O Psicólogo E O Pedagogo Nas Organizações – Papéis E Atuações No Rh

Publicado em: 27/12/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 6,255 |

Ansiei escrever este artigo, após uma palestra sobre “O Papel do Psicólogo Nas Organizações”, proferida para um grupo de formandos do curso de Psicologia. O intuito é versar sobre o exercício do Psicólogo e também do Pedagogo nas organizações contemporâneas, porém, sem adentrar no valor, mérito ou ‘demérito’ acerca disto.

O alvo é destacar a atuação deles, diante dos determinantes histórico-sociais que modelaram seus atos até hoje, bem como sugerir a reflexão sobre a importância da constituição de uma performanceprofissional, que reflita de maneira mais harmônica, o leque de possibilidades oriundas da Psicologiae da Pedagogia. De modo que elas estejam retamente alinhadas com a realidade sócio-política em que estão inseridas, sem deixar de contemplar às exigências do seu principal campo de atuação dentro da empresa: o RH.

Relembrando os significados mais consensuais:

PSICÓLOGO:Profissional devidamente qualificado para o exercício profissional da psicologia, que usa métodos e técnicas científicas devidamente estruturadas, cujo foco principal é o estudo do funcionamento da mente, do comportamento humano, da cognição e das emoções.

PEDAGOGO: Profissional que domina a “ciência pedagógica” como princípio central e que fundamenta sua atuação volvida para a: mediação do processo de aprendizagem na esfera da docência, organização e gestão, pesquisa, produção e prolixidade dos conhecimentos; compreensão do processo pedagógico em sua magnitude e enredamento; assimilação crítica das novas linguagens da comunicação e demandas sócio-culturais.

ORGANIZAÇÃO:Se constitui da soma de pessoas, máquinas e outros equipamentos, recursos financeiros e outros, com fins a efetivação de um produto ou serviço, combinando todos os elementos orientados a um objetivo comum.

Psicólogo Organizacional e Pedagogo Empresarial são o mesmo que RH?

Categoricamente, NÃO!

Contudo, ambos (Psicólogo e Pedagogo) tem atuado junto às dificuldades organizacionais ligadas à gestão de RH (ou gestão de pessoas): na promoção da saúde, na integração do funcionário, na comunicação da diretoria e funcionário, além de buscar o acolhimento das necessidades do profissional, para uma maior proficuidade no trabalho.

A Psicologia é uma ciência ligada à modificação de arquétipos mentais ou comportamentais e o que se tem visto nas empresas, são psicólogos atuando mais na análise e no diagnóstico (R&S, avaliação de desempenho, aplicação de testes, treinamentos, integração de funcionários, reuniões, etc) e menos para a real transformação.

Abrindo parênteses para resgatar o conceito da área e o exercício científico da Psicologia do Trabalho,vemos que a mesma se debruça em entender o trabalho, seu significado e suas manifestações, para compreender os condicionantes, determinantes e consequências constituintes do indivíduo.  “O trabalho é um objeto necessário para se compreender o fenômeno psicológico, assim como, por exemplo, a psicanálise afirmou que seria preciso entender a sexualidade para se compreender a dinâmica psicológica” (CODO; SORATTO; VASQUES-MENEZES, In: ZANELLI (Org.), 2004, p. 277).

Retomando, o papel do Psicólogo Organizacional é criar metodologias de intervenção que auxilie todo o grupo a mover ou agir no sentindo de mudar a si mesmo, assinalando novos moldes intelectuais e de conduta.

Porém, raro é encontrar um psicólogo que não esteja mergulhado dentro de um “status quo” e muitas das vezes submerso tão profundamente na cultura da empresa e incomensuravelmente adstrito às intenções mais bizarras de alienação.

A Pedagogia por sua vez, é a ciência que “estuda e aplica doutrinas e princípios visando um programa de ação em relação à formação, aperfeiçoamento e estímulo de todas as faculdades da personalidade das pessoas, de acordo com ideais e objetivos definidos. A Pedagogia também faz o estudo dos ideais e dos meios mais eficazes para realizá-los, de acordo com uma determinada concepção de vida” (HOLTZ, 2006). 

Abreviando, tanto a Empresa, quanto a Psicologia e a Pedagogia, agem em direção a concretização de ideais e desígnios definidos, no afazer de suscitar transformações no comportamento das pessoas. Esse processo de mudança provocada, no comportamento das pessoas em direção a um objetivo, chama-se – aprendizagem - especialidade do Pedagogo. 

E como esses profissionais trabalham essencialmente na área de RH, o desafio é abandonar os antigos paradigmas, nos quais se acomodaram e que cercearam durante anos, a envergadura que lhes é típica. A maioria das tarefas ou atividades do RH pode ser executada por profissionais de outras áreas, mas obviamente, Psicólogos e Pedagogos condensam a probabilidade latente de tornar essa área “UP” da organização, transcendendo as atividades burocráticas que normalmente são conhecidas com do DP (administração de pessoal, folha de pagamento, obrigações trabalhistas, etc.).

Na medida em que a empresa cresce, se desenvolve, sofistica seu modelo de gestão e se insere em ambientes mais competitivos, é natural que o RH evolua junto e desenvolva outras características como: a preocupação com o clima organizacional, a oferta de benefícios cada vez mais atrativos, salários tentadores e perspectivas de crescimento e desenvolvimento se juntam a outros artifícios para aumentar sua capacidade de atrair talentos.

Uma publicação da revista VOCÊ S/A, edição nº 88 de outubro/2005, revelou os resultados de uma pesquisa realizada no site durante dez dias, na qual a perguntou o que seus leitores pensam a respeito da área de RH da empresa onde trabalham. Das três perguntas que selecionei, o resultado foi:

1. “Você sabe qual o papel do RH da sua empresa?” – 61% responderam: “Não, o RH é lento, perdido e não cumpre seu papel”.

 2. “Você considera o RH da sua empresa estratégico?” – 47% responderam: “Não, eles não são uma área estratégica e não têm a mesma importância de outras áreas”.

3. “O RH da sua empresa tem voz ativa?” – 42% responderam: “Não, o RH não tem voz ativa”.

Isto é só uma amostra, mas reflete a realidade. Ou seja, está faltando foco, estratégia, planejamento e alinhamento de ações voltadas para os objetivos organizacionais, melhoria do clima organizacional, para que os colaboradores atinjam seus resultados e metas, sentindo-se valorizados, inclusive diante da oportunidade de crescimento. E neste propósito, o RH deve inclusive, colocar abertamente aos colaboradores que não conseguem crescer e serem promovidos, suas reais razões.

O que se tem visto como “políticas de RH” em muitas organizações são: jornais internos, festas de confraternização ao final do ano, flores para as mulheres no dia internacional da mulher, cartões de aniversários, dias das mães e dos pais e outras atividades dessa natureza e sem a mínima acuidade efetiva...

A globalização mercadológica exige o desenvolvimento de novas competências nos funcionários. Nesse campo, a tarefa do Pedagogo (um profissional que contém conhecimentos em economia, filosofia, psicologia e sociologia, capaz de observar e analisar as reais deficiências e necessidades do seu local de trabalho, além de pesquisar, elaborar e implantar um projeto voltado para o conhecimento e/ou aprimoramento das técnicas de trabalho) é crucial!

Pois, pode colaborar não só nos processos de capacitação em serviço, como também na avaliação permanente que permita diagnosticar as novas necessidades em função de cada contexto e os meios para gerá-las mais rapidamente nos grupos de trabalho. “O ambiente organizacional contemporâneo requer um trabalhador pensante, criativo, pró-ativo, analítico, com habilidade para resolução de problemas e tomadas de decisões, capacidade de trabalho em equipe e em total contato com a rapidez de transformação e a flexibilidade dos tempos atuais” (GRECO, 2005).

O fato de lidar com o comportamento humano — tanto na sua extensão individual quanto social — credencia o Psicólogo, ao manejo de métodos e técnicas de investigação dos problemas psicossociais inevitáveis em quaisquer contextos de trabalho.

Mas, o verdadeiro reconhecimento da atuação destes dois profissionais na organização dar-se-á somente mediante ao aproveitamento real de todas as capacidades aqui destacadas. E para isso, é primacial qualificar-se profissionalmente, perseguindo a maturidade dos conhecimentos a serem equacionados e colocados a serviço da organização, entendendo e fazendo entender que esta, tem seus limites e potencialidades estabelecidos por PESSOAS.

 

 

Referências 

BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt e GALVAO-MARTINS, Ana Helena Caldeira. O que pode fazer o psicólogo organizacional. Psicol. cienc. prof., 1990, vol.10, no.1, p.10-18. ISSN 1414-9893.

LIBÂNEO, J. C. Que destino os educadores darão à pedagogia? In: PIMENTA, S. G. (coord.) Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 1986.

RAMAL, Andrea Cecilia. “Pedagogo: a profissão do momento”. Rio de Janeiro: Gazeta Mercantil, 6 de março de 2002.

ZANELLI, J. C. O psicólogo nas organizações de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2002.

O papel do psicólogo na área de RH. Psicologia Rede Psi. Publicado por Cintia Renata Mion, 2007.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/recursos-humanos-artigos/o-psicologo-e-o-pedagogo-nas-organizacoes-papeis-e-atuacoes-no-rh-1629733.html

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    A história da descoberta do fenômeno do assédio moral no trabalho. Conheça como o caso de vinte e uma enfermeiras suecas que se suicidaram, ou que tentaram cometer suicídio, ajudou no estudo do assédio moral.

    Por: Fred Filhol Carreira> Recursos Humanosl 18/08/2014 lAcessos: 11

    Qual momento é mais indicado para o profissional procurar uma nova colocação? É incorreto fazer contatos e enviar currículos já estando empregado?

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    : Este estudo sobre comunicação interna para a gestão de produção cuidou de esclarecer pontos fundamentais nos sucessos e fracassos da transferência de informações. Os canais utilizados podem ser eficientes dependendo do público a ser atingido e da intenção da organização e cultura existente. Mas o que fica claro é que os meios de comunicação interna devem ser bem planejados e constantemente aplicados, para se estabelecer a prática da formalidade, dando segurança e criando confiança entre as par

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    Sonaly Beatriz Frazão Silva

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    Por: Sonaly Beatriz Frazão Silval Educaçãol 01/12/2009 lAcessos: 569 lComentário: 2
    Sonaly Beatriz Frazão Silva

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    Por: Sonaly Beatriz Frazão Silval Saúde e Bem Estarl 12/11/2009 lAcessos: 2,002 lComentário: 2
    Sonaly Beatriz Frazão Silva

    O nexo entre adoecimento e situação de trabalho não é simples, uma vez que tal processo é único para cada indivíduo, e envolve sua história de vida e de trabalho. A contribuição dada por diferentes abordagens, principalmente a epidemiológica e psicodinâmica do trabalho, é fundamental para caracterizar e entender as condições de trabalho, especificamente do motorista de ônibus, além investigar amiúde, suas vivências de prazer e sofrimento nesse contexto.

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    Comments on this article

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    Ana Claudia Oliveira 11/01/2010
    Parabéns, Professora Sonaly!

    Como sempre, seus artigos são extremamente bem escritos, além de você abordar temas muito interessantes. Certamente são textos que estão agregando conhecimento a diversos profissionais e sendo de grande valor para os curiosos também.

    Estou orgulhosa!!!
    Beijos, AC
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    Tereza A.F.Guedes 06/01/2010
    Excelente artigo!Necessário se faz conscientizar os empresários sobre a real responsabilidade do psicólogo e pedagogo na empresa.Infelizmente,muitos não desejam que seus funcionários sejam modificados pelo trabalho destes profissionais.É melhor tê-los como máquinas não pensantes,que se satisfazem com uma mera confraternização ou um simples cartão.Funcionários que "pensam" podem custar caro à empresa.Esta,embora absurda,é a mentalidade de alguns empresários.Por outro lado,psicólogos e pedagogos que não se afirmam enquanto profissionais se submetem aos interesses da empresa.Enquanto não for priorizado a Educação no país,a maioria das empresas visará apenas o lucro e os profissionais continuarão simplistas.
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