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Objetivos Intrínsecos À Pratica Cultual Do Adorador

Por: Alberto Matos Ranking do Autor Bronza Autor nos TOP 100 | Publicado em: 28-06-2008 | Comentários: 0 | Acessos: 51 | Avaliação:  (132) Ranking do Artigo Azul (?)
Alberto Matos

Inicia-se o livro de White, na sua primeira página, afirmando-se "que a palavra culto já é exasperadoramente difícil de se definir". Realmente, apesar de termos um leque de possibilidades para estruturarmos desenhos de definições, elas não passarão de desenhos. Entendemos que esta dificuldade aconteça por falta de habilidade humana diante de tamanha grandeza e majestade da Pessoa a ser cultuada, O Senhor Nosso Deus, e devido às limitações física-espirituais na pessoa do adorador. As limitações que permeiam a pessoa do adorador limitam a compreensão e sensibilidade para com as ações do Diretor de Culto da Igreja Invisível, O Espírito Santo (Disse Jesus: "Ele me glorificará..." - Jo. 16.14a).
Com base neste panorama supracitado, processamos o aprendizado da sentença: De posse dos ensinamentos bíblicos, devemos esvaziar-nos de nossas próprias noções e entregarmo-nos ao Espírito Santo para que Ele nos conduza no processo cultual ao Senhor, na iminência de aprendermos in loco a sermos "verdadeiros adoradores".
Assemelho esta experiência de adoração à experiência de aprender a dirigir um veículo: Precisamos de noções teóricas e de bom senso, mas é na prática que aprenderemos a dirigir.
Segundo White, "a melhor maneira de se entender o significado de qualquer termo é observá-lo em uso, ao invés de dar uma simples definição (pág. 14)". Diante deste conceito, Hodges nos oferece um cardápio suculento, quando enumera seis objetivos intrínsecos à pratica cultual do adorador.
Entre os seis objetivos, encontramos uma centralização muito mais na pessoa do adorador do que na Pessoa a ser adorada. Entretanto, quando os seis objetivos são postos em prática na vida do adorador, tal ato, processo e resultados glorificam ao Criador (de tal criatura e adorador). Parafraseando ao apóstolo Paulo em sua Epístola aos Colossenses, 1.16,17: tudo acontece n' Ele, por Ele e para Ele.
Em sua citação, Hodges, trata de uma dimensão muito mais humana do culto, ou seja, os desdobramentos[1] dos "eventos da história da salvação"[2] na vida do pecador. Nestes desdobramentos, escreve-se...registra-se a história de vida de um adorador. Esta vida cristã que pulsa na pessoa do adorador é Culto ao Criador! A vida cristã é um "todo", é toda uma existência humana na face da terra. Esta vida não existe em aspecto instantâneo, mas é uma existência completa em todas as etapas do ciclo vital [3]. É um desenvolvimento contínuo. Durante toda a vida, esta criatura cultua ao Senhor Deus. Entretanto, Hodges trata dos aspectos inerentes à vida cristã.
Ele afirma que "o culto dominical da igreja evangélica possui uma variedade de objetivos". Isto é verdade. Na diversidade[4] de pensamentos, compreensões, interpretações e aplicações em relação aos princípios bíblicos e litúrgicos são enumerados vários objetivos. Uma variedade de objetivos que nasce a partir da ótica do adorador que com base no seu conhecimento pessoal irá criar formas, estruturas, gerenciamento de jornadas e passagens. Estes objetivos formarão o estilo de uma comunidade local. Embora haja uma boa gama de objetivos nas múltiplas comunidades locais no mundo, Hodges listou alguns objetivos que formam um núcleo comum aos segmentos das comunidades eclesiásticas.
Como poderia existir este núcleo comum de objetivos diante de tamanha diversidade de compreensões?
É neste momento que o mais desapercebido observador entende que há um Deus Soberano que planeja, decreta, redige e dirige os destinos da Igreja. Apesar da multiplicidade deste cenário, Ele sintoniza a todos no que é essencial. Qual a base bíblica para o seu modus operandi ? O Espírito Santo[5], Agente Unificador, que agiu no Dia de Pentecostes, 50 AD., dando compreensão de uma única mensagem acerca das grandezas de Deus na língua nativa de várias pessoas ali presentes, sem que houvesse tradução oficial. Desta mesma maneira age o Espírito Santo em dias hodiernos dando compreensão de objetivos essenciais.
Este Deus que é O Servo Por Excelência[6], serve a todos, suprindo as necessidades de Seus adoradores. Os adoradores comparecem diante d'Ele para servi-Lo, mas na verdade eles é que são servidos. Na verdade, Deus não tem necessidade e nem pode ser servido por mãos humanas[7]. Ele estabelece a coisa desta forma para agraciar aos Seus filhos. Na Sua bondade, O Senhor Nosso Deus cria situações para abençoar àqueles que Ele mesmo estabeleceu como Seu povo.
Estes objetivos funcionam como canais pelos quais fluem as ações graciosas do Senhor, canais pelos quais Ele derrama todo o Seu Bem sobre a Igreja. "Do início ao fim, é Deus sozinho que torna o culto possível", afirma White. Ele providencia tudo. Este tudo não é para Si, mas para nos servir. Ou seja, Ele tudo faz[8] para nos fazer todo o bem[9].
O Senhor que serve é altamente útil...prático! Ele é o Eterno, não perece. Ele existe com objetividade! Portanto, não oferece coisas inúteis, perecíveis ou de nenhum valor. Ele não é superficial. As ações divinas são valorosas e trazem valores para dentro de nossas vidas. Elas são grandes, extensas e abundantes - transbordam maravilhosamente todas as nossas medidas[10].
O culto deve acontecer dentro de objetivos específicos para não perder a sua objetividade, deve ter propósitos definidos, claros e identificáveis. Não deve ser algo confuso. O adorador deve estar esclarecido para não errar o alvo; não ter atitudes perecíveis conscientes, ainda que cometa atitudes perecíveis inconscientes.
Na ótica de Hodges os objetivos do culto são[11]:

a) Proporcionar atos pelos quais o adorador, junto com outros irmãos, poderá expressar sua adoração a Deus.
Uma característica do culto cristão é que ele é profundamente social e orgânico, ou seja, nunca é um empreendimento solitário[12]. Da mesma forma que o Senhor é um Deus gregário e agregador, Ele quer que sejamos agregados como Seu Povo[13], pois somos o Corpo de Cristo - corpo único de uma só cabeça.
Os adoradores precisam estar conscientes desta organicidade, pois é no Corpo de Cristo que se encontra (localiza) a morada de Deus em Espírito[14]. É no corpo que o Espírito Santo agita as águas [15] e o milagre de Deus acontece. White faz distinção veemente entre "culto coletivo ou culto em comum" e devoções pessoais. Outrossim, assegura que o culto comum é completado pelas devoções pessoais[16].
A participação no culto em comum é imprescindível[17], afirma White "que nos reunimos para encontrar-nos com Deus bem como nossos próximos"[18].
b) Proclamar, a quem ainda não for crente, as Boas Novas de salvação através de Jesus Cristo.

O Senhor Deus usa pessoas[19] para transmitirem o Evangelho às pessoas[20]. "Deus precisa de pessoas para alcançar as pessoas que precisam de Deus"[21].
A comunidade eclesiástica que não realiza a Grande Comissão nega a Deus, pois deixa de viver para o seu próximo e volta-se para si mesma. Ela perde o rumo; perde a direção de Deus. Os dois maiores mandamentos exarados pelo Senhor Jesus foram: Amar a Deus e ao próximo (como a si mesmo). Em outras palavras, servir a Deus e ao próximo.
O Kerigma para a Igreja é missão inadiável e imprescindível.
É uma forma da Igreja visibilizar o seu culto ao Senhor!

c) Promover a comunhão entre irmãos em Cristo e entre o adorador e seu Senhor.

A existência de comunhão entre salvos, testifica que a separação entre Deus e o pecador, por causa do pecado original, foi vencida. Que a separação entre judeus e gentios também foi vencida[22]. Esta comunhão fala que Deus tratou o pecado que provocava esta separação e capacitou estas pessoas a viverem em família - a família de Deus[23]. É uma manifestação muito visível de Culto Cristão.
Os canais da comunicação estão abertos na vida cristã para com Deus e o próximo. O homem pode ouvir, obedecer e servir a Deus. Pode ouvir, servir e abençoar a seu próximo. Agora ele pode viver em paz com Deus e o seu semelhante. Em paz com ambos, ele poderá usufruir os benefícios da comunhão.
A comunhão visibiliza o amor de Deus para o mundo[24]. Assinala de forma acentuada a postura cultual da Igreja para com o seu Deus e Salvador!


d) Conduzir o crente a uma consagração de vida mais profunda.

O culto é o espaço adequado em que a trombeta de Deus é tocada, instalando a convocação para uma vida mais consagrada. Este fato não é um fato estranho à comunidade; estranho é esta trombeta não tocar no culto ou um servo de Deus não atender a esta convocação.
No culto, a trombeta, naturalmente, soa. Ninguém pergunta por que ela está soando. É algo normal!
Neste ambiente litúrgico processa-se naturalmente um chamado intensificado à consagração. Valores cristãos são anunciados, proclamados, testificados. O Espírito Santo convence acerca do pecado. Acentua a percepção do cristão para com a Santidade Divina. Desafia o adorador! Alegra, consola, edifica, oferece estímulos motivacionais, descortina horizontes escurecidos pelas tempestades da vida, renova a esperança, produz a renovação da confiança, restaura áreas da vida... renova ao adorador! Então naturalmente, o adorador é impulsionado a uma consagração mais profunda e intensa!

e) Promover o crescimento espiritual do crente através de edificação e ensino.

A vida cristã oferece um projeto normal de crescimento. O crescimento faz parte de uma ação normal de Deus para um mundo normal criado, estabelecido e sustentado por Ele. O não crescimento é uma anomalia.
O Senhor concedeu Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres à Igreja querendo o aperfeiçoamento da mesma (Ef.4.11). Isto é inquestionável! Diante desta realidade, o culto é cenário perfeito para a instrução e a edificação.
No culto, a Igreja encontra-se orientada pelo Espírito Santo a ter uma postura de edificação: "Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração" - Ef.5.19. É a edificação mútua. É a obediência aos mandamentos mútuos.

f) Confortar e consolar o adorador abalado espiritual e emocionalmente.

A Igreja é uma comunidade terapêutica. Há cura para a alma na Igreja. É desejo de Deus consolar aos seus filhos. Há várias passagens bíblicas, neste sentido[25]. Há mandamentos mútuos que envolvem a consolação e estabelecem o conforto da alma.
O Senhor Jesus falou que teríamos aflições neste mundo, mas disse que não nos deixaria órfãos. Ele prometeu e cumpriu com a promessa de enviar o Consolador. Este Bendito Consolador, no seio da Igreja, usando pessoas consola pessoas.
Uma das caracterizações proféticas acerca do Messias é que Ele iria consolar todos os que choram. Jesus em Seu ministério terreno deu-nos amostras tangíveis. Uma vez, sendo assunto aos céus, Ele realiza tal ministério através do Seu Corpo! E é exatamente na vida litúrgica da Igreja que o adorador é consolado e confortado e, consola/conforta a seu próximo!

A atitude de considerar as práticas hodiernas de culto como absolutas, não é sábia. Elas precisam ser reapresentadas aos ensinamentos bíblicos para serem aferidas continuamente no processo histórico da humanidade.
Portanto, a atitude de Hodges nesta obra é totalmente válida quando procura fazer uma releitura do culto para os seus dias.

________________________________________
[1] Chamo de "desdobramentos", a prática de atos pertinentes aos eventos históricos da salvação.
[2] James F. White. Introdução ao Culto Cristão: p.15.
[3] White cita que o professor Paul W. Hoon em seu livro "The Integrity of Workship" publicado em 1971, afirma que a vida cristã é uma vida litúrgica. Entendo, que não só a vida cristã é litúrgica, mas toda a vida. Ou seja, antes e depois da conversão. O ser humano criado por Deus glorifica ao seu Criador com a sua existência. Entretanto, para efeitos didáticos, estas etapas distintas no processo cultual podem ser nomeadas como adoração inconsciente e adoração consciente, respectivamente.
[4] O receptor destas informações utilizará um dispositivo que servirá de canal para receber estas informações; este dispositivo é o seu filtro pessoal. Filtro que foi constituído com base na formação adquirida em contexto cultural, histórico, filosófico e espiritual do seu possuidor.
[5] Atos 2.6-12: E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judéia, e Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?
[6] Marcos 10.45: Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.
[7] Atos: 17. 24-25: O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens. Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas.
[8] A utilização da figura de linguagem "colisão" , foi proposital , objetivando dar à frase um tom de provérbio
[9]Jeremias 29.11: Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
[10] Lucas 6.38: Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. A medida da devolução é a medida de Deus. Faça a coisa certa e receba mais do que a medida certa como recompensa. Receba a medida da graça divina, pois esta é a medida de Deus. É a medida desmedida da Sua bênção. O texto de Efésios 3.20: "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera", reporta-se a esta ação completa de Deus; ação agigantada e plena (grifo nosso).
[11] Para melhores efeitos didáticos, enumeramos os objetivos propostos por Hodges.
[12] Outra característica do culto cristão "é seu caráter profundamente social e orgânico", o que significa que ele nunca é um empreendimento solitário (White: pág.17).
[13]Agregados - Família de moluscos acéfalos, sem concha, caracterizada pela reunião de muitos indivíduos da mesma espécie dentro duma pele comum, que lhes confere a aparência de um indivíduo único.
[14]Efésios 2.19-22: " Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus. Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina. No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito" (grifo nosso).
[15] João 5.1-4: "Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Ora em Jerusalém há, próximo a porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia grande multidão de enfermos; cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento das águas. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água, e o primeiro que ali descia, depois do movimento de água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse"(grifo nosso).
[16] O culto em comum precisa ser completado pela individualidade das devoções pessoais; estas precisam ser equilibradas pelo culto em comum (White: pág.23).
[17] Hebreus 10.25: "Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia".
[18] White: p.22.
[19] "...Podemos usar uma descrição funcional do culto cristão como ‘falar, agir e tocar' publicamente em nome de Cristo" (White: p.68).
[20] "... no culto nós falamos por Deus, falamos a Deus e falamos um ao outro, bem como estendemos as mãos para tocar outros em nome de Deus" (White:p.68).
[21] Daniel , ex-presidiário, reportando-se à sua experiência na evangelização de presidiários no Presídio do Roger, na cidade de João Pessoa - PB, no Instituto Bíblico Betel Brasileiro, 1983.
[22] Efésios: 2.11-18: Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens. Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio. Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz. E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto. Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.
[23] Efésios 2.19: Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus.
[24] A autodoação de Deus como amor é tornada visível por meio de relações de amor dentro da comunidade (White: p. 151).
[25] Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras - I Tess. 4.18; E muitos dos judeus tinham ido consolar a Marta e a Maria, acerca de seu irmão - Jo. 11.19; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus - II Co.1.4; Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados - I Co.14.31; Por isso fomos consolados pela vossa consolação, e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por vós todos- II Co.7.13; Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos; sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco- II Co.13.11; Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em caridade, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus - Cristo - Col.2.2; Por esta razão, irmãos, ficamos consolados acerca de vós, em toda a nossa aflição e necessidade, pela vossa fé - I Tess. 3.7; Vendo, pois os judeus, que estavam com ela em casa e a consolavam, que Maria apressadamente se levantara e saíra, seguiram-na, dizendo: Vai ao sepulcro para chorar ali - Jo. 11.31; Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram - Rm. 12.15 (grifo nosso).


 

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Tags do Artigo: Prática, Liturgia, Culto, Adorador

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Perfil o autor:

Doutor em Educação (EUA) e em Divindade (England), Mestre em Liturgia (Brasil), Mestre em Teologia (England), Especialista em Administração Eclesiástica, Bacharel em Teologia e em Administração (I). Coordenador de Expansão da Florida Christian University. Preletor na área de Liderança, Educação, Administração, Família, Teologia e Liturgia.

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