Marketing Pessoal X Superexposição
Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal? Ainda tem muita gente que por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria uma amiga minha. E veja que são coisas bem distintas, mas, acredite se quiser, tem profissional que confunde tudo. Deve ter lido em algum lugar ou escutado algum consultor ou amigo dizendo que tem de se promover e pronto: catástrofe. Cria-se mais um monstro da superexposição.
Para colocarmos as coisas em ordem, vale lembrar que marketing pessoal é uma ferramenta para o gerenciamento da imagem pessoal e profissional. Serve para melhorar a imagem que as pessoas têm a respeito de alguém, por exemplo. No trabalho o marketing pessoal pode ser utilizado como forma de valorização das atividades que um indivíduo executa. Ele faz, ele divulga. Ele cria um projeto, ele apresenta. Obviamente que estes exemplos são apenas uma vaga idéia do potencial que está por trás das diversas técnicas que esta ferramenta proporciona.
O fato é que algumas pessoas exageram na dose e acham que estão fazendo marketing pessoal. É como o bêbado social: enche a paciência de todo mundo com aquelas piadinhas sem graça e acredita que está agradando. A todo instante “querem aparecer” e isso mais atrapalha do que ajuda.
Uma das premissas do marketing pessoal é justamente saber dosar a exposição. De menos, você não será lembrado. Aquela vaga tão sonhada ou a promoção que estava por vir, não chegará. É preciso que as pessoas realmente saibam do seu potencial, das suas qualidades e qualificações. Ninguém quer ou vai adivinhar, é preciso mostrar. Para isso é necessário criar estratégias de exposição. Saber estar nos lugares certos, participar dos eventos e reuniões mais estratégicos e, mais do que tudo, agir naturalmente.
Agora, quando a exposição é demasiada cria-se um outro problema: o “mala”. Com tudo que tem direito: sem alça, sem rodinhas, pesada e velha. Ninguém agüenta! Sabe aquele cidadão que quando chega na rodinha do café todo mundo vai embora porque lembrou de alguma coisa pra fazer? Na verdade, todos estavam é querendo fugir daquela pessoa chata que só conta vantagem, só fala de si mesmo, que olha para o próprio umbigo o tempo todo. Mesmo quando não há a oportunidade para falar ele resolve abrir a boca.
Para não ser taxado de mala é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é fazer uma auto-análise profunda. Muitas vezes isso não é possível sozinho, pois a tendência é não enxergar o que faz de errado. Se for o caso pergunte para um amigo próximo, uma pessoa de confiança ou a ajuda de um profissional, um consultor de imagem. Avalie como está sua exposição. Faça o teste da rodinha do café.
Em segundo lugar tenha em mente que cuidar da imagem pessoal é preciso observar. Veja aquelas pessoas que são bem sucedidas. O que elas fazem? Como se comportam? Converse com elas, sinta o que elas transmitem a você. Nunca copie, mas aprenda com elas.
E por último esteja aberto para as críticas. Ouça, reflita, filtre e mude sempre que necessário. Vivemos um mundo de intensa transformação. Precisamos nos adaptar às mudanças do mundo ou ficamos para trás. Transforme-se, seja melhor para si mesmo. Cuide da sua imagem, da sua exposição e faça o marketing pessoal correto. Sucesso!
Perguntas e Respostas
Palavras-chave do artigo:
marketing pessoal
,imagem
,carreira
,empregabilidade
,sucesso
,auto conhecimento
,comportamento
Recentemente ministrava uma nova turma do workshop sobre Marketing Pessoal e um dos participantes contou-nos um breve relato de sua experiência profissional. Ele dizia se sentir “excluído” do mercado de trabalho. O principal motivo: sua idade.
outros autores que já escreveram sobre ele não é tarefa simples; exige um algo mais e é exatamente este algo mais a grande chave, ou o ponto central de quando tratamos deste assunto.
Devido à tendência empresarial cada vez mais forte no que diz respeito a preocupar-se com os colaboradores da empresa, hoje em dia estamos mais conscientes dentro de fora do mundo laboral, que o capital humano é a parte fundamental e imprescindível das empresas e por isso, há que cuidar dos colaboradores e dar as ferramentas necessárias para desempenhar o trabalho necessário e ainda se divertiram, de forma a aumentar a sua motivação para trabalhar na empresa.
É muito comum imaginarmos o mundo do trabalho como um espaço que, senão é agressivo, competitivo e impessoal, pelo menos é cinzento e pouco interessante. Essa imagem nos acompanha desde criança quando vemos nosso pai chegar do trabalho completamente exausto, chegando da sua "batalha".
O conceito de inteligência tem evoluído de forma acelerada nos últimos tempos, onde, no início do século passado, começou a ser difundida a idéia do Quociente de Inteligência, como uma espécie de organização neural que permite ao homem pensar de forma lógica e racional. A expressão se popularizou quando foram desenvolvidos testes psicológicos, ou seja, "testes de inteligência" para aplicação em adultos, também conhecido como QI (Quociente Inteligência).
O Rafting foi descoberto em 1869, quando John Wesley Powel organizou a primeira expedição no Rio Colorado, EUA. Em 1896, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas e, em 1909, foi realizada a primeira viagem com finalidade comercial, pela Julio's Stone's Grand Canyon. Em 1980 surgiu o bote "self bailer" que, aliado aos novos materiais mais leves, resistentes e seguros, deu um grande impulso ao rafting. Hoje existem mais de 5.000 companhias só nos EUA, e outras tantas espalhadas pelo mundo.
O medo é uma emoção que sinaliza ao homem a existência de um perigo, de uma ameaça (real ou imaginária), positiva ou negativa. A necessidade do homem em sentir-se protegido e seguro é natural. Porém, o medo ou a fobia muitas vezes tem o poder de paralisar e impedir o crescimento pessoal ou profissional, que através deste, o indivíduo pode esconder-se de si mesmo, das relações com o próximo, de sonhar, inovar, arriscar, crescer, entre outros. O medo se apresenta em várias situações.
Nesta era de competitividade global, estar atualizado, acompanhar a evolução dos negócios, conquistar e manter clientes tornou-se um desafio diário para as organizações. Para tanto, os profissionais estão comprometidos com metas e estratégias arrojadas, sempre em busca de melhores resultados, necessitando, cada vez mais, de "adrenalina no sangue", para estarem motivados a alcançarem seus objetivos empresariais e pessoais.
Todo o relacionamento Humano seja pessoal ou empresarial, tem como fundamento uma emoção. Relacionamentos duradouros são possíveis quando os objetivos comuns visam o bem comum. Casais mantêm relacionamentos saudáveis, mesmo depois das bodas de ouro, por serem cúmplices e capazes de renovar o espírito do relacionamento: a renovação dos mais simples hábitos, surpreendendo com informações e reciprocidade de compensações.
Nos ambientes profissionais de alta performance onde a inovação deve pulsar de forma colaborativa, o valor do networking é mais do que uma atividade em si. Na realidade o networking deve ser encarado como um ativo de gestão, um hábito a ser cultivado com maestria. Os contatos da rede de relacionamentos são ativos intangíveis que devem ser atribuídos valores de reciprocidade.
Neste artigo comento sobre a importância do planejamento na vida profissional baseado em minha experiência em esportes de aventura, caminhadas e trilhas.
Networking é uma palavra que foi se incorporando ao cotidiano profissional e logo se tornou símbolo de reconhecimento e prestígio. Por trás da expressão há muito mais do que um simples significado de rede de relacionamentos.
Motivação é um tema complexo e que tem merecido constantes estudos e pesquisas. Seguindo o objetivo de trazer dicas rápidas e úteis sobre temas do mundo corporativo abaixo apresento cinco dicas para ficar mais motivado no trabalho.
Quando lecionava a disciplina de Psicologia Organizacional nos cursos de Administração de Empresas e Ciências Contábeis em uma faculdade de São Paulo, tinha o desafio de levar aos alunos destes cursos o conhecimento e paixão que tenho sobre psicologia e comportamento humano.
Falar em público é uma atividade cada vez mais corriqueira para empresários, executivos, profissionais liberais, administradores, consultores, palestrantes e o cidadão comum. Seja em uma ocasião solene ou em uma reunião de condomínio ou da faculdade, falar em público requer alguns cuidados especiais.
O que a neurociência vem comprovando cientificamente hoje e os psicólogos estudam há anos, já era verdade a mais de mil anos em outras culturas: somos o resultado do que pensamos!
Em momentos de crises há grandes oportunidades para serem descobertas. Nenhuma novidade. Muitos “especialistas” comentam a respeito. Mas eu vou além: em momentos de crises e oportunidades o que vale mais são os seus valores.
Você conhece alguém ou já passou pela situação de participar de um processo seletivo com várias etapas (dinâmicas de grupo, testes psicológicos, de conhecimentos, entrevistas e tudo mais) e não receber nenhuma resposta depois de tudo isso?
