Basta de informação

Publicado em: 06/08/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 19 |
"Hoje joguei tanta coisa fora
Vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias, gente que foi embora
A casa fica bem melhor assim."
(Herbert Vianna)


Feriados têm sido para mim verdadeiras férias para reflexão. Enquanto muitos trilham para as montanhas ou singram para o litoral, enfrentando o trânsito e as filas que parecem migrar das capitais, opto pelo retiro pessoal singularmente vivido em minha própria casa.

Oportunidade para reorganizar o que a velocidade do cotidiano deixou para trás, descubro pilhas de jornais e revistas não lidos.

Diz o adágio popular que não há nada mais velho do que jornal do dia anterior. Mas o fato é que me acostumei a jamais descartar uma página que seja sem antes ao menos folheá-la. É evidente que as notícias de caráter conjuntural, aquelas do dia a dia, já nascem velhas, posto que retratam eventos ocorridos. Mas vasculho jornais e revistas em busca de temas estruturais, aqueles sem prazo de validade, e que me trazem conhecimento, conteúdo, base para argumentação.

O problema é que eles se avolumaram. E ganharam status de estorvo. A necessidade autoimposta de mirar cada uma daquelas centenas de páginas passou a me causar desconforto. De repente, vi-me acorrentado. As horas se passando, o Sol se pondo, dia após dia, e eu não aproveitara o frescor da relva, o azul límpido do céu, a companhia de meus filhos. Nem sequer produzira um texto, criara uma ideia, concebera um projeto, relaxara à beira de uma piscina.

Padeço da doença do ecletismo. É complicado quando você aprecia de Economia a Psicologia, de Finanças a Recursos Humanos, de Matemática a Filosofia, de Astronomia a Biologia. Sob esta ótica, feliz é uma de minhas irmãs que sempre se contentou em ler a programação dos cinemas e usar os demais cadernos para forrar gaiola de passarinho...

O mundo produz anualmente o mesmo volume de informações que a humanidade levou 40 mil anos para acumular. Diariamente, quantos jornais podemos ler? Quantas revistas podemos consultar? Quantas newsletters podemos receber? Quantos canais de TV podemos assistir? Qual o custo de acessar informações nesta magnitude, muitas delas em duplicidade? E qual sua aplicação prática?

Estamos próximos de uma situação limite. Um bombardeio frenético de informações diante do qual agimos como buracos negros, absorvendo tudo, mas assimilando pouco. Uma overdose que gera conhecimento superficial e sabedoria reduzida.

Olhando para aquela pilha de revistas, percebi que ela representa muito mais. Simboliza a famigerada caixa de entrada de tarefas de nosso cotidiano, em especial no âmbito profissional, que nunca, jamais se esvaziará. Representa a tendência que temos à burocracia, a inclinação por aspectos operacionais. Fazer, fazer, fazer. Não há espaço para o pensar, o planejar e, até mesmo, o sentir.

Pode parecer supersticioso, cabalístico ou poético, mas numa manhã de um sete de setembro declarei minha independência. Abdiquei da intenção de adquirir TV por assinatura só para ter acesso a canais e programas exclusivos. Cancelei o recurso de confirmação automática de recebimento de e-mails, deixando para utilizá-lo apenas quando for realmente imprescindível. Descartei recortes, guias e tabloides, guardados há tempos sob a expectativa de que seriam, um dia, úteis. E, fundamentalmente, dei de presente ao lixo jornais e revistas não lidos.

Neste embalo, revisei roupas e calçados, separando peças negligenciadas no fundo de gavetas e armários e que, agora, ganharão vida no corpo de quem precisa. Reorganizei meus livros encontrando obras preciosas adquiridas por impulso e até hoje não saboreadas. Classifiquei meus CDs e revisitei com prazer canções que nem lembrava mais de que as tinha.

E, assim, senti-me mais leve. É como se eu passasse de tartaruga a águia. Da lentidão à agilidade. Do conformismo à vivacidade.

A missão, agora, é evitar a recaída. Continuar livre, sobrevoando ao alto, decidindo quando voltar à terra, ou seja, qual informação capturar – aquela que me alimentar.

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    tom coelho

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    excesso de informacao

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    administracao do tempo

    Antonio Cunha

    O presente trabalho de pesquisa tem por objetivo principal demonstrar que a linguagem afeta sobre maneira a qualidade do processo decisório, considerando as circunstâncias temporais, análise ambiental, relacionamento inter-pessoal e aspectos políticos inerentes ao contexto em que são tomadas. O processo decisório envolve cognição, e a linguagem é especializada para cada campo de conhecimento, como na Administração e Direito aqui apresentada. Correlações sob diferentes aspectos foram coletadas no desenvolvimento teórico da pesquisa, assim como buscou-se informações num bairro curitibano, conhecido como Cabral. Dez empresas em que se consultou empregadores e empregados sobre problemas relacionados com o uso da linguagem.

    Por: Antonio Cunhal Negócios & Admin.> Gerêncial 10/08/2009 lAcessos: 3,340 lComentário: 1
    Wilson Pereira Figueredo

    Acreditamos que em cada relação, podemos mostrar quem somos aprender com os outros e nos transformar na medida em que ampliamos nossa consciência de ser no mundo. Repetidas vezes estamos demasiadamente atrelados em nosso papel social, em nossa responsabilidade em cumprir com exatidão as obrigações profissionais de modo a suprir as expectativas da instituição a qual estamos vinculados, do cuidado com a imagem que os pais e colegas constroem sobre nós, que podemos nos distanciar da realidade.

    Por: Wilson Pereira Figueredol Relacionamentosl 18/03/2012 lAcessos: 19
    izildinha renzo

    A humanidade caminha para a luz,portanto nos voltemos para esse facho e esqueçamos a escuridão,mesmo enxergando muito lixo,a luz fará de nós pessoas vencedoras e felizes.

    Por: izildinha renzol Relacionamentosl 13/01/2012 lAcessos: 13

    E meus amigos dizem que sou um cara de sorte... Há quem diga que sou um homem feliz. Não, feliz não: pri-vi-vle-gi-a-da! Hoje, um amigo bateu nos meus ombros e me disse: "Você que é um cara de sorte".

    Por: Elisângela Rodriguesl Relacionamentosl 12/01/2012 lAcessos: 13
    Gustavo Rocha

    Natal, símbolo de presentes, símbolo de festas, símbolo de verdades, amor, paz, união. Seria apenas isto? Claro que não: Precisamos recordar o porque desta data. Precisamos recordar que a representação vem do aniversariante, Jesus Cristo. Cristo teve uma história de vida humana exemplar e nesta história podemos aprender muito. Principalmente duas partes: O amor e o perdão. Ele nos amou de forma única, nos amou sem interesses, nos amou por quem nós somos… Isto é tão difícil nos dias atuais… Parec

    Por: Gustavo Rochal Relacionamentosl 23/12/2011 lAcessos: 12

    Descubra aqui algumas das melhores dicas e técnicas sobre como conquistar um homem.

    Por: Everton Rezendel Relacionamentosl 03/11/2011 lAcessos: 80
    Meira Santana

    Onde se esconde sua rebeldia típica de quase 18 anos ? Jogar tudo pro alto , matar uma aulinha à tarde e ir ao Arpoador , chegar às 5 da manhã em casa 'pé ante pé' tentando não fazer barulho e fingir que já havia chegado e estava dormindo há um tempão com a cara lavada o bastante para que sua mãe acredite , beijar dezenas de bocas sem nome em uma noite e não se importar , usar aquela pulseirinha do equilíbrio que não dura 3 vodkas pra fingir pra si mesma que não está bêbada ..

    Por: Meira Santanal Relacionamentosl 20/10/2011 lAcessos: 38

    Se você é mulher, preste atenção neste artigo. Você ama alguém que não lhe ama? Você não sabe como chegar até ele? Você aprenderá a ter dias super românticos com a pessoa que você ama. Isso é possível. Você ainda acredita na sua felicidade no amor? Você tem o sonho de constituir um casamento? Quer ter filhos, cônjuge? Uma linda família?

    Por: danihcappal Relacionamentosl 06/10/2011 lAcessos: 91
    Mônica Liberato

    Coletânea de frases que escrevi ao longo de minha vida. São frases motivacionais e de desenvolvimento profissional e pessoal. Essas frases são experiencias que passei nos últimos anos de minha vida.

    Por: Mônica Liberatol Relacionamentosl 05/10/2011 lAcessos: 110
    Tom Coelho

    O caminho para o emprego passa por um bom currículo, um bom processo seletivo, e fundamentalmente, um bom networking.

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    A famigerada "Regra do CHA" está ultrapassada. Conheça um novo modelo para o conceito de competência.

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    O bullying é uma patologia social que sempre existiu, mas ganhou notoriedade na mídia em decorrência de casos como Columbine e Realengo.

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    Uma homenagem aos profissionais no Dia do Contador, comemorado em 22 de setembro, com uma reflexão sobre seu papel no contexto da economia atual.

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    Participar de uma associação ou entidade é uma decisão pessoal e voluntária, mas que também exige comprometimento e responsabilidade.

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    O crédito fácil pode levar a um ciclo de endividamento a juros elevados para quem não planeja suas finanças pessoais.

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    Entre escândalos e desmandos, procura-se a virtude na gestão pública dos dias de hoje

    Por: Tom Coelhol Notícias & Sociedade> Polítical 24/04/2012

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