Reflexo Da Tensão Do Motorista De Transporte Coletivo No Trânsito
A lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, institui o atual Código de Trânsito Brasileiro. E no artigo 1º., parágrafo 1º., define o trânsito e esclarece os principais eixos deste: via, veículos e pessoas.
O homem é o maior preditor deste espaço público, uma vez que é de seu comportamento na utilização da via e do veículo, além de seu conhecimento das normas de conduta, que depende a segurança e a maior competência para evitar conflitos, agressões e a pior conseqüência da má utilização desse espaço – o acidente de trânsito (AT).
Os preceitos da psicologia ambiental versam sobre a reciprocidade entre o comportamento do indivíduo e o ambiente – “como o comportamento impacta o ambiente e como o ambiente impacta o comportamento” (GÜNTHER, In: HOFFMANN; CRUZ; ALCHIERI (Orgs.), 2004, p.50).
A partir dessa perspectiva, devemos pensar nessa reciprocidade numa circunstância macro, que considere também os conflitos e todo o sofrimento, do qual viemos nos referindo ao longo desta pesquisa. A forma como é significada a realidade para cada um, encontra no trânsito, uma espécie de “válvula de escape”, para lançar ou descarregar a tensão vivida. Estamos dizendo que, os sentimentos e o estado físico e emocional do motorista, repercutem no trânsito, participando significativamente dos acidentes de trabalho no trajeto, bem como o trânsito intensifica a pressão psicológica dessa categoria em virtude dos choques emocionais produzidos pelas agressões nos ambientes de trabalho.
A condição de vida e de trabalho do motorista de ônibus urbano reúne dificuldades como: excesso de horas extras; jornadas alternantes; programação operacional mau dimensionada; esforço físico elevado; relações conflituosas com passageiros e a própria organização e exigência constante de perfeição psicofísica quanto à condução, mesmo diante do calor, poluição, congestionamento e as demais situações vivenciadas no trânsito.
Este panorama cartográfico das condições de trabalho do motorista sugere comportamentos ameaçadores à segurança e a saúde física e mental do próprio indivíduo. Podendo este, a partir de sua história, personalidade, interesse e necessidade, agir de forma coerente, responsável, pacífica e saudável, ou não.
Irritabilidade e agressividade oriundas de depressão ou ansiedade sinalizam para a constatação de sofrimento psíquico. E este sofrimento acaba por definir o estilo de condução, tão ligado aos fatores psicossociais. Ou seja, “a condução de veículo funde suas raízes no estilo de vida social e no estado de humor do indivíduo. Assim, o acidente é considerado o produto final de um complexo conjunto de fatores” (HOFFMANN, 2004, p. 355).
(Artigonal SC #1409344)
Palavras-chave do artigo:
Epidemiologia
,Psicodinâmica do trabalho
,Saúde do motorista
,Sofrimento no trabalho
,Motorista de Ônibus
Empresas buscam pessoas bem humoradas para fazerem da equipe. O mal humor é uma das características mais negativas dentro das corporações
Se o oxigênio é vida, então a importância de aprender a respirar corretamente é absoluta. Os exercícios de respiração podem nos ajudar a ganhar grande vitalidade e vigor. A falta de oxigênio nos rouba energia e leva à fadiga, perda de sono, e foco mental baixo, de modo que melhorar a sua técnica de respiração é crucial se você tiver problemas respiratórios.
Suar frio, diríamos que é pouco, quando o medo é de que tudo se acabe como na trágica abordagem do filme sobre 2012 - o ano em que tudo presumidamente chegará a um fim, na Terra. Sim. Mas acaso não faltou algo na tal previsão que nos dissesse dos impactos internos ao próprio ser humano? Este artigo nos aproxima do assunto pelo prisma daquilo que mais é afetado por nossos medos relativos ao desconhecido quando desencadeados na área da saúde comportamental: a vida íntima.
Daqui alguns dias, dar-se o início, do 1º ano, da 2ª década, do 1º século, do 3º milênio. Sabendo que Cristo em pessoa há de reinar sobre o mundo, conforme a visão relatada no Livro do Apocalipse (20, 1-5), do Novo Testamento. O que será que vai mudar para melhor e/ou para pior, no nosso meio evangélico; nestes próximos 3.650 dias, parcelados em 10 vezes, como sendo 10 oportunidades da nova década
Motivação tratada através da PNL. O que se ouvepode muito nos motivar assim como situações desagradáveis podem vir a nos desmotivar
A correria da vida moderna pode levar a um grande estresse e em conseqüência disto inúmeras doenças. Como se sabe, o corpo expressa tudo aquilo que sentimos, portanto nós somos responsáveis pelos efeitos em nosso corpo. É preciso que mudemos a nossa postura, quanto ao modo de vida.
A vida sedentária que levamos hoje em dia e a má alimentação prejudicam muito a nossa qualidade de vida. Praticamente todos que estiverem lendo este artigo estarão enquadrados em pelo menos um destes dois itens, quando não, nos dois. Se além destes dois itens você ainda for fumante, está dentro dos maiores grupos de risco. Para quem tem problemas de circulação e sente seus efeitos como a sensação de peso e inchaço de pernas e pés é importante uma visita ao seu médico para que este o acompanhe.
No seu clã, talvez pense estar servindo mais que os outros e, poderá estar, mas não percebe que o seu soldo é condizente com seu serviço. Quando alguém estiver inerte diante dos seus olhos, não o julgue, pois, olhe para os amorfos, como as pedras e suas atividades, desde a mais bruta a mais polida. Um dia, seu irmão fará!
O artigo é uma reflexão que mira conjeturar e indicar um dos caminhos possíveis e a importância de duas áreas inter-relacionadas (meio ambiente e trânsito), que flagelam na carência de cidadania, produção científica, políticas públicas mais direcionadas e comportamentos / atitudes eficazes para reversão das respectivas problemáticas.
O presente artigo nasce do desejo de auxiliar estudantes na realização de seus trabalhos acadêmicos, em função de muitos concluírem a graduação e avançarem nos respectivos níveis, sem dominar a constituição e organização dos elementos mais básicos demandados numa produção e precipuamente com a tradicional dificuldade para descobrir os caminhos da investigação e as normas técnico-científicas.
O presente artigo prima pela escavação e acepção da Síndrome de Burnout, bem como os pontos comuns e dissensão em relação ao Estresse.
O intuito do artigo é versar sobre o exercício do Psicólogo e também do Pedagogo nas organizações contemporâneas, porém, sem adentrar no valor, mérito ou ‘demérito’ acerca disto. O alvo é destacar a atuação deles, diante dos determinantes histórico-sociais que modelaram seus atos e sugerir a reflexão sobre a importância da constituição de uma performance profissional, que reflita de maneira mais harmônica, o leque de possibilidades oriundas da Psicologia e da Pedagogia.
Buscar o desenvolvimento, supõe lidar cumulativamente com velhos problemas e novos desafios. Problemas estruturais estão a cobrar soluções prévias em paralelo ao encaminhamento positivo das novas urgências. DESENVOLVIMENTO requer uma decisiva ampliação do nosso conhecimento e capacidade reflexiva.
O trabalho que exige tempo, força, qualificação e que é vendido para obter condições de morar, vestir, comer e até se medicar, é o mesmo que fornece possibilidades de consumo, felicidade, expressão de criatividade, e também de adoecimento e morte. A sobrevivência está subordinada a salários aviltados, condições muitas vezes humilhantes e a organizações que se comportam desconsiderando o trbalho, em sua pior circunstância: quando se dá em meio ao sofrimento.
O nexo entre adoecimento e situação de trabalho não é simples, uma vez que tal processo é único para cada indivíduo, e envolve sua história de vida e de trabalho. A contribuição dada por diferentes abordagens, principalmente a epidemiológica e psicodinâmica do trabalho, é fundamental para caracterizar e entender as condições de trabalho, especificamente do motorista de ônibus, além investigar amiúde, suas vivências de prazer e sofrimento nesse contexto.

