1997; p. 23 ss).
2.4 Das características psicossociais dos moradores de Pinhais.
Há nitidamente dois perfis de população na questão de estratificação social, como se observou pela pesquisa de campo. A capital de Curitiba, faz um corredor cultural e social com os municípios, nos estados emergenciais de questões relacionadas com a saúde, nas meramente culturais, na busca de melhores escolas, locais de entretenimento e diversidade no comércio, assim como muitos contratantes de serviços terceirizados enviam agentes para estes locais para prestarem serviços. A violência gerada em outros centros urbanos como São Paulo, por exemplo, tem atraído muitos migrantes para lá, da mesma forma que a indústria tem atraído o interesse de imigrantes, como a exemplo de americanos, no setor industrial e igualmente os empresários de grandes tecnópoles do Brasil, relocados em outras regiões por estratégias empresariais de desenvolvimento de novos pólos produtivos. Por outro lado, há moradores locais fortemente enraizados em suas realidades, que admitem tais mudanças terem sido provocadas pelos novos valores inseridos no contexto dinâmico da vida urbana de Pinhais, admitindo as vantagens que as inovações urbanas possibilitaram ao município, facilitando suas vidas, mas que igualmente admitem que o município apresenta manchas de pobreza na diversidade de seus atores.
A questão do trabalhador que decide migrar para Pinhais, que na dificuldade de aquisição de propriedade, a ocupação e construção de barracos na beira dos rios gera insalubridade, marginalidade, improdutividade, e insatisfação. Destaca a realidade dos pontos de encontro para bate-papo espontâneo dos chefes de família, quais sejam os referidos botecos de favela para os homens, ou a televisão para as mulheres, restando para as crianças as “ peladas e brincadeiras de casinha” para meninos e meninas como acrescenta a autora Seu estudo permitiu definir o Município de Pinhais da seguinte maneira (GOMARA, 1997 ; 37 ss):
A partir desta crescente constatação da marginalidade e falta de identidade no meio social que o homem sofre nas cidades em desenvolvimento como Pinhais, onde se verifica a necessidade premente da valorização do ser humano, através de ações sociais participativas e atividades coletivas que integrem os habitantes da comunidade local ( ibid. p. 38).
O perfil de atividades profissionais da população de Pinhais, são os empregos temporários, em que não há necessidade de especialização, premissa esta incutida como referencial na educação de jovens que passam a incorporar esta condição em seus discursos individuais, como explica a autora, apontando igualmente a dificuldade da população do município para incorporar novos hábitos e assimilação de uma cultura regional, auxiliando no rompimento da realidade já conhecida de outros espaços e lugares (ibid. p. 39).
Segundo a autora, o lazer constitui fator fundamental nas questões de desenvolvimento pessoal e coletivo, pelas inúmeras possibilidades que são oferecidas para promover a integração social e ajuste emocional , valendo-se de José Otão que se posiciona em sua obra “Lazer e recreação” a este respeito da seguinte forma:
Para essa classe de pessoas o lazer é um sonho, uma fantasia, por causa da impossibilidade material de usufruí-lo [...] O desgaste é real. O envelhecimento é precoce . As doenças rondam estas pessoas. O trabalho que produzem é reduzido e sem alegria ( OTÃO, 1977, p.10 apud GOMARA, 1997).
Espera-se portanto que no suceder das décadas haja uma sensível consideração com relação à reavaliação das políticas públicas quanto as possibilidades da criação de uma identidade local, guiada por razões psicológicas suficientemente fortes, para que os atores possam ter maior integração e redirecionamento de energias no estudo da propositura de soluções para os problemas urbanos de Pinhais, cuja responsabilidade é tão somente dos planejadores urbanos e administradores, inovando sempre que possível e produzindo recursos para a melhoria das formas de integração fazendo valer investimentos tendentes a aliviar as tendências sociais opressivas, que geram marginalidade e exclusão, apatia e resistência, de forma que a reversão só deve ocorrer pela inclusão, participação e ação comunitária orientada por órgãos governamentais capazes de gerar serviços tutelares na área da psicologia social de forma a suavizar os impactos causados ao meio e promover uma maior racionalidade seja ela espacial, temporal e humana na busca de soluções que venham ao encontro de medidas emergentes e promotoras de desenvolvimento sustentável.
2.5 Dos caminhos para se chegar a indicadores psicossociais.
O ponto principal do investigador em sua análise, na tentativa de conhecer a realidade psicossocial deste município, encontra alicerces em aspectos que incluem questões éticas, culturais, participativas, cognitivas, socializantes, preventivas, comunitárias, próprias daquela nação, em suas similaridades e diferenças, usando parâmetros comparativos da mesma forma.
Pelo nexo de causalidade, ou seja, relação causa-efeito ter-se-ía uma rota metodológica que poderia conduzir ao encontro das variáveis dependentes e determinantes a exemplo, da qualidade de vida local.
Apelou-se primeiramente, para monografias e configuração de dados locais, em instituições, população via telefônica, prefeitura, Internet, mas isso possibilitou apenas, uma visão panorâmica da realidade. Pelo diálogo constante, com professores, alunos e especialistas, comunidade virtual, foi-se gradativamente afunilando expectativas, até apontar-se para três variáveis determinantes, quais sejam, o uso de psicoativos (drogas, medicamentos, barbitúricos, etc), criminalidade e atendimento de casos de “stress” pelos postos de atendimento psicossocial e de saúde - sabe-se da existência do CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL II PINHAIS, mantido pela Prefeitura que estariam mais próximos de responder a expectativa de indicadores psicológicos, haja visto que se inserem numa órbita de problemas sociais, mais abrangente, porém não menos importante. A hipótese levantada pelo autor, é se, pela demanda dos serviços médicos nos postos de saúde do Município de Pinhais, poderia se chegar a uma posição conclusiva sobre a qualidade de vida local, concebendo uma órbita de demandas de medicamentos que incluíssem psicoativos como meio de solucionar as prováveis tensões locais vividas pelos moradores, ou se efetivamente, a população demonstra tranqüilidade quanto ao modo de vida a ponto de dispensá-los.
2.6 Dos prováveis caminhos para se chegar a indicadores psicossociais.
2.6.1 Objetivos:
- Constatar o uso de medicamentos psicoativos no posto de saúde do Município de Pinhais.
- Fornecer base de dados para o Poder Público para inteirar-se de psicopatias no sentido de colaborar para as decisões cabíveis às políticas de saúde locais
2.6.2 Motivação:
- Colaborar com estudos de motivação local e prováveis diagnósticos de anomia e alienação social.
- Estabelecer critérios para conhecer o perfil psicológico da população no tratamento de psicopatias entre o diagnóstico e o tratamento.
- Desenvolver políticas que reforcem a auto-estima e a integração do indivíduo na sociedade
2.6.3 Limitações:
- Acesso aos prontuários médicos do posto de saúde em que o atendimento foi diagnosticado como “uso de psicoativos”.
- Viabilidade técnica de atores capazes de identificar e fazer esta leitura, diferenciando casos como dor de cabeça, enjôo, como de cunho toxicológico de fato.
2.6.4 Argumento Global
- Muitas vezes o poder de polícia dos agentes policiais públicos excede seus limites quando um cidadão sob o efeito de psicoativos age com conduta inadequada.
- Há casos de crimes noticiados pela mídia local..
- Imagina-se que a autoridade deva proceder com a devida ética e optar pelo encaminhamento deste usuário para a instituição de saúde responsável, antes de qualquer atitude violenta e contrária ao exercício da cidadania.
2.6.5 Justificativa
- Alinhamento de políticas públicas locais do Posto de Saúde de Pinhais em termos de possibilitar a dotação de pessoal capacitado para gerenciar este tipo de situação psicossocial.
Indicador Psicológico medido pelo número de casos de uso de psicoativos no Posto de Saúde de Pinhais (Proposta da construção de indicador)
Nome
Objetivo
Termos
Equação
Plataforma de dados do Posto de saúde X de Pinhais
Levantar o número de casos de atendimento por uso de psicoativos
Ocorrências ( Oc)
NPAPS (por uso de Psicoat) = Número de pessoas atendidas no PS.
TPAPS = Total de pessoas atendidas no posto de saúde
Oc= NPAPS (uso de psicoat) / TPAPS
Conclusões:
1) A construção deste indicador permite identificar o perfil de atendimento do Posto de Saúde do Município de Pinhais com relação ao uso de psicoativos, comparado ao número total de atendimentos do mesmo.
2) Possibilidade de usar o indicador como ferramenta de gestão social na identificação do perfil psicológico comunitário, com relação ao uso de psicoativos.
3) Gerar serviços locais capazes de fazer frente a esta necessidade e dotar o posto infra -estrutura local.
3 Da composição de um perfil social a partir dos dados coletados
Parece notória a necessidade da organização destas informações, vez que devem constar nos arquivos dos diferentes órgãos que compõem a estrutura administrativa do Município de Pinhais e tão mais necessária quanto os indicadores forem importantes, para aqueles que decidem pelo destino do povo do mesmo, pela outorga do poder que lhes é conferido, bem como pelo exercício da investidura dos poderes atinentes a seus representantes junto ao governo. Esta capacidade de organização é que nos parece diferencial na tentativa de compor a realidade social de determinado território, pelas condições compartilhadas de seus atores, no exercício de seus papéis e na composição de sua identidade local.
Destaque-se o esforço desenvolvido pelo Ipardes, na demonstração de Índices de Desenvolvimento Humano e de indicadores econômicos, no entanto, nada objetivos, quanto ao proposto para este tema, mas úteis como ferramenta de análise ao considerar a economia como determinante das condições de vida e de desenvolvimento sustentável local. 6
Outra fonte, porém nacional, detalhada em termos sociais de cobertura ampla, é a realizada pelo IBGE, cujos procedimentos metodológicos supostamente devem incluir os municípios do Paraná, porém não disponível no site, por Estado e Município, mas sim, Municípios, possibilitando a leitura de indicadores sociais (vide população) além do qual distintos de psicológicos por estarem os últimos dependentes da condição local em que vivem os atores de cada município, determinado por fatores geográficos, humanos, políticos, religiosos, entre outros7.
Neste sentido, observa-se que toda pesquisa cuja finalidade é a de levantar indicadores de qualidade de vida, deve estar em comum acordo com a agenda 21, no que diz respeito a afinidade que o item pesquisado mantém com seu corpo disciplinar. Podem igualmente se correlacionar, de forma a possibilitar a tomada de decisões e o estabelecimento de metas específicas, definição de empreendimentos e escolha de metodologias no design estratégico adequado a cada realidade configurada, prazos, extensão da problemática em foco.
Sugerido pelo trabalho desenvolvido em Portugal, na análise social da problemática, se incluem: densidade populacional, índices de mortalidade, morbidade e natalidade, esperança média de vida da população, vacinação até um ano de idade – doenças infecciosas, hospitais e centros de saúde, médicos, enfermeiros, volume de despesas com saúde, taxa de analfabetismo, população que completou o nível secundário, despesa pública com educação, beneficiários de pensões, estrutura de empregos, taxa de desemprego, cultura – bibliotecas locais, índice de criminalidade, justiça, número de condenações em processos crime, reclusões, queixas por motivos ambientais, entre outros em carência, e que podem ser associados com os institucionais tais como Integração do conceito de desenvolvimento sustentável; Investigadores envolvidos em atividades de investigação e desenvolvimento (Publicações de documentos sobre ambiente Representação dos grupos alvo da agenda 21 no Conselho Nacional para o Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CNADS)); Empregos gerados pelas Organizações não governamentais de ambiente; Regimes contratuais em matéria de ambiente ou qualquer outro, no sentido de configurar uma situação, e promover ajustes decisórios.
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6 Disponível em <http//:www.ipardes.gov.br>. Acesso em 30 de junho de 2004.
7 Disponível em < http://www.ibge.gov.br >. Acesso em 30 de junho de 2004.
4 Das intervenções mais recentes ocorridas em Pinhais
Nada tão grandioso nos últimos anos aconteceu senão a construção do Centro de Convenções Expotrade em Pinhais que sediou os eventos internacionais, quais sejam, a Oitava Conferência das Partes (COP8) da Convenção sobre Biodiversidade Biológica (CDB) e a Terceira Reunião das Partes (MOP3) do Protocolo de Cartagena em março de 2003 .A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo decisório no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica - CDB. As reuniões da COP são realizadas a cada dois anos em sistema de rodízio entre os continentes. Trata-se de reunião de grande porte que conta com a participação de delegações oficiais dos 188 membros da Convenção sobre Diversidade Biológica (187 países e um bloco regional), observadores de países não associados, representantes dos principais organismos internacionais (incluindo os órgãos das Nações Unidas), organizações acadêmicas, organizações não-governamentais, organizações empresariais, lideranças indígenas, imprensa e demais observadores. Cada reunião da COP dura duas semanas, com duas sessões de trabalho paralelas com tradução simultânea para as seis línguas oficiais da ONU (inglês, francês, espanhol, árabe, russo e chinês). Diariamente são realizadas reuniões preparatórias dos grupos políticos regionais da ONU (América Latina e Caribe, África; Ásia e Pacífico; Leste Europeu e Ásia Central; e Europa Ocidental, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia; bem como do Grupo dos 77 e China; e do Grupo dos Países Megadiversos Afins). São também realizados cerca de 100 eventos paralelos sobre temas e iniciativas especiais nos intervalos do almoço e do jantar. Durante as noites são organizadas reuniões de grupos de redação para os temas que exigem mais negociação. Durante a reunião organiza-se amplo espaço de exposições de países e organizações internacionais e nacionais bem como amplas reuniões de consulta de lideranças indígenas e organizações ambientalistas. Antes da reunião é organizado um amplo Fórum Global de organizações ambientalistas e acadêmicas. Durante a segunda semana de reunião é organizado o Segmento Ministerial da COP com a presença de mais de uma centena de ministros de meio ambiente de todos os continentes . Assuntos diversos foram tratados, entre eles, está a inclusão de temas relativamente novos para a agenda ambiental mundial e que devem nortear políticas públicas e iniciativas científicas nos países que integram a convenção, 188 no total.
Além disso, o Autódromo Internacional de Curitiba não se situa em Curitiba , mas sim em Pinhais. Foi também em 2007, que o famoso espetáculo circense “Alegria” do Cirque du Soleil, veio para o Brasil, apresentando-se em curta temporada. Permanece a dúvida no entanto, quanto a oportunidade de prestação de serviços aos moradores locais, no que diz respeito ao aproveitamento do potencial humano local. Segundo os moradores, o bairro mais famoso é o Alfaville, onde o nível sócio econômico é também mais elevado. Também a cadeia de supermercados Carrefour está lá situada já há algumas décadas.
4. CONCLUSÃO
A gestão municipal urbana está intimamente relacionada não apenas com a fria maquete projetada em quatro paredes e construída em fronteiras espaciais interligadas, visto que os elos mais fortes são sempre observados entre os atores que ocupam estes cenários, pelos seus movimentos sociais e ações comunitárias que devem dirigir-se para algum ponto destes espaços, formação de identidade capaz de mantê-los no firme propósito que representam de alguma forma, a higidez dos governos e patrimônio de toda a sociedade.
Analisar aspectos psicológicos de uma cidade, não implica olhar apenas para as comunidades viventes em margens de rios, mas também dos detentores da riqueza no meio urbano, para ter em suas casas, a visita de cidadãos integrados a uma rede complexa de relações e não assaltantes ou pedintes. A obrigação sempre recai sobre o Estado. Há que se
O gestor urbano municipal deve criar ferramentas capazes de facilitar sua tomada de decisões pelo prisma objetivo do que se pode configurar em termos de indicadores capazes de funcionar de forma a capacitar e fortalecer a decisão. Logo, necessita destes indicadores, para que suas ações sejam mais firmes e positivas, orientando o processo decisório, e definindo as políticas públicas necessárias e modificar, extinguir e reafirmar posturas necessárias para que o planeta resista a tantos impactos e que se viabilize o ecodesenvolvimento em linhas objetivas de ação positiva orientada para resultados, transparentes e racionais, para a promoção do desenvolvimento sustentável em meio urbano e regional.
Solicitou-se ajuda da Prefeitura Local de Pinhais via site e contatos telefônicos, nos quais se disse, não haver material disponível, viabilizado somente por trâmites burocráticos protocolados e devidamente autorizados, quando em verdade, esta ferramenta de análise valiosa para o estudante de gestão urbana, ou cidadão comum deveria ser transparente. Apesar destas reconhecidas limitações metodológicas e referenciais, a pesquisa foi acima de tudo um desafio para o pesquisador enquanto estudante, que embora leigo, moveu-se pelo entusiasmo ainda que consciente destes entraves.
REFERÊNCIAS
Ippuc, Qualidade de vida de Curitiba, 2000 – CD interativo.
GIL, Antonio Carlos, Como elaborar projetos de pesquisa, Atlas, São Paulo- SP, 2002.
GOMARA, Mônica de Lacerda. Lazer e desenvolvimento em Pinhais – Pr, PUCPR – BC, Curitiba-Pr, 1997.
GUIA TELEFÔNICO DE CURITIBA, Região Metropolitana e Litoral, GTPAR, Curitiba-Pr., Ed. 2004.
HONJO, Susan. Parques Urbanos – Utopias realizáveis. Estudo de Caso: Cidade de Pinhais, PUCPR – BC, Curitiba-Pr, 1997.
Proposta para um Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Portugal –CD interativo ISBN 972 - 8419 - 48 – 1 – 2000).
APÊNDICE 01
PESQUISA DE CAMPO
Metodologia:
No dia 04 de julho de 2004, iniciou-se por telefone particular (041 – 2527561) , contatos arbitrários com moradores de Pinhais, escolhidos a partir do Guia Telefônico de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, versão 2004, com início às 12h e final às 14h., onde de maneira geral os entrevistados mostraram-se receptivos quanto às respostas mencionadas.
Instrumento: Duas perguntas. A primeira sobre aspectos positivos na construção de um perfil psicológico da cidade, e a segunda os negativos, como se apresenta em seguida.
Entrevistador : Antônio Domingos Araújo Cunha
PERGUNTA-SE:
1. O que objetivamente contribui para que se observem efeitos psicológicos favoráveis no desenvolvimento da cidade de Pinhais?
Entrevistado 01. Panificadora Maringá 6682780 – ( Fm- 51- 3o primário – do lar )
A proprietária de panificadora , que veio morar em Pinhais há pouco tempo, pelo filho que morava em Curitiba ter adquirido o estabelecimento e morava em Guaruva e diz gostar muito da cidade e que tem sido prontamente atendida nos aspectos de segurança pública, e que gosta das festas locais e escolares o que contribui para a animosidade das pessoas.
Entrevistado 02. RADIO TAXI PINHAIS 6681001 – ( masc. – 23 - 2O GRAU- MOTORISTA )
23 ANOS – Mora na cidade desde o início de sua vida, é solteiro. Diz que há festas de igreja, casas noturnas, mas que falta entretenimento. A vida é tranqüila e pacata.
Entrevistado 03. PRAXAIR SURFACE TECHNOLOGIES 6682211 - (Fem 32 – 2o grau – Vigiliante) .
Reside em Curitiba e vai para Pinhais de forma terceirizada. Sente tranqüilidade no seu trabalho quanto a acessibilidade, o transporte público é bom , iluminação da empresa foi questionada, para que certos locais fossem melhor iluminados e a prefeitura não deixou colocar a iluminação em certos lugares onde queriam, porque confrontam às normas de iluminação prevista em órgãos locais. As pessoas são mais acessíveis em Pinhais do que em Curitiba.
Entrevistado 04 - RECANTO DE PINHAIS – 3665835 – ( Fem. - 44- Superior).
Reside em Curitiba e administra um negócio em Pinhais há pouco tempo, mas percebe que o povo de Pinhais é mais acessível e sente que há uma identidade maior “gente como a gente”. Há muita competição e a sorte é que o restaurante está inserido num contexto de indústrias, onde é possível terceirizar os serviços, porque o movimento é bastante fraco.
Entrevistado 05 - SUPERMERCADO FALCAO - 5571530 (Fem. 26 – 1o grau – fiscal de caixa) 7 anos
Para mim a questão de emprego é importante. É na mesma rua que eu moro. As crianças ficam em creche pública que é de boa qualidade. As escolas são caras. A infra-estrutura é boa. Polícia demora muito. Há sempre medo de trabalhar.
Entrevistado 06 – 6656643 – Residência (Fem. 43 – 2o grau – do lar).
Vem de São Paulo morando há dois – moro num bom bairro, calmo comparado a São Paulo. O povo é um pouco fechado. O marido foi transferido pela indústria. O filho está em escola particular de qualidade. Achou melhor vir morar em Curitiba.
Entrevista 07 6682525 – SIGEL COMUNICAÇÃO - (Masc. 39 – 2o grau – porteiro).
Mora em Pinhais desde o nascimento. Pelo fato de praticamente ter nascido aqui e poder permanecer. Tem filhos. Qualquer lugar é bom quando se está adaptado. É preciso conhecer a realidade local. Hoje a cidade evoluiu muito, lojas, shopping, a presença do autódromo que é bem interessante. Vai a igreja, e futebol. O trânsito é bom, segurança é razoável. A coleta de lixo é boa. O Carrefour Pinhais atende a interesses locais. A poluição das indústrias não incomoda. Tinha uma fábrica de fazer baterias que finalmente foi colocado filtros e melhorou.
Entrevista 08 Recusou-se a responder 6696191 -( motorista de ônibus – 24 anos) Abandonou a entrevista. Ligou-se novamente e justificou-se. Os moradores não gostam de dar informações ao telefone.
Entrevista 09 – 668-9827 mudança de telefone – Shelly Papelaria e Presentes ( fem. 13 – 1o Grau – estudante)
Moro em Pinhais há cinco anos vindo de São Paulo. A família decidiu se deslocar. Acha que a qualidade de vida em termos de calma e tranqüilidade é melhor do que em São Paulo. A escola oferece qualidade, e o relacionamento com as pessoas é bom, havendo uma praça e a igreja também, sendo ela evangélica.
Entrevista 10 – 6696698 MERCADO YASUI – ( 24 anos , masc. – estudante, - Superior).
Tranqüilidade da vida , ruas boas e limpas, tem tudo o que precisa em seu redor. Não há poluição.
2. O que objetivamente contribui para que se observem efeitos psicológicos negativos no desenvolvimento da cidade de Pinhais?
Entrevistado 01. Panificadora Maringá 6682780 – ( Fem. - 51- 3o primário – do lar ) - Observa-se muitas crianças pobres nas ruas, desemprego e assaltos.
A sinalização do trânsito é insuficiente e há acidentes
Entrevistado 02. RADIO TAXI PINHAIS 6681001 – ( Masc. - 23- 2O GRAU- MOTORISTA )
Falta de Segurança Pública, condições das ruas ruim, há muita pobreza.
Entrevistado 03. PRAXAIR SURFACE TECHNOLOGIES 6682211 - (Fem. 32 – 2o grau – Vigiliante) .
Há bastante pobreza e muitos catadores de papel. O lixo da empresa é repassado e levado já reciclado para fora. Trata-se de uma metalúrgica com filtros bons para controle de poluição. Há desemprego. A empresa é americana e está lá há 1 ano.
Entrevistado 04 - RECANTO DE PINHAIS – 3665835 – ( Fem. - 44- Superior – Administradora de restaurante)
Sente que há um abandono de muitos terrenos e a obrigação é dos governantes. Os terrenos são sujos e os impostos são altos. Dizem que a limpeza dos terrenos deve ser por parte dos proprietários mas estes não se incomodam. Há desemprego, pobreza, falta de segurança, mortes no local e o comércio é fraco.
Entrevistado 05 - SUPERMERCADO DO 5571530 (Fem. 26 – 1o grau – fiscal de caixa) há 7 anos
A falta de segurança. Na verdade não há o que fazer em termos de diversão. A diversão é sempre ir a igreja. O relacionamento com os vizinhos é bom. A parte de saúde é muito ruim. Convênio particular tem que se procurar em Curitiba. Ex, Pneumologista.
Entrevistado 06 – 6656643 – Residência (Fem. 43 – 2o grau – do lar
Por enquanto não sente qualquer aspecto negativo em Pinhais. Sente-se bem inserida.
Entrevista 07 - 6682525 – SIGEL COMUNICAÇÃO - ( Masc. 39 – 2o grau – porteiro) O município é mau administrado pelo Luiz Cassiano. Não está gostando muito porque os ricos olham sempre pelos seus interesses. Fazem para eles e não para a população. Acredito que de modo geral quase todos os bairros são muito ruins. As vezes não tem condição para urgências – Ex. Encaminha-se para o Cajuru por falta de equipamentos. A iluminação e transporte dependem muito de manutenção. Dificuldade porque as viaturas se encontram fora e demoram muito a chegar. A criminalidade não é muito no centro e mais nos bairros. Existe muita pobreza e favelas, como as do Holandês, e Palmital. Mora no Bairro Vagem Grande de classes média e pobre. O bairro melhor é o Alfaville.
Entrevista 08 Recusou-se a responder 6696191 -( motorista de ônibus – 24 anos) Abandonou a entrevista. Ligou-se novamente e justificou-se. Os moradores não gostam de dar informações ao telefone.
Entrevista 09 – 668-9827 mudança de telefone – Shelly Papelaria e Presentes ( fem. 13 – 1o Grau – estudante)
Aspecto negativo. O povo não é unido. As pessoas não fazem amizade facilmente. Tudo distante e as pessoas são implicativas. Não tem cinema, e as vezes vem a Curitiba, a segurança e a iluminação da praça é ruim pouco segura, a presença de policiais na praça é constante.
Entrevista 10 – 6696698 MERCADO YASUI – ( 24 anos , masc. – estudante, - Superior).
Falta de viaturas policiais, e lugares de diversão tais como cinemas, nada disso temos. Mas há vídeo-locadoras com bons filmes . Estuda em Curitiba.
Convenção:
Masc. (masculino) ; Fem. (Feminino)
(Artigonal SC #1115083)
Palavras-chave do artigo:
: aspectos psicossociais; indicadores; espaço urbano; população
UMA ANÁLISE DE COMO TUDO O QUE VAI NOS ACONTECENDO NA VIDA É PRINCIPALMENTE RESULTADO DAS NOSSAS PEQUENAS ESCOLHAS, SALIENTANDO QUE A VIDA É RESULTADO DAS PEQUENAS RESOLUÇÕES QUE VAMOS FAZENDO NO DIA A DIA
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