Turismo Cultural: O Estudo Da Relação Existente Entre A Ruralidade E Urbanidade

Publicado em: 03/06/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 2,809 |

 

Antes de se discutir o conceito de turismo cultural é mais que pertinente fazer uma apreciação sobre o conceito do turismo em si. A Organização Mundial de Turismo (2001, p.36) define turismo como “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo inferior a um ano, com finalidade de lazer, negócios ou outros”.

Sendo assim, vê-se que turismo surge atualmente como um importante fenômeno social, de grande atratividade econômica, assim sendo, ele é capaz de proporcionar desenvolvimento sócio-econômico, com a geração de renda e emprego, interação entre as pessoas, ocasiona a difusão cultural, entre outros.

Dessa forma, pode-se perceber a amplitude que a atividade turística possui, e que, ela remete a uma série de tipologias de turismo. E a tipologia de turismo que dialoga com o patrimônio cultural se refere justamente ao turismo cultural, que conforme Barreto (2000, p.19) estaria relacionado a todo turismo cujo principal atrativo não seja a natureza, mas algum aspecto da cultura humana,

      Analisando o turismo segundo o critério da motivação, aparece uma quase infinita  variedade de possibilidades, que podem ser agrupadas em duas grandes divisões, o turismo motivado pela busca de atrativos naturais e o turismo e o turismo pela busca de atrativos culturais. Assim, entende-se por “turismo cultural” todo turismo em que o principal atrativo não seja a natureza, mas algum aspecto da cultura humana. 

 Completando o conceito de turismo cultural, vê-se ele como a “procura por estudos, cultura, artes cênicas, festivais, monumentos, sítios históricos ou arqueológicos, manifestações folclóricas ou peregrinações”, de acordo com a Organização Mundial do Turismo (apud BARRETO, 2000, p.20),

E o conceito estabelecido por Silberbereg (apud PIRES, 2002, p.67) segue nesta mesma ótica, turismo cultural se trata de “visitas de pessoas fora da comunidade receptora motivadas completamente ou em parte por interesses na oferta histórica, artística, científica ou no estilo de vida, tradições da comunidade, religião, grupo ou instituição”.

Barreto (2000, p.24), acredita que o turismo cultural pode ser uma alternativa ao turismo de massa, aquele que busca atrair um número elevado de pessoas a um determinado lugar, sem levar em consideração os impactos que ocasiona, e, não proporciona os “contatos realmente interativos” com patrimônio cultural e a população local, diferentemente do turismo cultural,

 O paradoxo desse tipo de turistas é que provocam grandes alterações na dinâmica da sociedade receptora, que se reflete em mudanças nos usos e costumes, na divisão social do trabalho, no relacionamento interpessoal, sobretudo no familiar sem que haja contatos realmente interativos com a população receptora. Esta última só tem visibilidade como prestadora de serviços, e, por sua vez, o turista é visto pela população local apenas como um fator de produção, um capital ambulante, um portador de dinheiro com o qual tudo se comercializa, até o sorriso. 

  Ainda segundo Barreto (2000, p.25), além de não ocasionar a real iteração com os turistas, o turismo de massa causa uma série de problemas ambientais apresentando,

 Pouco comprometimento com a problemática local, com as questões ambientais e com o retorno econômico para a população. Grandes áreas são, muitas vezes, desmatadas ou inundadas para as instalações desses atrativos provocando desequilíbrio no microsistema ecológico, mudança no regime de chuvas ou migração da avifauna nativa, ao passo que a falta de tratamento adequado de esgoto leva, em poucos anos, à contaminação dos lençóis freáticos, poluindo a água [...].     

 E esse descomprometimento com as preocupações ambientais, difere totalmente dos preceitos do turismo cultural, que busca também a conservação do patrimônio natural, conceito intrínseco ao patrimônio cultural (BARRETO, 2000).  Assim, pensando no âmbito da conservação, o turismo cultural tem que ser utilizado com um meio de se conservar o patrimônio cultural,

  A atividade turística é, portanto, produto da sociedade capitalista industrial e se desenvolveu sob o impulso de motivações diversas, que incluem o consumo de bens culturais. O turismo cultural, tal qual o concebemos atualmente, implica não apenas a oferta de espetáculos ou eventos, mas também a existência e preservação de um patrimônio cultural representado por museus, monumentos e locais históricos (RODRIGUES, 2003, p.15).

 Partindo do princípio da importância de se conservar o patrimônio cultural, pode-se dizer que quanto melhor ele estiver conservado, maior serão as possibilidades de tal patrimônio ser apropriado pelo turismo, dessa forma, estabelece-se uma relação de troca, enquanto o turismo auxilia na conservação do patrimônio, o patrimônio conservado ajuda o turismo a vender os atrativos histórico-culturais que ele possui (BARRETO, 2000).    

Seguindo nesta ótica, Gastal (2001, p.34), acredita que o turismo cultural está em uma fase ascendente, sendo mais valorizado pelas pessoas e inclusive está fazendo parte de projetos turísticos,

 O turismo cultural era até bem pouco tempo, apenas umas das segmentações pelas quais os teóricos e estatísticos procuram qualificar as diferentes motivações nos deslocamentos das pessoas. Hoje, o fator cultural ganhou novos espaços de práticas e teorizações, estando presente nos projetos turísticos tanto na sua concepção inicial, no planejamento, como nos desdobramentos da gestão do marketing turístico.

 Com as discussões acima, pôde-se verificar que o turismo cultural estabelece uma relação benéfica com o patrimônio, criando meios que possibilitem a sua conservação, e com o patrimônio cultural conservado ele passa a ser mais valorizado em todos os aspectos (GASTAL, 2001).

Contudo, dentro da amplitude do turismo cultural, podem-se destacar duas tipologias de turismo inerentes a ele, que são as que se referem ao turismo rural e ao turismo urbano, que, assim sendo, remetem a duas estruturas espaciais que englobam a ruralidade e a urbanidade.

Primeiramente, faz-se necessário divagar sobre a ruralidade, sendo assim, seu conceito se reporta a tudo que envolva o campo, as atividades agrárias, a predominância da paisagem natural e ao modo de vida que se baseia na simplicidade (MOURA, 2003). E o segmento do turismo que se apropria dos elementos que compõem a ruralidade se refere ao turismo no espaço rural, que está relacionado às atividades agrárias concernentes ao ambiente tipicamente rural (RODRIGUES, 2001).

Nesse sentido, torna-se pertinente apreciar a definição de Silva (1998, p.14) sobre turismo no espaço rural,

 [...] atividades praticadas no meio não urbano, que consiste de atividades de lazer no meio rural em várias modalidades definidas com base na oferta: turismo rural, agroturismo, turismo ecológico ou ecoturismo, turismo de aventura, turismo de negócios, turismo de saúde, turismo cultural, turismo esportivo, atividades estas que se complementam ou não.

 A partir dessa definição é possível verificar que a pessoa que deseja praticar o turismo no espaço rural busca realizar atividades típicas dessa estrutura espacial, e essa ótica vai em encontro com o pensamento de Moura (2003, p.72),

 O público-alvo da atividade turística praticada no meio rural quer tranqüilidade, clima aconchegante, cheiro de mato, cochilos nas tardes quentes à sombra de uma árvore frondosa ou em uma rede armada numa ampla e ventilada varanda. Uma conversa sadia ao pé de uma fogueira ou lareira nas noites frias, ao lado dos amigos, proprietários ou apenas da pessoa amada, regada a vinhos, licores ou uma boa cachaça da terra.

 Assim, o turismo no espaço rural deve estar constituído em estruturas eminentemente rurais que proporcionem ao turista ou visitante o contato com a natureza, com a herança cultural das comunidades do campo e as chamadas práticas tradicionais (RUSCHMANN, 2003).

No espaço rural é possível se encontrar importantes elementos arquitetônicos, culturais e ambientais que podem ser apropriados pelo turismo, tem-se assim, muitos exemplos: casarões coloniais, senzalas, capelas, chafarizes, alambiques, currais, matas, lagos, cachoeiras, arquedutos, sendo assim, um número ilimitado de atrativos (MOURA, 2003).

 O turismo no espaço rural tem como característica a diversidade de elementos paisagísticos concernentes ao ambiente natural,

 A diversidade se constitui num atributo de qualidade paisagística com forte percepção estética do turista usuário da paisagem rural, que passa a ter uma experiência visual enriquecida pela presença simultânea, nas cenas observadas, de uma variedade de componentes diferenciados em si dada a sua natureza (relevo, água, vegetação, atividades humanas) e em razão de sua expressão estética (forma, cor, textura, linha, escala, espaço) e, ao mesmo tempo, integrados compondo um cenário visualmente variado e, por isso, atraente (PIRES, 2003, p.128).

 Contudo, a partir das discussões de Pires (2003) foi possível constatar a amplitude do turismo no espaço rural, sendo que, essa amplitude remete a uma gama de fatores que têm que ser levados em conta antes da implementação dessa modalidade de turismo como: o processo histórico de ocupação territorial; a estrutura fundiária; as características da paisagem regional; a atividade econômica desenvolvida; as características de demanda; os tipos de empreendimentos, entre outros (RODRIGUES, 2001).

Após as discussões levantadas, pode-se dizer que na realidade o turismo no espaço rural interage com tudo a que remete ao ambiente natural, apropriando-se de diversos elementos inerentes a ele. E esse ambiente natural, remete as origens do homem, que ao longo dos tempos passou a construir um patrimônio que tivesse relação com a produção das atividades humanas (YÁGIZI, 2003).     

Nesse sentido, não há nada que represente tão bem o resultado da produção das atividades humanas do que as cidades, que se desgarraram dos elementos rurais para constituírem elementos eminentemente urbanos (YÁGIZI, 2003).    

 A acepção clássica sobre o que é urbano estaria vinculada à forma do homem em viver em conjunto, partilhando de regras que são semelhantes a todos, enfim, tendo a necessidade de se aglutinar devido ao um motivo maior, seja por lutarem por uma mesma guerra ou simplesmente pertencerem a uma mesma família ou etnia; os primeiros núcleos urbanos estruturados teriam se originado na Grécia e Roma antiga, há muitos anos antes de Cristo (YÁGIZI, 2003).

Entretanto, o conceito de urbano empregado atualmente está vinculado à eclosão da Primeira Revolução Industrial (iniciada em 1750) e posteriormente, ao surgimento da Segunda Revolução Industrial (começou no final do século XIX), que iniciaram um intenso processo de urbanização, em que as pessoas saíram do campo e foram em busca de empregos nas indústrias situadas no espaço urbano (YÁGIZI, 2003).               

E com tempo as cidades foram crescendo em meio a acertos e desacertos, tendo assim, hoje, a grande maioria da população mundial vivendo no espaço urbano, não abrindo mão das facilidades concernentes a esse tipo de ambiente (YÁGIZI, 2003).                

Contudo, o segmento do turismo que dialoga com o espaço urbano, refere-se justamente ao turismo urbano. Partindo do pensamento de Yágizi (2003, p.51) de que “todas as grandes civilizações que deixaram testemunhos de sua cultura material são hoje objeto de turismo”, pode-se conceituar o turismo no espaço urbano como o ramo da atividade turística que se apropria do legado gerado pelas atividades humanas (OLIVEIRA, 2003).

 Conforme Oliveira (2003), toda atividade humana produz história, no entanto, apenas alguns locais contêm uma densidade de documentos que despertem o interesse de visitantes. O espaço urbano é capaz de promover o encontro social e cultural das pessoas que o usufrui,

 O urbano não é o único tipo de território em que se pratica o turismo, mas seguramente o mais importante, porque para fins de se conhecer uma civilização, ele é o lugar por excelência do encontro social e cultural. Mesmo quando o destino turístico ocorre em meio natural, poucos são os casos em que a cidade não se interpõe como escala conveniente ou obrigatória. O desvirtuamento do meio urbano é patente nos casos em que ele não se coloca à altura natural circundante. (YÁGIZI, 2003, p.71).

 Segundo Castrogiovanni (2001, p.24), o espaço urbano expressa a evolução histórica de uma sociedade,

 O espaço deve ser visto como um fator de evolução social, portanto, produzindo e reproduzindo constantemente. O movimento histórico é que constrói o espaço, que é uma instância da sociedade, portanto, como instância, contém e é contido pelas demais instâncias. As cidades são partes representativas da complexidade que é o espaço geográfico.

 Assim sendo, são muitas as cidades que podem ser apropriadas pelo turismo, se analisarmos a dimensão cultural que cada uma delas possui,

 A noção de cidade como obra de arte [...] é caracterizada pela qualidade e pelo número de tesouros de arte, monumentos históricos com seu cenário pintado e esculpido, museus e coleções que ela, à maneira de um imenso museu à céu aberto , encerra. Por isso a noção de cidade como obra de arte é aplicável a categorias heterogêneas de cidades, capitais e de interior, gigantes e minúsculas, transbordantes de vida ou adormecidas, e muitas vezes sem que a própria configuração desse continente seja levada em consideração (CHOAY, 2001, p.192).    

  E todos os elementos culturais citados por Choay (2001), como as obras de arte, monumentos históricos se constituem em possíveis atrativos histórico-culturais. Nesse sentido, Barreto (2001, p.34) acredita que ao se apropriar dos bens culturais do espaço urbano, o turismo passa a revitalizá-los, sendo que essa revitalização não se restringe a um bem cultural apenas, e sim, pode alcançar bairros inteiros,

  A revitalização de bairros inteiros para consumo cultural e turístico, sobretudo em áreas centrais ou portuárias de cidades, também tem sido uma forma de permitir a conservação das construções históricas existentes neles. A reutilização de velhos prédios e mesmo armazéns com a finalidade cultural ou recreativa, para o lazer da população local ou dos turistas e a aquisição dessas casas para moradia, por intelectuais ou pessoas que procuram em contato com o passado levam a uma valorização do local, como pode ser verificado nos inúmeros exemplos de bairros revitalizados [...].

Entretanto, ao se desenvolver o turismo no espaço urbano é preciso que haja um amplo planejamento, senão, pode-se ter a ocorrência de uma série de problemas se um grande número de pessoas estiver concentrado em um só local,

 A concentração de grande número de pessoas em uma área geográfica pequena sempre impôs significante administração e problemas de política para as cidades, tanto quanto em termos da manutenção da saúde e bem-estar econômico dos residentes e seus visitantes. Na sociedade contemporânea, as cidades enfrentam uma variedade de pressões que incluem tendências demográficas, preferências variáveis por centro urbano ou vida urbana, transporte, comércio e desenvolvimento do turismo (LAWS, 2004, p.83).

 Sendo assim, conforme Castrogiovanni (2001) justamente pelo homem atualmente se situar em um espaço com alta densidade demográfica e ter que conviver com as pressões do trabalho que exerce, viver em um ambiente cheio de tensões sociais, ele agora está voltando os seus olhos para o ambiente rural, buscando ir ao encontro de suas raízes, das suas tradições, enfim, está à procura de paz e tranqüilidade em meio à paisagem natural.

Assim, após todas as discussões apresentadas, pode-se constatar que o homem está se situando entre a confluência das duas estruturas espaciais, a urbana e a rural, dividindo-se entre uma e outra, sendo que todos os elementos culturais encontrados nos dois espaços representam algo único, o patrimônio cultural, sendo justamente esse patrimônio que está sendo apropriado pelo turismo.      

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/turismo-e-viagem-artigos/turismo-cultural-o-estudo-da-relacao-existente-entre-a-ruralidade-e-urbanidade-952396.html

    Palavras-chave do artigo:

    turismo cultural turismo rural turismo urbano

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