Lazer, Um Tempo Especial
O cara é um profissional renomado do meio financeiro e jurídico. Mas nos finais de semana, não é que o cidadão se enfia numa roupa de couro cheia de botons e se põe a viajar com a tribo numa Harley-Davidson que parece ser ano 2009, de tanto que o sujeito cuida dela. Coisa mais estranha, quem reconheceria o doutor metido naqueles trajes, andando de moto com uma leva de homens e mulheres de preto? Loucura, claro. Mas você e seus amigos andarem 300 km cada um, só para se encontrar e pescar traíra no rio vacacaí não é. Normalíssimo, pescar relaxa e faz voltar desestressado. Isto sem falar naquela viagem para o pantanal matogrossense que você ficou planejando o ano inteiro e acabou furando na última hora. Mas no fim, o que era aquilo? Um grupo de sujeitos num ônibus com caixas e mais caixas de cerveja, uma mesa de carteado, falando dos assuntos de sempre: Grêmio X Inter, futebol em geral e mulheres. Ah, como é boa a liberdade! Que alívio elas não estarem no seu pé. Não fosse por este último detalhe você reconheceria aquela viagem que deixou de participar por uns transtornos de última hora, como o legítimo programa de índio.
Loucura só é loucura quando são os outros que fazem e você fica com uma pontinha de inveja recôndita por não ter tido coragem de fazer o mesmo. Mas pode ser também sinônimo de lazer.
O sagrado dia do descanso, o domingo, não existe só para ficar atirado(a) na frente da televisão. Cronômetro é de segunda a sexta. A única exceção é para a partida de futebol do seu time do coração. Trabalho prazeroso é aquele que a gente faria até de graça, mas depende dele para a sobrevivência. Pena que a maioria de nós não trabalhe no que quer, mas no que pode e no que aparece. Volta e meia aparece matéria em revistas e jornais, buscando receita por trás do trabalho de homens e mulheres bem sucedidos. Na maioria deles há um esporte, um hobby, uma habilidade, um dom sequer imaginado pelo grande público existir debaixo daquela personalidade.
Não precisamos ser uma figura pública para termos o nosso lazer peculiar, que nos rejuvenesce e prepara-nos para a batalha diária. Somos o nosso parâmetro, nosso divisor de águas, nosso foco. E o bem da loucura particular é que ela não se liga por metas outras que não o prazer e o compromisso conosco, somente.
(Artigonal SC #1393749)
O TEXTO FALA DA IMPORTÂNCIA DE ACOMPANHAR O PERÍODO DE CRESCIMENTO DOS FILHOS E TRANSMITIR-LHES SEGURANÇA, BONS EXEMPLOS E DEIXÁ-LOS LIVRES PARA TRILHAREM SEUS PRÓPRIOS CAMINHOS.
Neste artigo você terá acesso a ideias inovadoras sobre como agir dentro das instituições grupais, visando a melhor qualidade de vida entre seus integrantes. Boa leitura!
O texto retrata sentimentos de um amor que não pode mais ser vivido, mas que almeja continuidade, mesmo em outra vida.
Trecho do livro "Tire Deus do Armário" de Eliy Wellington Barbosa da Silva
Estamos rodeados e pessoas que recebem informações diversas e nem sempre das mesmas fontes que as nossas, ou seja, formam outros pontos de vista baseados nas informações que receberam e também daquilo que receberam em sua própria formação intelectual. Um líder, um homem que quer ser bem sucedido na grande obra de Deus jamais poderá deixar de ouvir e jamais deverá estar despreparado para enfrentar oposições, e opiniões divergentes que no fim apenas nos fará refletir para que abandonemos nossas co
Nós somos pequenos demais, em comparação com tudo o que existe no universo. Mas mesmo pequenos, somos protegidos por Deus.
Podemos ser sinceros com o outro, até onde essa transparência nos impulsiona de forma positiva? Quando estamos preparados para viver mos numa realidade diante de tantos modelos, cobranças sociais? É possível nos depir, expor e sermos quem somos para nós mesmos e para o outro? Muitas vezes é melhor segurá-las de maneira consciente, pois quando a tiramos podemos assustar o outro, imaturo, inseguro e cheios de máscaras...
Ele tem esse poder de fazer o corpo tremer, sua voz acalma. Enquanto falávamos olho pela janela e vejo aquela constante chuva fina e céu cinzento que incentivam – ao menos no pensamento – a busca de um lugar de clima mais ameno, ensolarado e menos frio.
No dia seguinte, ainda ecoava em nossos ouvidos o refrão hipnótico: “Ô maluquete, de quem você é tiete?” cutucava a baiana. E a galera respondia: “Eu sou tiete, sou tiete da Ivete”. E não é que nós também?
Só nós conhecemos nossa funcionalidade. Se não admitimos a existência de outras formas de enxergar que não a nossa, sempre bateremos de frente com quem interpretar a vida, ter atitudes diferentes daquelas que entendemos corretas.
Um frio de 10 graus positivos nos recebeu em Bogotá. Para Marluce e eu, oriundas do calor amazônico, o ventinho acolhedor era de gelar os ossos. Ceci, nossa anfitriã, era dona do El Goce Pagano, uma casa noturna de música caribenha. Um mojito preparado por ela pôs fim à tremedeira e nos deu as boas vindas.
Não há necessidade de sentir dor física. Sabemos que ela é o sinal de alerta do organismo, que precisamos dar-lhe a atenção necessária para que a doença não se alastre. Se não sentíssemos dor, nosso corpo se deterioraria sem que percebêssemos e não haveria como evitar a morte.
É assim o meio termo entre a infância e a adolescência. Pessoal e intransferível, com momentos próprios de amadurecimento. Mas ao contrário das frutas, não está disponível para consumo, mas para a vida, para ser sujeito na construção de uma sociedade saudável, cidadã.
Tudo o que não é aparente é complexo provar. Ficamos com o sentimento de sermos os únicos a enxergar um demônio por trás daquela capa de sedução. Tem que ter muita precisão para perceber que aquele(a) que gosta de “tirar casca de ferida”. Não há antídoto, já que a ausência de escrúpulos demonstra tratar-se de pessoas determinadas, que sabem muito bem o que querem.
Loucura só é loucura quando são os outros que fazem e você fica com uma pontinha de inveja recôndita por não ter tido coragem de fazer o mesmo. Mas pode ser também sinônimo de lazer.
É muito bom quando há uma reversão de expectativas em relação a pessoas com quem inicialmente havíamos nos antipatizado. Neste caso a inversão de posicionamentos é positiva e refere-se à síndrome da primeira impressão. Deixamo-nos levar precipitadamente pelo reflexo que o primeiro contato nos causou e por ele passamos a moldar todo o nosso comportamento em relação a alguém.

