Apocalipse – O Livro Da Vitória

Publicado em: 10/04/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 2,916 |

Delcinalva de Souza Lima


        O livro do Apocalipse é chamado pelo seu autor de  “Apocalipse de Jesus Cristo” (Ap 1.1). A palavra apocalipse vem da palavra grega apokalypsis  e significa revelação, tirar o véu que oculta algo para que se possa ver, desvendamento, manifestação daquilo que está oculto ou encoberto. O autor do livro ao chamá-lo de  Ἀποκάλυψις Ἰησοῦ Χριστοῦ  (Apocalipse de Jesus Cristo) está afirmando que o conteúdo do livro é um desvendamento, uma manifestação feita por Jesus daquilo que estava oculto, encoberto.

       O Apocalipse é uma mensagem transmitida por Jesus para ser entendida pelos cristãos do tempo em que o livro foi escrito, tendo como finalidade auxiliá-los e consolá-los no meio das dificuldades e para isso o livro apresenta  “Cristo como eternamente vitorioso sobre todas as condições temporais, e, assim, [encoraja] os cristãos do tempo de João, e de todos os tempos, até o retorno de nosso Senhor” (Summers,  p. 138).

       O livro afirma que a revelação de Jesus foi feita a João e que ele a escreveu por ordem expressa do próprio Jesus, que lhe disse: “O que vês, escreve-o num livro” ( Ap 1. 11). Esse João, apresenta-se como sendo um sendo  um servo de Jesus Cristo (1.1), irmão e companheiro dos cristãos que viviam na Ásia Menor e que compartilhava com eles a aflição. Tanto era assim que João estava na ilha de Patmos por causa da palavra de Deus que anunciava e do testemunho que dava de Jesus. João escreve assim: “Eu, João, que também sou vosso irmão e companheiro na aflição, e no Reino, e na paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus Cristo” (Ap 1.9).  

       O  João que escreveu o Apocalipse é o apóstolo amado, o irmão de Tiago e filho de Zebedeu (Mc. 3.17; Mt 4. 21-22). Sabe-se isso pelo fato de o escritor chamar-se a si mesmo, dentro da obra, de João (1.1, 9 e 22.8) sem acrescentar nenhuma outra explicação, mostrando assim que era conhecido das igrejas da Ásia Menor,  às quais escrevia.  Além disso, Justino, o mártir, que escreveu entre 140 e 166 d.C. afirmou que João, o apóstolo  de Cristo, escreveu o Apocalipse.

       O apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse quando uma grande perseguição aos cristãos estava começando e ele já estava exilado na ilha de Patmos (Ap 1.9) . Quando João escreveu, pelo menos um cristão já havia sido morto em Pérgamo: “...e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós...”  (Ap. 2.13) e  a igreja de Esmirna foi advertida a respeito do sofrimento que estava para vir, que incluiria prisão e tribulação (Ap.2.10).

       Patmos, onde o apóstolo João estava preso,  é uma ilha árida e rochosa  de 34,6 km2, no mar Egeu e hoje pertence à Grécia. No tempo do império romano, a ilha era usada como lugar de banimento  de criminosos e o apóstolo João esteve exilado  na ilha durante o governo do imperador Domiciano que governou de 81 a 96 d.C.  Esse imperador era um devoto dos deuses pagãos (ídolos),  construiu templos para esses deuses com seu nome e obrigou os judeus a pagarem um imposto especial porque não adoravam os deuses romanos nem o imperador. Domiciano  também perseguiu os cristãos porque eles se recusaram a aceitar o imperador como divino. Sendo os cristãos monoteístas (adoradores de um único Deus), dando sua devoção apenas ao Deus Pai do Senhor Jesus Cristo, e aceitando apenas Jesus como Senhor,  não prestavam culto à deusa Roma, nem ao imperador que exigia ser chamado de senhor e deus.

       Para entender o motivo da perseguição aos cristãos é preciso conhecer um pouco as atitudes dos imperadores romanos a respeito de si próprios. Júlio César declarou-se divino e fez com que uma estátua sua fosse colocada nos templos, juntamente com os outros deuses. Augusto César (31 a. C.  a 14 d.C) aceitou o título de Sebastos, que significa digno de reverência e adoração, e aceitou também que nas províncias fossem construídos templos em sua honra. Calígula (37 a 41 d.C) exigiu ser adorado como divino e que a sua estátua fosse colocada no templo de Jerusalém, o que provocou grande furor por parte dos judeus e os conselheiros levaram o imperador a desistir desta idéia, ficando os judeus  isentos da obrigação de adorá-lo.

       Enquanto os cristãos foram considerados judeus pelo governo romano, estiveram em segurança, pois também estavam isentos da obrigação de adorar o imperador, mas quando os cristãos deixaram de se reunir nas sinagogas (lugar onde os judeus se reuniam para ler o Velho Testamento, orar e cultuar a Deus), o cristianismo se tornou ilegal porque mostrou ser uma religião diferente do judaísmo e a lei romana proibia religiões novas.

       Seguindo o costume dos imperadores romanos, Domiciano determinou que ele próprio deveria ser cultuado e esse culto era exigido com mais rigor nas províncias do que em Roma, pois aumentava a submissão dos povos dominados ao império. Cada província era governada por um procônsul, que era responsável por administrar a justiça, garantir a ordem, cobrar os impostos, controlar os assuntos religiosos, e supervisionar os sacerdotes responsáveis pelos templos e esses sacerdotes tinham poder para exigir o culto ao imperador.

       Domiciano, por decreto dele mesmo,  tornou-se “deus e senhor” e Suetônio, historiador romano, afirma que ele começava as suas cartas assim: “ Nosso Senhor e Deus ordena que seja feito desta ou daquela forma” (Summers, p. 123). Esse imperador mandou fazer estátuas suas de prata e ouro, colocá-las nos templos e punir com desterro, tortura, prisão ou morte aqueles que se recusassem a adorá-lo.

       A província da Ásia Menor (hoje  Turquia) já de há muito havia se notabilizado pelo culto à deusa Roma e ao imperador. Em 195 a. C. Esmirna se orgulhava do templo dedicado à deusa Roma.  Em 29 a. C. , nas cidades de Éfeso e Nicéia, foram construídos templos dedicados a Roma e ao imperador Júlio César.

       Adorar o imperador era prova de patriotismo e lealdade, contudo os cristãos não podiam oferecer sacrifícios diante da estátua do imperador nem declarar que o imperador era senhor, uma vez que isso feria a  lealdade básica dos cristãos a Deus e a Jesus Cristo.

         Depois do ano 70 d.C., tendo Jerusalém sido destruída pelos romanos, a Ásia Menor tornou-se o centro do cristianismo e vivia ali a maioria dos cristãos, por isso era natural que nessa região se manifestasse maior resistência à adoração ao imperador, surgindo um grave conflito entre o estado romano e as igrejas cristãs, que  levaria os cristão a perderem bens, casa e a própria vida.

         O livro do Apocalipse foi dirigido às sete igrejas da Ásia Menor, onde os cristãos estavam sendo perseguidos. Essas evidências mostram que o livro foi escrito durante o reinado de Domiciano, mais ou menos em 95 d.C.

         O tema do Apocalipse é o encorajamento, a esperança e a promessa de vitória para aqueles que fossem leais a Cristo até a morte. João queria encorajar os cristãos à perseverança e fidelidade mediante a certeza de que o mal será derrotado e a justiça de Deus triunfará. Essa mensagem acompanha a igreja de Cristo em todas as épocas, por isso  o  livro  do Apocalipse  tem uma  mensagem para os cristãos neste início de  um  novo  século: A vitória está assegurada, Jesus é o vencedor e os que forem leais a ele também serão vencedores. Entre esses vencedores há lugar para todos aqueles que ainda vierem a crer em Jesus como Senhor e Salvador.

         O livro do Apocalipse  tinha  um  significado  para  os  leitores  aos  quais  foi destinado originalmente e o seu valor para nós depende de entendermos  o  significado para a época em que foi escrito. Assim, o livro do Apocalipse não pode ser desvinculado da época histórica em que foi escrito para que seja devidamente entendido.

         O livro está organizado em atos e cenas que avançam para um fim apoteótico, e precisa-se observá-lo como um drama, no qual João expressa sua mensagem da vitória do Senhor Jesus e da sua igreja.

         A revelação começa em Deus, que é o fundamento e a fonte de toda a verdade - “revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu...” . Deus é a origem da  revelação (ela provém de Deus), sendo um dom, uma oferta de Deus, pois é algo que o homem não conseguiria conhecer pelos seus próprios esforços.

         A revelação que tem sua fonte em Deus vem por meio de Jesus Cristo, que é o agente através do qual esta revelação é comunicada aos seus servos, aos cristãos.

         A verdade que Deus comunica aos seus servos é enviada por Jesus através do seu anjo (mensageiro celestial), que é o intermediário das visões deste livro. No Velho Testamento também os anjos eram os instrumentos pelos quais Deus, muitas vezes, se revelava aos seus profetas (Dn. 8.16; 9.21; Zc. 1.9, 13; 2.3; 4.1). Embora Jesus se sirva da instrumentalidade do seu anjo, em muitas visões dadas a João, o próprio Jesus apareceu a João (1.13) e lhe ordenou que escrevesse as coisas que veria (1.19) e lhe ditou as cartas para as sete igrejas (capítulos 2 e 3) e lhe mostrou a visão do céu (4.1). O anjo confia, então, a revelação a João para que este a comunique aos demais servos de Jesus. Tem-se, então, uma revelação cuja fonte é Deus, o mediador é Jesus, que é dada através de um anjo ao apóstolo João, que a transmite por escrito aos demais cristãos.

         Deus quer mostrar aos seus servos as coisas que devem acontecer, isto é, coisas que  moralmente são necessárias  “para que um fim justo seja cumprido; por isso é que estas coisas acontecerão em breve. (...) Neste trecho do Apocalipse vemos que havia uma necessidade moral de aquelas coisas serem cumpridas brevemente para que o povo de Deus, então oprimido, visse o seu braço revelado e o seu conforto estendido a eles numa época de aparente desastre” (Summers, p. 57).

         Outra palavra que nos chama a atenção no versículo 1 é brevemente (logo).  João estava escrevendo para um povo que estava sofrendo, que estava com a vida ameaçada e que precisava de uma  mensagem de conforto e de fortalecimento imediato, assim o que acontecerá logo é a providencia de Deus para que a causa de Cristo triunfasse antes que houvesse vitória do império romano.  Havia uma necessidade moral de que  certas coisas realmente acontecessem logo, pois os cristãos perseguidos  precisavam da certeza de que Cristo estava vivo, no meio deles e que providenciaria o triunfo  deles sobre seus inimigos imediatos: Roma e o imperador Domiciano.

         Desta forma entende-se que uma parte do livro de Apocalipse já está cumprida, mas que outra parte ainda está para acontecer, no que diz respeito ao juízo final.

         A revelação foi notificada pelo anjo a João.  A palavra grega traduzida por notificou  quer dizer mostrada por sinais (símbolos). A mensagem do Apocalipse foi dada  através  de  símbolos, que  são sinais visíveis de algo invisível, de uma idéia ou de uma qualidade. Assim,  a linguagem deste livro deve ser entendida como figurada e poucos são os textos em que  poderemos tomar a linguagem como literal. Para entender o Apocalipse é preciso interpretar os seus símbolos.

         A leitura das Escrituras era uma parte essencial de todo culto público realizado pelos judeus na sinagoga (Lc 4.16; At 13.15). As igrejas cristãs adotaram este costume também em seus cultos e a leitura das Escrituras passaram a ser parte importante do culto cristão.  O meio de tornar conhecida das igrejas a revelação deste livro era através da leitura pública nos cultos. É declarado que aquele que tem o privilégio de ler essa mensagem de Deus diante da congregação (Apoc. 1.3) é muito feliz (bem-aventurado) e que também o são aqueles que escutam a leitura deste livro e  também são muito felizes aqueles que  guardam  (obedecem)  as  palavras escritas no  livro,  pois são verdadeiras,  servem de  advertência, consolo  e estímulo para vencer as provas e manter-se fiel ao Senhor Jesus Cristo.

      Outra expressão que chama a atenção em Ap 1.3 é “ouvem as palavras desta profecia...” O livro do Apocalipse é profecia no sentido de ser mensagem vinda da parte de  Deus para  o  seu  povo, por comunicar a  revelação divina aos cristãos. É profecia porque  revela a realidade do conflito existente entre o reino deste mundo (a sociedade de costas voltadas para Deus, rebelada contra ele, dirigindo-se sem levar em conta a vontade divina e por isso estando sob o domínio de Satanás) e o reino do Senhor Jesus Cristo, sendo um conflito que atravessa a história, mas que  terá um fim; nesse dia  o Senhor Jesus se apresentará vitorioso e os seus servos  serão vitoriosos com ele.

Agora leia o livro do Apocalipse de uma só vez. Desta maneira você terá uma visão panorâmica da obra e poderá aproveitar  melhor  as lições  que se seguirão. Não leia versículos isolados. Para ajudá-lo nesta leitura oferecemos a seguir uma estrutura do livro visto como um drama, isto é,  peça representada em um palco. A cortina se abre e você vê as cenas se desenvolvendo. Durante a leitura não preste atenção nos detalhes, mas procure ver a cena como um todo.

 APOCALIPSE - O Drama da Vitória do Senhor Jesus

Prelúdio

O Revelador - 1.1-20

As Sete Cartas - 2.1 a 3.22

 

PRIMEIRO ATO

 

1a. Cena - A Corte  Celestial - 4.1 a 5.14

O trono de Deus - 4.1-14

O rolo lacrado com selos - 5.1-5

O Cordeiro abre os selos - 5.6-14

2a. Cena - Os Seis Selos (6.1-7) - O drama do sofrimento humano

Interlúdio - As Duas Multidões - 7.1-17

3a. Cena - O Sétimo Selo - 8.1-6

4a. Cena - As Seis Trombetas - 8.5 a 9.21 - Advertências ao mundo incrédulo

Interlúdio – O Pequeno Rolo e as Duas Testemunhas - 10.1 a 11.

5a. Cena - A Sétima Trombeta - 11.15-19 - O mundo já não existe

 

SEGUNDO ATO

 

1a. Cena - A Luta de Satanás contra o Cordeiro - 12.1 a 13.5

Interlúdio - Os anjos que proclamam o juízo (14.1-13) e o juízo (14.14-20)

2a. Cena - As Sete Taças - 15.1 a 16-21 - A punição de Deus

3a. Cena - A queda de Babilônia - 17.1 a 19.6

4a. Cena - A Vitória Final do Senhor Jesus Cristo - 19.6 a 20.15

5a. Cena - Tudo Novo - 21.1 a 22.5

Poslúdio

       Advertência Final - 22.6-21

Bibliografia

ASCRAFT, Morris. Apocalipse. In Comentário Bíblico Broadmam.  Rio de Janeiro: Juerp, 1985. Vol. 12.

HENRY, Matthew. Commentary on the whole Bible. New York: Fleming H. Revel  Company, s/d. Vol  6.

SUMMERS, Ray. Digno é o Cordeiro – uma interpretação do Apocalipse. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1957.

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    jesus

    Comentar sobre o artigo

    No Apocalipse está a certeza de que JESUS, o CRISTO de DEUS, permanece VIVO, da Sua autoridade sobre o Planeta Terra e da Sua Volta Triunfal.

    Por: ADRASTIA ABNARAl Notícias & Sociedade> Cotidianol 23/01/2012 lAcessos: 68

    Por que tanta gente teme o Apocalipse? Não é somente o Apocalipse que ela teme. Ela tem medo daquilo que não conhece, inclusive teme conhecer-se, pois não silencia um pouco para entrar dentro de si mesma (o) para encontrar-se.

    Por: ADRASTIA ABNARAl Notícias & Sociedade> Cotidianol 14/09/2012 lAcessos: 52

    Dê uma olhada na História do mundo no ano 1 destes dois milênios passados e perceberás como Deus ama a sua Criação.

    Por: ADRASTIA ABNARAl Religião & Esoterismo> Religiãol 02/09/2010 lAcessos: 52
    Rogério de Sousa

    Quem é esse Abadom? Satanás? Não, pois na Revelação o Diabo é preso pelo Abadom. Esta é uma Revelação de Jesus Cristo. Ele é o Abadom, representado por um anjo, que reina com autoridade sobre os santos e os ímpios, preservando os fiéis e destruindo os maus.

    Por: Rogério de Sousal Religião & Esoterismo> Evangelhol 29/04/2010 lAcessos: 2,493 lComentário: 1

    O escritor Paiva Netto há décadas faz o estudo do Apocalipse, lançando um novo olhar sobre ele, desmistificando o “pavor” que alguns ainda possuem pelo mesmo, enquanto não é realmente compreendido na sua totalidade espiritual e moral. Segundo o escritor, “ o Livro da Revelação não anuncia o fim do mundo, mas anuncia um Novo Céu e uma Nova Era”.

    Por: Simone Barretol Religião & Esoterismo> Religiãol 22/04/2009 lAcessos: 372
    Ivan Guedes

    O escritor insere na sua mensagem sete Bem Aventuranças, com o objetivo de injetar animo e fortalecer a fé de seus primeiros leitores, que naquele momento estão sofrendo dura perseguição e morte por causa de Cristo Jesus.

    Por: Ivan Guedesl Religião & Esoterismo> Religiãol 14/10/2010 lAcessos: 155

    Em geral a simples menção à palavra APOCALIPSE já causa mal estar em muita gente: medo, fim do mundo, fim dos tempos, catástrofes... Nas artes, no cinema principalmente, apocalipse é sempre sinônimo de desgraça, destruição, fim catastrófico, desolação... Existem pessoas que identificam alguns desastres naturais com aquilo que, segundo elas, estaria “previsto” no apocalipse: desastres ambientais, terrorismos, terremotos, epidemias...

    Por: NERI P. CARNEIROl Religião & Esoterismo> Religiãol 05/08/2008 lAcessos: 10,463
    Rogério de Sousa

    Como a humanidade é apresentada no Apocalipse de João? Fala de sua origem? Sua natureza? Suas obras e seu destino? Este será o roteiro de nossa pesquisa. Ao nos virarmos para a Antropologia do Apocalipse, encontramos a primeira referência ao Filho do Homem. Ele está centrado entre os sete castiças, iluminado em plenitude pelo Espírito de Deus. Não há sombras! Nada a esconder ou se ocultar. É o ἀποκάλυψις ἰησοῦ χριστοῦ (revelação de Jesus Cristo).

    Por: Rogério de Sousal Religião & Esoterismo> Evangelhol 05/07/2014 lAcessos: 19

    Este artigo ensina como uma pessoa pode a cada dia sentir o poder de DEUS flluindo de dentro de seu espirito, a biblia chama este poder de rios de agua viva.

    Por: Julio Nerisl Religião & Esoterismo> Evangelhol 22/03/2010 lAcessos: 4,558

    Os textos citam muitas vezes no singular a palavra hora. Em verdade o que está por detras do véu quando esta palavra é citada? Este artigo nos leva a refletir em possibilidades maiores do que simplesmente a leitura ao pé da letra pode conceder. É possível ir mais além. Podemos entrar na câmara que está além da porta exterior do templo e acertar nosso relógio conforme o marcador exige.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 16/10/2014

    O entendimento que a Letra Viva permite é algo inifável. Não pode ser descrito em palavras, entretanto é preciso aprender a retirar o véu dos textos. É preciso se libertar do culto às fábulas, da adoração às fantasias e sonhos. O artigo, apesar de curto, nos permite reflexão sobre a questão.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 15/10/2014

    O texto convida a uma reflexão livre de influências doutrinárias a respeito do tema. Estudos mais aprofundados sobre os textos conduzirão o pesquisador a entender que sexo é uma condição apenas animal, ou em outras palavras apenas da condição da matéria animal que precisa dela para procriar, o que não acontece no plano divino.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 08/10/2014

    Podemos afirmar que, muitas vezes, a verdade é mais interessante que a ficção. O Ciclo Cósmico pela qual a humanidade vem passando, ou pelo desenvolvimento intelectual do hominal, leva a um interesse maior pela vida do Grande Mestre, ou Grande Redentor, Jesus do que em qualquer outro período desde o início de cristianismo. Nunca na história humana, Cristo foi tão estudado, pesquisado por estudantes de psicologia, misticismo, metafísicas e ocultismo com sentido minucioso e analítico. Nesse estudo

    Por: Antonio Paiva Rodriguesl Religião & Esoterismo> Religiãol 07/10/2014

    Um entendimento sobre características mundanas que determinam a personalidade de um deus Nefando, oposto ao Inefável Numinoso que é impossível de ser caracterizado por mentes ausentes da luz inumana.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 25/09/2014

    Receba conselhos para uma vida de sabedoria e vitória, cresça espiritualmente na presença de Deus e seja uma bençao para muitas pessoas!

    Por: Paulo Cicero Marculinol Religião & Esoterismo> Religiãol 19/09/2014
    radimel alonso favacho

    A observação e prática dos mandamentos bíblicos na torah, mais especificamente os seiscentos e treze dados por Deus a Moisés. Pôr de forma fulgente o entendimento que o contexto deixa, infelizmente, não de forma nítida a todos os leitores, a saber, dos mais simplórios aos mais doutos o que não o próprio Deus, mas Jesus Cristo quis transmitir ao jovem rico, encontrado no evangelho de Mateus 19:16 a 20¹

    Por: radimel alonso favachol Religião & Esoterismo> Religiãol 19/09/2014

    A vontade é algo que antecipa os pensamentos humanos. A vontade se origina na alma que é a mente externa e superior. Esta vontade superior nos textos, designada também como a vontade de deus, comprovam esta proposição.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 16/09/2014 lAcessos: 17
    Delcinalva de Souza Lima

    Para lutar contra Satanás e vencer as suas investidas é preciso observar alguns ensinamentos das Sagradas Escrituras.

    Por: Delcinalva de Souza Limal Religião & Esoterismo> Evangelhol 21/04/2009 lAcessos: 7,574
    Delcinalva de Souza Lima

    Satanás é uma criatura, que embora tendo poder, não tem o mesmo poder que Deus e está limitado. Há algumas coisas, no entanto, que Satanás pode fazer e que precisamos estar atentos para não sermos enganados por ele, lembrando sempre que ele é mentiroso e caluniador.

    Por: Delcinalva de Souza Limal Religião & Esoterismo> Evangelhol 21/04/2009 lAcessos: 8,132
    Delcinalva de Souza Lima

    A Bíblia não nos diz como Satanás se originou, porém nos diz que todas as coisas e todos os seres foram criados por Deus, então concluímos que Satanás também foi criado por Deus. Como a Bíblia nos mostra que Deus é perfeito, que ele é santo e que tudo o que ele criou era muito bom, então concluímos que Satanás foi criado bom.

    Por: Delcinalva de Souza Limal Religião & Esoterismo> Evangelhol 21/04/2009 lAcessos: 2,663
    Delcinalva de Souza Lima

    Muitas vezes quando a adversidade parece-nos uma tragédia, no meio do nosso sofrimento Deus usa alguém para nos mostrar o seu amor.

    Por: Delcinalva de Souza Limal Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 10/04/2009 lAcessos: 1,482
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