Paróquia Cristo Redentor - Comunidade do Verbo Divino

18/08/2011 • Por • 184 Acessos

É uma comunidade dos Padres do Verbo Divino

Os padres que trabalham nesta paróquia pertencem à Congregação do Verbo Divino (SVD) cujos membros são chamados de "Verbitas" e de várias nacionalidade (é uma congregação internacional). É uma congregação que foi fundada no dia 08 de setembro de 1875 pelo Pe. Arnaldo Janssen na Alemanha. Esta congregação tem como razão de ser e a finalidade a atividade missionária. Seus membros trabalham, primeiro e antes de mais nada, onde o Evangelho ainda não foi anunciado, ou o foi insuficientemente, e onde a Igreja local ainda não é auto-suficiente. "Na qualidade de membros da Congregação do Verbo Divino consideramos nosso dever anunciar a Palavra de Deus a todos os povos, criar novas comunidades do Povo de Deus e promover-lhe o crescimento e a união entre si e com a Igreja inteira" (Constituição SVD, 102). Atualmente a SVD tem 6.096 membros espalhados em cinco continentes. Foi aos 16 de Março de 1895 que chegaram os primeiros missionários do Verbo Divino à cidade de Cachoeiro de Santa Leopoldina, ES (Brasil).  

Da Paróquia de Santo Cristo dos Milagres à Paróquia Cristo Redentor.

A Cúria metropolitana do Rio de Janeiro pediu que a SVD trabalhasse nessa diocese, a exemplo de outras congregações. Renovou o pedido em fins de 1919 com maior insistência. A SVD aceitou trabalhar na paróquia de Santo Cristo dos milagres (já foi entregue de volta à diocese) e foi designado o Pe. Helenbrock como vigário que tomou posse em 31 de janeiro de 1920, tendo ao seu lado como coadjutores os padres Martinho Weber, Guilherme Münster e Roberto Bonk. Essa paróquia era bastante pobre: "Pelo lado material a paróquia de Santo Cristo dos milagres nada de atraente tem, pois se compõe em maioria de elementos pobres", escreveu Pe. Helenbrock.

Em 1944 a paróquia teve a visita pastoral do Exmo. Sr. Arcebispo D. Jaime de Barros Câmara que teve palavras de alto louvor aos trabalhos dos Padres do Verbo Divino e do bom espírito religioso que encontrou no povo de Santo Cristo. Imagine, na época os centros da catequese eram freqüentados por mais de 1.000 crianças.

Além dos trabalhos paróquias os padres verbitas também davam a assistência como capelães nos hospitais como no Hospital de Nossa Senhora da Saúde (Gamboa), no Hospital de São Francisco de Paula (na rua General Canabarro) e no Asilo do Bom Pastor.

Mais tarde surgiu a idéia dos superiores da Congregação do verbo Divino de querer ter uma casa maior (uma residência) no Rio de Janeiro para atender aos múltiplos interesses da província (da Congregação): para confrades enfermos, reconvalescentes, ou outros de mera passagem pela Capital ou para ter contato mais fácil com as autoridades eclesiásticas e civis.

Ao saber que a SVD estava querendo comprar um terreno para construir uma casa maior, apareceram, então, várias ofertas à venda de prédios na Rua das Laranjeiras. Entre estas foi dada a preferência ao "Metrópole Hotel", casa número 519, da mesma rua. A SVD comprou o "Metrópole Hotel" em 1930.

No início fez-se um pensionato para estudantes acadêmicas que recebeu o nome "Instituto Acadêmico Albertino" (nome dado pelo Pe. Agostinho Jänsch,SVD) no dia primeiro de Janeiro de 1932. A casa se fundou com o fim de abrigar estudantes católicos do Interior, oferecendo-lhes um aconchego tranqüilo, condição indispensável para um bom estudo. Foi o Senhor Excia. Cardeal Sebastião Leme que abençoou a fundação da casa. Na época o número dos estudantes chegou até 90. Mas em Maio e Novembro de 1937, o Pe. Manoel Könner, provincial na época, decidiu sustar a pensão dos estudantes, no sentido de alugar-lhes apenas quartos para morar, que aos poucos os estudantes foram todos embora, pois a Congregação estava pensando em construir uma igreja sobre o terreno (nesse ano Pe. Paulo Calovini era o diretor do Instituto). O Instituto foi fechado definitivamente em fins de 1941.

Na época não havia capela. Os Padres celebravam a missa na Matriz da Glória ou no Convento de Santo Antônio. Por iniciativa do Pe. Teodoro Tenschert,SVD, superior local, construiu-se, então, uma capela que começou a funcionar em fins de Abril de 1932 e que serviu durante 10 anos, pois depois foi demolida. Essa capela era bem freqüentada pelas famílias da vizinhança.  E o movimento religioso aumentava de semana a semana.

Em 1940 houve um capítulo provincial e o Pe. José Richter voltou com a autorização para fazer uma planta de uma igreja a ser construída no terreno das Laranjeiras. Mas o Superior Geral pediu que fizesse não só uma planta para uma igreja, mas também para uma residência. Foram necessários dois anos para ter a aprovação da Prefeitura para essa construção.

 Começou-se, então, a demolição da casa antiga e da capela para dar lugar a construção do Santuário de Cristo Redentor e da residência que terminou em 1943. Em Maio de 1944 tiveram início as obras da nova residência e da igreja. Em 3 de Dezembro de 1944 celebrou-se a cerimônia do lançamento da pedra fundamental da igreja, oficiada pelo Exmo. Sr. Arcebispo Dom Jaime de Barros Câmara. O local recebeu o nome "Cristo Redentor", em vez de "Instituto Albertino". O superior local era o Pe. José Richter. Com ele moravam nessa casa os padres Paulo Freymann, Guilherme Münster, Guilherme Dold, José Maria Wisniewski e Irmão Solano. 
    
A Paróquia de Cristo Redentor foi criada em 1945 e inaugurada em 20 de Janeiro de 1948.

Se o Santuário de Cristo Redentor passou a ser chamado de a Paróquia de Cristo Redentor, agora a capela no alto do Corcovado recebeu o nome de o "Santuário de Cristo Redentor". Deus seja louvado!! 
     
Pe. Vitus Gustama, SVD

Congregação do Verbo Divino  

No século passado, foi-se desenvolvendo na Igreja da Europa uma consciência muito viva da responsabilidade missionária. O padre Arnaldo Janssen de nacionalidade alemã foi um exemplo vivo desta sensibilidade nova, procurando, por todos os meios ao seu alcance, despertar os cristãos do seu tempo para esta realidade. Entendia também que era urgente a fundação de um Seminário das Missões para a formação de futuros missionários. Consultou colegas sacerdotes, bateu à porta de vários bispos e, sentindo que o Espírito o levava por aí, fundou ele próprio esse seminário, no dia 8 de Setembro de 1875, nas margens do rio Mosa.

Seguimos o Senhor pela via dos conselhos evangélicos e vinculamo-nos à Sua Pessoa e ao Seu serviço pelos votos de castidade consagrada, pobreza evangélica e obediência apostólica. Assim nos unimos em comunidade religiosa e missionária. Estamos dispostos a ir onde quer que a Igreja nos envie, mesmo que para isso tenhamos de renunciar ao nosso país, língua e cultura. Esta disponibilidade é a característica essencial da nossa vocação
missionária.

Os Missionários do Verbo Divino contam atualmente mais de 5.700 membros de mais de cinquenta nacionalidades e encontram-se espalhados por todo o mundo. Aos países onde o próprio fundador enviou os seus missionários, rapidamente se seguiram outros, como o Paraguai, Indonésia, Índia, R. D. Congo, Gana, Angola, México, Colômbia, Equador e a quase totalidade dos países europeus, até um total de 66 países, sendo os mais recentes Botswana, Panamá, Nicarágua, Bolívia, Cuba, Madagáscar, Rússia e Moçambique.

Pe. Adam  
Nome: Adam Folta
Nacionalidade: Polonesa
Ordenação: 1978
Paróquias anteriores: Belo Horizonte, Contagem, Vale do Jequitinhonha e Juiz de Fora

Nasceu em Skawina,  em agosto de 1951, numa pequena cidade industrial no sul da Polônia, uns 15 km de Cracóvia, onde residiu o saudoso Papa João Paulo II. A sua paróquia natal foi algumas vezes visitada pelo então arcebispo e
cardeal Karol Wojtyla e teve a graça de ser crismado por Ele mesmo.

Seus pais já são falecidos. O pai chamava-se: José (=Józef) e a mãe Catarina (Katarzyna).  Tem  ainda duas irmãs: Ewa e Maryla. Após terminar o 1º grau cursou  a Escola Técnica na área de eletricidade.
Sua vocação era considerada relativamente tardia.  Surgiu aos poucos e mesmo diante dos convites para ingressar ao seminário local decidiu fazer a sua experiência vocacional no Seminário Maior da Congregação do Verbo Divino, em
função do carisma missionário, que o atraiu muito.

Alguns meses após a ordenação sacerdotal veio ao Brasil, pela escolha própria, o que aconteceu logo no início do ano 1979. Os primeiros passos deu na capital, em Brasília, onde freqüentou, o curso  da língua portuguesa.

Os seus campos de trabalho foram mais diversos: Belo Horizonte e Contagem (trabalho na formação com os seminaristas), Vale de Jequitinhonha (trabalho pastoral em várias paróquias devido a grande escassez de padres: Rubim, Rio do Prado, Felisburgo, Jacinto, Santo Antônio do Jacinto), Juiz de Fora (trabalho pastoral em duas paróquias e  coordenação na área do ensino religioso no Colégio).

Durantes a sua estadia em Juiz de Fora, formou-se em psicologia e pós-graduou em filosofia.

A partir de fevereiro 2005 trabalha na paróquia Cristo Redentor,   aceitando o convite do provincial para trabalhar no Rio de Janeiro, que considera como um desafio e, ao mesmo tempo, o  dom de Deus.

O seu sonho é contribuir para o crescimento da paróquia Cristo Redentor em qualidade e quantidade. Para isso conta com a sua oração.

contato: adam@cristoredentor-rj.com.br 

  

Pe. Vitus  
Nome: Vitus Gustama
Nacionalidade: Indonésia
contato: gvitus@hotmail.com

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