PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO A CRESCIMENTO DE IGREJAS

Publicado em: 10/06/2010 | Acessos: 4,923 |

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO A CRESCIMENTO DE IGREJAS

(GANHAR 420 NOVOS MEMBROS PARA CRISTO EM 4 ANOS)

 

                                                                                     Portela, Simão Dia
                                                                               http://www.seminariologos.com/

 

 

RESUMO

 

Este estudo estabeleceu como questão central demonstrar a relevância de um Planejamento Estratégico aplicado a crescimento de igreja, ou propriamente falando, uma igreja local. O planejamento estratégico permite que a organização tome parte ativa na configuração de seu futuro, isto é, ela pode empreender atividades e influir nelas e, consequentemente, pode controlar seu destino, fato, esse, reconhecido como benéfico por muitos administradores, pois quem tem a responsabilidade de dirigir as organizações adianta-se às mudanças do entorno e estabelece planos e estruturas flexíveis que permitem a adaptação, a inovação e o enfrentamento de qualquer situação não prevista.

 

 

Palavras-chave: Planejamento Estratégico. Gestão Eclesiástica. Organização Religiosa

 

  

1. INTRODUÇÃO

 

É inegável que toda organização, hoje, se quiser sobreviver ou consolidar sua empresa, deve elaborar um plano estratégico que servirá de guia no incerto panorama econômico mundial.

É por isso que o planejamento estratégico, de acordo com Mintzberg (2006), tornou-se uma ferramenta fundamental da administração para impulsionar seu desenvolvimento e buscar uma direção bem definida. O que o planejamento estratégico nos oferece é a possibilidade de criar um plano estratégico de fatores internos e externos para, depois, criar estratégias para alcançar seus objetivos e metas estabelecidas.

Também, hoje, as instituições eclesiásticas deixaram de ser vistas apenas como um conglomerado de pessoas, que se reuniam para louvores e devoções, e que estavam preocupadas exclusivamente com os afazeres cotidianos, com tudo ligado às questões espirituais. Se havia crescimento com novos membros aderindo ao movimento, esse ato era atribuído a Deus; mas, se, ao contrário, havia encolhimento, também isso era atribuído a Deus. Ou seja, o ato de administrar e gerenciar uma organização religiosa estava ligado, de uma forma ou de outra, às questões espirituais.

Faltava, porém, conhecimento técnico por partes daqueles que gerenciam as igrejas, além das técnicas de modelos de planejamento que poderiam alavancar melhores resultados para essas organizações. Ou seja, mesmo em se tratando de uma organização religiosa, com objetivos diferenciados, por se tratar de fé, mesmo assim, uma organização como qualquer outra, com deveres, direitos e obrigações.

Como todo processo administrativo, no planejamento estratégico, o controle deve detectar qualquer anomalia no caminho e corrigir de imediato o rumo e modificar o que não esteja de acordo com a estratégia, modificando-a, caso necessário. Dessa forma, a grande questão a ser abordada neste estudo diz respeito ao planejamento estratégico aplicado a crescimento de igreja que tem como base existencial, a fé.

Patel (2007, p. 61) esclarece que o que deve ser valorizado na elaboração de qualquer planejamento são os valores envolvidos. O planejamento estratégico começa na definição de uma filosofia de trabalho, que está ligada aos valores humanos. Entretanto, também se pode fazer uso dos valores cristãos, como o viver conforme o exemplo de Cristo. E o planejamento estratégico pode ser uma ferramenta para ajudar a alcançar esse alvo.

Sendo assim, a pergunta que surge é: até que ponto essa definição de Oliveira é aceitável para o campo religioso? Como aplicar o conceito do mundo dos negócios em uma organização que tem seus objetivos totalmente "diferenciados"? Sobre isso, o engenheiro João Batista Nunes Nogueira, que atua como consultor do SEBRAE-MG na área de Gestão Estratégica, não vê nenhum tipo de incompatibilidade ao usar os conceitos de planejamento estratégico do mundo dos negócios para o ambiente eclesiástico.

Diante da abordagem feita pelo consultor, permanecem as seguintes questões: Quais os benefícios da utilização do planejamento como ferramenta estratégica para as igrejas, como, por exemplo, utilização eficiente dos recursos humanos e financeiros; mensuração de resultados; cumprimento da missão organizacional; manutenção do foco desejado e respaldo técnico para tomadas de decisão? Diante de tais questionamentos, é válido admitir que o planejamento estratégico constitui uma ferramenta essencial para que a igreja possa enfrentar novos desafios impostos pelo mundo globalizado, mesmo nas organizações religiosas. Contudo, como os princípios e modelos de planejamento e gestão estratégica podem auxiliar uma organização religiosa em suas tomadas de decisão? E como essas técnicas poderão se aplicadas no seu dia-a-dia? Portanto, a questão central é demonstrar a relevância de um Planejamento Estratégico aplicado a uma igreja local, proporcionando a oportunidade da organização alavancar novos horizontes como o crescimento em quantidades de membros, que é um dos entraves que muitas igrejas vem enfrentando.

 

2. MISSÃO

"Glorificar Deus em adoração, ser uma igreja família, fazer discípulos e no poder do Espírito Santo dar continuidade à missão de Jesus."

  

3. VISÃO

"Conquistar vidas no poder do Espírito, formar e equipar discípulos altamente comprometidos, desenvolver e cultivar relacionamentos sadios e significativos e ser uma igreja missionária."

 

4. OBJETIVOS PRETENDIDOS

1. Implantar um programa de crescimento para igreja, usando como metodologia os grupos familiares,

2. Levar toda a igreja a vivenciar a conhecer missão e visão da igreja

3. Aperfeiçoar as condições de recebimentos e manutenção de novos membros.

4. Criar mecanismo de integração entre os membros da igreja, para achar um relacionamento íntegro e restaurador.

5. Incentivar e contribuir para o florescimento de novas lideranças.

 

5. METAS PRETENDIDAS

1. Ganhar 140 novos membros nos dois primeiro anos do projeto;

2. Ganhar 280 novos membros nos dos últimos anos do projeto;

3. Ganha 420 novos membros em 4 anos de projeto.

 

6. ESTRATÉGIAS

A estratégia a ser desenvolvida pelo projeto é implantação de 40 grupos familiares em 4 anos, sendo  20 grupos nos primeiros dois anos e mais 20 grupos nos dois últimos anos. Cada grupo iniciará com um líder e dois membros. A estratégia é, com os vinte grupos a se implantada no inicio do projeto, espera-se que no final do dois anos cada grupo tenha 10 membros. Ou seja, a estratégia é que cada grupo ganhe 7 novos membros para Cristo a cada dois anos.

 

1. Implantação de 20 grupos familiares no primeiro ano;

2. Implantação de 20 grupos familiares no terceiro ano, totalizando 40 grupos.

 

07. DIAGNÓSTICO

Os dados a serem trabalho via levar em conta uma organização religiosa que conta com 120 membros, não significa com isso, que não possa ser implantado em outros modelos organizacional, depende muita da disposição de  da liderança e dos seus membros.  É conveniente lembrar que o resultado depende muito do poder de influência que o líder tem na organização é especial estar convencido da viabilidade do projeto.

 

Quadro 1: Número  de novos membros

 

 

Membros

Inicial

1º ano

2º ano

3º ano

4º ano

20 grupos

60

130

200

 

 

40 grupos

120

 

 

260

400

 Membros

120

190

260

400

540

 Figura 01: Número de Novos Membros

Número de novos membros

70; 17%

70; 17%

140; 33%

140; 33%

1º Ano

2º Ano

3º Ano

4º Ano

 

08. PROPOSIÇÕES E PROCEDIMENTOS

 

Procedimentos e ações a serem tomadas, levando em consideração uma organização com 120 membros;

PROJETO OU AÇÃO

RESPONSÁVEL

 

 

 

 

ORGANIZAÇÃO

01

Implantar 20 (vinte - Grupos de Estudos Bíblicos ou Grupo Familiar. 

Pastor

No inicio do primeiro ano

02

Implantar 20 (vinte - Grupos de Estudos Bíblicos ou Grupo Familiar, totalizando 40 grupos.

Pastor

No inicio do terceiro ano

03

Implantar o projeto "Levando almas as Águas" – meta: batizar 80%  dos novos membros.

Pastor

No inicio do primeiro ano

04

Implantação de um curso para Coordenadores de Grupos de Estudo Bíblico ou Grupo Familiar.

Pastor   

Antes de iniciar os grupos

05

Implantação de um grupo de estudo bíblico semanal com os coordenadores de Grupos de Estudos Bíblicos ou Grupo Familiar.

Pastor

Durante o decorrer do projeto

06

Implantação a cada três meses de uma confraternização social com os novos membros.

Criar uma Comissão

Durante o decorrer do projeto

07

Conferência Evangelística há cada três meses

Criar uma comissão

Durante o decorrer do projeto

08

Implantação de uma escola semanal de discipulados para os novos membros.

Pastor

Durante o decorrer do projeto

Fonte: elaborado pelo autor.

 

09. RESULTADOS OBTIDOS E/OU ESPERADOS

 

Espera-se que, com a implantação do Planejamento Estratégico Local, a igreja possa alavancar novos horizontes, criar um ambiente mais propício à integração de seus membros e à comunidade local. Com a implantação dos 40 grupos familiares espera-se que no final em quatros anos  o projeto tenha alcançado 420 (quatrocentos e vinte ) novos  membros para a organização local (igreja).

1. Com os vintes grupos familiares nos dois primeiros anos espera atingir 140 novos membros;

2. Como a implantação de mais vinte grupos,  totalizando 40 grupos pretende atingir 280 novos membros.

No final dos quatros anos espera que a organização tenha atingido um total de 420 novos membros, ou seja, 140 nos dois primeiro anos, e 280 dois últimos anos.

 

10. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Moreira; Coelho e Pinheiro (1997) ressaltam que o consagrado Alvin Tofler, em "A Empresa Flexível", diz que é preciso estar cego para ignorar que algo extraordinário esteja acontecendo à sua volta.

Realmente, ao analisar o ambiente, pode-se constatar a rápida expansão dos microcomputadores, a evolução das telecomunicações, o lançamento de novos produtos. As mudanças vêm ocorrendo num ritmo tão vertiginoso que se torna difícil assimilá-las por completo, configurando novos e inusitados cenários tanto para as pessoas quanto para as organizações.

Sendo assim, o futuro será marcado por quem conseguir visualizar essa tendência, ou seja, centralizar esforços na leitura de como o mercado está vivendo no momento, isso significa dar menos ênfase à estrutura funcional da organização, e ter um olhar concentrado no mercado. Neste sentido, as organizações religiosas, tem sido  um entrave para isso, visto que muitas delas foram projetadas em função de uma visão voltada para a sua própria realidade interna, sendo assim, é necessário aprender a pensar em novas formas de estruturar as essas organizações.

Os lideres religiosas precisam aprender a compreender mais a organização, a assumir mais responsabilidades e a trabalhar em equipe. Sendo assim, é imprescindível que se conheça como se comportam as novas organizações religiosas; suas estratégias de crescimento, de retenção de membros, sua visão de futuro e suas prioridades. De modo geral, o futuro pertence às organizações que conseguirem explorar o potencial de centralização das prioridades, das ações, e dos recursos. Acabou-se o tempo em que cada organização olhava para si mesma, sem se preocupar com o todo.

 

12. REFERÊNCIAS

ALLEN, Richard. O processo de criação da visão. HSM Management - Development Journal.São Paulo, n. 9, a. 2, p. 18-22, jul/ago,1998.

BATEMAN, Thomas S.; SNELL, Scott A. Administração: Construindo Vantagem Competitiva, São Paulo: Atlas, 1998.

CHIAVENATO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento Estratégico: Fundamentos e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

COSTA, Eliezer. Amantes da Gestão Estratégica. São Paulo: Saraiva, 2003.

COSTA, José Wellington Bezerra. Como ter um ministério bem sucedido. Rio de Janeiro: CPAD, 1999. 255p.

DOUGLAS, Stephen B. et al. O ministério de administração. São Paulo: Candeia, 1999. 204p.

DRUCKER, Peter. Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios. São Paulo: Pioneira. 1998.

KESSLER, Nemuel. Administração Eclesiástica.Rio de Janeiro: CPAD, 1989.

MACHADO, Maria das Dores Campos. Política e Religião. Rio de Janeiro Fundação Getúlio Vargas, 2006.

MINTZBERG, Henry. O Processo da Estratégia: Conceitos, Contextos e Casos selecionados. 4 ed. Porto Alegre: BookMan, 2006.

MOREIRA, Claudia Maria M.; COELHO, Cláudio Ulysses F. e PINHEIRO, Anamaria S. Habilidades Gerenciais. Rio de Janeiro: Ed. SENAC Nacional, 1997.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia Empresarial e vantagem competitiva. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

_____. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Prática. 24 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

PATEL, Ketan J. Mestre da estratégia, poder, propósito e princípio. São Paulo: Best Seller, 2007.

RUSH, Myron. Administração - Uma Abordagem Bíblica. São Paulo: Editora Betânia, 2005.

 

 Portela, Simão Dias. Pós-graduado em Planejamento e Gestão Estratégica, possui Pós-médio em Teologia Pastoral e  Pós-Avançado  em Teologia  – Contato: http://www.seminariologos.com/

 

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    planejamento

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    igrejas

    ,

    administracao

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    Os textos citam muitas vezes no singular a palavra hora. Em verdade o que está por detras do véu quando esta palavra é citada? Este artigo nos leva a refletir em possibilidades maiores do que simplesmente a leitura ao pé da letra pode conceder. É possível ir mais além. Podemos entrar na câmara que está além da porta exterior do templo e acertar nosso relógio conforme o marcador exige.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 16/10/2014 lAcessos: 12

    O entendimento que a Letra Viva permite é algo inifável. Não pode ser descrito em palavras, entretanto é preciso aprender a retirar o véu dos textos. É preciso se libertar do culto às fábulas, da adoração às fantasias e sonhos. O artigo, apesar de curto, nos permite reflexão sobre a questão.

    Por: Alf Arianl Religião & Esoterismo> Religiãol 15/10/2014 lAcessos: 12
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