O Cuidado Com O Paciente Grave

12/11/2009 • Por • 13,647 Acessos

É grande o número de pacientes que exigem cuidados intensivos que nem sempre este estão restritos nas unidades intensivas e sim em outros setores dos hospitais, como: emergências, enfermarias e ambulatórios.

             A assistência ao ser humano unidade bio, pisco, social, espiritual, com suas necessidades básicas em seu ciclo saúde-doença-cuidado é objetivo essencial da Assistência de Enfermagem.

            Com a simplificação da vida esvaia-se a essência de um ser humano total e individual, de um ser grande relacional. Não há uma preocupação em perceber o individuo como um ser dotado de emoções, sentimentos, intuições, espiritualidade, valores, criatividade, desejos e necessidades, mas como um robô que opera ao obedecer a comandos. Referindo-se ao individuo doente hospitalizado na maioria das vezes é visto por um número de: registro, leito, maca. As doenças são apresentadas como um causa-efeito em conjunto com o agente causador e sintomas relacionados. Não se mencionam os fatores psicológicos, sociais, emocionais, ecológicos, energéticos, espirituais e outros tantos que interfere no processo da vida e doença.

             Neste sentido, os profissionais de Enfermagem, que lidam diretamente com a vida humana, têm necessidade de desenvolver competências técnicas, pessoais, comunicativas, organizacionais, sócio-políticas entre outras. Com vista, a realizar uma assistência de qualidade.

              A equipe de Enfermagem deve ter base de conhecimentos que facilite a capacidade de perceber uma grande variedade de questões, bem como informações altamente definidas e especifícas, pois o profissional atual deve ser o mais auto realizado possível: físico, emocional e espiritual a fim de atender os desafios de cuidar daqueles gravemente enfermos.                

               Os Enfermeiros devem estar preparados e aptos para manuseios e funcionamento de equipamentos e qualificados cientificamente sob o ponto de vista cognitivo e de habilidades para atender a um cliente crítico. Não podemos prever quando e como irá acontecer o agravamento de uma condição clínica de um paciente e esta necessidade de atendimento deverá ser prestada de imediato evitando disfunção de orgão vital, iatrogenias e até mesmo a morte.

               O conselho Federal de Enfermagem normatiza em âmbito Nacional, a obrigatoriedade de haver Enfermeiros em todas as unidades de serviços que desenvolvam ações de enfermagem que envolvam procedimentos de alta complexidade, comum na assistência a pacientes críticos/potencialmente críticos. É responsabilidade privativa do Enfermeiro, cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida os cuidados que exijam conhecimentos cientifícos e tomadas de decisões imediatas e como integrante da equipe de saúde.

               Compete ao Enfermeiro dirigir, coordenar planejar,prescrever,delegar,supervisionar e avaliar as ações de Enfermagem de acordo com a necessidade e dependência do paciente. O paciente grave será adequadamente assistido se for avaliado, reconhecido e priorizados. 

             A equipe de Enfermagem deve ter base de conhecimentos que facilite a capacidade de perceber uma grande variedade de questões, bem como informações altamente definidas e especifícas, pois o profissional atual deve ser o mais auto realizado possível: físico, emocional e espiritual a fim de atender os desafios de cuidar daqueles gravemente enfermos.

                             O objetivo da Assistência de Enfermagem é sempre promover equilíbrio fisiológico e emocional ao paciente. O profissional precisa conhecer e compreender cada vez mais a condição humana e promover o respeito à autonomia e a dignidade de cada um, cuja “dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros” (FREIRE, 1996).

              A estrutura e equipamentos de atendimento ao paciente crítico/potencialmente crítico deverá constar da interdisciplinaridade e da humanização, com enfoque nas necessidades do usuario, na integralidade assistêncial e no respeito à participação efetiva dos diferentes profissionais envolvidos na atenção a paciente crítico/potencialmente crítico. (Ministério da saúde Portária 1071 de 04/07/2005).

REFERÊNCIAS  BIBLIOGRÁFICAS

1. BARCHIFONTAINE, C.P.,PESSINE, L.,ADEMAR,R. Bioética e saúde. Centro são Camilo de Desenvolvimento em Administração da saúde. SP,1989.

2. BORGES,A.L. Por uma educação com alma: Aobjetividade e a subjetividade nos processos de ensino aprendizagem. 2ºedição, Rio de Janeiro,2000.

3. FREIRE,P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa.1º edição, Rio de Janeiro,1996.

4. HUDAK G. Cuidados intensivos de enfermagem. Uma abordagem holística. 6º edição Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,1997.

5. SILVA,V.L.S. Estudo do vivo: saber,ser e viver na sala de aula. Editora nova letra, Santa Catarina,2000.

É grande o número de pacientes que exigem cuidados intensivos que nem sempre este estão restritos nas unidades intensivas e sim em outros setores dos hospitais, como: emergências, enfermarias e ambulatórios.

             A assistência ao ser humano unidade bio, pisco, social, espiritual, com suas necessidades básicas em seu ciclo saúde-doença-cuidado é objetivo essencial da Assistência de Enfermagem.

            Com a simplificação da vida esvaia-se a essência de um ser humano total e individual, de um ser grande relacional. Não há uma preocupação em perceber o individuo como um ser dotado de emoções, sentimentos, intuições, espiritualidade, valores, criatividade, desejos e necessidades, mas como um robô que opera ao obedecer a comandos. Referindo-se ao individuo doente hospitalizado na maioria das vezes é visto por um número de: registro, leito, maca. As doenças são apresentadas como um causa-efeito em conjunto com o agente causador e sintomas relacionados. Não se mencionam os fatores psicológicos, sociais, emocionais, ecológicos, energéticos, espirituais e outros tantos que interfere no processo da vida e doença.

             Neste sentido, os profissionais de Enfermagem, que lidam diretamente com a vida humana, têm necessidade de desenvolver competências técnicas, pessoais, comunicativas, organizacionais, sócio-políticas entre outras. Com vista, a realizar uma assistência de qualidade.

              A equipe de Enfermagem deve ter base de conhecimentos que facilite a capacidade de perceber uma grande variedade de questões, bem como informações altamente definidas e especifícas, pois o profissional atual deve ser o mais auto realizado possível: físico, emocional e espiritual a fim de atender os desafios de cuidar daqueles gravemente enfermos.                

               Os Enfermeiros devem estar preparados e aptos para manuseios e funcionamento de equipamentos e qualificados cientificamente sob o ponto de vista cognitivo e de habilidades para atender a um cliente crítico. Não podemos prever quando e como irá acontecer o agravamento de uma condição clínica de um paciente e esta necessidade de atendimento deverá ser prestada de imediato evitando disfunção de orgão vital, iatrogenias e até mesmo a morte.

               O conselho Federal de Enfermagem normatiza em âmbito Nacional, a obrigatoriedade de haver Enfermeiros em todas as unidades de serviços que desenvolvam ações de enfermagem que envolvam procedimentos de alta complexidade, comum na assistência a pacientes críticos/potencialmente críticos. É responsabilidade privativa do Enfermeiro, cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida os cuidados que exijam conhecimentos cientifícos e tomadas de decisões imediatas e como integrante da equipe de saúde.

               Compete ao Enfermeiro dirigir, coordenar planejar,prescrever,delegar,supervisionar e avaliar as ações de Enfermagem de acordo com a necessidade e dependência do paciente. O paciente grave será adequadamente assistido se for avaliado, reconhecido e priorizados. 

             A equipe de Enfermagem deve ter base de conhecimentos que facilite a capacidade de perceber uma grande variedade de questões, bem como informações altamente definidas e especifícas, pois o profissional atual deve ser o mais auto realizado possível: físico, emocional e espiritual a fim de atender os desafios de cuidar daqueles gravemente enfermos.

                             O objetivo da Assistência de Enfermagem é sempre promover equilíbrio fisiológico e emocional ao paciente. O profissional precisa conhecer e compreender cada vez mais a condição humana e promover o respeito à autonomia e a dignidade de cada um, cuja “dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros” (FREIRE, 1996).

              A estrutura e equipamentos de atendimento ao paciente crítico/potencialmente crítico deverá constar da interdisciplinaridade e da humanização, com enfoque nas necessidades do usuario, na integralidade assistêncial e no respeito à participação efetiva dos diferentes profissionais envolvidos na atenção a paciente crítico/potencialmente crítico. (Ministério da saúde Portária 1071 de 04/07/2005).

REFERÊNCIAS  BIBLIOGRÁFICAS

1. BARCHIFONTAINE, C.P.,PESSINE, L.,ADEMAR,R. Bioética e saúde. Centro são Camilo de Desenvolvimento em Administração da saúde. SP,1989.

2. BORGES,A.L. Por uma educação com alma: Aobjetividade e a subjetividade nos processos de ensino aprendizagem. 2ºedição, Rio de Janeiro,2000.

3. FREIRE,P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa.1º edição, Rio de Janeiro,1996.

4. HUDAK G. Cuidados intensivos de enfermagem. Uma abordagem holística. 6º edição Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,1997.

5. SILVA,V.L.S. Estudo do vivo: saber,ser e viver na sala de aula. Editora nova letra, Santa Catarina,2000.

Perfil do Autor

Sandra Ines Lins de Abreu Mendes

Enfermeira Mestre em Terapia Intensiva. Especialista em Formação Pedagógica em Educação Profissional na Area de Saúde.Especialista em Cuidados Intensivos. Atuando em Unidade de Tratamento Intensivo,Dermatologia Sanitaria e Saúde Mental, desenvolvendo Preceptoria e Assistência. Contato:81 8816-6496