NOSSA VIDA SUBJETIVA

Publicado em: 06/05/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 495 |

REDATOR-FREELANCER

 

Nosso mundo subjetivo

J. B. Campos

 

O homem subjetivo dos dias hodiernos, nada diferente do primordial homem troglo­dita.

Nada se explica por inteiro nesta nossa vida de terráqueos!

O fato de tudo ser inexplicável nos arremete a Deus em sua infinita sabedoria.

- Como explicar os universos que formam o corpo psicofisiológico do homem?

É um paradoxo pleno afirmar que a matemática, a física são ciências exatas, onde existem dízimas periódicas simples e compostas, logarítmos, pi = 3,1415..., etc.

A única verdade absoluta de todas as ciências é que, elas não são absolutamente ab­solutas.

Nada do que existe é igual a outro nada, se é que podemos assim escrever ou dizer.

Somos congruentes apenas, porém, jamais iguais!

Impressões digitais não são iguais, gêmeos univitelinos "idênticos" são completamente diferentes nos seus detalhes, etc.

E, como nos atrevemos a escrever sobre a evolução integral do homem, temos a espe­rança de nos aproximarmos da consciência dos atos e fatos de nossas vidas.

Ao olharmo-nos do ponto de vista reticular, podemos ver que nada em nosso ser é igual, apenas assemelham-se, aqui se encontra o grande mistério cósmico, ou divino, não importa o nome que de se dê, importante é, isto é um fato.

 

Relacionamento humano no trabalho do mundo subjetivo.

 

Estamos propondo o relacionamento saudável, dentro da lealdade e do companheirismo profissional.

Continuamos afirmar que a verdade absoluta não existe no nosso conceito, portanto, nada se explica mesmo em meio à suposta interação perfeita.

É paradoxal falar em perfeição, já que a interatividade existe exatamente para acertar o caminho por onde o grupo vai palmilhar.

A empresa é o nosso segundo lar, e nela passamos a maior parte do nosso tempo.

A necessidade premente nos arremete sempre ao trabalho, já que necessitamos de sobreviver, aliás, o trabalho é a nossa saúde, portanto deve ser também a nossa vida, posto que sem ele nada nos seja plausível.

A movimentação mental e física é o reforço natural da nossa saúde.

A valorização humana deve ser primordial, todas as máquinas foram criadas pela inte­ligência do ser humano, então nada mais importante do que o seu colega de trabalho dentro da interatividade.

A comunicação, sem a menor dúvida se faz premente nos dias hodiernos.

Queremos então unir o útil ao agradável.

"A união faz a força".

"Uma andorinha só, não faz verão"

Poderíamos repetir muitos ditames populares, fazendo apologia ao trabalho interativo.

Relacionar-se com o trabalho e com o colega, é uma necessidade intrínseca, que trará bens de várias ordens pessoais, desde o prazer de construir à satisfação do dever cumprido.

Porém, de nada valerá se não interagirmos em outros segmentos de nossas vidas, principalmente o do nosso lar.

 

Ociosidade

 

Na verdade, a ociosiodade não existe, não existe a cabeça vazia, tanto que já ouvimos a frase: "Cabeça vazia, é oficina do diabo", então pela lógica, uma oficina não pode existir para a ociosidade.

Nossa mente está sempre criando, copiando, enfim está em constante ativi­dade, até quando estamos dormindo, aparecem os nossos sonhos e pesadelos.

Quando ouvimos alguém adjetivar o outro de vagabundo, esta palavra tem muitas conotações, e com certeza se está especificando um tipo de ociosidade, esta é a reali­dade.

Aliás, mil vezes pior do que a ociosidade literalmente em si, é o trabalho de se prati­car o crime, que muitas vezes dá um enorme trabalho.

Imagine uma quadrilha de rouba-bancos, os esquemas que eles estudam são bastante intrincados, portanto, dá enorme trabalho para que se ponha o sistema esquematizado em prática.

 

Interatividade

 

A terminologia "interatividade" apesar de moderna, na sua essência existe há milê­nios, com outra roupagem e em outras palavras quer dizer: comunicação direta entre seres humanos. 

Barganha de interesse velado, ou, aquele que fica na expectativa de uma negociação de âmbito variado, podendo-se aplicar na família, no comércio, na indústria, na polí­tica, enfim na vida prática de cada grupo.

Na prática digital usa-se sobremaneira a interação, já que a comunicação se faz pre­sente no mundo global.

Alguns estudiosos querem separar interatividade de interação, o que é uma questão de silogismo.

E, não vamos aqui, querer descobrir o sexo dos anjos, o que deve interessar real­mente é o ato de se administrar a vida em comum, administrando qualquer tipo de conflito.

Na atualidade existe a reengenharia humana, composta de consultores em adminis­tração de conflitos, pois, muito já ouvimos dizer: "Mais vale um mau acordo, do que uma boa demanda".

O relacionamento entre um ou mais fatores de interesse comum é que faz a diferença no ato de uma negociação.

A interatividade é uma atitude tão antiga, e até podemos entender que, os nossos direitos cessam onde iniciam os interesses alheios.

Interage-se de muitas maneiras, e a mídia pode ser a grande maneira de se chegar ao interesse comum, porém, o corpo a corpo se faz muito importante, já que o ser humano carece de calor humano em forma de psicoterapia, e a interação é o grande remédio à solidão e à saúde propriamente dita.

O fator medo é o maior repelente do grande ato de interagir, nada se tem a temer, posto que nada possa nos amedrontar além da morte, que a nós nos foi revelada desde a nossa mais tenra idade na qual quase não pensamos no nosso cotidiano.

Medo de encarar o seu próximo é algo irrelevante, não nascemos de um ser humano em meio a outros seres humanos para nos insularmos no nosso egoísmo construído pelo "comodismo" do medo.

Esse medo, conhecido por fobia, trauma, frustração, e sabemos mais lá o quê, tem de ser banido do nosso pensamento, para tirarmos proveito dos ensinamentos que a vida nos proporciona através de encontros e desencontros.

A relação interativa olho no olho - pele na pele, são contatos reagentes que mexem com nossas energias e, naturalmente com a nossa personalidade também, e se pen­sarmos bem, se este relacionamento for efetuado com boa intenção, podemos dizer que se trata de amor ao próximo.

A boa interação se dá quando os fatores químicos se compatibilizam como se diz no coloquial. "É uma questão de química".

E, nada mais sublime que, o amor ao próximo.

O que nos interessa é interagir, embora, às vezes o nosso interlocutor se faça de ro­gado, menosprezando a nossa fala, nada disso importa, o que faz a diferença é a in­sistência discreta da interação, toda forma de comunicação deixa o seu registro im­pregnado no inconsciente do interlocutor.

Na interação há a polêmica saudável, onde se discute os temas de interesses recípro­cos.

A ordem na interatividade, quando alguém fala, há de haver a escuta, a espera pela vez e, devendo imperar a consciência do profissional, do aluno, do filho, do pai, enfim de todos os seres humanos. Isto é interagir num mundo tão subjetivo.

Nas igrejas o monólogo se caracteriza, mas mesmo assim há a interatividade humana eclesial, até porque, logo após um culto há os encontros pessoais com os seus mem­bros, além de se ruminar os ensinamentos exortados pelo pregador.

No mundo religioso nem sempre dá para interagir, posto que, já existe uma opinião formada sobre seus preceitos e conceitos.

Dentro da empresa, deve-se pautar pela interatividade preparada para o campo das vendas, por exemplo. "O cliente sempre tem razão" – isto é fato irrefutável àquele profissional das vendas que deseja interagir com sucesso, seria mais ou menos uma interação suprimida.

Aliás, na interatividade deve sempre sobrepujar o bom-senso, diante do interlocutor, às vezes se faz necessário massagear o ego de um cliente, ou seja, lá quem for fa­zendo-se de morto para engolir os vivos.

Nesta interação, há de se matar o ego, não se importando com os louros da titulari­dade, nada somos diante da eternidade, esta vida é efêmera, portanto, é de bom al­vitre deixar o interlocutor ficar com a glória, conquanto, nos deixe os lucros.

A liberdade interativa, que ora se dá na internet é desmesurada, pode-se navegar ao globo e interagir, negociando e fechando muitos negócios, embora no atual momento, não seja aquilo que se esperava, já que ficou evidente a necessidade do calor hu­mano, a presença humana se faz imprescindível aos negociadores. 

O que mais nos interessa aqui é a interatividade de grupo, a começar pela nossa fa­mília perpassando por todos os segmentos nos quais possamos agir.

Vamos começar pela psicologia prática à parapsicologia e, esta estuda os fenômenos anormais, inabituais de ordem psicofisiológica a qual se aventou chamá-la de ciência.

Esses fenômenos são aqueles como tantos outros que fogem ao assunto, e são sub­jetivos semelhantemente ao próprio planeta, e suas infinitas formas de vidas.

Conhecimentos surgem do "nada" na mente de alguns paranormais.

Com todo o respeito, que se nos merecem os acadêmicos defensores de teses, melhor ser-lhe-iam defender práticas, pois, podemos ver categoricamente que o próprio en­sino e saber empírico são realmente subjetivos como a nossa pobre existência hu­mana.

E, em nada vai resolver o nosso aprendizado ao se discutir esta verdade relativa dos aprendizados terrenos, já que não existe a verdade absoluta, e sempre estaremos declamando o nosso defensor, o glorioso bordão: "contra fatos não há argumentos".

Vemos homem de ciência no afã de explicar tais fenômenos, e para tal criam uma verborragia inacreditável, parabenizamo-lo pelo glorioso esforço, nota dez, mas infe­lizmente fica apenas na suposição, ou na tese.

Para o fenômeno telepático criou-se o termo técnico: psi-gamma, onde se inserem precognição – telepatia – clarividência (revelação de fatos passados e futuros) e ou­tros tais.

Para a psicocinesia, que é o poder mental sobre a matéria, foi escolhido o verbete psi-kappa.

Este fenômeno pode ser espontâneo, ou voluntário, e podemos incluir aqui novas pa­lavras, como raps, que são os ruídos sem causas justificáveis, a parapirogenia, o fe­nômeno do surgimento de fogo involuntário, sem causa aparente, ou voluntária sim­plesmente pela mente humana, o teletransporte de objetos e, até de pessoas, etc.

Experiências demonstram que, existem, ou podem existir epicentros para estes fenô­menos, também conhecidos por "poltergeists", fenômenos paranormais de psicocinesia espontânea, o epicentro geralmente é um jovem com conflitos emocionais, ou men­tais.

Psi-theta é outro nome para designar os fenômenos da vida à morte humana, sendo que há muito tempo já existia a metapsíquica extracerebral que dá ênfase às lembran­ças de vidas passadas, portanto, mais uma vez saindo da objetividade para a subjeti­vidade, que é aquilo que não se explica plenamente.

Estes temas, e assuntos estão ligados à parapsicologia, que ratificamos: avençaram chamar de ciência.

Veja como a ciência, que deveria ser a absoluta verdade dedutiva, emaranha-se na teia da subjetividade legalizada pela tese de interesse sistêmico.

Muitas experiências foram efetuadas ao longo de vários anos de pesquisas acadêmicas, pela chamada transcomunicação instrumental, ou seja, comunicação através de apa­relhos eletrônicos, contatando com seres ultradimensionais e, deduzindo tratar-se de pessoas já falecidas, ou aquelas que, moribundas encontravam-se em coma profundo, em estado chamado de "Quase Morte".

Nesta subjetividade toda, vivemos inconscientemente numa vida que nos arremete aos pseudos bens materiais "duradouros", e neste autoengodo não nos apercebemos ser mortais e, que todos os impérios terrestres, sem exceção são derribados, para recomeçar todo o espetáculo da vida, queiramos, ou não, e nisto estava certo o nosso "Darwin" na sua tese-prática "nada se perde, tudo se transforma".

Não seja fatalista, porém, não seja ignóbil, procure enxergar os fatos.

Seja um percipiente consciente.

Que bom seria, ver a ciência praticando a poligamia com a sociologia, psicologia, metafí­sica, parapsicologia, religião, e outras ciências, este é o real caminho na área da fenomenolo­gia.

 

Renascer é o nome.

 

Nova era, novo entendimento, nova consciência.

Fora o preconceito, já é hora da sabedoria advinda do substrato humano, e para isto há de existir uma preparação endógena, ou uma introspecção profunda, uma entrega confiante a Deus.

A ciência da parapsicologia já dá grande ênfase às vidas pretéritas, aceitando a tese espírito-religiosa reencarnatória.

A hipnose regressiva mesclou-se com a incorporação de experiências virtuais, até materializada nos nossos microcomputadores com suas comunicações jamais vistas plasmadas.

O nosso maior erro é, dissociarmos a matéria do espírito, posto que sejam complemen­tos necessários à nossa evolução.

Temos de entender que somos atemporais, portanto, independemos de tempo e es­paço, embora, isso se possa parecer paradoxal. Bem, seja ou não seja, temos teste­munhos e experiências próprias de registros mentais, ou supramentais que, geral­mente quando passamos por algum desastre, eles se manifestam como se fora um filme, rodando toda a nossa vida, e em fração de segundo, algo no mínimo muito es­tranho!

- Mensagens do além, lhe metem medo?

- Bobagem, o além está aqui neste momento.

Vamos render nossas mais sinceras homenagens à ciência que, na sua obstinação correu atrás dos fenômenos paranormais, afirmando peremptoriamente:

Eles existem! Não se pode negar fatos!

No estado hipnoidal encontram-se fórmulas naturais para se chegar a muitas curas psicossomáticas.

Lembranças embrionárias, ou fetais deixam a ciência na expectativa, por parte de seus pacientes, restando aos cientistas a humildade de se posicionarem como expec­tadores dos resultados naturais, posto que defrontam-se com experiências abstratas e transpessoais.

A paranormalidade acompanha o homem desde seus primórdios, há milênios os fê­nomenos acontecem, e como tudo nesta vida é inexplicável, assim se dá com os fe­nômenos paranormais.

Sabemos que existe o sol e seus raios que a nós nos dão a vida, porém, não se ex­plica de onde surgem suas fantásticas energias, embora, se afirme que são geradas pelo seu núcleo, então continuamos na subjetividade da mente humana.

Essa subjetividade vem sendo debatida desde longa data, e podemos citar alguns de seus famosos estudiosos, Aristóteles, Platão, Descartes, Plotino, Hume, São Tomás de Aquino, Spinoza, e tantos outros.

A ciência trava uma briga insana, querendo descobrir aquilo que ela mesma deu nome de cérebro e mente.

Quem é quem, na ordem do dia, o cérebro ou a mente?

E, os neurônios são eles que pensam?

Então se estabelece tese, e suposição dentro da tal subjetividade.

Coloca-se também a física teórica, experimental para falar de "achometria". Acha-se isto – acha-se aquilo, etc.

Então, fica sem aquela devida explicação, são muitas teorias que às vezes se pro­vam pelos próprios fatos repetitivos.

Convenhamos, a ciência da estatística é a que mais se aproxima da verdade.

Os estudos dos fenômenos metafísicos já passaram pela sociologia, psicologia, psiqui­atria, como bem aventamos anteriormente, e por longo tempo foi exclusividade de algumas delas, porém, nos dias atuais, entram muitas delas para discutir o assunto etérico. Até porque as demais atividades desde a psicanálise à holística não são profissões regulamentadas e aqui se inclui quase todas as formas de terapias.

Uma coisa fica patente, a doença mental, ou da alma acarreta outras doenças, na mente começa a desenvolver a degenerecência deletérica humana.

A panacéia (remédio para tudo) psiquiátrica é muito extensa desde "Freud" –" Piaget" – "Jung", etc.

Teses e mais teses.

Há unanimidade nos desejos da consciência humana, e chega atentar-se ao estado de espírito ao qual não se dá a menor explicação plausível.

No afã desesperado de explicar a mente humana o homem inventa outros nomes, tais como consciência normal, consciência superior, subconsciente, inconsciente, etc.

Cria-se a onomástica psíquica, e vamos redundar na repetitividade, no mesmismo, apenas com vários sinônimos.

Assim explicam alguns entendidos como funcionam nossas atitudes mentais e supramentais.

Depois de "Freud", nossa consciência é vista como um depósito de informações mo­mentâneas, rivalizando-a com um sistema logístico que atua à "just in time", ou seja, as nossas idéias são casadas com as nossas necessidades diárias, condiciononado-nos ao imediatismo dos dias modernos, e assim vamos relegando ao nosso subconsciente as demais informações de cunho importante.

A nossa subconsciência é algo bastante intrincado, um fantástico banco de dados, que a nossa consciência ignora totalmente.

Nela é guardada informações de vidas pregressas, segundo os entendidos no assunto, porém, quando precisamos delas, estarão prontas a nos socorrer, ou a nos perturbar em forma de medo e que ao serem somatizadas nos causam a famigerada doença psicos­somática.

Houve por bem chamá-la de tola, já que ela não raciocina, apenas crê cegamente nas informações recebidas, arquivando-as para eventuais necessidades.

Consciência superior é aquela que transcende os nossos sentidos naturais, ou habitu­ais, podendo nos mostrar o sentido eterno da cosmovisão.

Estamos tratando da subjetividade desta nossa vida plasmada, portanto, referindo-nos à nossa inconsciência.

Ao compararmos os fatos e atos metafísicos do ser global humanos, tecemos comentá­rios sobre o corpo físico e o corpo vital (espírito – perispírito – alma).

Se a nossa mente nos deu o conhecimento de mecanismos cerebrais eficazes na cura de certas enfermidades patológico-psíquicas, ainda mesmo que subjetiva, porém, pela estatística, ou repetitividade, um tanto melhor.

Na subjetividade de vidas, mesclamos metafísica com matéria pura.

Haja vista a posição espírita, ao tratar do espírito acompanhado do perispírito e alma, e se fôssemos aprofundar mais neste assunto, iríamos longe.

Voltamos a bater na mesma tecla – somente a estatística poderá nos dar pequena idéia, ainda assim deformada, das causas e efeitos dos fenômenos, no entanto achamos que a matéria anda perfeitamente atrelada ao espírito.

Ratificamos, há um misto de profissionais interessados pelo assunto no que diga res­peito à telepatia – projeção astral – clarividência – telecinesia – visão à distância – cura psíquica, etc.

O nosso amigo "Freud" desprezou tais fatos, ficando com a biologia, embora tenha esbo­çado suas dúvidas a respeito do mundo cósmico.

Já "Jung", fez muitas objeções ao mestre, denotando sempre o mundo da subjetivi­dade.

"Jung", falava como protestante, já que pertencia a uma família dessa facção religi­osa, portanto avesso às teorias reencarnatórias – como todos os estudiosos clássicos, ou autodidatas, vislumbrou pela estatística natural o famoso inconsciente coletivo, assunto de longa abordagem, e que não batiam com os conceitos de "Freud".

Porém, o próprio "Jung", nos fins de seus longos dias, escreveu que certos fenômenos que ele presenciara não poderiam deixar de ser de ordem reecarnatória, sendo avil­tado pelo seu clã pela sua afirmação pagã.

Temos uma infinidade de relatos sobre fenômenos paranormais, desde curas fantásti­cas à telecinesia, somente para confirmar a fenomenologia existente entre nós mor­tais, porém, inexplicáveis ainda.

No mundo tão subjetivo no qual vivemos tudo se nos parece fantasia, na realidade há muitos milênios os sábios vedânticos da Ìndia exortaram-nos claramente que, este nosso mundo é "maya" que não passa de mera ilusão, com o que concordamos ple­namente, um sonho efêmero apenas.

Então, neste mundo de ilusão criamos nossas dores, posto que sofrêssemos influências do meio ambiente, são os bens materiais nos envolvendo em sua teia, a vida moderna nos obriga a compartilhar de suas ilusões efêmeras, constatamos aqui uma verdade irrefutável, a vida é passageira em sua forma física, embora, eterna em suas trans­formações.

Falamos do nosso ego e da nossa super vaidade humana, como se não envelhecêsse­mos e não morrêssemos, porém, com isto não queremos desmerecer esta nossa vida maravilhosa, por onde temos a oportunidade de resgartar nossos carmas.

Porém, podemos usar do espírito para materializar os nossos bens terrenos, e por ele podemos obter curas fantásticas, então criamos através da nossa boa imaginação e fé aquilo que desejamos.

Para que isto aconteça temos de mudar a forma de pensar.

Quando, você conquista algum bem, não se engane, há longo tempo, você mesmo, consciente ou inconscientemente já havia feito um enorme planejamento, é assim que funciona, porém, vai-lhe custar o preço da sua consciência, ou da sua ciência, ou da sua maneira de entender, e de saber.

Eis, um exercício simples, porém, eficaz.

Sente-se numa cadeira confortavelmente e, observe todos seus membros corpóreos e diga a cada um deles para relaxar profundamente (faça-os relaxar).

Agora, inspire e espire profundamente sinta o oxigênio percorrendo o seu cérebro de forma pura e saudável.

Suas pálpebras estão pesadas e; o seu olhar mole e sonolento.

Veja-se na borda de um círculo que, possui no centro um núcleo de infinito poder.

Arranque de dentro de você todos seus maus sentimentos, como ódio, ira, inveja, fra­casso, frustração, doença, medo, e outros, coloque-os sobre o núcleo e, libere dele uma labareda incandescente e consumidora, para incinerar todas suas mazelas e vis­lumbre-as evaporando às alturas.

Paulatinamente, veja essa labareda poderosa transformando em uma luz suave e muito branca, porém, suportável aos seus olhos, e sobre ela deposite todos os seus bons pensamentos e desejos, encha-a de amor, paz e riquezas mil.

Agora faça essa luz fantástica girar em espiral, traspassando seu corpo e expandindo aos seus semelhantes, indo ao infinito universal, unindo você à grandiosidade infinita.

Creia – seus desejos serão plasmados.

 

Você, é o próprio poder, creia!

           

Que Deus esteja conosco,

           

Amém.

 

Poderíamos reiniciar falando da fé de todos os povos da terra, cada ser humano tem sua maneira de crer nas forças etéreas, desde Confúcio passando por Jesus, o Cristo até os dias hodiernos.

Existe aquele que diz: Graças a Deus eu sou ateu.

A grande realidade é: não existe ninguém ateu, basta para este pseudo ateu: uma pequena dor relativa a uma apendicite aguda para que clame por misericórdia a todas divindades que se possa imaginar.

Porém, como estamos escrevendo em uma língua ocidentalizada, e por sermos oci­dentais, herdamos dos nossos ancestrais uma maneira de crer e agir, pela tradição familiar, e do meio no qual fomos moldados, apesar de termos conhecimentos de ou­tras filosofias de origens asiáticas, pelas quais temos profundo respeito e admiração, etc.

Embora, a nossa civilização seja oriunda do oriente, aventamos a respeito destas coi­sas, simplesmente para situarmo-nos no contexto do respectivo assunto.

Bem, a Bíblia é um livro lido e crido por milhões de pessoas, e, "a voz do povo, é a voz de Deus", é o próprio Inconsciente Coletivo.

O Templo da Fé (Reino da conscientização divina), que é a sua mente, sua alma, seu eu maior, seu interior, seu coração, enfim seja lá o nome que se queira dar. Traz na sua essência uma visão analítica e holística sobre todos os segmentos da vida hu­mana, rivalizando-a com o bem, portanto, nada há de tão misterioso, a não ser a ca­pacidade de separar o joio do trigo, ou joeirar o bem através das SAGRADAS ESCRI­TURAS – BÍBLIA, como poderia ser através do ALCORÃO, ou outros livros filosófico-reli­giosos.

E para tal, meditamos e oramos, pedindo a proteção e o discernimento a Deus, a maior força divina e conhecida por todos os seres que habitam neste planeta de aprendizado cujo aprendizado, é: andar em equilíbrio da matéria com o espírito!

 

ESTE SER, QUE É CHAMADO: DEUS - ESTÁ DEFINITIVAMENTE NA CABEÇA DE TODA HUMANIDADE, ENTÃO POR SI SÓ EXERCE A MAIOR FORÇA ENERGÉTICO-MENTAL NO PLANETA, a qual ouve por bem, chamá-la de:

           

INCONSCIENTE COLETIVO.

           

No inconsciente coletivo existem o bem e o mal.

Graças ao bem, este planeta ainda subsiste, coisa que os negativistas não enxergam, posto que, vêm guerras e vão guerras e o planeta continua crescendo, embora haja a maldade intrinseca, aquela invisível e que fica na intenção humana.

Ratificamos as palavras de Jesus:

"Onde estiver dois ou três reunidos em meu nome, ali estarei no meio deles" -  "Quando acordarem na terra, será ratificado nos céus."

 

Mateus: 18

20 Pois onde se acham [dois ou três] reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

 

Mateus: 18

19 Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra [concordarem] acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

 

Comecemos de verseto a verseto bíblico, concluindo o nosso pensamento sobre as atitudes, atos e fatos de nossos irmãos mais antigos.

Então, vamos aprender, portanto, evoluir no caminho que leva à eternidade.

Sempre, e sempre em nome de Deus, na crença de nosso verdadeiro Deus, pela qual aprendemos a crer, e depositar a nossa total confiança, pois, assim fora com nossos pais, como disse: o nosso mentor e mestre Jesus; Tudo é possível àquele que crê, ainda que esteja morto, viverá!

 

Marcos: 9

23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes!-tudo é possível ao [que crê].

 

Obs: tudo o que é bom provém de Deus!

 

O Livro:

 

A BÍBLIA é a mais pura profecia, um livro profético mais atual do que nunca, chega­mos à era do "ócio-ativo", da informática, da robótica, das explorações espaciais, da clonagem humana, e ele está aí firme e "imutável" ao que concerne ao amor, embora nele existam muitas guerras, pois, ele fala do bem e do mal do homem, e na sua essência o homem carece de renovação, pois, não passa de um simples mortal, e não podemos negar essa renovação galopante, o apóstolo Paulo, ensina-nos com muita propriedade sobre isto, dizendo: quando criança, pensava como criança, porém, agora adulto, penso como adulto, obviamente deixando-nos a clareza da eterna mudança do ser humano do ponto de vista psicossomático.

 

Hebreus: 5

13 Ora, qualquer que se alimenta de [leite] é inexperiente na palavra da justiça, pois é criança;

 

I Coríntios: 3

2 Leite vos dei por [alimento], e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis;

 

Nunca se viu tanta procura por Deus, tantas denominações religiosas calcadas nos alfarrábios bíblicos, os quais podem sofrer algumas alterações em suas versões e tra­duções, porém, aí está a Bíblia nas mãos da mídia mundial, e ponto.

Com o decorrer de nossa leitura, vamo-nos aperceber de que, algumas palavras são alteradas pela sinonímia e versões, mas jamais vão excluir os dois primeiros manda­mentos da lei mosaica, que é de Deus:

Amarás o teu próximo como a ti mesmo, que é semelhante ao: Amarás o Senhor Teu Deus sobre todas as coisas.

 

Mateus: 22

35 e um deles, doutor da lei, para experimentá-lo, interrogou-o, dizendo:

36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?

37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.

38 Este é o grande e primeiro mandamento.

39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.

40 Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

 

I Pedro: 1

22 Já que tendes purificado as vossas almas na obediência à verdade, que leva ao amor fraternal não fingido, de coração [amai-vos] ardentemente uns aos outros,

 

            O reencontro com o Eu

 

            Reencontrar-se, ao ouvirmos que alguém está perdido, atabalhoado, sem rumo, pertur­bado, podemos simplesmente deduzir que, este alguém está sem foco na vida.

            No mundo atual da neurolinguística, e dos ensinos de autoestima, pensa-se e prega-se o escopo como o alvo a ser atingido, para que o profissional alcance a sua meta, seu objetivo profissional.

            E, o objetivo da atualidade se nos parece que redunda apenas em ganhar dinheiro como se ele sozinho fosse a resolução de todos os nossos problemas, daí advir o nosso baralhamento mental.

            Num mundo onde grassa o desemprego, temos de fazer mágica para alcançarmos esse objetivo, porém, não devemos esquecer nossos valores morais, familiares, filo­sóficos e muito mais, para estar bem com a vida.

            O reencontrar-se é de extrema importância a sua felicidade.

            Este reencontro traz a compreensão dos fatos, dos acontecimentos, pelos quais deve­mos começar a entender a causa do nosso pseudofracasso.

            O nosso problema, creia, encontra-se dentro de nós.

                        Se, seu parente mais próximo lhe cobra constantemente, azucrinando-lhe a cabeça, por exemplo, e obviamente isto lhe causa constrangimento e por consequência dor.

            Você tem ao menos duas atitudes mais rápidas a tomar:

 

  1. Você tenta resolver o problema, que está causando o constrangimento, se lhe for possível.
  2. Aplica a tolerância, suportando o constrangimento.

 

            Para que você esteja apto a tomar estas duas atitudes, terá de ter uma preparação psicológica, através de uma autoprospecção, conversando e condicionando sua mente para agir de uma destas maneiras.

            Para que você possa alcançar esta introspecção, necessário é que pratique a medita­ção profunda.

            Aliás, aproveitando o assunto: tolerância, pois, esta é a maior virtude do ser humano, é a última etapa de evolução do homem, dá-se para perceber o grau de dificuldade desta virtude que, com a mais absoluta certeza leva-nos ao equilíbrio pleno.

            Na nossa idade provecta, que é a idade da sabedoria, da experiência, havemos de usar deste atributo, e não sejamos hipócritas, notemos que muitos dizem que um ve­lho torna-se criança.

            O ser humano nem sempre suporta a criança, que é algo muito legal a uma mãe, e a um pai, mas um velho rabujento, cá entre nós é mais difícil ainda.

            Então chamaríamos este dote de autotolerância, entendendo que podemos ser difí­ceis aos mais jovens, que estão no auge de seus problemas, e através desta compre­ensão vamos à tolerância geral, sem traumas e sofrimentos.

            Voltando ao assunto da grana na qual calcou toda nossa pseudofelicidade, bem, a grande verdade aqui tratada é a felicidade a qual imaginamos esteja no dinheiro.

            Então se faz necessário, introspectar-se, fazer um estudo minucioso do nosso interior, até porque somos dois eus ou dois vocês.

            Pois bem, você está cansado de ouvir falar de alma, espírito, consciência, eu interior e muito mais, porém, ficou na tese, nunca foi à prática, já que o assunto torna-se extrassen­sorial, e isto pode até lhe meter medo, ou receio, porém, não há outra maneira de conscientização.

            Temos de enxergar, esta é a grande verdade, posto que somos condicionados a uma vida em grupo, para não dizermos manada condicionada pelo nosso regime social.

            O dinheiro em nossa opinião é uma das melhores coisas que existe para resolver pro­blemas, não temos a menor dúvida, e estamos correndo atrás dele, mas não nos en­ganemos, nos dias bicudos ele também corre de nós, e isto é fato.

            Então pautemos pelo equilíbrio, meditando como estamos lhe propondo poderá enxer­gar melhor, e sem nenhum fatalismo se ajustar dentro da alegria de viver, e ter mais energia para jamais desanimar diante dos obstáculos.

            No início éramos todos dotados de grande inocência, e agíamos pelo nosso instinto de sobrevivência, porém, viemos parar aqui neste planeta para nossa própria evolução, o que faz parte do aprendizado eterno.

            Em nós existe o livre-arbítrio e, por ele escolhemos o caminho que mais se adapte aos nossos aprendizados de acordo com nossas atitudes pregressas.

            Deixamos o lar, como um filho o faz com o lar paterno, saindo à cata de coisas novas, até para satisfazer a sua curiosidade e necessidade de vida.

            Este fato natural faz parte do aprendizado humano.

            Acontece que a evolução, entre aspas, se faz acompanhar de duas maneiras, que pode­ríamos classificá-las de conhecimentos, porém, se nos parece resumir sobrema­neira; tachando o mal como se ele fosse sabedoria, ou dissimulado de esperteza.

            Infelizmente não podemos negar a grande sagacidade de nossas maldades, a nossa mente maquiavélica nos surpreende, quando deixamos a nossa inocência infantil e partimos para as vinganças ignominiosas, até porque não poderíamos adjetivá-la com um virtuoso verbete, e poderíamos citar tantas outras mazelas humanas.

            Surgiram então as antigas civilizações, com seus sábios, e nos deixaram vestígios de sua sabedoria.

            O velho Abraão – Sócrates – Confúcio – Maomé – Jesus e muitos outros que não fugi­ram muito às regras, cometendo seus deslizes também de acordo com a História aca­dêmica e eclesiástica.

            Pois bem, quando falamos em evolução, queremos avançar sobremaneira sobre a evolu­ção humana, aquela beligerante, que se presta para destruir.

            E para exemplificar melhor, meditamos muito sobre nossas vidas e suas circunstân­cias na terra, e chegamos à simples conclusão de que nos tiraram a inocência animal, e incutiram-nos um saber falso, apesar de necessário que assim o fosse, o saber ardi­loso da maldade.

            Vejamos o mundo como uma grande plantação, um grande cultivo, e sendo um cul­tivo não poderia deixar de ser com plantas indicadas para a nossa alimentação, até porque as ervas daninhas não se necessitam plantá-las, ou cultivá-las.

            Aqui entra a necessidade psicossomática do bem e do mal, da erva boa e da daninha, o joio e o trigo, senão, não seria aprendizado.

            Somos uma grande seara com todas as epécies de plantas, boas e más, sendo necessária a nossa evolução.

            "Como se pode gostar do doce, se não se conhece o amargo"?

            - "Do verde se não existe o amarelo"?

            Porém, poucos agricultores vão separando as plantas boas das más e aqui entra a verda­deira evolução.

            Relativamente vamos evoluindo, mas não separamos por inteiro o joio do trigo e, a nossa plan­tação do bem se imiscui com a do mal. Acomodamo-nos com nossas maldades, pois, somos ociosos demais, achando que isto pode nos ajudar. Enganamo-nos a nós mesmos a uma espécie de comodismo.

            Vamos além, o nome real para essa situação é, hipocrisia como se cometêssemos latrocínios para doar os bens apropriados aos pobres, como se isso representasse al­gum altruísmo.

            E, na verdade o que mais vemos na sociedade é exatamente isso.

            Países guerreando em nome do "bem" – como se isso não fosse o mais ignominioso ato de perversão, quantos inocentes morrem em nome da economia e do interesse escuso de grandes nações.

            Haja vista, recentemente os Estados Unidos apoiado por outras grandes nações bombar­deando um cão já morto, com todo o nosso respeito ao Irã do Chá da Pérsia, do antigo reinado de Nabucodonozor.

            E este autoengodo não para de crescer, e cresce geometricamente, e como prova disto podemos ver a cegueira humana quando certificamos de que uma minoria de homens abastados espezinha seus irmãos que morrem à míngua prosternados aos seus pés, e empedernida não toma nem conhecimento, está realmente cauteriza­da, ou petrificada em suas veleidades. Mas, aparentemente é feliz, o que é o maior engano.

Esses seres humanos estão literal­mente cegos, não sabem avalizar a efemeridade de suas vidas. Às vezes a sua igno­rância é tamanha que, o elemento vil já está com uma idade bastante avançada, bei­rando os estertores de sua morte, e não se arrepende de praticar o mal, com grande desenvoltura, que é o caso de muitos "poderosos" deste mundo.

            Ah... Dá muita pena deles, quando reencontrarem-se com seu Eu, aí "a porca vai torcer o rabo".

            A nossa essência será enfaticamente a nossa pretora, juíza implacável, a nossa consci­ência se aflorará pela própria evolução, e haveremos de resgatar até o último centavo de nossas maldades.

            Ao ser que chegou à compreensão de seus atos, cai por terra toda a tese de pecado, e um bocado de verbetes para simplesmente dizer, que vai colher aquilo que plantou.

            Toda verdadeira punição é aquela do reencontro, ou seja: da autopunição.

            O mais interessante disto tudo é que, o indivíduo enxerga todas suas maldades, mas vela­damente, e hipocritamente não vê, ou não quer pensar no futuro tenebroso que o es­pera o qual será enfático.

            Qualquer arrependimento são fagulhas da consciência cósmica, é "flash" de conscienti­zação.

            Quantas vezes ouvimos alguém dizer que nunca se arrepende do que faz.

            Achamos escritos nas Escrituras, que Deus se arrependeu de ter criado o homem.

            Ao que se nos parece, é muito normal e nobre reconhecer o erro e arrepender-se dele, embora, neste caso não fiquemos satisfeito com o arrependimento divino, po­rém, é outro assunto.

            - Qual o problema?

            É uma nobre virtude de se humilhar perante Deus e os homens!

            Poxa, esse alguém é perfeito, nunca erra, e é muita ignorância quando não se reco­nhece como ser humano imperfeito e mortal.

            Portanto, devemos sim nos arrepender do mal que fazemos, até aquele involuntá­rio, posto que seja involuntário por falta de entendimento e que negamo-nos a atinar a ele.

            Vamos ter de retornar ao nosso Eu, que nos espera sempre de braços abertos para nos mostrar o caminho correto da verdadeira evolução.

            A humanidade um dia se salvará do fogo do inferno no qual vive, quando com a respec­tiva consciência retornar ao seu centro, porém, desvencilhada de todos os seus males, apenas com aquela evolução pura, sem maldade, nimbada somente do bem ou mais próxima do bem.

            A humanidade desenvolveu-se após milênios de aplicação no aprendizado cósmico, mas faz uso incondicional dessa "sabedoria" na prática do mal.

            Ela fez um grande empréstimo de conhecimento, sem ter o fundo necessário para saldá-lo, e vai rolando essa dívida, enquanto, seu juro escorchante vai aumentando assustadoramente.

            Aqui carece até de perdão cósmico, para se desvencilhar dessa dívida, e quando afirmamos ser uma agiotagem, não tenhamos dúvidas, o é, posto tratar-se do mal, e a sua avareza é desmedida.

            O amor é o grande remédio para todos os males, porém, não nos enganemos nada sabemos a seu respeito, nele se insere a mais profunda de todas as sabedorias uni­versais.

            A humanidade também é um corpo celeste, essa separação corpórea é ilusória, fun­dimo-nos numa massa humana, não estamos a salvo deste fato, nem que queiramo-nos enganar através do nosso orgulho, nada quer dizer, apenas estamo-nos enga­nando a nós mesmos, e isso é a mais profunda burrice, embora sejamos doutos, o que agrava mais ainda a nossa situação.

            "A maior cegueira é a daquele que não quer ver".

            Exatamente por esse motivo necessitamos voltar ao nosso Eu, à nossa essência, à nossa substância, ou substrato, para que possamos enxergar o que éramos e o que somos na atual conjuntura, sem perdermos o conhecimento do bom aprendizado, despindo-nos do mau aprendizado.

            A nós se nos parece malharmos em ferro frio, há muito estamos escrevendo, constante­mente sobre esse tema, e falamos na terceira pessoa para ratificar que não o fazemos sozinhos. Estamos deveras acompanhados de monitores, que nos orientam nas escritas, queremos dizer que somos apenas instrumentos da espiritualidade, te­mos a missão apenas de aprender escrevendo, e olhando também para nossas falhas, e como somos faltosos. (neste contexto existem os assédios de nossos inimigos ocultos).

            É muito simples notarmos a nossa evolução, pois, a própria vida nos demonstra com propri­edade singular, vejamos:

            Há dois mil anos, Jesus falou das crianças, atribuindo a elas a grande capacidade angeli­cal, mas deixou que elas se tornassem adultas como Ele mesmo naqueles mo­mentos de exortação sobre elas e sua inocência.

            "Aquele que não se tornar como uma criança não herdará o reino dos céus"

A bem da verdade temos de ser crianças-adultas, parecendo um verdadeiro paradoxo e confirmando as palavras do Mestre, quando pronunciou outra aparente contradição: "Sede inocente como a pomba e prudente como a serpente".

            Ele quis dizer exatamente que, devemos alcançar o almejado estado de consciência sabendo lidar com o bem e com mal.

            Estado de consciência é o nome de toda a nossa conversa grafada neste livro.

            Falamos do bem e do mal, mas vamos aventar sobre o prazer e a dor, que vêm acompa­nhados dessa maravilhosa sabedoria consciencial.

            O nosso ego representa o prazer e a dor, o nosso céu e o nosso inferno.

            Desde antanho os nossos mestres nos deixaram escritos que, o nosso coração é o repositório do prazer e da dor, e do nosso inferno e do nosso céu.

            Céus e infernos têm tudo a ver com Deus e Lúcifer, e dentro do nosso coração, ou que se dê a ele o nome que se queira, é verdadeiramente o hábitat do bem e do mal.

            Aliás, as principais filosofias religiosas, judaísmo, cristianismo, islamismo, confucio­nismo e outras, afirmam categoricamente que somos o bem e o mal, eles re­sidem em nossas almas, então somos deuses, do bem e do mal, e depende muito de nosso aprimoramento neste equilíbrio.

            Não gostamos das guerras, mas temos de enxergá-las e continuar não concordando com elas, porém, há milênios nenhum desses avatares conseguiram debelá-las da cabeça humana, e isto quer simplesmente dizer: como é difícil, senão impossível aca­bar com os combates sanguinolentos dos seres terráqueos.

            E o nosso Eu, luta aguerridamente para cuidar de um e de outro, bem e mal, adminis­trando-os intermitentemente.

            Semelhantemente ao adulto que cuida de uma criança em suas traquinagens.

            Somos verdadeiramente inconsequentes à maneira da criança, sem direção, e haveremos de ter adultos ao nosso lado para que não soframos os desastres naturais da vida.

            Os bons adultos são claros.

            Aqui representados pelos espíritos evoluídos, aclarando-nos a mente em direção ao bem.

            Este retorno ao Eu, é algo esplendoroso, o nirvana, posto que se nos abrisse a consciên­cia, descortinando-nos a mente, então podemos ver aquilo que víamos e não enxergávamos.

            São coisas simples, que embaraçam os homens togados deste mundo, como aconte­cera com os escribas e fariseus aos quais se referiu Jesus nas Escrituras Sagradas.

            As autoridades são pessoas investidas de poderes judiciais, educacionais, eclesiais, etc. para ordenar a sociedade, a elas nos referimos neste momento, deixando claro que não são todos que burlam o bem, favorecendo o mal.

            E como é possível aos sábios legisladores transgredirem suas próprias leis, e isto é corolário do dia-a-dia nos meios sociais e políticos.

            O sistema é deveras impiedoso com a verdade, a exemplo daquele que deixa de pagar algum tributo ao governo, será implacavelmente punido pela lei.

            Ao passo que, aquele que burla a lei veladamente, ou até mesmo pelos subterfúgios dela, passa ileso pela sua confortável vida, e pela sua cauterizada consciência, po­rém, quando despertarem de seu sono, arrepender-se-ão amargamente, e terão de resgatar seus feitos contundemente.

            Falamos do retorno ao Eu, que aqui vem jungido do retorno cármico, talvez por esse fato, inconscientemente ajam assim, postergando o seu acérrimo retorno, até que não lhes sejam mais possível adiá-lo e, retornem involuntariamente a mando de seu Eu, que muitos aventam tratá-lo de seu Deus.

            Às vezes ficamos pensando na pobreza que assola a humanidade, especialmente o nosso país, e ficamos meio intrigados, emputecidos com o sistema, mas não podemos deixar de concordar com o motivo etérico que assim o faz acontecer.

            Já que cremos piamente na lei de causas e efeitos, e que já comentamos sobre a nossa unicidade humana, temos de sofrer pelos nossos próprios ultrajes que acome­tem parte desse nosso corpo, e que são nossos irmãos menos favorecidos, resgatando seus feitos cármicos juntamente com a nossa assistência impotente de pobres mortais e sofredores também.

            Somos enfáticos e contundentes em ratificar sempre, com todos os pleonasmos possí­veis: não somos fatídicos, conformados com nosso planeta, apenas, existe um cami­nho e, somente sairemos dele se formos aplainando suas arestas até que o limpe totalmente. Então quando isto acontecer estaremos alcançando o seu final, para co­meçarmos a caminhar por uma nova senda mais igualitária no convívio com nossos irmãos.

            Figurado pelos Evangelhos cristãos, como paraíso.

            Embora, achemos que o aprendizado é eterno, como o infinito de todos os universos macros e micros.

            Vamos encaixar neste assunto as artes, o artífice do primórdio humano não despendia de muitos recursos, a saber, as figuras rupestres de há milhares de anos, confecciona­dos pelos trogloditas de tempos imemoráveis, posto que a ciência dá aqui um enorme chute nos cálculos etários desses cidadãos do planeta antigo.

            Na atualidade incluiríamos os grandes edifícios e suas obras de arte, são coisas magnífi­cas aos olhos da matéria humana.

            Aqui demonstramos também os templos de divindades mil, templos hinduístas e católi­cos, e outros tais, que representam verdadeiras obras de arte, mas não pode­mos deixar de mostrar também o seu custo, enquanto uma multidão é explorada na construção de toda essa arte lúdica e homérica, na ilusão de que irão habitar o para­íso divinal grafados em suas paredes e tetos.

            Se todas as principais filosofias religiosas nos ensinam que Deus está em todas as par­tes, portanto sendo onisciente, onipresente, onipotente, afirmando categorica­mente que mora dentro de nós, e algumas ousam compará-lo como o nosso biótipo, perguntamos:

            Por que esse disparate todo?

            O nosso interior não seria o paraíso?

            E, por esse simples motivo, não deveríamos retornar à nossa inocente situação de nascituros, porém, com todo o rico aprendizado da própria vida?

            Estamos literalmente num campo minado, o verdadeiro inferno, ou céu, dependendo de como vislumbramos a nossa filosofia de vida.

            É muito antigo a posição de purgatórios e infernos, como Dante os descreveu, como os religiosos o fizeram, e como o grande Mestre ocidental, Jesus, o Cristo, também conhecido por várias alcunhas, O filho de Davi, Jesus o nazareno, O filho do homem, etc.

            Bem, começamos pelas suas próprias palavras, dizendo que este reino é demoníaco, afirmando que vivemos num plano luciferino, diabólico, mefistofélico, enfim governado pelos demônios e que o próprio verbete já diz tudo: "demo – crático, etc.

            A globalização deixou isto mais patente ainda, temos um grande chefe que nos dita suas regras, a caminho largo, o da perdição, podemos ver uma guerra civil generali­zada e, um chefio nos ameaçando intermitentemente com seus mísseis nucleares e destruidores se não fizermos aquilo que é o seu desejo, e sob chibatadas fumegantes pelas fuligens sarcásticas, e debaixo do peso de juros de "dívidas externas e inter­nas", que moralmente não existem, a não ser pela invenção satânica para nos purgar de nossos feitos de vidas pregressas.

            Estamos colhendo o que plantamos com certeza, e os males nos causados serão resga­tados, até porque os caudilhos do mal terão seus resgates também.

            A melhor e mais inteligente maneira de se viver aqui, é preservar a consciência tran­quila, apesar de não estarmos imunes das tentações, pois, esse negócio já existia no paraíso religioso, o que não deixa de ser uma afronta a nossa inteligência.

            Esse engodo nos deixa chateado, pois, a própria igreja ludibria-se a si mesma. Os edênicos cidadãos dos céus, os ataviados homens de Deus, pregam e aceitam que o Édem, o paraíso do nosso pobre pai Adão juntamente com nossa mãe            Eva, posto que sofriam tentações de uma serpente, e estavam proibidos de comerem um fruto, e além de tudo teriam de cultivar a terra. Que paraíso estapafúrdio, onde existiam que­rubins com espadas flamejantes para guardá-lo para não complicarmos ainda mais com o verbete esdrúxulo. A bem da verdade, essas coisas as possuímos aqui na terra.

            Como o paraíso apocalíptico de João, lá na ilha de Patmos, descrito com todos os bens desta vida, ora, ora sem a menor intenção blasfêmica:

            - Essas coisas não são peculiares do plano infernal pelo qual vivemos?

            É bastante complicado chegarmos à consciência mental.

            Deixamo-nos enlevar pela mídia, com a famosa e famigerada lavagem cerebral, e por ela ficamos à deriva dos desejos malignos dos homens.

            Somos verdadeiros escravos do sistema, e nessa subserviência temos de passar pelas humilhações de homens ociosos, porém apropriadores de nossos frutos, lavrados pe­los nossos suores de sangue, para não dizermos vampirizados por eles.

            Apesar de toda essa polêmica, entendemos ser o maior sentimento, e verdadeiro dote humano, o AMOR, ele já foi equiparado pelos exegetas do assunto místico-religioso ao DEUS-SUPERNO.

            Então acordamos plenamente com o amor, sem ele realmente não nos restaria her­dade nenhuma, seríamos zumbis, mais inconscientes do que já somos.

            Na mais perfeita família humana, existe laços de ciúme, de inveja, de competição, de frustração, sendo que o patriarca, ou a matriarca não sentem nada, mas nada mesmo. Confortáveis com a dissensão imposta pela cabeça inconsciente de seus fami­liares, que na maioria das vezes vão aos xingamentos e ofensas mil.

            - Por quê?

            Desde a mais remota idade, o homem mete-se em encrencas, porfias, vinganças, etc.

            E existiram aqueles pacificadores, como nossos patriarcas, que apaziguavam seu clã, porém, eram extremamente contenciosos com outros clãs, e diríamos até impiedosos, por questão de sobrevivência.

            Esse é um exemplo de um mundo interno, pelo qual vivemos odisséias mil, e não te­mos a devida consciência toda da nossa fleuma beligerante que vem de dentro para fora, ela nasce no âmago do nosso Eu, que se debate com as duas forças do bem e do mal.

            O nosso Eu, quer o melhor para nós, e é obrigado a exteriorizar os nossos desejos a duras penas, mas terá de fazê-lo para que se cumpra a nossa missão, qual seja boa, ou má.

            Somos filhos pródigos, perdulários dos bens que trazemos da nossa essência, e saí­mos errantes pela vida, até que um dia tomamos consciência e retornamos ao lar, após batermos muito as nossas cabeças, e quiçá, tenhamos aprendido a lição da vida.

            Sobre as formas de energias que nós somos e estamos neste planeta, começa pela maneira parcial de cada ser humano, baseada em seus valores visuais.

            Viemos de um meio etérico e acabamos de integrar o meio terreno, então somos produ­tos dos meios, já que existem influências que se nos afloram e que até a ciência traduz como algo genético, e por assim ser, passam a ser produtos dos meios de nos­sos país, e avós.

            Essa herdade confirma que não basta somente este aprendizado, portanto, a introspec­ção se faz necessária à nossa evolução, posto que o aprendizado é mais ex­tenso do que possamos imaginar.

            Ao analisarmos uma das principais seitas religiosas, a contar pelo seu tamanho, pode­mos vislumbrar quanto se faz para condicionar a mente humana, então está mais do que provado que a influência é a causadora maior da nossa evolução.

            E devemos agradecer profundamente a benesse divina quando se nos apresenta nosso mestre, aquele verdadeiro para nos orientar, ele pode ser um mentor etéreo, ou plasmado, não importa.

            A humanidade crê cegamente em qualquer ensinamento que lhe dão, comem qual­quer alimento, até mesmo os estragados.

            O povo tem a força em suas mãos, até os políticos dizem isso, mas ele é por demais acomodado e não é uníssono o suficiente para bradar uma ordem global para que se faça aquilo que é justo à humanidade.

            Vemos multidão aclamando qualquer mentira, até lembramo-nos de "Hitler" sendo ovacionado pelo malfadado nazismo, que ceifou milhões de vidas humanas, e dissi­mulando dizia ele, ser a raça ariana a mais perfeita da terra.

            Não existe nada perfeito, quanto mais algum amontoado de seres humanos, seja ele de qualquer região da terra.

            E toda aquela maldade resolveu o problema da humanidade?

            Claro que não, somente instigou outros povos a se armarem contra o maior descala­bro que o homem traz consigo a mentira.

            Quantas mentiras os mandatários não pronunciam somente para tapear o povo, e nada sofrem por isso.

            Mentir devia ser crime!

            Os Evangelhos afirmam que o diabo é o pai da mentira.

Infelizmente a nossa índole traz embutidos em si o bem e o mal.

            E, de lá deve começar a lapidação dessa pedra bruta chamada ser humano.

            Somente o tempo se encarregará de fazer esse trabalho, ele é o verdadeiro cinzel e o buril adequados para nos moldar e, para isso teremos de retornar ao centro da nossa essência, e aproveitar o que aprendemos e retornarmos com muita vontade de evo­luir.

            Alguns voltam à sua essência e não retornam mais ao aprendizado desta vida, partem para outras esferas, onde darão seqüência aos seus estudos, até os confins dos sécu­los.

            Desejamos a você, amigo-irmão-leitor um excelente retorno de muita sabedoria.

 

            Retorno ao núcleo

 

            Retornar ao núcleo depende de escala de valores, desapego é o nome quase correto para este estado de espírito, despojar-se do eu, matar o ego, é o fator de maior com­plicação imaginável, é deixar o egocentrismo para centrar-se pura e simplesmente no amor.

            Os luminares da humanidade pagaram alto preço por serem dotados desta maravi­lhosa virtude do desapego amorável, pois, trouxeram dissensões de todas as qualida­des aos homens telúricos dos bens terrenos, e até nos dias de hoje é assim, o poder do homem comum, está nos seus bens materiais, resumindo, está no seu dinheiro.

            Podemos ver que esta história é muito antiga, vejamos o que Jesus disse, há quase 2000 anos:

 

            Mateus: 9

            24 E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma [agulha], do que entrar um rico no reino de Deus.

 

            Marcos: 10

            25 É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma [agulha], do que entrar um rico no reino de Deus.

 

            Lucas: 18

            25 Pois é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma [agulha], do que entrar um rico no reino de Deus.

 

            Os apostólos que descreveram a vida de Jesus, os três acima, ratificaram a fala do grande Mestre.

            Não sejamos hipócritas, o dinheiro tem seu mérito, seu valor, e se faz necessário pos­suí-lo, porém, jamais ser possuído por ele.

            Aqui entra o maior desapego terreno, até porque algum idiota acha que o dinheiro compra de tudo, obnubilado mental é quem pensa desta maneira hilária.

            Se assim fora, os ricos não morriam, tampouco adoeciam, é verdadeira topeira aquele que não enxerga o que está claro e evidente diante dos seus olhos.

            É a chamada: burrice humana.

            Ter dinheiro é bom demais, conquanto, não se sofra por ele, aliás, ele chega a ser sinô­nimo de felicidade, na concepção de algum estafermo.

            Retornar ao seu núcleo, sim, é retornar aos braços da felicidade, e, por favor, não nos peça explicações sobre assuntos subjetivos, posto que o cosmo é inefável, contenha-se a treinar para o devido despojamento carnal, e isto apenas, lhe bastará para reini­ciar rumo à felicidade, cujo caminho tem tentado por muitas e muitas vezes.

            Os discípulos supracitados não eram pobres assim, vamos dar uma olhadinha, comece­mos por Mateus:

 

            Mateus: 9

            9 Partindo Jesus dali, viu sentado na [coletor]ia um homem chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu.

 

            Ora, quem está sentado numa coletoria, só pode ser coletor de impostos, então ao mínimo era um servidor público com certa graduação!

 

            Vamos ver quem foi Lucas:

 

            Colossenses: 4

            14 Saúda-vos Lucas, o [médico] amado, e Demas.

 

            Um médico, não pode ter sido pobre criatura, com certeza tinha prestígio e bens desta vida.

 

Poderíamos citar Cornélio, José de Arimateia, Zaqueu e tantos outros que foram ricos.

           

            Leis cósmicas

 

            Você é uma sombra!

            Posso-lhe dizer isso porque você, sou eu!

            Também sou uma sombra.

            Somos eternos e indestrutíveis, até porque nunca vi uma sombra ser destruída, ainda mais quando essa sombra é produzida pela luz maior, chamada Deus.

            E, este fato independe da nossa vontade.

            Você é uma sombra viajora.

            Nesta vida você passa despercebido, mesmo que seja rico, famoso, inteligente, esta­fermo, rei, plebeu, etc.

            - Cadê os grandes vultos (sombras) do passado?

            E, como sombra também é intocável, nem a mais poderosa luz poderá tocá-lo, ao me­nos que se despoje de alguns sentidos, para que se integre à verdadeira luz de sua essência.

            Você, como sombra é um recurso da natureza, que vela por você.

            É, o reflexo da essência humana, quanto mais luz sobre você, mais sombra você se torna.
            Você deixará de ser sombra quando a luz divina brilhar a prumo sobre o centro de sua alma, representando o equilíbrio universal.

            É exatamente assim quando o sol paira sobre o centro de sua cabeça, e a sua sombra incorpora literalmente ao seu corpo físico.

            Então, quando você alcança o equilíbrio mental, recheado somente de bons pensamen­tos, aí Deus está exatamente no centro de sua essência!

            Quanto mais frustrações e decepções você sofre, mais a luz vai se distanciando de você, tornando assim a sua sombra maior e distorcida à sua proporção espiritual.

            Quando realmente você não mais aguenta e sua sombra se funde com a noite, é a hora de você descansar nos braços de Deus.

            Não ligue amigo, um dia você deixará de ser sombra para ser a própria luz, e verá como nada sabia de nada.

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    Este trabalho traz uma análise da exclusão social e também de formas e maneiras de se incluir socialmente o aluno dentro da rede publica estadual. Um enfoque primeiro é da própria revolução midiática, que pode ser o ponto de partida para se atrair um aluno para dentro da sala de aula e evitar a evasão escolar e o próprio fracasso deste aluno e consequentemente da escola. Quanto ao aspecto de violência escolar foi feita uma abordagem sobre o bullying, retratado nos meios de comunicação.

    Por: Anderson Santos de Oliveiral Educação> Ensino Superiorl 02/01/2012 lAcessos: 267

    A tecnologia GPS agora tambem disponivel nos celulares. Agora ficou muito mais simples se deslocar sem correr o risco de se perder. Os celulares com GPS trazem tecnologia de ponta para seus usuarios com muita facilidade de uso.

    Por: Luis Augustol Tecnologia> Telefonia e Celularl 25/03/2012 lAcessos: 365
    Escritorcampos

    A nossa vida está cheia de armadilhas, que irão nos iludir, nos atocaiar em tudo aquilo que formos fazer, essa é a grande realidade humana.

    Por: Escritorcamposl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 06/05/2010 lAcessos: 2,767
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo discute as dificuldades de aprendizagem sintetizando a dislexia como uma das principais causas. A caracterização da pesquisa se deu por meio de pesquisa bibliográfica sobre dificuldades de aprendizagem e dislexia, apresentando os distúrbios de e na leitura, escrita e articulação. Dissertando-se sobre a origem dos problemas relativos às dificuldades de aprendizagem na visão da psicanálise, apresentaram-se os problemas que interferem na alfabetização.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2014 lAcessos: 81

    Vivemos num mundo em constante evolução e desenvolvimento. Pouco a pouco, as coisas evoluem e se transformam. As descobertas científicas e tecnológicas vão modificando nossa relação com o mundo, nossa percepção da realidade, nossa forma de pensar, de sentir, de interagir com os outros e até no nosso comportamento. Desta forma, é importante que a escola corresponda às exigências desse mundo em constante transformação, preocupando-se também com a harmonia do educando num mundo tão complexo.

    Por: RAFAEL DE OLIVEIRA SILVAl Educaçãol 17/12/2013 lAcessos: 40
    Deivid Alves

    As novas tecnologias permitem a criação de novos meios de comunicação e novas formas de mídias. Na era da informação os novos consumidores não dão mais aten-ção aos tradicionais comerciais de TV e anúncios da mídia impressa. A interativida-de é a chave para conquistar a atenção desse consumidor que quer participar da mí-dia, quer absorver, criar e divulgar conteúdo digital e nesse contexto a internet é a principal mídia que está modificando os hábitos de consumo.

    Por: Deivid Alvesl Marketing e Publicidade> Multimídial 13/11/2009 lAcessos: 1,009 lComentário: 1

    O presente artigo tem como objetivo de apresentar a pesquisa sobre a influencia dos meios tecnológicos na educação e aprendizagem de crianças e adolescentes e contribuir com a conscientização sobre os possíveis riscos que as redes sociais oferecem. A pesquisa foi realizada no programa escola da família e teve como base o método dedutivo. Conclui-se que cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável.

    Por: Ivan Guilherme Machadol Psicologia&Auto-Ajuda> Gerência de Tempol 06/10/2014 lAcessos: 17
    Bruno Moraes

    A TPM ou síndrome da tensão pré-menstrual (STPM) é um distúrbio neuropsicoendócrino que atinge a mulher na fase reprodutiva gerando alterações físicas, psíquicas e sociais, ocorrendo na segunda metade do ciclo menstrual, e desaparecendo nos primeiros dias após a menstruação. A TPM é responsável pelo comprometimento dos relacionamentos e da produtividade da mulher, afetando o ambiente familiar, social, escolar e profissional...

    Por: Bruno Moraesl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 29/10/2014

    A música como sabemos e já comentamos, é composta por silêncio, letra e melodia, em outras palavras é Real, Simbólico e Imaginário. É nesses três elementos de composição musical a qual quero fazer referencia a topografia dos três registros.

    Por: Samuel Gouveperl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 24/10/2014
    Bruno Moraes

    A síndrome do pânico, denominada pela psiquiatria como transtorno do pânico, é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado por ataques súbitos de medo e desespero, um mal-estar intenso que alcança sua intensidade máxima em até 10 minutos. A pessoa tem a clara sensação de que vai morrer, ou que um mal súbito irá acontecer com ela. O pensamento de que existe uma doença perigosa acometendo o seu corpo, geralmente percorre a mente de quem passa por essa enfermidade. Sintomas relacionados são...

    Por: Bruno Moraesl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 23/10/2014

    O estudo da psicomotricidade é de fundamental importância para se averiguar o desenvolvimento das competências e habilidades das crianças. Para efeito de estudo, tem-se por referencial teórico-metodológico as reflexões elaboradas por Henri Wallon, dentre outros teóricos ligados ao assunto em questão, cujos trabalhos utilizamos na elaboração e no desenvolvimento do presente artigo.

    Por: Jeniffer Souzal Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 07/10/2014

    O tema que se apresenta trata da importância da família na recuperação dos adolescentes que integram a Ong Proreavi. Para uma melhor realização do projeto, foram feitas pesquisas bibliográficas e também em campo. Foi escolhida uma instituição que atende adolescentes de diferenças faixas etárias para que pudéssemos entender melhor através da observação qual a importância que a família exerce na recuperação dos mesmos.

    Por: Angélica Aparecida Oliveiral Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 04/10/2014

    O presente artigo visa apresentar os resultados do trabalho desenvolvido no Colégio Educacional de Itaú de Minas que teve como objetivo compreender os aspectos que envolvem e favorecem a inclusão no âmbito escolar e o trabalho com professores e diretores da escola, discutindo e promovendo ações que contribuem para que a prática inclusiva aconteça no cotidiano escolar de uma forma mais abrangente e significativa.

    Por: Neiliane C. de Ol. Nascimentol Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 03/10/2014
    Bruno Moraes

    O TAG é uma das manifestações dos transtornos de ansiedade que atinge uma parcela significativa da população, os critérios para o diagnóstico deve apresentar: Por um período de pelo menos 6 meses, na maioria dos dias, a pessoa apresenta ansiedade e/ou preocupação excessiva na maioria das suas atividades diárias, com prejuízos significativos...

    Por: Bruno Moraesl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 01/10/2014
    Bruno Moraes

    O amor obsessivo ou patológico se da quando o desequilíbrio interno da pessoa a leva a dependência de seu parceiro. No amor patológico, a pessoa ama loucamente, freneticamente, sem se importar se o objeto de seu amor tem a menor intenção de corresponder esse sentimento...

    Por: Bruno Moraesl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 01/10/2014 lAcessos: 13
    Escritorcampos

    Como adicionar o sonho à vida real "Sonhar é viver" A ciência afirma ser o sonho produto da imaginação inconsciente, o esoterismo se apega aos ícones e suas coincidências. A religião o tem como profecia das divindades.

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 15/08/2014
    Escritorcampos

    Amor: "Vínculo da Perfeição" Explicar o amor é simplesmente explicar Deus. Portanto, algo inefável à pobreza de nossas almas. "Deus é amor". A Arte é a mais evolutiva maneira de expressar o maior de todos os sentimentos humanos o: Amor. O som etéreo e mavioso da música diz sem explicar, que o amor é o eterno marulhar no mar de águas dulcíssimas a se navegar.

    Por: Escritorcamposl Literatura> Poesial 14/08/2014
    Escritorcampos

    ENDORFINA Hormônio presente no cérebro, na hipófise e em outros tecidos dos animais vertebrados, e que tem efeito analgésico semelhante ao da morfina. Este neuro-hormônio atua como analgésico na supressão da dor, e, com isso, suscita sensação de bem-estar e tranquilidade e um efeito antiestresse. Associa-se sua produção incrementada a alguns tipos de exercícios físicos, sejam aeróbios ou anaeróbios, quando se atinge certo grau de esforço, ou através de estado hipnótico de relaxamento profundo.

    Por: Escritorcamposl Relacionamentosl 08/10/2012 lAcessos: 56
    Escritorcampos

    Este é um tema muito sério sobre a saúde pública e você. Encontra-se "você" fora desta estimativa? Mais de 80% das cirurgias praticadas no Brasil são efetuadas pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Planos privados de saúde cobram, e muito, porém, na hora "H" pulam fora.

    Por: Escritorcamposl Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 17/03/2012 lAcessos: 73
    Escritorcampos

    Os toques, ou as manias são bem comuns aos seres humanos e, naquele momento o meu pensamento foi arremetido aos seres poderosos e suas maquiavélicas manias às quais a ciência dá um amontoado de nomes. Grandes psicopatas dirigiram grandes nações da Terra.

    Por: Escritorcamposl Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 01/03/2012 lAcessos: 40
    Escritorcampos

    Gostemos ou não, é assim que se dá com a natureza humana. Os mais fortes trituram os mais fracos. É a velha questão da sobrevivência. Essa multidão está correndo para um ponto comum e distante.

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 25/02/2012 lAcessos: 49
    Escritorcampos

    O ensino à distância será parte importante do "futuro-presente". A holografia e outras ferramentas espetaculares. Quiçá, dispensem a sala de aula...

    Por: Escritorcamposl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 30/01/2012 lAcessos: 46
    Escritorcampos

    Como ser humano, reconheço a minha cegueira mental! O que fazer para enxergar a realidade desta existência?

    Por: Escritorcamposl Religião & Esoterismo> Meditaçãol 26/01/2012 lAcessos: 70
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