A História Do Rei Nabucodonosor

18/06/2008 • Por • 697,058 Acessos

O reconhecimento da soberania de Deus.

O capítulo 4 do livro de Daniel narra o testemunho dado pelo próprio rei Nabucodonosor sobre a ação de Deus em sua vida. (Daniel 4:1 a 3).

Contar as bênçãos recebidas tem o objetivo de fazer conhecidos os sinais e maravilhas operados por Deus em nós.

Nosso relato daquilo que Deus nos concede tem a capacidade de avivar o coração das pessoas ao redor que também estão ávidas por mudanças positivas e propagar o pode do reino dos céus.

Quando publicamos a transformação divina realizada em nós, todos compreendem que há uma saída para os problemas que estão enfrentando e têm a oportunidade de colocar as suas esperanças em Jesus, o único caminho para Deus.

A situação vivenciada pelo rei trouxe o sincero reconhecimento do caráter de Deus: operador de grandes sinais e poderosas maravilhas, bem como a eternidade do Reino dos Céus. (Daniel 4:2 e 3)

O rei estava sossegado, muito bem instalado em sua residência, até que um sonho o espantou e perturbou. (Daniel 4:4 e 5)

Conosco ocorre algo similar, nossa vida está indo bem, estamos tranqüilos e, por vezes acomodados numa rotina confortável. Até que um dia surge uma diversidade, algo que nos assusta e tira a paz.

Ao contrário do que muitos subentendem nem todo deserto é ruim, o próprio Senhor Jesus, após o batismo nas águas e no Espírito foi conduzido ao deserto pelo próprio Espírito para ser tentado pelo inimigo. (Mateus 4:1)

Deus prova os nossos corações para ver se obedeceremos aos seus mandamentos. Isto tem o objetivo de certificar (e nos conscientizar) de que Ele pode contar conosco para a Sua obra. (Deuteronômio 8:2)

Para com aquele que ainda não tem entendimento, a Palavra de Deus o limpa, mostrando-lhe o que deve ser mudado. Para com o que é sábio e tem entendimento da Palavra, Deus “poda os seus galhos”, pois corrige os que Ele ama, faz com que saia do comodismo, com a finalidade de que este produza ainda mais e que se multiplique a sua alegria! (João 15:2)

As adversidades vêm para serem agentes fortalecedores que nos aproximam mais ainda do Pai. Elas surgem para todos, reis ou plebeus, mas com a mesma finalidade: serem vencidas por de nós, através do poder que há em O Nome de Jesus.

Nabucodonosor buscou respostas para as suas inquietações em magos, astrólogos, caldeus e adivinhadores, mas sem obter qualquer resultado. A inquietação continuava. (Daniel 4:6 e 7)

Esta é a tendência humana: sair do comodismo quando está em aflição ou sentindo-se vazio e impotente.

Atrás de quantas pessoas nós não corremos antes por causa das nossas dores e aflições sem obter qualquer melhora? Por quantos caminhos sem respostas nós não fomos antes de chegar a Jesus?

Só por fim o rei encontrou Daniel, reconheceu nele o Espírito de Deus (Daniel 4:8) e lhe contou o sonho perturbador que tivera (Daniel 4:9 a 15) e através do jovem, recebeu a revelação e as devidas orientações de Deus.

Quando entramos em contato com a Palavra ou falamos com homens e mulheres de Deus também recebemos as orientações corretas da parte do Senhor, pois eles estão baseados nas Sagradas Escrituras: Deus não falhou e jamais falhará.

O problema do rei era a soberba, achava-se maior até do que o próprio criador e foi alertado sobre este fato. Também lhe foi revelado que somente voltaria a ser rei após reconhecer que é Deus quem reina e não ele... (Daniel 4:24 a 26)

O soberano da Babilônia foi divinamente avisado, mas não quis obedecer e a maldição lhe sobreveio, pois o seu entendimento sobre Deus se turvou. Em vez de mudar ele insistiu em levar a diante sua vida ignorando a Deus. A arrogância continuava no coração do monarca: achava que tudo era pela sua própria força e poder com a finalidade de engrandecer o seu próprio nome. (Daniel 4:28 a 30)

As ovelhas ouvem a voz do Bom Pastor (João 10:4): o Senhor avisa, adverte, mostra o que há de errado com a finalidade de transformação.


Os conselhos de Deus são sempre para que coloquemos fim aos nossos pecados, pratiquemos a Sua justiça, eliminando as nossas iniqüidades e usemos de misericórdia. (Daniel 4:27)

O arrependimento e mudança para sentimentos, pensamentos e atitudes de acordo com a Palavra fazem com que nos livremos de todo o passo ruim e prolonguemos a nossa paz.

Em geral só corremos para resolver algo que vai mal há tempos quando já perdemos ou estamos na iminência de ter um grande prejuízo!

Os problemas não surgem de repente como muitos imaginam, eles vão se arrastando até que as coisas ao nosso redor se complicam porque não tivemos a atitude prescrita pelo Senhor através da Palavra.

Levou tempo para que o soberano da Babilônia reconhecesse a soberania de Deus e para que isto fosse possível ele passou por uma situação bastante vexatória. (Daniel 4:31 a 33)

Se estivermos sendo envergonhados é necessário parar e avaliar: “Eu estou reconhecendo a soberania de Deus nessa área?” Em geral a resposta é “Não”. Continuamos a fazer conforme nossos planos e forças, ignorando solenemente a orientação de Deus.

Deus não se agrada de modo algum com o nosso sofrimento, mas Ele o permite para que fiquemos conscientes das nossas falhas e sejamos ensinados a abrir mão delas. Deus é justo: humilha o soberbo e exalta o humilde. (Ezequiel 21:26)

A altivez de Nabucodonosor foi a porta aberta para a entrada do mal que o atingiu, já no caso de Jó foi o medo que o assolava. (Jó 3:25 e 26)

Pela misericórdia de Deus, ao fim daqueles dias turbulentos, recebemos o entendimento, o Espírito Santo nos convence do pecado (João 16:8 e 9) nos curvamos humildemente perante o Seu poder, nos entregamos, levantando os olhos para o céu, bendizendo, louvando e glorificando a soberania do Senhor sobre nós para sempre. (Daniel 4:34 e 35)

Pela graça de Deus compreendemos que dEle é o domínio eterno sobre tudo o que há: a prática desta revelação é transformadora!

Quando o rei recuperou o entendimento da grandeza de Deus, junto com ele retornou o reino, majestade e resplendor que haviam sido perdidos. Também recebeu de volta o respeito dos seus subalternos e ainda teve a glória aumentada porque reconheceu em Deus a sua fonte e não mais em si mesmo. (Daniel 4:36)

O soberano da Babilônia foi aprimorado de “bicho soberbo” a rei de Deus através do “deserto espiritual” que passou para que reconhecesse a Deus em todos os seus caminhos! Descobriu com a experiência que tudo o que Deus faz é justo e certo. (Daniel 4:37)

Recuperamos a auto estima quando reconhecemos a Deus como soberano em nossas vidas e mais do que apenas recebermos de volta o que era nosso, obtemos ainda a multiplicação divina e a realização.

Em Nome de Jesus.

Mônica Gazzarrini.

Renascida em Cristo desde 2004, estudiosa do Evangelho, escritora, administradora de empresas, contabilista, especialista em marketing.

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"Jesus Cristo é o Senhor"

Perfil do Autor

MONICA GAZZARRINI

renascida em Cristo desde 2004, estudiosa do Evangelho, escritora, administradora de empresas, contabilista, especialista em marketing.