Gerenciamento dos resíduos sólidos em saúde: breve reflexão

Publicado em: 08/09/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 539 |

INTRODUÇÃO 
Em todas as atividades diárias realizadas pelo homem são gerados rejeitos. Tais rejeitos comumente são chamados de lixo, onde podem ser constituídos como todo e qualquer resíduo proveniente das atividades humanas. 
De acordo com estudos realizados e apresentados pelo IBGE em 2000, através da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, o Brasil produz diariamente 157 mil toneladas de resíduos. Entre esses estão os Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde que podem variar de 1,3 a 2,63 quilos por habitante/dia.
Em geral, os resíduos dos serviços de saúde ainda não recebem o devido tratamento diferenciado, tendo muitas vezes como destino final o mesmo local utilizado para o descarte dos demais resíduos urbanos.
Por se tratar de um tipo especial de resíduo, podendo comprometer a qualidade de vida da população através da disseminação de doenças, visto em sua composição existirem organismos patogênicos, suas etapas desde a fonte geradora até o descarte final têm que ser regulamentado com o apoio das resoluções que detenham competência para tal.
De acordo com a ABNT NBR 8419/1984, deve existir uma técnica bastante elaborada para tratar de todas as etapas que compreendem a geração, o acondicionamento, o tratamento e por fim o seu descarte final.
A pesquisa ora apresentada terá o papel de observar como estão sendo gerados, tratados, acondicionados e destinados tais resíduos no município de Luís Gomes - RN, onde na busca de uma compreensão de até que ponto, pode oferecer riscos ao meio ambiente como também na proliferação de doenças, visto a existência de organismos patogênicos e infectantes contidos nesse tipo de resíduos, possamos lançar estratégias de mitigação dos impactos negativos relativos ao manejo inadequado dos mesmos, através da elaboração de um plano de gerenciamento eficaz.
A metodologia utilizada nessa pesquisa contará, primeiramente, com um levantamento bibliográfico, onde será levantada a visão de diferentes conhecedores da problemática em torno do eixo norteador observando quais os principais mecanismos de tratamento dos resíduos desde a sua fonte geradora até o seu descarte final, observando assim, todas as etapas constituintes.
Trataremos de desenvolver visitas in-loco e posteriormente, os questionários estarão sendo desenvolvidos dentro da pesquisa no momento em que estaremos buscando estratégias para um gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde de uma forma ampla e eficaz.
Evidenciar os resultados da pesquisa, apontando estratégias de mitigação dos impactos sócio-ambientais, trazidos pelo mau gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde, trabalhando a confecção de um plano de gerenciamento dos mesmos, como também enfocar a importância da Educação Ambiental para a minimização de substantivos impactos ao meio ambiente e conseqüentemente, a todos os que habitam o mesmo.
 

Resíduos sólidos: definição, origem e classificação

 

No meio ambiente existe um ciclo biológico perfeito que podemos chamar de processo natural de reciclagem da Terra. Há muitas décadas que o homem vem rompendo com esse equilíbrio e uma das formas que mais está causando preocupação é justamente a produção exagerada de Resíduos Sólidos Urbanos.

Nesse sentido a partir do momento que o homem deixa de ser nômade e toma residência fixa ele passa a viver em grupos organizando-se e aumentando ainda mais a dependência com relação à natureza. Contudo, foi a partir da Revolução Industrial que a agressão se tornou cada vez mais intensa, onde através da premissa capitalista do consumismo embasado no modelo capitalista de produção que os problemas vieram a se agravar ainda mais.

Nesse contexto, o homem constitui seu modo de viver, e nessa construção, valores são incorporados, como por exemplo: comodismo, agilidade e a otimização. Junto a esses aspectos o consumismo impera de maneira a intensificar a produção de resíduos sólidos, pois em todas as atividades diárias do homem são gerados rejeitos que comumente são chamados de lixo.

Os resíduos sólidos podem ser classificados de acordo com suas características mais específicas, como origem, geração e composição. Nesse sentido de acordo com a sua natureza são classificados como: facilmente degradáveis (restos de comida, sobras de cozinha, folhas, capim, cascas de frutas, animais mortos e excrementos); moderadamente degradáveis (papel, papelão, entre outros); dificilmente degradáveis (trapo, pano, couro, madeira, borracha e cerâmica) e por fim os não degradáveis (metal não ferroso, vidro, pedra, cinzas, terra e areia).

Com relação a origem e produção podem ser classificados como:→ Resíduos Urbanos; →Resíduos Industriais;→Resíduos de Serviços de Saúde;→Resíduos Comuns;→Resíduos Especiais;→Resíduos de Atividades Rurais;→Resíduo de Serviços de Transporte; e Resíduos Radioativos.

Nessa pesquisa trataremos de enfocar um conhecimento específico para os Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde elencando as possíveis conseqüências que a mau gerenciamento dos mesmos desde a sua geração até a destinação final pode acarretar a saúde humana e do meio ambiente em si.


Resíduos sólidos de serviços de saúde
 
Os resíduos variam de acordo com sua composição física e química, natureza, grau de degradação, procedência, atividades geradoras e outros fatores, como: clima da região, costumes, práticas econômicas e sociais, nível educacional, número de habitantes do local. Por isto é imprescindível sua classificação correta, bem como a avaliação de sua periculosidade e o controle de sua produção na fonte geradora. (DIAS, 2004; BRITO 2000).
As ações humanas estão ligadas diretamente aos impactos causados na qualidade de vida da sociedade e no meio ambiente, a que todos têm direito e é bem de uso comum. A maioria dos municípios brasileiros não dispõe de uma gestão integrada de resíduos sólidos, entre eles, de resíduos sólidos de serviços de saúde.
Tais resíduos oferecem uma série de transtornos socioambientais quando mal acondicionado. Nesse sentido, vale apena salientar que vêm sendo alvo de constantes mudanças nas legislações pertinentes, no qual inclui acondicionamento, coleta, transporte e destinação final.
Até pouco tempo atrás esses resíduos eram conhecidos como resíduos hospitalares, pois estavam diretamente ligados a Unidade Hospitalar, no entanto, através de pesquisas chegou-se a conclusão de que não só os hospitais geram esse tipo de resíduo e sim muitas outras unidades como, por exemplo: Clinica Veterinária, Laboratório de Análises, Clínicas Laboratório Ortodôntico, entre outros.
Os resíduos sólidos de serviços de saúde podem ser classificados em quatro grupos distintos: O grupo A, com presença de agentes biológicos é dividido por cinco subgrupos, nos quais são detalhados os possíveis resíduos que deverão estar enquadrados nesse grupo. O grupo B é composto pelos resíduos que apresentam contaminação química, geralmente remédios e outros medicamentos. Esse grupo está subdividido em outros cinco subgrupos. O grupo C é caracterizado pela presença de radionucleotídeos. É importante explicar que o gerenciamento desses resíduos fica sob a responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O grupo D que é constituído pelos resíduos comuns, sem contaminação, geralmente provenientes dos escritórios e demais áreas dos estabelecimentos de serviços de saúde e que não entraram em contato com os pacientes ou alas passíveis de contaminação.
Os resíduos de serviços de saúde devem também obedecer a critérios específicos de acondicionamento de acordo com o seu tipo e o seu local de geração. Para tanto deve ocorrer embasado em normas legais referentes ao meio ambiente, à saúde e a limpeza urbana, as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), ou na ausência as normas e critérios internacionalmente aceitos.
Os resíduos do grupo A, B e C devem ser separados e acondicionados em contentores de polietileno de alta densidade nas cores preta, azul ou vermelha, pois devem indicar um sinal de resíduo altamente impactante. Os sacos devem ser dimensionados para um volume de 100 litros e ocupados apenas 70% para se evitar extravasamento no momento do lacre, da coleta e do transporte.
Os resíduos do grupo D devem ser separados, acondicionados em sacos plásticos lacrados devidamente guardados em contentores de polietileno de alta densidade e com identificação visível.
Com relação ao veículo de coleta deverá ser de cor branca, com indicações pintadas nas três faces: laterais e traseira como sendo "SUBSTANCIA INFECTANTE" e "LIXO HOSPITALAR" e ainda o nome da empresa e o telefone do órgão de controle ambiental para reclamações. Esse veículo deve ter compartimento de carga isolado da cabine do condutor, possuindo cantos arredondados e a higienização deve ser realizada diariamente após o turno de serviço e sempre que ocorra vazamento ou derrame de resíduos.
O local mais adequado para o destino final desse tipo de resíduos é justamente um Aterro Sanitário, no entanto, as prefeituras alegam não dispor de receita suficiente para a construção dos mesmos, nesse caso os resíduos de saúde são remanejados da mesma forma que os demais tipos de resíduos ocasionando uma série de riscos à saúde humana e ambiental.
 
Impactos dos resíduos sólidos de serviços de saúde no meio ambiente  
 
A preocupação com a questão ambiental torna o gerenciamento dos resíduos sólidos em saúde um processo de extrema importância na preservação da qualidade da saúde do meio ambiente constituindo-se como um grande desafio a ser enfrentado pelas administrações municipais, estaduais e federais.
O descarte inadequado de tais resíduos tem produzido passivos ambientais capazes de colocar em risco e comprometer os recursos naturais e a qualidade de vida das atuais e futuras gerações. Tais desafios têm gerado políticas públicas e legislações tendo como eixo de orientação a sustentabilidade do meio ambiente e a preservação da saúde. Para tanto, vamos observar os impactos ocasionados pela falta de uma gestão integrada dos resíduos sólidos em geral e numa visão particularizada entender até que ponto a má gestão dos resíduos sólidos em saúde pode comprometer a saúde de uma forma geral.
Com a evolução da medicina e das mais novas técnicas para tratamento de pessoas e a partir do incremento de novas tecnologias são gerados novas substâncias, matérias e equipamentos que trazem consigo novas formas de contaminação e proliferação de agentes patogênicos, ou seja, agentes causadores de doenças, que podem ser muitas vezes mais perigosos para o homem que os manuseia e ao meio ambiente que os recebe.
Tratando-se de outros tipos de resíduos, é comprovado que diferentes microorganismos apresentam a capacidade de persistir no ambiente, representando riscos à exposição biológica dentro e fora do serviço de saúde, tornando-se via de transmissão de doenças a partir do contato ou exposição ao material biológico, quando sua disposição no solo ocorre diretamente e há presença de objetos pontiagudos.
Os perfuro cortantes constituem, ou melhor, lideram o ranking de infecções, visto seu mau acondicionamento. Não é pouco comum, observarmos em tambores de lixo ou até mesmo lixões, que abrigam os demais tipos de resíduos encontrarmos resíduos perfuro cortantes, entre eles seringas e bisturis, utilizados anteriormente, e de forma incoerente deixados abandonados a própria sorte.  
              Os resíduos lançados ao solo contaminam-no com o chorume (líquido percolado, oriundo da decomposição de matéria orgânica) proveniente do lixo. Ele resulta principalmente da água de chuva que infiltra no solo e da decomposição biológica da parte orgânica dos resíduos. O chorume pode causar a contaminação de águas superficiais e subterrâneas e o assoreamento dos riachos, por apresentar uma alta concentração de matéria orgânica. Também pode apresentar outros poluentes (substâncias inorgânicas, metais pesados, etc.), o que requer que os aterros sanitários sejam monitorados.
             Tais substâncias e gases em contato com o homem e com o meio em que ele vive pode trazer conseqüências irreversíveis para a saúde e para uma qualidade de vida que traga como premissa o usufruto dos recursos da natureza que é acima de tudo a principal vítima.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 Analisando o contexto, no qual, foram apresentados ao longo da pesquisa todos os pressupostos básicos para o conhecimento da problemática acerca dos Resíduos Sólidos em Saúde, podemos entender que a adoção de Políticas Públicas voltadas à obtenção de um modelo padrão embasada no segmento da lei, através da Gestão Integrada de Resíduos em Saúde, junto da adoção de medidas de educação ambiental pode apontar o alicerce para uma melhor qualidade de vida no ambiente terrestre.
Nesse sentido, a adoção de postura que venha a mitigar a geração seguida de uma proposta de tratamento e acondicionamento eficaz através de um Plano de Gerenciamento dos Resíduos em Saúde é a maneira de evitar distintas problemáticas com relação aos resíduos supracitados como também trazer para o âmbito ambiental e da saúde pública uma melhor qualidade de vida, seguido de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Por fim, este trabalho evidencia a importância da educação ambiental para uma compreensão global dos problemas ambientais causados pelos resíduos de serviço de saúde. Através de ações de mobilização, podemos pensar em alternativas a fim de minorar os danos causados ao meio ambiente pelos resíduos de serviço de saúde, sendo que a escola tem um grande papel neste trabalho.
 
REFERÊNCIAS
 
BRITO, M. A.G.M. Considerações sobre resíduos sólidos de serviços de saúde. Revista Eletrônica de Enfermagem (on-line), Goiânia, v.2, n. 2, julho-dezembro. 2000. Disponível: HTTP://www.fen.ufg.br/revista.htm. Acesso em 17 novembro 2009. 
 
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. CONANA, Resolução nº 523 de 29 de abril de 2005.
 
______. Fundação Nacional de Saúde. Manual de saneamento. Brasília, 1999.
 
CARDOSO, Telma Abdalla de Oliveira et. al. Plano de Gerenciamento de Resíduos da Fundação Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro – RJ: Fundação Oswaldo Cruz, 2005.
CASTILHOS, A. B. Resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABES, 2003.
 
________. Resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro: ABES, 2003.
 
DIAS, M.A.A. Resíduos de serviços de saúde e contribuição do hospital para a preservação do meio ambiente. Revista Academia de Enfermagem, v.2 n. 2, 29 janeiro 2004.
 
FERREIRA, A. B. H. Miniaurélio Século XX: O minidicionário da língua portuguesa 5. Ed. Ver. Ampliada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
 
FONSECA, E. Iniciação ao estudo dos resíduos sólidos e da limpeza urbana. João Pessoa: Gráfica e Editora União,1999.
 
NATAL. Regulamento de Limpeza Urbana de Natal, Lei 4748/96 – Prefeitura Municipal do Natal – Natal/RN, 1996.
 
SCHINIEDER, Vânia Elisabete et. al. Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde. 2º edição. Caxias do Sul – RS: Educs, 2004.

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/saude-artigos/gerenciamento-dos-residuos-solidos-em-saude-breve-reflexao-5201384.html

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    meio ambiente

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