O Perfil Do Consome-Dor
Quem trabalha com atendimento ao público certamente sente na pele (e nos nervos) o quão difícil é agradar o cliente. As expectativas do consumidor atual são um saco sem fundo de onde saem as mais variadas exigências, deixando, muitas vezes, o fornecedor de mãos atadas.
O fato é que está proliferando uma classe de consumidores que não se satisfaz apenas consumindo o seu produto, serviço ou marca. Esta classe também quer consumir a sua paciência, a sua dignidade, a sua saúde e o seu tempo. Numa palavra: o que eles querem consumir é a sua própria vida!
O “consome-dor”, designação que passei a utilizar para esta classe de clientes, é aquele que sente tanto ou mais prazer em gerar sofrimento no fornecedor quanto em adquirir o produto ou serviço em si. Trata-se de um tipo de sadismo astuto pois ele paga uma quantia e recebe dois produtos: o bem (de consumo) e o mal (do fornecedor).
Analisando as possíveis causas deste comportamento, minha hipótese aponta para a teoria do vazio existencial. Infelizmente, há algumas décadas estamos sendo condicionados para o consumo compulsivo na busca por completude existencial. Certamente, algumas de nossas necessidades mais básicas serão supridas pelos produtos, serviços e marcas disponíveis no mercado. Porém, a partir de um certo nível nossas necessidades não poderão mais ser supridas pelo consumo. Este patamar é o da auto-realização e só é conquistado pelo autoconhecimento. Como autoconhecimento não se compra, na falta deste, tentamos em vão preencher o vazio de significado adquirindo outras coisas. Frustradas pelo insucesso, algumas pessoas partem para a ignorância (de onde nunca saíram) e passam a descarregar sua angústia naquele que o serve. Assim, nasce o consome-dor: uma pessoa que está tentando desesperadamente ser feliz, mas como não consegue, contenta-se em promover e assistir a infelicidade alheia.
Portanto, quando se deparar com um consome-dor novamente, não se sinta frustrado ou impotente. Apenas atenda-o bem. E compreenda que o que ele realmente precisa você não tem para vender.
(Artigonal SC #1453457)
Este artigo pretende demonstrar como os Recursos Humanos podem ser fonte de lucratividade para as empresas, com ênfase no varejo de pequeno porte. Apresenta-se uma exposição sobre a importância do Endomarketing no mundo corporativo. O Endomarketing visa à valorização do colaborador, através do entendimento do novo consumidor e de estratégias de diferenciação e inovação diante da concorrência. Além disso, o Endomarketing abre portas para a inserção do marketing nas empresas de pequeno porte em pr
Quando o assunto é a inauguração de uma loja, temos que pensar em vários detalhes para que tudo corra bem, com muita alegria e felicidade, e nada de ruim aconteça ou passe desapercebido. A inauguração é a celebração, através de festejo, do ato de por em funcionamento uma obra ou serviço.
Hoje, CD simboliza o público que mais consome em todo o mundo.
Tenho recebido emails de pessoas que me perguntam sobre ser representante comercial. Uns me perguntam se vale apena trocar um registro em carteira, por uma tentativa de aumentar seus ganhos atuando como representante comercial.
Hoje em dia, a visão a respeito da fidelidade mudou muito. Acreditávamos que bastava satisfazer o cliente para torná-lo fiel e leal. Hoje, porém percebemos e entendemos que apenas isso não é o suficiente. A satisfação ainda é um ponto fundamental para a retenção e fidelização de clientes, assim como preço, conveniência e experimentação. É bom ficar atento para perceber o que é considerado pelo cliente como importante na sua empresa ou o que vai gerar maior ou menor grau de satisfação.
Mercado de alto padrão do Rio de Janeiro não nota a crise em 2009 - São Paulo oscila, mas fecha o ano estável. Para 2010, espera-se um ritmo de crescimento equilibrado.
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Todo vendedor que almeja sucesso em sua carreira deve dominar uma etapa essencial no processo de vendas: identificar e criar oportunidades de venda. Antes de praticar as principais etapas da venda, tais como abordagem, sondagem, negociação, fechamento e outras, o vendedor tem que saber preparar o solo para que as vendas aconteçam com excelentes resultados, pois vender com resultado pode ser uma consequência de uma pré-venda bem executada.
Quem busca o sucesso em vendas precisa saber que uma das maneiras de se conseguir isso é aprendendo a modelar as crenças, a forma de falar e agir dos vendedores de sucesso. Conheça as diferenças entre o vendedor de sucesso e o medíocre.
O “consome-dor”, designação que passei a utilizar para esta classe de clientes, é aquele que sente tanto ou mais prazer em gerar sofrimento no fornecedor quanto em adquirir o produto ou serviço em si. Trata-se de um tipo de sadismo astuto pois ele paga uma quantia e recebe dois produtos: o bem (de consumo) e o mal (do fornecedor).
Alívio imediota é aquela prática hedionda que utilizamos quando tentamos aplicar uma solução fácil para um problema complexo. É a crença que nos faz pensar que somos muito espertos e que não precisamos de esforços disciplinados para alcançar um grande objetivo. Basta ter aquela "grande sacada".
Se a sabedoria é feita de experiência e a experiência é feita de erros, posso dizer que este erro me trouxe uma grande sabedoria. Aprendi que o aumento da produtividade não depende tanto da criação e execução, mas sim de saber priorizar e ir até o fim; caso contrário, acabamos confundindo ações com resultados.
A confiança faz fluir diálogos mais verdadeiros e, conseqüentemente, nos auxilia na construção de vínculos sólidos e duradouros. Simples? Claro que não, pois conquistar e manter a confiança demanda um longo tempo, enquanto que para perdê-la bastam frações de segundo. É como se trabalhássemos durante anos empilhando uma enorme pirâmide de cartas e, por conta de um maldito espirro, víssemos os nossos esforços desmoronando, abruptamente.
Ter uma mente aberta e atrair novas oportunidades. Despertar a capacidade de sonhar e desafiar a monocórdia mesmice. Ver a vida sob uma nova perspectiva e explorar caminhos criativos para a realização pessoal e profissional. Desejos que atormentam a consciência de bilhões de pessoas que se sentem oprimidas pela rotina monolítica que carregam sobre os ombros, sem perspectivas ou motivação.
O conceito de clima organizacional tem despertado um interesse crescente nos administradores brasileiros desde a década de 70. Não por acaso ou modismo, mas por puro pragmatismo. O que a prática tem demonstrado é que há uma relação direta entre o clima do ambiente de trabalho, a produtividade, a capacidade de inovação e, conseqüentemente, a lucratividade.

