Considerações sobre o campo da doença mental e loucura: Representações de diálogos em comunidades

Publicado em: 25/04/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 2,437 |

Historia e evolução do conceito da loucura

 

Para abordar um assunto de tão grande relevância a exemplo, o adoecimento mental, faz-se necessário uma viagem ao passado, para que assim possamos compreender o lócus que a loucura ocupa nos dias atuais, como também olharmos esse processo de adoecimento, presentes nas classes populares (1), como algo que é do coletivo e produzido em conexão com os fatores estressores. Como a violência, miséria entre outros.

Até o século XVII, a imagem que se tinha da loucura era a representação medieval de algo místico, desconhecido, considerado o lugar imaginário da passagem da vida à morte. Ao mesmo tempo, convivia-se com o chamado "nau dos loucos", navios que carregavam loucos para outras cidades em busca da razão. Quando eram acolhidos e mantidos pelas outras cidades, eram levados para a prisão; outros eram chicoteados publicamente e enxotados. A partir desse século, passou-se a definir a loucura através de uma separação vertical entre a razão e a não-razão: ela constitui, portanto, não mais como aquela zona indeterminada que daria acesso às forças do desconhecido, mas como o Outro da razão segundo o discurso da própria razão.

Foucault retrata a história do poder da razão sobre a desrazão, justificado pela competência exercida sobre a ignorância, corrigindo os erros da normalidade (alucinações, ilusões, fantasmas) e se impondo à desordem e ao desvio. Ele utiliza a figura do asilo como paradigma geral da análise das relações de poder na sociedade até o começo dos anos 70. Depois disso, passa-se para outra formulação do poder, caracterizada pelo abandono relativo do tema da loucura em proveito do tema da medicalização (do controle como medicina social).

A loucura, porém, não está somente ligada às assombrações e os mistérios do mundo, mas ao próprio homem, às suas fraquezas, às suas ilusões e a seus sonhos, representando um sutil relacionamento que o homem mantém consigo mesmo. Aqui, portanto, a loucura não diz respeito à verdade do mundo, mas ao homem e à verdade que ele distingue de si mesmo.

 

(FOUCAUT - Historia da loucura, 1997)

 

Historicamente, o hospital psiquiátrico assumiu a conotação de espaço de "tratamento" aos chamados loucos, os quais, reclusos nessas instituições, eram submetidos aos mais diversos tipos de violência (repressão, maus-tratos, negligência), resultando na negação de sua condição de sujeito. Essa prática de institucionalização e de diversas formas de violência veladas pelas "paredes" institucionais, mesmo após tantos séculos de história, ainda é hegemônica em vários países, dentre os quais o Brasil. Segundo Brito e Catrib (2004), contemporaneamente, ocorrem um grande esforço visando a distinguir o que é da ordem da loucura, conceito do senso comum e categoria sócio-antropológica, e o que é da ordem da doença mental, categoria psicológica psiquiátrica. Sugere-se que o primeiro se refere às visões de mundo e comportamentos que uma sociedade considera fora da imagem ideal que esta tem de si, enquanto o segundo relaciona-se com a formulação técnico-científica de um estado de sofrimento e perturbação gerador de variados níveis de inabilidades sociais.

O hospital geral não se caracteriza apenas como um "depósito" para os "inválidos socialmente" ele é antes de tudo uma instituição responsável por corrigir as "falhas morais" da sociedade, motivadas pela ameaça da desrazão ou pela improdutividade inaceitável ao sistema de produção no qual estamos inseridos.

Em meados de 1700, uma credibilidade ainda maior foi dada à racionalidade, com a influência da Igreja em declínio, as explorações anatômicas puderam prosseguir e desenvolver-se consideravelmente resultando em teorias neurofuncionais e anatômicas mais profundas.  Nesse contexto tem-se o nascimento da Psiquiatria, que adentra os hospitais gerais instalando a hegemonia da medicina nesses espaços.

A princípio a Psiquiatria não surge como uma especialização do saber ou área da ciência médica, mas como um ramo especializado da higiene pública. Foucault (1978, p.148) traz que:

Antes de ser uma especialidade da medicina, a psiquiatria se institucionalizou como domínio particular da proteção social, contra todos os perigos que o fato da doença, ou de tudo o que se pode assimilar direta ou indiretamente à doença pode acarretar à sociedade. "Foi como precaução social, foi como higiene do corpo social inteiro que a psiquiatria se institucionalizou." (FOUCAULT, 1978)

Sendo assim, ainda segundo Foucault, para existir como instituição de saber necessária à sociedade a psiquiatria deveria alcançar duas condições. A primeira delas era alcançar o patamar de ciência. Para poder incluir-se no ramo da medicina codificou-se a loucura como doença, dando-lhe nosologias, patologia, prognósticos, observações, diretrizes diagnósticas, etc. Foram tornadas patológicas as condutas e traços referentes ao louco. Simultaneamente, foi necessário provar sua importância à sociedade o que foi feito relacionando a loucura, seu objeto de estudo, com a noção de perigo. A psiquiatria, portanto, como a maior detentora de conhecimentos sobre esse mal se torna imprescindível ao bem-estar da sociedade. Assim nasce mais um ramo da ciência.

Na passagem do século XVIII para XIX, surgiram lutas pela libertação dos loucos das correntes e masmorras em que se encontravam. A partir daí a loucura passou a ser vista como doença e aumentou consideravelmente o número de asilos construídos. Vale ressaltar que a psiquiatria surgiu no século XVII, mas a loucura existe desde épocas remotas. Foucault (1978) tentou estabelecer uma relação entre a percepção científica sobre a loucura e o senso comum sobre o conceito de loucura, e observou que não se podia fazer muita distinção entre ambas.

Contemporaneamente, ocorre grande esforço visando a distinguir o que é da ordem da loucura, conceito do senso comum e categoria sócio-antropológica, e o que é da ordem da doença mental, categoria psicológica psiquiátrica. O primeiro remete às visões de mundo e comportamentos que uma sociedade considera fora da imagem ideal que esta tem de si, enquanto o segundo relaciona-se com a formulação técnico-científica de um estado de sofrimento e perturbação gerador de variados níveis de inabilidades sociais.

No que tange o processo de medicalização dos sofrimentos onde, esses muitas vezes são da ordem do social, na contemporaneidade, seguem o modelo biomédico, que ainda costuma prescrever benzodiazepínicos e a fazer um atendimento individualizado, longe do contexto social. Desdobrando-se na dependência, tolerância aos efeitos ansiolíticos e medicalização de problemas mais amplos (Rozemberg, 1994). Problemas cujas múltiplas causas econômicas, sociais, culturais e psíquicas são indissociáveis.

 

2- A Análise do discurso: Outro olhar sobre o Adoecimento Mental nas Comunidades. (2)


Segundo Duarte (1986), Normalidade, por sua vez é entendida como algo que é culturalmente determinada. Portanto o patológico segue via de regra, não fugindo a uma construção das sociedades. Pois a mesma sociedade que criou o louco, criou também o normal. A respeito desse lugar que o adoecimento mental ocupa, fazemos um paralelo com o que Amarantes falou, Ele especifica um lugar social que não seja o da doença, anormalidade, periculosidade, irresponsabilidade, insensatez, incompetência, incapacidade, defeito, erro, enfim, ausência de obra (1999, p. 49).

Em nossa entrevista feita com profissionais de nível superior e médio de uma organização não governamental (ONG), no qual realizamos nosso estágio em comunidade, perguntamos a eles sobre suas concepções de saúde mental e eles se referiram à saúde mental como: "ser normal é estar de bem com á vida e bem espiritualmente e mesmo com os problemas tentar tirar uma forçinha de dentro da gente pra poder continuar".

A relação entre a espiritualidade e os transtornos mentais gradativamente torna-se um fenômeno o qual a ciência tenta compreender, ao invés de repudiar completamente sua influência na subjetividade. Logo passamos a observar estudos que buscam relacionar os temas supracitados, por exemplo, estudos realizados com jovens universitários em Pelotas no Rio Grande do Sul (VOLCAN apud DALGALARRONDO, 2007) buscaram relacionar o bem-estar espiritual com a incidência de transtornos mentais, e o que se pode verificar foi que em níveis baixos de bem-estar espiritual as chances de apresentar transtornos mentais são duplicadas.

Segundo Dalgalarrondo (2007) "Os estudos sobre saúde mental e religião têm crescido numericamente nas duas últimas décadas no Brasil", pois hoje encontramos ainda existente na sociedade a valorização de mecanismos religiosos, na profilaxia (do grego prophýlaxis - cautela), e também uma estratégia comum para lidar, ou até mesmo para "libertar" os sujeitos dos transtornos mentais. Alguns estudos norte-americanos, comentando sobre a "a possível ação protetora da religiosidade sobre a saúde mental" (SOEIRO, 2008).

"Eu lembrei que toda a segunda-feira a gente tem o encontro e faz uma reciclagem, para recomeçar a nossa semana, a gente coloca as nossas angustias, cada um conversar sobre os trabalhos da equipe, fazemos oração." (Fala de D.N - ONG)

 

"Por isso todas as segunda-feira nos tentamos sentar e fazer um devocional temos ajuda de pastores da comunidade, cantamos oramos e tal. Isso dá uma motivação."(Fala de R.T – ONG)

 

Podemos observar que o conceito que a organização mundial de saúde trás está bastante intrínseco nessas respostas sobre saúde mental onde define como o estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera e contribuir para a comunidade em que se insere. E quando lhes foram perguntado sobre suas concepções no que se refere respeito à doença mental eles trouxeram que seria: "a incapacidade de fazer algo,a pressão psicológica, não sonhar mais e não ter um projeto de vida". Segundo Holmes (1997) foi encontrado também uma associação do conceito de incapacidade:

Os indivíduos definidos como anormais quando não são capazes de funcionar pessoal, social, fisiológica ou profissionalmente (...) a anomalia é definida, sobretudo em termos de "felicidade" e eficácia do indivíduo. (p.31)

Nessa resposta eles trazem consigo suas vivencias diárias relacionando o adoecimento mental a questões mais sociais e a suas expectativas de vida. Diferentemente do que a OMS conceitua como doença mental que inclui perturbações e desequilíbrios mentais, disfuncionamentos associados à angústia, sintomas e doenças mentais diagnosticáveis, por exemplo, a esquizofrenia e a depressão.

Perguntamos-lhes se atuação da instituição já tiveram acesso a caso de casos de saúde mental e obtivemos as seguintes respostas:

"Ficamos sabendo que tem um menino que quando a mãe dele era viva, ele era muito danado e rebelde, a vó que nos conta, e depois que a mãe dele morreu ele se transformou ficou com mais calmo, mais obediente. A gente percebe que tem alguma coisa ai... (R.T – ONG) "Nós tivemos um caso que a mãe de 2 crianças faleceu, e o pai nos falou que as crianças não demonstram tristeza. Esse caso nos chama atenção. (D.N - ONG)"

Analisando as falas acima observamos que Dalgalarrondo (2008) chama de "normalidade ideal", na qual cita:

A normalidade aqui tomada com uma certa ‘utopia'. Estabelece-se arbitrariamente uma norma ideal, o que é supostamente ‘sadio', mais ‘evoluído'. Tal norma é, de fato, socialmente construída e referendada. Depende, portanto, de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários, e, às vezes, dogmáticas e doutrinarias. Exemplos de tal conceito de normalidade são aqueles com base na adaptação indivíduo às normas morais e políticas de determinada sociedade. (DALGALARRONDO, 2008, p.32-33).

 

Observando ainda estas falas podemos encontrar outro conceito de normalidade que Dalgalarrondo (2008) conceitua como "normalidade estática" na qual identifica como norma e freqüência:

 

Trata-se um conceito de normalidade que se aplica especialmente à fenômenos quantitativos, com determinada distribuição estática na população. O normal passa a ser aquilo que se observa com mais freqüência. Os indivíduos que se situam estaticamente fora (ou no extremo) de uma curva de distribuição normal passam, por exemplo, a ser considerados anormais ou doentes. É um critério muitas vezes falho em saúde geral e mental,pois nem tudo que é freqüente é necessariamente "saudável", nem tudo que é raro ou infreqüente é patológico.(DALGALARRONDO, 2008, p.33).

 

 

Considerações Finais

 

O fato de haver tomado suas distâncias, de ter-se tornado enfim uma forma delimitável do mundo perturbado do desatino, não libertou a loucura; entre ela e o internamento estabeleceu-se uma profunda ligação, um elo quase essencial (FOUCAULT, 1997, 399).

 

A construção que a ciência elaborou sobre o louco se reproduz pela sociedade e tende a ser a assimilada como verdade inquestionável pelas famílias, escolas, artes, culturas, e ruas. A conduta das pessoas para com os loucos passou a ser aquela mesma que a ciência produziu e adota. Por isso, o processo de adoecimento metal, em especial nas comunidades, é potencializado por fatores externos como violência, miséria e pobreza, fome e entre outros. Pudemos observar que a loucura, o adoecimento mental e o sofrimento difuso mantêm uma relação simbiótica passando os mesmos a serem indissolúveis e inseparáveis. Aos que disso duvidarem, aos que refutarem que loucura é sinônimo de demência, agressividade, insensatez, periculosidade, irresponsabilidade, indecência, imoralidade, basta andar até o manicômio e conferir se não é mesmo assim.

Ao longo do que vimos, podemos dizer que a sociedade contemporânea produz e naturaliza uma visão do sofrimento psíquico como objeto de intervenção da ciência, seja ela médica ou de outras áreas das práticas ditas "psi". Nesse paradigma, o sofrimento psíquico recebe o rótulo de "doença mental", com quadros nosológicos claramente delimitados. A história mostra que a "loucura", alienação, doença mental, transtorno mental, sofrimento psíquico não foram pensados de maneira uniforme ao longo da história, nem no mesmo espaço temporal. Vale destacar ainda que a forma como a experiência com a loucura vai sendo conceituada influencia diretamente os espaços e as práticas destinadas a ela. Como se pode perceber, a construção histórica desse objeto é permeada por transformações profundas, dependendo da época em que é analisado.

Atualmente, vivenciamos mais um momento de possibilidades de mudanças devido a alguns avanços já conquistados. Entretanto, entendemos que esse processo não pode ser pensado como simples modificações de estruturas físicas (instituições). É preciso, antes de tudo, que se execute uma (re) elaboração de concepções, de dispositivos e das formas encontradas para que se possa relacionar com a loucura. Caso contrário, estaremos apenas repetindo as relações manicomiais em outros espaços. Sendo assim, é importante conhecermos o processo de construção histórica da loucura para que possamos desnaturalizar conceitos de ser e de existir, para, então, termos a capacidade de reconstruí-los sob uma ótica mais comprometida com os interesses daqueles a quem se presta assistência. O dito "louco". Dessa forma, podemos dizer que Saúde Mental não é apenas o contrário de doença mental. Em seu conceito mais profundo está implícito o respeito ao direito à dignidade humana. Isto significa uma vida sem preconceitos, sem discriminações e sem violência em qualquer nível.

 

 

 

REFERENCIAS

 

 

AMARANTE, Paulo Duarte de Carvalho. O homem e a serpente: outras histórias para a loucura e a psiquiatria. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1996.

DALGALARRONDO, Paulo. Estudos sobre religião e saúde mental realizados no Brasilhistórico e perspectivas atuaisRev. psiquiatr. clín. [online]. 2007, vol.34, suppl.1, pp. 25-33. ISSN 0101-6083.

____________. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. 2ª Ed. Porto Alegre: Artemed, 2008.

 

FOUCAULT, Michel. A História da Loucura na Idade Clássica. 1997. São Paulo, Perspectiva.

 

PAIVA, Geraldo José de. Religião, enfrentamento e cura: perspectivas psicológicas. Estud. psicol. (Campinas). [online]. mar. 2007, vol.24, no.1 [citado 15 Noviembre 2009], p.104-114. Acessado em World Wide Web: <http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103166X2007000100011&lng=es&nrm=iso>. ISSN 0103-166X.

SOEIRO, Rachel Esteves et al . Religião e transtornos mentais em pacientes internados em um hospital geral universitário. Cad. Saúde Pública,  Rio de Janeiro,  v. 24,  n. 4, Apr.  2008.   Available from <http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X2008000400009&lng=en&nrm=iso>. acessado em  15  Nov.  2009.  doi: 10.1590/S0102-311X2008000400009.

 


(1) Presente em maior grau nas comunidades, mas não exclusivo delas.

(2) Comunidade de Felipe Camarão, Natal-Rio grande do Norte- Brasil.

 

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    Palavras-chave do artigo:

    loucura

    ,

    adoecimento mental comunidades

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