A história

13/03/2013 • Por • 54 Acessos

A HISTÓRIA

 A história é um acontecimento passado, contado e registrado normalmente pelo vencedor, pelo mais forte, pela elite dominante. Ela tem como objetivo servir de exemplo e de alerta para as gerações vindouras avaliar o que aconteceu no passado e programar com mais segurança o futuro. Ela é contada pelos registros históricos utilizados pelo homem, através do desenho, da transmissão oral e da escrita, como, também, pela natureza através dos registros fósseis. O que podemos constatar é que a humanidade está sempre evoluindo através de novas conquistas e novas descobertas que tem como objetivo facilitar a vida de todos os seres humanos.

É preciso ter em mente que a história pode, também, se originar de fatos e dados falsos que transmite para as gerações futuras, dados que não corresponde a verdade ou que transmite apenas meias verdades. Isto acontece, por exemplo, quando alguém cria uma história fantasiosa não verdadeira, imaginária que vem sendo passada de gerações para gerações ao longo de muitos séculos e milênios e passa a ser aceita como uma verdade real. Isto porque uma imagem real, como um livro, um desenho ou um filme é gravada na mente com muito mais facilidade do que uma história apenas transmitida oralmente.

Esse é um problema que levanta dúvidas sobre a autenticidade da história da religião cristã, de Jesus e da Bíblia e, também, de todo o passado do cristianismo ao longo dos últimos dois mil anos. A história oficial, dada para consumo das massas de adeptos, não corresponde à realidade e não bate com os dados históricos resultantes da pesquisa arqueológica e não se harmoniza com os dados profanos não comprometidos com a religião. Deduzimos que o cristianismo foi erigido sobre dados falsos e tem muito pouca história que corresponde à verdade. Ele só progrediu e dominou a humanidade e chegou até nossos dias, pela aplicação do mais perfeito sistema de dominação já criado pelo homem. Segundo especialistas no assunto, o cristianismo foi o criador do sistema de venda denominado Marketing. A igreja não vende e não cobra nada, tudo é de graça, mas as doações são obrigatórias, pois "quem não dá, também, não recebe", principalmente, o direito de viver eternamente no paraíso. Outra criação espetacular do cristianismo foi as indulgencias para livrar o pecador de algum pecado mais "cabeludo". Tudo isto é uma prova do desvio de finalidade da religião que tem como objetivo confesso, preparar as almas dos mortos para gozar das delicias do paraíso celestial.

O desvio dos objetivos do cristianismo resultou no acúmulo de bens materiais que fizeram do Vaticano uma das "empresas" mais ricas do mundo, contrariando as recomendações de Jesus que mandou pregar as boas novas, mas "não levar nem dinheiro no cinto e nem roupa extra e ir calçado de sandália", conforme consta na própria Bíblia que eles tanto defendem. Hoje os escândalos provocados pelo Banco do Vaticano – que foi criado com o dinheiro "doado" pelo nazismo – provocou até a renúncia do Papa que, envergonhado, não teve como dar uma explicação convincente para a humanidade. Também, seguindo o mesmo caminho dos católicos, os protestantes, sedentos por acumular bens materiais, estão chegando com uma ampla estrutura de arrecadar dinheiro que deixa boquiaberto o mais competente dos empresários. O resultado é que já tem pastores entrando na lista dos homens mais ricos do país. E é fácil prever que dentro em breve as religiões reunidas vão arrecadar mais dinheiro dos fiéis do que o Tesouro Nacional dos contribuintes. E o problema  crucial é que eles não tem onde gastar tanto dinheiro, a não ser em viagens internacionais, na compra de carros de luxo, de helicópteros e aviões a jato.

Vamos falar agora das mentiras e incongruências do livro conhecido como a Bíblia Sagrada e tido pelos cristãos como tendo sido inspirado por Deus, onde no Gênesis tomamos conhecimentos de todo o processo de criação do mundo e de tudo que nele existe.  No princípio criou Deus os céus e a terra. A dúvida que temos é qual a data aproximada destes principio. Segundo o bispo Ussher, a criação ocorreu no ano  4.004 A.C.  no dia 21 de setembro. (A Historia Universal, em 42 volumes, publicada em 1779), portanto, a aproximadamente 6 mil de poucos anos. Isto pode ser  uma verdade religiosa, mas como conciliar com a ciência que nos apresenta fósseis de dinossauros com mais de 65 milhões de anos?  Também, nesta época já existia as Pirâmides do Egito. Outra dificuldade é que a ciência prova que o mundo que conhecemos tem mais de 3 bilhões e 500 milhões de anos, que a Terra não é o Centro do Universo e que a mesma é um minúsculo Planeta que faz parte do Sistema Solar.

              Vamos passar agora para a parte que nos interessa mais de perto, que fala sobre a criação do homem, conforme o "26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Toda a estrutura da religião cristã ruiu como um castelo de cartas diante do trabalho do naturalista inglês Charles Darwim quando o mesmo publicou o seu livro: Origem das Espécies por meio da Seleção Natural. Muitas pessoas inteligentes das comunidades ocidentais foram tomadas de pasmo e aflição quando a causa invencível dos biólogos e geólogos contra a cosmogonia ortodoxa cristã se apresentou em sua integridade. As consciências de muitos resistiram ao novo conhecimento, instintiva e irracionalmente. Todo o seu edifício moral havia sido construído sobre história falsa; estavam muito velhos para reedificá-la; sentiam a verdade prática de suas convicções morais e esta nova verdade lhes parecia incompatível com elas. Acreditaram, então, que assentir a tal verdade, seria preparar uma verdadeira ruína moral para o mundo. Negaram-lhe assim o seu assentimento, e com isto provocaram a temida ruína moral.

Raciocinando superficialmente sobre os dados comprovados pela ciência e os sustentados pelo cristianismo, podemos concluir que a criação do mundo e de tudo que nele existe não passa de uma história fantasiosa sem nenhum fundo de verdade. Assemelha mais a uma história infantil criada para fazer crianças dormirem. Daí, concluímos também, que a história do pecado original é uma grande mentira. Se nunca houve Adão e Eva, nem paraíso, nem árvore do bem do mal, nem serpente, também, não pode ter havido pecado original. Mas os padres e pastores continuam falando no pecado original que é uma forma de dominar pelo medo as suas ovelhas.

               Vamos falar agora sobre as mentiras que envolvem a vida de Jesus. Começando pelo seu nascimento de uma virgem. Nunca houve e nem pode haver fecundação que não seja pelo processo natural que rege a multiplicação de todas as espécies que é o que existe de mais perfeito na natureza. Os criadores do cristianismo aplicaram a Jesus tudo que a mitologia grega falava sobre o nascimento dos deuses. É provável que Jesus nunca tenha ouvido  falar sobre esta história, pois tudo que consta nas escrituras sobre Jesus foi escrito aproximadamente 100 anos após sua morte. Mas a história arqueológica nos prova que o pai de Jesus foi um Soldado Romano que mandava na Palestina, ocupada pelo Império Romano. Coitada da Maria! Era uma mulher ingênua, analfabeta como todas da sua época, foi estuprada pelo soldado romano chamado Pantera e deste relacionamento nasceu Jesus; foi obrigada a se casar com um velho chamado José que morreu pouco tempo depois e, após a morte do marido, pela Lei do Livirato foi obrigada a se casar com seu cunhado chamado Cleofas com o  qual teve 6 filhos.

Sobre os milagres que dizem que Jesus realizou, podemos afirmar com absoluta certeza, que nenhum deles aconteceu. Não aconteceram porque Jesus não se prestava a praticar ilusionismo, atos de exibicionismo para enganar as pessoas, pois ele estava interessado em fazer que o povo humilde conhecesse a verdade. Também, se ele tivesse praticado um único dos milagres que são atribuídos, com absoluta certeza, ele não seria crucificado, pois qual o governante ou dirigente religioso que mandaria matar uma pessoa que cura paralítico, faz cego ver e ressuscita os mortos, numa época em que não havia remédio, médicos e nem hospitais?

Onde esteve Jesus no seu período de vida que vai dos 10 aos 29 anos de idade?  Não há nenhum registro histórico que fale alguma coisa sobre este período mais importante de sua vida. Não há porque o cristianismo não deseja que o povo saiba onde ele esteve nesse período. Há registro histórico incontestável que neste período de sua vida ele esteve estudando em um Mosteiro Budista que fica no Himalaia. A própria Bíblia fala sobre os três reis magos que vieram em busca do menino, mas nada fala sobre a tradição do budismo que afirma que um grande mestre quando morre pode nascer em outro e neste caso ele é localizado e para o seu reconhecimento os monges levam alguns objetos que o mesmo usa na vida passada para o mesmo possa escolhê-lo entre outros e assim, confirmar ser ele a reencarnação do mestre.

Sobre a crucificação, morte e ressurreição de Jesus também é uma passagem que está repleta de mentiras. Jesus realmente foi crucificado mas, não morreu na cruz, tendo em vista que ele era um grande mestre e praticante da yoga e pode suportar o sofrimento. Aí entra a história sobre Nicodemos que o levou para ser enterrado. Na realidade ele o levou para a tumba onde curou seus ferimentos e no terceiro dia o retirou para um esconderijo secreto. Quando ele se apresentou aos Apóstolos após sua crucificação, não era nenhum fantasma, mas ele mesmo recuperado. Há registro que afirma que ele esteve na Síria logo após este período. E, também, a estória que afirma que Jesus falou com Paulo de Tarso durante uma tempestade de areia é uma mentira. Paulo foi a Damasco e falou com Jesus pessoalmente e não através de uma nuvem durante uma tempestade de areia.

Após sua crucificação Jesus foi para a Síria e de lá foi para outros países, como a Índia, a Pérsia e fixou residência na Caxemira onde morreu com mais de 80 anos. Em todos os países que ele esteve, ele encontrou em confronto com os sacerdotes que tentaram por todos os meios matá-lo. Na Pérsia os sacerdotes o expulsaram durante a noite, na esperança que ele fosse devorado pelas feras no deserto. Na Índia há registro de seu confronto com os Brâmanes. Na Caxemira tem um túmulo que dizem ser de Maria a mãe de Jesus e um Mausoléu onde afirmam que Jesus foi enterrado. No mundo árabe Jesus era conhecido como o Mestre Isa, um profeta, que inclusive, tem seu nome registrado no Al Corão. Jesus foi o mais ferrenho adversário da hierarquia sacerdotal e nunca falou sobre a construção de igrejas. Nunca mandou pregar os Evangelhos, pois os mesmos não existiam na sua época. Ele mandou pregar as boas novas que se referia a uma doutrina de amor, contrária a doutrina de Moisés, vigente naquela época, onde prevalecia o "olho por olho e dente por dente" instituído por Moisés. 

Perfil do Autor

Lazaro Jose de Oliveira

Nasci catolico, batizado, crismado e vivi sob a ameça do castigo divino por mais de 50 anos. Estudei, pesquisei a fonte de todas as...