OS EFEITOS NEGATIVOS DO ESTRESSE EMOCIONAL NO ORGANISMO HUMANO E COMO GERENCIÁ-LO

Publicado em: 24/08/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 9,816 |

                                                                                                                                                     1 INTRODUÇÃO    

      

Stress é uma reação do organismo que ocorre quando ele precisa lidar com situações que exijam um grande esforço emocional para serem superadas. Quanto mais à situação durar ou quanto mais grave ela for, mais estressada a pessoa pode ficar. Estas reações de componentes físicos, hormonais e mentais são caracterizadas por sinais e sintomas somáticos e psicológicos. O estado de estresse implica numa necessidade aumentada de energia dada à ação das catecolaminas, o que equivale a manter um estado de alerta. O hipotálamo ativa o sistema nervoso simpático que aumenta a freqüência cardíaca, a pressão arterial, o fluxo sanguíneo para os músculos ativos e ao mesmo tempo diminui a glicemia e do metabolismo celular, da glicose da atividade mental. A soma desses efeitos permite que a pessoa desempenhe uma atividade física ou mental bem maior do que seria possível em outras circunstâncias influenciam a diferenciação e o desenvolvimento dos sistemas de neurotransmissores que agem como reguladores de sistema de catecolaminas, pois aumentam a síntese de certas enzimas relacionadas com a produção das mesmas e induzem a transformação de noradrenalina em adrenalina, entretanto, diminui a agressividade e capacidade de defesa que aumenta a passividade no quadro estressante. O índice de estresse no Brasil é em torno de 32% na população adulta, sendo mais apresentada no sexo feminino (LIPP, 2009).

1.1-            FASES E SINTOMAS DO ESTRESSE

O estresse para Lipp, 2009 possui modelo quadrifásico, composto por fase de alerta, fase de resistência, fase de quase exaustão e a fase de exaustão. Na fase inicial do estresse produzimos adrenalina e ficamos cheios de energia e de vigor denominada de fase de alerta (dificuldade de dormir, de ter sexo para relaxar, produtividade, criatividade, respiração ofegante e humor eufórico). Se o fator causal desaparece, stress também desaparece, entretanto, caso ele continue, entramos no estágio de resistência e o organismo já se sente doente (dificuldades com a memória, cansaço humor tedioso). Se nosso esforço for suficiente para lidar com a situação, o stress é eliminado e saímos do processo de stress. Se não nos adaptamos, nosso organismo começa a sofrer um colapso gradual e entramos na fase de quase-exaustão e por fim a exaustão (perca da graça da vida, de socialização, humor tedioso e depois apático, insônia, não se revigora) surge o aparecimento de doenças: infarto, depressão, úlceras, pressão alta, diabetes, enfarte, psoríase, além de tristeza, vontade de esconder das pessoas, vontade de morrer, comportamentos de má adaptação (comer demais ou de menos, fumar, alcoolismo); urgência urinária; dores no pescoço; palpitações; dores estomacais; diarréias ou prisão de ventre; náuseas; problemas dermatológicos; herpes, corrimento, queda de cabelo, tumores, alteração nos níveis de triglicéres e colesterol, autodúvidas, tiques; tremores das mãos, retração de gengivas.

1.2-            Complicações do stress

Eventos traumáticos, podem ser ainda mais problemáticos para aqueles que têm predisposição genética à esquizofrenia com o aumento de até 3 vezes a ocorrência de surtos psicóticos. O trabalho e o apoio social se tornam fator protetor contra desencadeadores de psicoses. Entretanto, passar por momentos extremos e não apresentar estes sintomas não significa que a pessoa esteja a salvo disso e sim, que seja menos vulnerável. Um dos fatores é o próprio ambiente no qual bem remodelado possa diminuir a probabilidade, o atraso do primeiro surto psicótico ou que a doença se evolua de maneira melhor (BENEVIDES, A et al GRAÇAS, 2005).

A vida não muito estruturada, a depressão prolongada é porta aberta para um quadro de stress, que depois de instalado junto a outro fator predisponente (hereditariedade, genética) pode desenvolver síndrome do pânico, fator evidenciado por um ‘medo profundo de viver' (SCIGLIANO, S).

Várias linhas de pesquisa sugerem a possibilidade de que a personalidade ou o temperamento, ser insociável ou vivenciar efeito negativo, resulta em sensibilidade aos estressores e que podem ser responsáveis por algumas das associações entre o estresse, resultantes da sensibilidade psicológica ou fisiológica aos estressores (MELO, F. A et al, 2007).

Um evento estressante que tenha ameaçado a integridade emocional ou física do indivíduo, criando terror ou desespero. 1) P. ex; reexperimentar o evento traumático, 2) evitação e embotamento, e 3) excitabilidade aumentada (RUIZ, J. E et al, 2007).

A exposição a fatores estressantes tem papel importante no desenvolvimento de transtornos depressivos, evidências sugerem 1. O estresse pode causar alterações plásticas no hipocampo, que incluem remodelação dendrítica e inibição de neurogênese (JOCA, L. R. S et al, 2003). 

Observa-se relação entre a saúde ocupacional e a ocorrência da Síndrome de Burnout em profissionais que trabalham diretamente no cuidado com outras pessoas, como por exemplo, os agentes comunitários de saúde que se defronta com uma série de situações para as quais nem mesmo outros profissionais da área da saúde têm um saber sistematizado de forma explícita e, tampouco, os instrumentos adequados de trabalho e gerência (TELLES E PIMENTA, 2009).

O estresse emocional é um fator precipitante do vitiligo, doença autoimune de pele que acomete cerca de 1% da população, preferencialmente entre 10 e 30 anos de idade (STEINER et AL, 2004).

Maior atenção está sendo direcionadas aos aspectos psicossociais envolvidos as dermatoses influenciadas por fatores emocionais como exemplo a psoríase que é uma doença crônica de pele que afeta, igualmente, homens e mulheres em cerca de um a 3% da população mundial. O estresse emocional é citado na bibliografia em geral como um fator importante que influencia tanto o aparecimento como o agravamento da lesão, sendo a psoríase classificada como uma psicodermatose. Além disso, a estigmatização e o tratamento difícil contribuem para altos níveis de frustração e baixa da auto-estima do paciente. Outros distúrbios associados ao stress relatados mais freqüentemente por mulheres incluem: anorexia; bulimia; ansiedade e depressão, a síndrome do cólon irritável; o prolapso da válvula mitral e a síndrome da articulação temporomandibular, a desenvolver ou agravar doenças como a hipertensão, úlceras, distúrbios adicionais intermediados pelo stress como a infertilidade, a tensão pré-menstrual e a ansiedade. Dentre a esquizofrenia, ansiedade generalizada, episódios maníacos depressivos uma das conseqüências psicológicas causados  em detrimento ao estresse excessivo é a depressão, pois a habilidade intelectual não é afetada e com isso, o indivíduo sabe que a felicidade existe, está disponível, porém não consegue usufruí-la (LIPP, 2009).

                                                                                                                                                     2- Com evitar o estresse

Há meios de se aprender a lidar com o stress de modo que mesmo nos piores momentos o organismo não entre em colapso (LIPP, 2009).

O estresse e suas repercussões devem ser analisados em um contexto multicausal. Quando o estressor causa problemas significativos na vida do indivíduo, as diferenças individuais referentes à vulnerabilidade orgânica é a forma de avaliar e enfrentar a situação adequadamente, contribuindo assim, para seu desequilíbrio.  Os esforços cognitivos e comportamentais que a pessoa utiliza para enfrentar a situação de estresse, as diferentes maneiras de lidar com as situações estressantes, podem constelar padrões de comportamento que se repetem ao longo da vida do indivíduo, não necessariamente de forma consciente. Essa reação de mobilização de recursos naturais tem o objetivo de manter o equilíbrio do organismo, diminuindo a resposta de distress. A sincronia da fisiologia entre mente e corpo já estão sendo desenvolvidos em alguns locais. Especial atenção está sendo dada nesses programas à completa avaliação física e psicológica a fim de elucidar melhor os fatores implícitos, fatores físicos e mentais estressantes, assim como à qualidade dos estilos de vida e às práticas dos pacientes e a sua educação, geralmente em grupos de auto-ajuda e treinamento de relaxamento do estresse (SILVA, 2006).

Uma das maneiras de diminuir o stress é melhorar em termos efetivos a auto-percepção da saúde mental a fim de detectar precocemente os fatores estressantes e diminuí-los ou evitá-los. Pesquisa feita entre 4.060 adultos e 4.003 idosos residentes em áreas de abrangência de 240 unidades básicas de saúde das regiões Sul e Nordeste, em 2005, demonstraram que dentre outros, um dos fatores que adultos e idosos consideram como mais importantes para manutenção da saúde é controlar ou evitar o stress, entretanto, dos 82% dos adultos e 43.8% declararam a sua auto-percepção da saúde como regular Apenas 6,7% dos adultos e 2,9% dos idosos declaram como excelente (SIQUEIRA, V. F et al, 2009).

Para Barbanti (2008), enfatizando a melhora da autoestima, do autoconceito, da imagem corporal, das funções cognitivas e de socialização; a diminuição do estresse e da ansiedade e a diminuição do consumo de medicamentos, a prática religiosa, Pensamentos Fantasiosos, segunda categoria de estratégias mais utilizadas, é possível evidenciar uma postura de esquiva da situação estressora, no âmbito cognitivo. Em estudo realizado por Camelo e Angerami (2008) (TELLES et AL PIMENTA, 2009).

Trabalhos realizados sugerem-se estratégias de acolhimento a profissionais que lidam diretamente no cuidado com outra pessoa, de forma a auxiliá-los a lidar com o sofrimento no trabalho.   A visita a um psicoterapeuta no intuito de prevenção faz parte de rotina a fim de evitar e tratar a síndrome de Burnout (TELLES E PIMENTA, 2009).

A interação com pessoas que gostamos facilita as relações e traz alegria e nos momentos em que é preciso expor opiniões divergentes, discordar de um assunto ou dizer um ‘não, ' fazer com tranqüilidade. No entanto, nos casos de estresse em níveis avançados procurar ajuda especializada, tratar as conseqüências (doenças adquiridas pelo estresse) com especialidades médicas específicas e procurar auxílio psicológico para aprender a lidar com técnicas de enfrentamento ao estresse a fim de não se estressar mais futuramente. Além disso, adquirir informações fidedignas em saúde mental a fim de aprender a se auto- avaliar, detectando precocemente sinais e sintomas psicológicos e físicos de estresse, p. ex; sinais psicológicos em adultos: queda da produtividade, confusão mental, apatia, dificuldade de memória e concentração, diminuição da auto- estima depressão e irritabilidade injustificável. Exemplo de sinais físicos: músculos tensos, cefaléia, desconforto epigástrico ou gastrite, taquicardia, herpes, aftas, problemas dermatológicos, retração das gengivas, resfriados, infecções e tonturas. Outros exemplos: acidente de trânsito, derrubar e perder objetos e documentos, perder o ‘norte' em lugares conhecidos e pequenos acidentes como: cortes (LIPP, 2009).

2.1- Controlar as emoções

A raiva é uma sensação de taquicardia, tensão muscular, respiração ofegante e sufocamento que ocorre frente a um acontecimento desencadeador, jamais são sem motivo, entretanto é um bom motivo para emoções negativas, dentre elas, a sensação de perigo, que por sua vez, é uma ameaça física e emocional de duplo efeito sobre o cérebro.  Este sentimento pode ser interrompido no início, se uma informação mitigante vier antes que se dê vazão a ele; Pois esta mesma informação permite uma reavaliação dos atos que provocam a raiva. Mas ela só funciona em níveis controlados de raiva, pois em níveis elevados, há um déficit cognitivo onde não mais se pensa direito. Uma vez que é de direito sentirmos raiva, ela só é válida se for capaz de ajudar-nos a resolver os problemas, caso contrário, se torna necessário afastar-se do fator desencadeante, não deixando intensificar por domínio deste sentimento (LIPP, 2009).

2.1.3- Evitar as preocupações

As preocupações crônicas, repetitivas, não trazem solução positiva. Ao contrario, parecem surgir do nada, são incontroláveis, gera um rumor constante de ansiedade, são imunes à razão e prendem o preocupado numa única e inflexível visão do tópico que o preocupa. Os preocupados crônicos vêem perigos na jornada da vida que outros jamais notam, não conseguem dormir por mais que tenha sono devido os pensamentos intrusos, parecem não notar as sensações somáticas da ansiedade que desencadeiam o coração disparado, as gotas de suor e os tremores. No entanto, a tarefa da preocupação fisiologicamente ‘normal' seria de apresentar soluções positivas para o perigo da vida, prevendo-os antes que surjam, ou mesmoum ensaio do que pode dar errado e como lidar com isso. O ideal é tomar posição crítica diante das suposições, consciência, dos episódios de preocupação no início e contestá-los, desenvolvendo técnicas de relaxamento que contrabalança os sinais de ansiedade que o cérebro emocional envia para todo o corpo. Entretanto a preocupação deve ser considerada desde que traga opções de resolução do motivo pensamentos, reunir a atenção e ceticismo que atua como um freio na ativação neural da preocupação. Mais assertivo, é a pessoa esfriar o cérebro por criar alternativas intelectuais e depois de forma mais construtiva enfrentar a outra pessoa já que é impossível evitar as relações humanas, pois delas adquirimos conhecimento e desenvolturas para alcançar nossos objetivos de vida. A importância e dedicação excessiva ao trabalho, além de correr risco de workaholism e Bunout, não trazem qualidade de vida pela riqueza de bens acumulados ou sucesso profissional, pois, qualidade de vida é ter uma vida equilibrada em todas as áreas (LIPP, 2009).

Evitar a irritação

 Embora certas pessoas pareçam calmas e imperturbáveis, às vezes fervilham de perturbações fisiológicas que ignoram (SOUSA, 1997).

A irritação nos faz sofrer, se descobrirmos as causas e origens podemos combatê-las, superá-las e melhorarmos a qualidade de vida de nossa micro-sociedade que convivemos por muito tempo e ao longo dos anos, que é a nossa família (ARICÓ, R. C; TIBA, J).

Na fatalidade de um aborrecimento, perguntar a nós mesmos que importância terá em nossa vida nos anos posteriores, caso não tenha, ignorá-lo. No caso de erro, aprender a si perdoar e aos outros também, assim como, aceitar as perdas, rejeitar o mal, a injustiça e a mágoa. Não querer ter sempre controle de tudo o tempo todo, pois nos traz frustrações (LIPP, 2009).

2.1.5- Praticar exercícios físicos e boa alimentação

Cabe a cada um assumir responsabilidades de vida física e emocional. A prática de hábitos saudáveis de alimentação como: trocar refrigerante, café por suco de frutas e acrescentar nas refeições porções ricas de verduras e legumes (crus ou no vapor), como por exemplo: alface, chicória, acelga, além de vitamina C, magnésio, manganês e gergelim, pois, repõe os nutrientes perdidos pelo estresse. A prática de exercícios por pelo menos 30 minutos ininterruptos promove a liberação de substâncias (beta-endorfina) capazes de nos dar sensação de prazer, bem estar, alegria e calma tornando possível manter as dosagens dos níveis de estresses normais além do alívio momentâneo de dores causadas pela tensão de conseqüência do estresse psicológico. Assim como, técnicas de relaxamento porque elimina o excesso de adrenalina produzida proporcionando homeostasia interna, ioga, meditação ou hábito de uma boa leitura que proporciona relaxamento (LIPP, 2009).

 3- CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para se sentir bem é preciso gerenciar o estresse, uma vez que os fatores estressantes jamais deixarão de existir ao nosso redor e em todas as fases do desenvolvimento humano que por si só (o desenvolvimento emocional e intelectual), apresentam conflitos a serem resolvidos de fontes de estresse. Apesar de que o estresse, se bem compreendido e manejado servir de grande produtividade humana pelo fato de nos dar energia, ânimo e motivação, torna-se óbvio que a sua redução tanto em questão de intensidade quanto em duração seja imprescindível para evitar a queda total desta produtividade. O controle do estresse em nosso benefício é tarefa para os artesãos, pois, controlá-lo se torna uma arte que vale a pena por sinal. A partir daí, Conclui-se que a distração, a diversão, mudança de ambiente, afastar-se do ambiente no momento da discussão, seja eficaz. Assim como, não travar batalhas insensatas em frentes erradas como dar ênfase aos desconfortos abdominais e fadigas excessivas no lugar de combater a causa base como conflitos inter e intrapessoais. Todavia, as visitas ao psicoterapeuta tornam-se útil quando o cliente se torna capaz de atacar com coragem todos os seus conflitos.

 

REFERÊNCIAS

 

BENEVIDES, A, 2005. Estresse aumenta 3 vezes a chances do primeiro surto. Agências URS de Notícias.Psiquiatria. Artigo disponível em: http://www.usp.br/agen/repgs/2005/pags/191.htm. Acesso em: 22/06/2010.

BENEVIDES, A et al GRAÇAS, 2005. Mortes e demissões podem funcionar como desencadeadores de psicoses. Agência de psiquiatria. Artigo disponível em:

http://www.usp.br/agen/repgs/2005/pags/191.htm. Acesso em: 22/06/2010. E-mail: mgoliveira@uol.com.br.

SOUSA, P. F, 1997. Estresse e as doenças psicossomáticas. Revista de psicofisiologia. Disponível em: http://www.icb.ufmg.br/lpf/revista/revista1/volume1_estresse_doencas_psi.htm. Acesso em: 23/06/2010.

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RUIZ, J. E et al, 2007. Psiconeuroendocrinologia do transtorno de estresse pós-traumático. Scielo. Revista Brasileira de Psiquiatria. Artigo disponível em: http://www.scielo.br/scielo.phd, Acesso: 02/07/2010.

JOCA, L, R. S et al, 2003. Estresse, Depressão e Hipocampo. Scielo.Revista Brasileira de Psiquiatria. Artigo disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php. Acesso em: 02/07/2010.

 STEINER, D. et AL, 2004. Vitiligo. Anais Brasileiros de Dermatologia. Artigo disponível em: http://www.scielo.br/scielo. phd., vol.79, no.3, p.335-351. ISSN 0365-0596.

SILVA, T. D. J; MULLER, C. M; BONAMIGO, R. R. Estratégias de coping e níveis de estresse em pacientes portadores de psoríase. Anal Brasileira de Dermatologia versão impressa ISSN 0365-0596. Artigo disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php, Acesso em: 18/07/2010.

SIQUEIRA, V. F et al, 2009. Fatores considerados pela população como mais importantes para manutenção da saúde. Scielo. Revista de Saúde Pública, vol.43 no. 6. São Paulo. Artigo disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php. Acesso em: 02/07/2010.

TELLES,H. PIMENTA, C. M. A. Síndrome de Burnout em Agentes comunitários de saúde e estratégias de enfrentamento. Sociedade e saúde. Vol.18 no. 3 São Paulo jul./set. 2009doi: 10.1590/S0104-12902009000300011. Artigo disponível em: http://www.scielo.br/scielo. phd. Acesso em: 18/07/2010.

ARICÓ, R. C; TIBA, Jçami. A psicanálise hoje. Revista de psicologia: Catharsis. Matéria disponível em: http://www.revistapsicologia.com.br. Acesso em: 07/07/2010.

SCIGLIANO, S. Síndrome do Pânico é doença Grave. Revista de psicologia: Catharsis. Matéria disponível em:  http://www.revistapsicologia.com.br. Acesso em: 07/07/2010.

LIPP, N. E. M. Atividade física e a qualidade de vida. Mulher e ação do estresse. O estresse emocional e seu tratamento. O modelo quadrifásico do estresse. O percurso do estresse. Relação entre o estresse e depressão. O estresse e a beleza da mulher. Como lidar com a raiva. Efeito do estresse na produtividade humana. Estresse, sociedade e psicossomática. Estresse e a pressão arterial. Estresse na atualidade. Estresse em crianças e suas implicações na vida adulta. Fontes internas de estresse: Uma abordagem cognitiva. Fobia social e estresse. Instituto de psicologia e controle do estresse. Estudo sobre o estresse. Para ler. Disponível em: http://www.estresse.com.br/. Acesso em: 31/07/2010.

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