Além Das Aparências
Gente de caráter não se liga com quem emite baixas vibrações. Parece coisa de místico, mas pode traduzir por antipatia simultânea. “Não fui com a cara dele(a)”. Ou sentimentos bem mais terrenos como “não fecha comigo e pronto. Não vou perder meu tempo”.
Pode parecer prepotência, mas todos nós temos o direito de escolher com quem queremos nos relacionar, a menos que as circunstâncias nos obriguem. Nestes casos, apenas suportamos, com um esforço enorme da nossa parte, porque implica se violentar. A zona de atrito é maior quando estão em jogo não somente situações corriqueiras, mas quando por trás da aparente singeleza delas escondem-se caráter e valores incompatíveis com os nossos. A sensação é de desamparo. “Porque é que eu tenho de passar por isto?. O que eu fiz para merecer este castigo?”
A capa de civilidade às vezes ofusca as verdadeiras intenções. Com os broncos é mais fácil. A gente já sabe o que se espera deles. Eles já vão estourando, quebrando os pratos logo de cara. Mas quando a coisa não é nítida, não é mensurável e aparentemente não se tem justificativa lógica, aí é que mora o perigo. A delicadeza no tratamento, adotada para mascarar os verdadeiros propósitos, confunde os incautos. Mas sempre acende uma luzinha lá dentro que a gente não sabe o que é, mas sente que algo está errado. E ela fica piscando, emitindo sinais de alerta como uma onda de calor captada por um equipamento ultra-sensível, mas penosa de se alcançar.
Tudo o que não é aparente é complexo provar. Ficamos com o sentimento de sermos os únicos a enxergar um demônio por trás daquela capa de sedução. Tem que ter muita precisão para perceber que aquele(a) que gosta de “tirar casca de ferida”. Não há antídoto, já que a ausência de escrúpulos demonstra tratar-se de pessoas determinadas, que sabem muito bem o que querem.
Se a convivência não nos é tão dolorosa assim ou se precisamos mantê-la sob pena de outras perdas que nos causariam igual ou maior sofrimento, vale uma partida de xadrez. A gente pode até jogar, mas fica cuidando dos movimentos do outro para poder ver o lance ideal. Só não vale executar jogadas previsíveis, porque aí é xeque-mate na certa. Se a opção for não encarar o relacionamento, uma dica vem do Dalai Lama “Se você achar a pessoa tão desagradável, que seja impossível agüentá-la, talvez seja melhor sair correndo”.
(Artigonal SC #1393758)
O TEXTO FALA DA IMPORTÂNCIA DE ACOMPANHAR O PERÍODO DE CRESCIMENTO DOS FILHOS E TRANSMITIR-LHES SEGURANÇA, BONS EXEMPLOS E DEIXÁ-LOS LIVRES PARA TRILHAREM SEUS PRÓPRIOS CAMINHOS.
Neste artigo você terá acesso a ideias inovadoras sobre como agir dentro das instituições grupais, visando a melhor qualidade de vida entre seus integrantes. Boa leitura!
O texto retrata sentimentos de um amor que não pode mais ser vivido, mas que almeja continuidade, mesmo em outra vida.
Trecho do livro "Tire Deus do Armário" de Eliy Wellington Barbosa da Silva
Estamos rodeados e pessoas que recebem informações diversas e nem sempre das mesmas fontes que as nossas, ou seja, formam outros pontos de vista baseados nas informações que receberam e também daquilo que receberam em sua própria formação intelectual. Um líder, um homem que quer ser bem sucedido na grande obra de Deus jamais poderá deixar de ouvir e jamais deverá estar despreparado para enfrentar oposições, e opiniões divergentes que no fim apenas nos fará refletir para que abandonemos nossas co
Nós somos pequenos demais, em comparação com tudo o que existe no universo. Mas mesmo pequenos, somos protegidos por Deus.
Podemos ser sinceros com o outro, até onde essa transparência nos impulsiona de forma positiva? Quando estamos preparados para viver mos numa realidade diante de tantos modelos, cobranças sociais? É possível nos depir, expor e sermos quem somos para nós mesmos e para o outro? Muitas vezes é melhor segurá-las de maneira consciente, pois quando a tiramos podemos assustar o outro, imaturo, inseguro e cheios de máscaras...
Ele tem esse poder de fazer o corpo tremer, sua voz acalma. Enquanto falávamos olho pela janela e vejo aquela constante chuva fina e céu cinzento que incentivam – ao menos no pensamento – a busca de um lugar de clima mais ameno, ensolarado e menos frio.
No dia seguinte, ainda ecoava em nossos ouvidos o refrão hipnótico: “Ô maluquete, de quem você é tiete?” cutucava a baiana. E a galera respondia: “Eu sou tiete, sou tiete da Ivete”. E não é que nós também?
Só nós conhecemos nossa funcionalidade. Se não admitimos a existência de outras formas de enxergar que não a nossa, sempre bateremos de frente com quem interpretar a vida, ter atitudes diferentes daquelas que entendemos corretas.
Um frio de 10 graus positivos nos recebeu em Bogotá. Para Marluce e eu, oriundas do calor amazônico, o ventinho acolhedor era de gelar os ossos. Ceci, nossa anfitriã, era dona do El Goce Pagano, uma casa noturna de música caribenha. Um mojito preparado por ela pôs fim à tremedeira e nos deu as boas vindas.
Não há necessidade de sentir dor física. Sabemos que ela é o sinal de alerta do organismo, que precisamos dar-lhe a atenção necessária para que a doença não se alastre. Se não sentíssemos dor, nosso corpo se deterioraria sem que percebêssemos e não haveria como evitar a morte.
É assim o meio termo entre a infância e a adolescência. Pessoal e intransferível, com momentos próprios de amadurecimento. Mas ao contrário das frutas, não está disponível para consumo, mas para a vida, para ser sujeito na construção de uma sociedade saudável, cidadã.
Tudo o que não é aparente é complexo provar. Ficamos com o sentimento de sermos os únicos a enxergar um demônio por trás daquela capa de sedução. Tem que ter muita precisão para perceber que aquele(a) que gosta de “tirar casca de ferida”. Não há antídoto, já que a ausência de escrúpulos demonstra tratar-se de pessoas determinadas, que sabem muito bem o que querem.
Loucura só é loucura quando são os outros que fazem e você fica com uma pontinha de inveja recôndita por não ter tido coragem de fazer o mesmo. Mas pode ser também sinônimo de lazer.
É muito bom quando há uma reversão de expectativas em relação a pessoas com quem inicialmente havíamos nos antipatizado. Neste caso a inversão de posicionamentos é positiva e refere-se à síndrome da primeira impressão. Deixamo-nos levar precipitadamente pelo reflexo que o primeiro contato nos causou e por ele passamos a moldar todo o nosso comportamento em relação a alguém.

